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13 helipontos em superiates que vão te impressionar!

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Se o seu desejo é explorar ilhas desconhecidas ou receber convidados em grande estilo em seu superiate, um heliponto é um recurso premium que vem se tornando cada vez mais popular entre a elite do iatismo. Venha conosco e conheça a lista dos 13 melhores helipontos em superiates.

Madsummer

1. madsummer helipontos - boat shopping

O heliponto totalmente certificado a bordo do Madsummer está localizado na proa e é capaz de suportar um helicóptero EC135, que pesa cerca de três toneladas. O superiate de 95 metros da Lürssen também é capaz de suportar um hidroavião no sundeck. A superestrutura teve que ser reforçada para suportar o peso de 590 kg do hidroavião Husky A-1C 200.

Hodor

2. hodor helipontos - boat shopping

O heliponto de 220 m² do superiate de apoio Hodor é totalmente certificado e fica na popa do deck superior. O catamarã shadow, construído pela Incat Crowther possui um helicóptero Airbus H145, no mesmo tom de cinza, entre sua infinidade de brinquedos para superiates.

O’Ptasia

3. O'Ptasia - boat shopping

O impressionante heliporto touch-and-go a bordo do O’Ptasia, de 85 metros, encontra-se na proa do bridge deck, que também possui uma piscina com cascata e uma academia na popa.

Dream

4. dream - boat shopping

O heliponto a bordo do superiate Dream, de 106,5 metros, está localizado no deck de navegação ao lado de um bar com vista para a enorme piscina. Equipado para a aventura, o heliponto pode transportar cargas de até 4,4 toneladas e funciona como uma quadra de basquete.

Planet Nine

5. planet nine helipontos - boat shopping

Para prepará-lo para aventuras na Antártica, o heliporto do Planet Nine foi projetado com uma plataforma de elevação que permite que a aeronave seja armazenada no hangar embaixo quando não estiver em uso. Isso também permite que o iate explorer de 73 metros leve dois helicópteros ao mesmo tempo, permitindo que os convidados cheguem a bordo de helicóptero enquanto o do proprietário é armazenado com segurança.

Vanish

6. vanish - boat shopping

O superiate Vanish, de 66 metros, está realmente equipado com dois helipontos; uma área de desembarque na proa e uma segundo na popa do sundeck. O heliponto dianteiro é geralmente usado para operações diárias, enquanto o traseiro é usado durante travessias longas, para que o helicóptero fique mais protegido.

New Secret

7. new secret heliponto - boat shopping

Os proprietários do segundo superiate Amels LE 242, batizado de New Secret, acrescentaram uma cabine no bridge deck para que o piloto do helicóptero tivesse fácil acesso. O superiate de 74 metros também teve parte da popa do sundeck sacrificada para aumentar a área de pouso do heliporto.

Alfa Nero

8. alfa nero - boat shopping

A parte inferior da piscina no lendário Alfa Nero, de 81,27 metros, sobe até o nível do deck para se tornar um heliponto. É um uso inteligente do espaço e o design de letra “H” permanece perfeitamente visível, seja para cima ou para baixo

Lady Christine

9. lady christine - boat shopping

Existem inúmeras soluções de design de helicóptero para superiates. O heliporto do iate de 68 metros da Feadship Lady Christine foi projetado para operações completas e ele tem capacidade para reabastecer helicópteros a bordo.

Como piloto de helicóptero, o proprietário estava fortemente envolvido no projeto do heliponto. Esta área pode ser vista como um local prático na popa do deck superior já que o skylounge o protege dos ventos, permitindo que o helicóptero pouse mesmo enquanto o iate estiver navegando.

Cloudbreak

10. cloudbreak heliponto - boat shopping

O designer Espen Øino projetou o iate explorer da Abeking & Rasmussen, de 72,25 metros, Cloudbreak, com uma sala de cinema ao lado do heliporto, para que os convidados pudessem sair do Bell 429 Global Ranger e já assistir as filmagens de seus dias.

Ulysses

11. ulysses - boat shopping

O helicóptero EC145, que pertence ao iate explorer Ulysses, de 107 metros, é armazenado de maneira segura em seu próprio hangar, que fica situado à frente do heliponto. As pás se dobram para facilitar o armazenamento e há espaço suficiente na oficina para que o engenheiro realize verificações essenciais de manutenção.

Kismet

12. kismet helipontos - boat shopping

A proa do superiate Kismet de 95,2 metros pode ser utilizada para jogos de basquete de meia quadra, mas também pode ser usada como heliponto. Seu proprietário, Shahid Kahn, que gosta muito de esportes, em especial o futebol, sendo dono de equipes em ambos os lados do Atlântico, sendo elas o Jacksonville Jaguars, da NFL, bem como o Fulham FC.

Stella Maris

13. stella maris superiate helipontos - boat shopping

O designer Espen Øino, decidiu criar um novo conceito de helipontos para iates especialmente para o revolucionário superiate, de 72 metros da VSY, o Stella Maris. Øino imaginou um heliponto que seria na realidade um ponto focal. Ao invés de tentar disfarçar o deck do helicóptero, ele faz questão de mantê-lo exposto, projetando-se na popa do deck superior. Quando o iate não recebe helicópteros, o enorme deck é aproveitado como espaço para banhos de sol e socialização.

Novo conceito de superiate tem drone para explorar os arredores

O designer russo Max Zhivov, em parceria com a empresa de engenharia Tutkish, Otobot, e o estaleiro turco U4 apresentaram superiate 165 Viatorem, explorer que é o flagship da linha homônima. Construído em aço e alumínio, o modelo oferecerá grandes áreas interiores.

superiate explorer 165 viatorem - boat shopping

Uma das soluções de design específicas do 165 Viatorem é a superestrutura empurrada para a frente para aumentar o espaço na proa, que possui uma área multifuncional, também projetada para abrigar vários brinquedos. O drone na popa do deck superior oferece flexibilidade para explorar outros lugares em volta.

superiate explorer 165 viatorem - boat shoppingsuperiate explorer 165 viatorem - boat shopping

De acordo com o designer, o superiate terá uma grande boca, um interior com grande janelas, uma espaçosa cabine para o proprietário com uma varanda privativa, quatro quartos para convidados, uma grande área para festas com piscina e plataforma de mergulho e local de entretenimento com bar e espreguiçadeiras no sundeck.

superiate explorer 165 viatorem - boat shopping

O explorer estará equipado com um sistema de propulsão híbrido e as aletas estabilizadoras. O casco eficiente diminui o consumo de combustível e aumenta o alcance do 165 Viatorem.

Mediante solicitação, o iate 165 também pode ser construído em uma estrutura composta totalmente em sanduíche. Os projetistas afirmam que a embarcação ostentaria um longo alcance com seu casco eficiente e teria uma boa manutenção do mar mesmo em condições adversas.

Star Sailors League Finals tem campeões inéditos nas Bahamas

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O britânico bicampeão olímpico Iain Percy fez seu talento e sua experiência prevalecerem no dia decisivo da Star Sailors League Finals em Nassau, nas Bahamas. Ao lado do medalhista olímpico e campeão mundial Anders Ekstrom, da Suécia, Percy venceu a regata decisiva para conquistar um título inédito após duelo acirrado com os franceses vice-campeões Rohart e Ponsot. A dupla Melleby (NOR) e Revkin (EUA) conquistou o bronze, enquanto Bruno Prada e o polonês Mateusz Kusznierewicz ficaram em quarto lugar.

Os campeões Percy e Ekstrom (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Os campeões Percy e Ekstrom (Gilles Morelle | SSL)

Além de Prada, que foi diretamente para a final, outros dois brasileiros Henrique Haddad (Gigante) e Henry Boening (Maguila) correram as regatas decisivas entre as dez melhore tripulações. A quartas de final recebeu oito barcos, com três eliminações, a semifinal teve seis duplas e mais três foram eliminadas. Quatro equipes foram para a disputa da medalha de ouro e de uma premiação total de 200 mil dólares.

Kusznierewicz e Prada (GIlles Morelle SSL) - boat shopping
Kusznierewicz e Prada (GIlles Morelle | SSL)

A passagem de Haddad e Boening das quartas de final para a semifinal foi dramática. Três das oito duplas seriam eliminadas e os brasileiros velejaram no limite a maior parte da regata. Chegaram na quinta colocação após duelo metro a metro com os norte-americanos Cayard e Trinter, que acabaram eliminados. Apenas três segundos separaram as duas equipes.

Com vento fraco, o barco dos brasileiros tinha mais velocidade no contravento do que nas pernas de popa. A dupla Chiavarini (GBR) e Weise (ALE) venceu as quartas de final com o tempo de 53m09, seguida por Melleby (NOR) e Revkin (EUA), Rohart e Ponsot (FRA), e Percy (GBR) e Ekstrom (SUE). As cinco tripulações seguiram à semifinal, junto com Negri (ITA) e Kleen (ALE), vice-líderes da fase de classificação.

Haddad e Boening (GIlles Morelle SSL) - boat shopping
Haddad e Boening (GIlles Morelle | SSL)

Na semifinal com seis embarcações, Haddad e Boening largaram mal. Não conseguiram espaço na linha de partida e foram perdendo contato com a flotilha a partir do primeiro contravento. Chegaram na sexta posição. Rohart e Ponsot lideraram com tranquilidade e passaram à regata final com Percy e Ekstrom, Melleby e Revkin, que se juntaram aos líderes da primeira fase, Kusznierewicz e Prada.

Rohart e Ponsot (Marc Rouiller SSL) - boat shopping
Rohart e Ponsot (Marc Rouiller | SSL)

“A emoção do dia ficou para as quartas de final, quando conseguimos a classificação em cima da linha. Na semi, saímos atrasados e não conseguimos recuperar, mas foi ótimo. Demos o melhor e o sétimo lugar está de bom tamanho”, analisou Boening, vice-campeão da SSL Finals em 2018 com Robert Scheidt.

Melleby e Revkin (Marc Rouiller SSL) - boat shopping
Melleby e Revkin (Marc Rouiller | SSL)

O velejador olímpico e timoneiro Haddad, estreante em Nassau, compartilhou o sentimento do parceiro. “Não velejamos tão bem. Foi um dia difícil para nós. Os caras que ficaram na nossa frente mereceram. No geral o saldo é extremamente positivo”, considerou o representante brasileiro da Classe 470 nos Jogos Rio 2016.

Martine Grael e Kahena Kunze assumem a liderança do Mundial de 49erFX

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Na madrugada de quinta-feira, 05/12, quatro regatas encerraram a fase de classificatória do Mundial de 49erFX em Auckland, na Alemanha. Com duas vitórias, um segundo e um quinto lugar, as velejadoras brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze assumiram a liderança da competição com 32 pontos, sem incluir o descarte. Em segundo lugar estão as norueguesas Helene Næss e Marie Rønningen, com 56 pontos, seguidas pela dupla de Singapura Kimberly Lim e Cecilia Low, com 57 pontos.

Martine Grael e Kahena Kunze - boat shopping 2

A primeira fase da competição da classe 49erFX contou com 61 duplas de 26 países, que foram divididas em dois grupos. Agora, apenas os 25 melhores barcos disputam a fase final a partir desta sexta-feira, 06/12. Até sábado estão previstas mais 8 regatas. A disputa pela medalha acontece no domingo, 08/12.

O Mundial é o evento mais importante do calendário da Vela antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio. A competição reúne as classes 49er, 49erFX e Nacra 17, e vai distribuir nada menos do que 15 vagas para os Tóquio 2020: quatro para 49er; cinco para Nacra 17; seis para 49erFX.

Resultado parcial – Mundial de 49erFX:

1º) Martine Grael e Kahena Kunze (BRA) – 32 pontos

2º) Helene Næss e Marie Rønningen (NOR) – 56 pontos

3º) Kimberly Lim e Cecilia Low (SNP) – 57 pontos

Amels lança seu maior superiate totalmente customizado

O mais novo superiate da Amels foi para a água pela primeira vez nesta semana. O iate de 78 metros de comprimento é o maior projeto full custom já construído pelo estaleiro holandês em termos de volume interior.

Lançado anteriormente nas instalações da Damen, no rio Danúbio, o iate de 2.850GT apresenta o design de Espen Øino e a arquitetura naval e interiores da Zuretti Interior Designers. Ele está programado para ficar pronto em 2021, depois de ser levado para o estaleiro da Amels na Holanda.

Amels superyacht full custom - boat shopping

Embora vários superiates da Amels, incluindo o Here Comes The Sun de 83 metros e a Ilona de 82 metros, superem a nova construção em termos de comprimento total, o novo projeto completamento customizado apresenta maior tonelagem bruta o que o tornará o maior superiate da Amels, uma vez entregue.

Amels superyacht full custom - boat shopping

Espen Øino comentou sobre os detalhes do projeto: “O layout com a grande piscina no deck superior, e os barcos de apoio embaixo dos dois lados, mas todos estão escondidos para que você não veja. E, claro, as varandas com acesso direto das cabines que você pode ver com muita facilidade, está realmente incrível”.

Amels superyacht full custom - boat shopping

O contrato de construção da embarcação foi assinado em 2017, durante o Monaco Yacht Show. Representando o proprietário, Andrew Tree, da Superyacht Technical Services, comentou: “Este iate verdadeiramente personalizado, com um design deslumbrante por dentro e por fora, só poderia ser alcançado com a maior colaboração, com o melhor do design europeu e a mais alta qualidade de construção e gestão”.

Bruno Prada assume vice-liderança da SSL Finals em Nassau

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O segundo dia de regatas da Star Sailors League Finals premiou a regularidade da dupla formada pelo polonês Mateusz Kusznierewicz, campeão olímpico da Classe Finn, e pelo pentacampeão mundial e medalhista olímpico de Star, Bruno Prada. O vento nordeste bastante rondado, entre 14 e 18 nós, permitiu a disputa de mais três regatas. Mateusz e Prada obtiveram terceiro, nono e segundo lugares e saltaram da oitava para a segunda colocação.

Kusznierewicz e Bruno Prada (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Kusznierewicz e Bruno Prada (Gilles Morelle | SSL)

A dupla ítalo-alemã, Negri e Klenn, assumiu a liderança da fase de classificação com duas vitórias em cinco regatas, abrindo nove pontos de vantagem sobre os vice-líderes. Os norte-americanos Cayard e Trinter venceram a quinta regata e aparecem agora na terceira posição. O primeiro objetivo das 23 duplas de 22 países é se garantir entre os dez primeiros após 11 regatas para assegurar vaga nas três provas eliminatórias de sábado (07/12): quartas de final, semifinal e final.

Duelo entre Negri e Percy (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Duelo entre Negri e Percy (Gilles Morelle | SSL)

Campeão da primeira edição da SSL Finals com Robert Scheidt, Prada está retomando a sincronia com o parceiro. “Os dois primeiros dias exigiram muito do físico, foram desgastantes. Eu não velejava com o Mateusz desde o Campeonato Mundial. Estamos recuperando o entrosamento e vamos melhorar a cada dia”, projetou Prada, medalha de prata com o neozelandês Hamish Pepper na SSL Finals de 2015.

Pega acirrado em Nassau (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Pega acirrado em Nassau (Gilles Morelle | SSL)

Neste ano, Pepper com o brasileiro Pedro Trouche, campeão em 2018 com Jorge Zarif. A dupla terminou o primeiro dia na segunda posição, mas nesta quarta-feira não concluiu a terceira regata, descartaram o DNF e estão em sétimo lugar. A única equipe 100% brasileira, Henrique Haddad e Henry Boening, está em 14º, enquanto Samuel Gonçalves e o português Bernardo Freitas ocupam a 16ª colocação.

Vitória de Cayard e Trinter (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Vitória de Cayard e Trinter (Gilles Morelle | SSL)

“Neste ano as regatas estão sendo disputadas dentro da baía, mais próximas da terra, o que deixa o vento mais rondado. Com rajadas de até 20 nós, os velejadores convidados de outras classes sentem dificuldade de adaptação. O Bernardo é muito bom velejador, mas ele ainda está pegando o feeling do barco. Espero que as rondadas e a intensidade do vento diminuam”, desejou Samuel Gonçalves, campeão mundial de Star com seu tradicional parceiro, Lars Grael.

SSL Finals começa com vitória brasileira nas Bahamas

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O primeiro dia da Star Sailors League Finals (SSL Finals) ofereceu condições ideais aos velejadores das 23 equipes de 22 países que compõem a flotilha da sétima edição da competição anual. O sol brilhou nas Bahamas e a raia próxima ao Nassau Yacht Club recebeu o vento predominantemente noroeste para impulsionar os barcos em duas regatas sobre as águas azuis e transparentes da Baía de Montagu. Melleby (NOR) e Revkin (EUA) lideram com um segundo e um quarto lugares. O brasileiro Pedro Trouche venceu a segunda prova ao lado do neozelandês Hamish Pepper.

Largada na Baía de Montagu (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Largada na Baía de Montagu (Gilles Morelle | SSL)

Na regata de abertura da fase de classificação, a dupla ítalo-alemã Diego Negri e Frithjof Kleen soube aproveitar a mudança significativa do vento para noroeste no momento da largada. Eles optaram pelo bordo certo, à esquerda, e lideraram a prova praticamente de ponta a ponta até cruzarem a linha de chegada. Kleen venceu a SSL Finals em 2017 ao lado do britânico Paul Goodison, campeão olímpico da Classe Laser.

“Foi um dia ótimo. Conseguimos fazer a leitura certa da raia e das mudanças do vento, que depois começou a cair. O importante é que mantivemos a calma e o controle da regata”, analisou Negri. Na segunda prova, a dupla não conseguiu repetir a boa largada e chegou na sexta colocação, posicionando-se em segundo lugar na classificação geral, apenas um ponto perdido atrás dos líderes (6 a 7).

Vitória de Trouche e Pepper (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Vitória de Trouche e Pepper (Gilles Morelle | SSL)

O duelo pela ponta da segunda regata ficou entre duas duplas. Pedro Trouche, atual campeão da SSL Finals com Jorge Zarif e proeiro de Hamish Pepper (NZL) neste ano, e pelo bicampeão olímpico Iain Percy (GBR), que veleja ao lado de Anders Ekstrom (SuE). Trouche e Pepper estavam em quinto lugar no contravento, mas na perna final, em popa, optaram por rumo mais à direita e foram beneficiados por uma rajada.

Percy e Elkstrom (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Percy e Elkstrom (Gilles Morelle | SSL)

Zarif, parceiro de Trouche no título de 2018 está em campanha olímpica de Finn, por isso não foi a Nassau. Pepper, o único neozelandês na raia, ficou comemorou os resultados. “Pedro ligou para corrermos juntos e eu concordei com isso. Iniciamos bem o campeonato e conseguimos dar velocidade ao barco. A dupla se encaixou. Sinto muito pelo Iain (Percy) porque ele estava liderando desde o início, mas conseguimos pegá-lo”, afirmou Pepper.

Apesar de ter sido ultrapassado no final da regata, Percy estava satisfeito com o desempenho de sua dupla. “ Somos muito bons no vento mais forte, embora não mais como nos velhos tempos. Tenho certeza de que o vento virá. A configuração do barco ainda não está certa, mas isso é uma questão de milímetros. Faremos os ajustes”, garantiu o britânico.

Largada na Baía de Montagu (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Largada na Baía de Montagu (Gilles Morelle | SSL)

Adrenalina ao vivo na SSL Finals

Nos quatro primeiros dias as 23 tripulações correm 11 regatas, todos contra todos, com apenas um descarte. As dez primeiras colocadas permanecem no campeonato para disputar três provas no dia decisivo: quartas de final, semifinal e final. O líder da fase de classificação vai direto à final. O segundo colocado passa para a semifinal. A cada regata da fase decisiva três barcos são eliminados, o que garante a adrenalina na água e para quem está assistindo.

As regatas são transmitidas ao vivo na Internet com os comentários de especialistas e convidados especiais no estúdio. Na água, a mais recente tecnologia em câmera HD, assim como o Virtual Eye 3D Graphics, proporcionam uma visualização emocionante, em detalhes, intercalando-se imagens ao vivo com a telemetria animada dos barcos, direto das águas cristalinas da Baía de Montagu.

Novo conceito de superiate tem design “esportivo e agressivo”

O estúdio canadense ER Yacht Design apresentou um conceito de superiate esportivo de 61 metros. Chamado Shotel, o design de superiate “rápido e impressionante” foi desenvolvido como parte da linha de design “Gotham” de iates esportivos do estúdio.

Descrito como “ultramoderno” pelo estúdio, o Shotel apresenta “linhas esportivas agressivas” com um “casco e superfícies da superestrutura esculpidos artisticamente”.

Construído em alumínio e fibra de carbono, o superiate Shotel possui decks amplos e abertos com varandas dobráveis, que revelam uma grande plataforma de mergulho e um grande beach club. Enquanto isso, a popa do deck principal é integrada ao cockpit, que inclui um salão espaçoso e uma área de jantar dentro da superestrutura do deck principal.

shotel superiate esportivo - boat shopping

O layout interior do superiate com volume de 780GT possui acomodações para um total de 14 convidados, incluindo seis cabines duplas no deck inferior e uma cabine para o proprietário de com largura total da boca na proa do deck principal. O sky lounge fica no deck superior, ao lado da cabine do comandante e da cabine do capitão.

O tender de oito metros, o inflável de para resgates e as motos aquáticas são armazenados na proa, que também possui guindastes de lançamento duplo.

O Shotel terá uma velocidade máxima de 24 nós e uma velocidade de cruzeiro de 18 nós, com uma autonomia de 3.800 milhas náuticas.

Otam inicia a construção do primeiro Otam 70 HT

O estaleiro italiano Otam vendeu e iniciou a construção do seu primeiro iate de 21 metros totalmente personalizado. Descrito como “muito elegante”, o Otam 70 HT foi projetado em colaboração com a BG Design Firm e é altamente influenciado pelo design automotivo e aeronáutico de luxo.

Iate Otam 70 HT design - boat shopping

As linhas fluidas do casco foram criadas por Umberto Tagliavini Marine Design, que se concentrou especificamente em produções de alto desempenho de engenharia e design.

O iate possui uma boca de 5,35 metros, uma garagem na popa e uma casa de máquinas com muito volume interno. O estaleiro também revelou que o iate não terá limites de personalização. O Otam 70 HT fará sua estreia internacional no Cannes Yachting Festival em 2021.

Iate Otam 70 HT design - boat shopping

Sua construção vem depois da entrega do primeiro Otam 85 GTS, que aconteceu no início deste ano. O iate esportivo full-custom de 26 metros foi lançado em maio, após ultrapassar as velocidades máximas desejadas em testes no mar, e entregue em junho.

SSL Finals, maior show da vela mundial, vai começar nas Bahamas

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O tradicional encontro da elite da vela mundial, com 23 duplas da Classe Star, acontecerá neste ano de 03 a 07 de dezembro com a sétima edição da Star Sailors League Finals (SSL Finals) em Nassau, nas Bahamas. Velejadores consagrados de 22 países, entre medalhistas olímpicos e campeões mundiais, irão desfilar seus talentos nas águas azuis e transparentes da Baía de Montagu.

Cinco brasileiros estarão na disputa que distribui premiação total de 200 mil dólares. Destaque para o pentacampeão mundial e duas vezes medalhista olímpico, Bruno Prada, primeiro vencedor da SSL Finals, em 2013, ao lado Robert Scheidt. O único timoneiro do País será Henrique Hadad, representante brasileiro na Classe 470 nos Jogos Rio 2016 e que correrá ao lado de Henry Boening, o Maguila, vice-campeão da SSL Finals em 2018 junto com Scheidt.

Bruno Prada (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Bruno Prada (Gilles Morelle | SSL)

O Brasil ainda terá Pedro Trouche, campeão da SSL Finals em 2018 com Jorge Zarif, e Samuel Gonçalves, campeão sul-americano de Star com Lars Grael. Prada formará dupla com polonês Mateusz Kusznierewicz, com quem venceu o Mundial de Star deste ano em Puerto Cervo (ITA). Trouche estará ao lado do neozelandês Hamish Pepper e Gonçalves será proeiro do português Bernardo de Freitas.

Samuca Gonçalves (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Samuca Gonçalves (Gilles Morelle | SSL)

Entre outras lendas da vela, está o vencedor da Volvo Ocean Race e veterano da America’s Cup, Paul Cayard (EUA) ao lado do compatriota Phil Trinter. O primeiro medalhista olímpico da Croácia, Tonci Stipanovic, prata na Laser nos Jogos Rio 2016 correrá em Nassau com o também croata Tudor Bilic. Os campeões olímpicos Iain Percy (GBR) e Freddy Lööf (SWE) também aparecem entre os favoritos com seus proeiros Anders Ekström (SWE) e Brian Fatih (EUA), respectivamente.

Três países participarão da SSL Finals pela primeira vez. A Espanha, com o vencedor da Volvo Ocean Race, Chuny Bermudez e seu companheiro de equipe, Miguel Fernandez Vasco. O Uruguai com Ricardo Fabini e a Coreia do Sul com Jeemin. Os campeões mundiais, Evind Melleby (NOR) e Josh Revkin (USA) também estarão na raia da Baía de Montagu.

Adrenalina ao vivo na SSL Finals

Treino em Nassau (Gilles Morelle SSL) - boat shopping
Treino em Nassau (Gilles Morelle | SSL)

Nos quatro primeiros dias as 25 tripulações correm 11 regatas, todos contra todos, com apenas um descarte. As dez primeiras colocadas permanecem no campeonato para disputar três regatas no dia decisivo: quartas de final, semifinal e final. O líder da fase de classificação vai direto à final. O segundo colocado passa para a semifinal. A cada regata da fase decisiva três barcos são eliminados.

As regatas serão transmitidas ao vivo na Internet com os comentários de especialistas e convidados especiais no estúdio. Na água, a mais recente tecnologia em câmera HD, assim como o Virtual Eye 3D Graphics, proporcionarão uma visualização emocionante, em detalhes, intercalando-se imagens ao vivo com a telemetria animada dos barcos, direto das águas azuis e transparentes da Baía de Montagu.