A empresa de arquitetura naval Knud E. Hansen divulgou mais informações sobre o seu mais recente projeto: dois barcos “irmãos” personalizados. Ambos seguem o mesmo projeto, mas têm detalhes distintos.
Os dois iares medem 26 metros e estão em construção na Holando, como número de casco 99 e 100. O modelo foi projetado para ser operado por uma tripulação de apenas duas pessoas e vai oferecer acomodações de luxo para até 12 pessoas.
Os cascos são feitos de aço reforçado e as superestruturas de alumínio, que permitirá que os iates naveguem no Báltico e no Atlântico Norte durante todo o ano.
As embarcações contarão com sistema de propulsão híbrido, que consiste em motores diesel principais e uma série de baterias. Knud E. Hansen garantiu que os projetos estarão disponíveis para construção em diferentes estaleiros. O design e os direitos de propriedade intelectual pertencem a empresa dinamarquesa Poseidon Shipbuilding ApS.
Você já deve ter visto um barco offshore navegando rápido por aí, mas os americanos levam esse estilo a sério. Escolhemos um evento que retrata bem esse lifestyle e a paixão por esse tipo de barco. Aumente o som e aproveite os barcos mais incríveis e rápidos em águas americanas.
Já vimos que as montadoras estão se aventurando no mercado náutico, mesmo sendo apenas designs, demonstram interesse no nosso meio. Alguns designs já passaram por aqui, como a Mercedez, Audi e Aston Martin, agora chegou a vez da Bugatti criar um barco baseado em um modelo icônico da marca, o Type 57.
O projeto minimalista segue o mesmo tipo do carro, com um teto arredondado e janelas grandes laterias. O design em si, pode agradar alguns e tão pouco outros, mas o que vale mesmo é a inspiração de uma empresa renomada tentar se aventurar no mundo dos barcos.
A organização da Ilhabela Sailing Week 2015 homenageará o veleiro catarinense Cairu II, primeira embarcação brasileira a conquistar um título internacional, ao vencer terceira edição da Regata Buenos Aires – Rio, em 1953.
A história do Cairu II começa muito antes de sua construção em 1949. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, mesmo na América do Sul, distante do palco central dos conflitos, a integração entre os povos se fazia necessária. Assim, um grupo de velejadores juntou-se aos representantes da vela argentina e idealizaram a Regata Buenos Aires – Rio de Janeiro. A primeira edição foi disputada em 1947. Ainda hoje, o percurso é um dos mais longos em regatas costeiras, com 1.200 milhas náuticas e largadas a cada três anos.
Apesar do espírito de confraternização, a derrota para os argentinos na primeira edição, por apenas um minuto, acelerou a execução do projeto de um veleiro oceânico competitivo, identificado pelo escritório americano Sparkman & Stephens, como “Class Brazil”. Com as dificuldades do pós-guerra, enfrentadas principalmente no hemisfério norte, os veleiros vieram a ser fabricados no estaleiro do Arataca, localizado abaixo da ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, SC.
Cairu velejando na Baía de Guanabara
“Os Classe Brasil foram construídos com um único objetivo, vencer a regata Buenos Aires – Rio”, afirma o atual proprietário do Cairu II, o engenheiro civil Eduardo Hamond Regua. Em 1950, segunda edição da regata, o Brasil sofreu nova derrota. Porém, em 1953 com o projeto concluído, os Classe Brasil finalmente partiram para o desafio. “O genuíno catarinense Cairu II, lavou a honra dos brasileiros vencendo a prova e se tornando um dos veleiros mais famosos do Brasil”, contou Eduardo.
“É um orgulho ser proprietário de um barco que carrega tanta historia e receberá uma homenagem em evento tão importante. Gostaria de estender a honra a todos que contribuem para que os veleiros clássicos ressurjam. Permitindo, assim, que suas histórias sejam mantidas. Os esforços solitários, a ABVO que abraçou a classe e o Yacht Club de Ilhabela também merecem a homenagem”, considera o comandante do Cairu II, que na língua tupi significa árvore de folhas escuras.
Publicação da conquista, em 1953
Além dos prêmios que recebeu pela histórica vitória de 1953, o barco ainda foi homenageado pelos presidentes do Brasil e da Argentina, Getúlio Vargas e Juan Peron, respectivamente, e ganhou destaque nas mídias nacional e estrangeira.
A ação tem sido frequente nos últimos anos. Em 2014, a homenagem foi destinada ao Pen Duick II, barco que levou o navegador francês Éric Tabarly à vitória na Ostar em 1964, velejada em solitário entre Plymouth (ING) e Newport (EUA).
O imponente veleiro na década de 1950
O barco – O Cairu II é um Classe Brasil de 40 pés, projetado pelo escritório norte-americano Sparkman & Stephens e construído no estaleiro Arataca, de Florianópolis, a partir de 1949. O casco é de madeira e o peso da embarcação é de 10 toneladas, medindo 12,80 m de comprimento (linha d’água de 8,42 m), com boca de 3,06 m. Possui calado de 1,80 m. A área vélica é de 64,10 m² e a motorização é Gray Marine de 25 hp.
A Barracuda está lançando um novo produto especifico para aplicações náuticas de alta performance em laminados sandwich de barcos projetados para operar em altas velocidades e em condições extremas de navegação. O Divinycell HM é um material sandwich projetado para aplicações extremamente exigentes, como cascos de embarcações rápidas. Combinando alta resistência a compressão com excepcional alongamento ao cisalhamento a nova espuma de PVC é o produto ideal capaz de absorver impactos e cargas dinâmicas extremas.
O alongamento do Divinycell HM excede os requisitos das normas ISO, Germanisher Lloyds e das regras de American Bureau of Shipping permitindo a redução dos fatores de segurança no cálculo estrutural, proporcionando uma estrutura mais leve e mais resistente superando os limites de outros materiais.
A nova formulação da espuma oferece excelente característica de compressão localizada o que faz dele o produto ideal para laminados leves e de baixa espessura. Sua estrutura molecular também oferece a possibilidade de cura e post cura a temperaturas acima de 90 graus C sendo ideal para acabamento cosmético em cascos pintados com cores escuras.
Os barcos campeões nas várias classes disputadas nos dois últimos finais de semana de maio pela 2ª Etapa da Copa Swift Sport permanecerão na Capital Nacional da Vela, aguardando a 42ª Ilhabela Sailing Week (ISW).
Asbar Total Balance (RGS Geral), Jambock (RGS Cruiser), Caballo Loco(C30), Suzuki Bond Girl (HPE25) e Carcamano (Star) têm presença confirmada na maior competição de oceano da América Latina. O campeão brasileiro de HPE, Magoo, também estará na raia a partir de 3 de julho.
As regatas da Copa Swift Sport permitiram que mais de 40 veleiros fizessem o reconhecimento da raia e se preparam adequadamente. Por isso, a segunda etapa do Circuito Ilhabela de vela oceânica é considerada como Warm Up para a ISW. As provas do último fim de 30 e 31 de maio também foram válidas pelo Campeonato Brasileiro, para a classe HPE. As tripulações velejaram sob as mais variadas condições de vento.
“Fizemos três regatas com vento sul e outras três com leste. Uma com vento forte e outra com intensidade mais fraca. Quem ajustou o barco foi Juninho Jesus, velejador de Ilhabela. Prevaleceu a experiência dele”, considerou Augusto Falletti, comandante do Magoo, campeão brasileiro de HPE e terceirocolocado na etapa da Copa Swift Sport, vencida pelo Suzuki Bond Girl.
“A classe está evoluindo. Esperamos 20 barcos da HPE na Ilhabela SailingWeek. A maioria vai vai manter o veleiro aqui na ilha até julho”, projetou o comandante do Suzuki Bond Girl, Rique Vanderley.
Na RGS Geral, o Asbar Total Balance venceu quatro das cinco regatas para garantir o título da etapa. Para o comandante Sérgio Klepacz, a mão de obra local fez a diferença. “Estamos na luta há 15 anos, sempre trazendo a bordo tripulantes de Ilhabela, que tem potencial para se tornar um grande celeiro de velejadores para o Brasil”, avaliou Keplacz. Na RGS Cruiser, o campeão Jambock viveu a mesma situação, com quatro vitórias. “Nossa referência é o BL3 (vice). Eles velejam muito. É uma honra superá-los”, comemorou o comandante do Jambock, Marco Ongarelli.
O projeto Hybrid concept 2021 foi criado pelo designer holandês Edwin van der Mark e representa uma ousada mistura entre superiate submarino.
A inspiração do designer é fruto de uma visita que ele fez a Harley O’Neil, o designer da Croatian SuperyachtME (um submarino de ataque rápido do exército americano). Eles conversaram sobre como misturar as características de um iate a motor e um submarino.
Em seguida, o conceito “The 2021 HYBRID” foi desenhado, comtemplando um superiate completamente incomum.
Desde sua primeira aparição, a Pershing tem levantado suspiros de proprietários e amantes da náutica mundial, graças ao mix de inovação, tecnologia e versatilidade a bordo. O resultado da colaboração entre o iate designer Fulvio de Simoni e o departamento de engenharia, arquitetura e design do Grupo Ferretti é a personificação do DNA da marca em um barco, com tem total versatilidade de layout – que pode ser personalizado de acordo com o proprietário – combinado com o melhor da tecnologia.
A Pershing 108 é um barco a frente do seu tempo e para empurrar um barco de 32,90m são utilizados três motores à diesel MTU 2638 mHp (1939 kW) 16V 2000 M 94 L, que levam o barco a incrível velocidade de 42 nós,
O barco é equipado com quatro cabines e três, somente para a tripulação.
Sob o patrocínio do Sheikh Saud bin Rashid Al Mu’allah, membro do Conselho Supremo dos Emirados Árabes e governante de Umm Al Quwain, Gulf Craft lançou a Majesty 155 em evento exclusivo.
A realização do lançamento da Majesty Yachts em Umm Al Quwain provou a constante expansão da Gulf Craft. “O histórico da Gulf Craft é consistente a nível global. A concepção da Majesty 155 criou expectativas ainda maiores de nossos clientes ao redor do mundo”, disse Mohammed Hussein Al Shaali, presidente da Gulf Craft.
Erwin Bamps, CEO da Gulf Craft, acredita que a inauguração da Majesty 155 é significativa tanto para clientes quanto para a empresa. “Este marco significativo demonstra nosso compromisso com a evolução do iatismo mundial. Nós entendemos que nossos clientes têm apreço por opulência e gostariam de experimentar o estilo de vida luxuoso a bordo. O Majesty 155 foi criado para proporcionar uma experiência verdadeiramente de luxo”, comentou Bamps.
Majesty 155 é primeiro superiate de deslocamento da Gulf Craft. Em 155 pés (47 metros), o modelo oferece conforto e espaçosas áreas comuns. O barco é equipado com terraços, jacuzzi e solário. A arquitetura naval é assinada por Massimo Gregori Grgic, do estúdio italiano Yankee Delta.
A propulsão é garantida por dois motores 2.011 hp MTU 12V 4000 M63, que garante 4.200 milhas náuticas em uma velocidade máxima de 16 nós. O projeto do casco permite baixo consumo de combustível e capacidade de longo alcance.
Depois da conquista da medalha de prata na segunda edição da Copa do Mundo de Vela, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze embarca para a terceira etapa da competição, em Weymouth e Portland, na Inglaterra, que acontece entre os dias 8 e 14 de junho.
A dupla brasileira viajou no dia 30 de maio direto para o local da próxima competição. Após o torneio, as campeãs mundiais da classe 49er FX emendam uma viagem para Portugal, onde irão treinar até a data de embarque para os Jogos Pan-americanos. As provas de Vela no Canadá acontecem entre os dias 12 e 19 de julho.
Medalha de prata na última etapa disputada da Copa do Mundo, a dupla segue para o próximo desafio sabendo que as condições de vento na Inglaterra são diferentes. “Em Weymounth, as condições de vento estarão mais fortes. Mas estou ansiosa para retornar à raia que eu tanto treinei na campanha para os Jogos Olímpicos de 2012, com a Isabel, na classe 470”, comentou Martine.
Martine e Kahena farão a estreia nos Jogos Pan-americanos em 2015. Porém, a dupla, que veleja na classe há três anos, possui bons resultados ao longo da campanha olímpica. Sobre as condições de vento em Toronto, Martine diz ser mais fraco, mas espera fazer uma ótima estreia no torneio.
“O Pan é novidade em alguns sentidos. Não estamos acostumadas a correr regatas com apenas seis barcos, mas com muito mais que isso. Os ventos também são mais fracos, o que pode dar vantagem para as adversárias mais leves. Também é o nosso primeiro grande evento juntas. Espero poder fazer uma ótima participação”, explicou Martine.
A dupla retorna ao Brasil após o fim dos Jogos Pan-americanos, em julho. Em seguida, o próximo torneio é o evento teste para os Jogos Olímpicos de 2016, que será realizado no Rio de Janeiro, em agosto.