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BRUNSWICK ANUNCIA NOVO DIRETOR GERAL DA FÁBRICA DE JOINVILLE

Brunswick Boat Group Brasil

A Brunswick Boat Group Brasil, anuncia a nomeação do novo Diretor Geral da unidade de Joinville – SC.

A partir desta segunda feira, assume a responsabilidade pela gestão dos negócios no Brasil o Sr Reinaldo Maykot.

Formado em administração de empresas e engenharia mecânica, ambos da UFSC. Com MBAs em comportamento organizacional e gestão de empresas, Reinaldo atuava no Grupo Whirlpool no Brasil há 17 anos, mais recentemente como Vice- Presidente de Vendas e Desenvolvimento de Negócios. Seu conhecimento técnico e a vasta experiência em estratégia de mercado serão significativos para continuar a expansão de mercado e impulsionar o sucesso do negócio Brunswick no Brasil.

A Brunswick está no Brasil desde 2012, onde produz os barcos das marcas Bayliner e Sea Ray.

Experiência e regularidade são as armas de Scheidt na busca da sexta medalha olímpica

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Armas de Scheidt

Aos 43 anos, maior medalhista do Brasil da história dos Jogos vai usar o tempo como aliado no Rio de Janeiro para lutar pelo tricampeonato olímpico.

Tempo. De modo geral, tempo é a medida da passagem das horas, dias, meses, anos, décadas…, mas também está relacionado à meteorologia. Para um velejador, há ainda o fator velocidade. Quem garante ‘tempos’ melhores, vence. Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a partir de 5 de agosto, ninguém encarna melhor essa relação com o tempo que Robert Scheidt. Aos 43 anos, será o atleta mais velho da classe Laser na Olimpíada e vai duelar com competidores até 20 anos mais jovens. E se levar um corpo quarentão ao limite em seis dias, com regatas duplas, na Baia da Guanabara, exigirá esforço máximo, a experiência acumulada em horas, dias, meses, anos, décadas no mar, lidando com o vento em todos os continentes, será sua maior arma. O tempo, em suas diferentes vertentes, no final das contas, não é inimigo de Robert na jornada rumo ao tricampeonato olímpico, mas um grande aliado.
Bicampeão olímpico e maior medalhista do Brasil nos Jogos, com cinco medalhas, Robert Scheidt alia técnica, raça (palavra que sempre escreve no mastro de seus barcos), dedicação, talento e muita experiência. O iatismo entrou em sua vida aos 9 anos de idade e ao longo de 34 anos de carreira, ele aprendeu que regularidade é a maior arma para conquistar um lugar no pódio. Os números comprovam. Nas campanhas do ouro em Atlanta, prata de Pequim e bronze de Londres, ele esteve entre os 10 primeiros em todas as regatas. Em Atenas, onde também foi campeão, foi top 10 em nove entre 11 provas, enquanto em Sydney chegou ao segundo lugar chegando entre os 10 primeiros sete vezes ao longo da disputa.
Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, Scheidt soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. No início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na disputa do Campeonato Mundial de Laser, em maio, em Nuevo Vallarta, no México, ele terminou em 10º lugar. Na carreira são 175 títulos – 86 internacionais e 89 nacionais – além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).
Casado com a lituana Gintare, que também disputará os Jogos do Rio na classe Laser Radial, Scheidt tem dois filhos e mora na Itália. Ele chega ao Rio no dia 26 deste mês.
Nesta entrevista, o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela, fala de sua preparação e expectativas para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Foto: Fred Hoffmann-Divulgação
Foto: Fred Hoffmann-Divulgação

 

1- Como foi sua preparação para os Jogos Olímpicos do Rio? 
Como estou com 43 anos, uma idade mais avançada em relação aos outros velejadores, o foco do treinamento é muito em cima da prevenção de lesões, nessa volta à Laser. É uma classe em que a coluna e o joelho são mais exigidos e se desgastam mais rápido. Tenho feito exercícios aeróbicos, além de musculação, mais para aumentar a resistência, e não para ganhar massa muscular como na Star. Tenho uma boa programação de exercícios, fisioterapia e acompanhamento durante as competições. Tenho me sentido muito bem, sem dor. Também precisei me reacostumar aos treinos na Laser, porque é uma classe muito solitária, na qual você não tem com quem conversar e trocar ideias. Sempre que posso, convido outros velejadores para treinar comigo.
2- Competir em casa aumenta a pressão pelo tricampeonato olímpico? 
Na verdade, esta é a primeira Olimpíada a que eu chego sem ser favorito. Isso tira um pouco o peso das minhas costas, joga a responsabilidade mais em cima de outros atletas. O fato de a competição ser disputada aqui no Brasil ainda trará uma emoção maior, com o calor da torcida, dos amigos. Além do mais, estou bem acostumado com as cobranças. Tento encarar a Olimpíada como mais um campeonato. O fundamental é se preparar o melhor possível e se manter focado para executar bem aquilo para o que você treinou.

3- Entrar na água sem o peso do favoritismo ajuda? 
Esta será minha olimpíada mais difícil, pelo momento que estou vivendo em função de retornar para a Laser, e o equilíbrio na classe. Claro que vou brigar por mais um pódio, sei que ainda tenho muita lenha para queimar, e estou velejando de igual para igual com os principais adversários. Tenho boas chances de medalha, sim. Mas o meu foco, agora, está em me preparar o melhor possível e treinar de forma a alcançar o auge da minha forma física nos Jogos.

4- O que espera enfrentar quando a disputa começar? 
A disputa da Vela terá seis raias, três dentro e três fora da Baía de Guanabara. Isso é ótimo porque oferece todas as condições de vento e de correntes, e vai exigir muita técnica e versatilidade dos velejadores. A essa altura, os estrangeiros já conhecem a Baía de Guanabara quase tanto quanto os brasileiros. Muitos fizeram longos períodos de treinos e pesquisas no Rio de Janeiro. Será uma competição bem equilibrada.

5- A torcida dos brasileiros pode ajudar? 
As regatas normalmente são disputadas longe da costa. Normalmente, a gente entra em contato com fãs e torcedores antes e depois das regatas, quando recebemos o incentivo ou os parabéns. Na Olimpíada é diferente, a proximidade com o público é maior, e isso conta muito.

6- Você vai se aposentar após os Jogos? 
Tracei como objetivo deixar a vela olímpica após os Jogos do Rio de Janeiro e continuar velejando em classes de barco que exijam menos do corpo e mais da cabeça. Mas posso mudar de ideia… Com certeza não estou pensando em aposentadoria, agora. Quando chegar a hora, vou definir o que fazer.

7- Dentre tantas medalhas, há alguma especial? 
É sempre difícil escolher um só acontecimento. Tive vários momentos que me marcaram muito. Acho que o mais emocionante foi a conquista da segunda medalha de ouro, na Olimpíada de Atenas/2004, porque era uma medalha que estava “engasgada”, por assim dizer, desde Sydney/2000. Também foi emocionante ter sido escolhido porta-bandeira na Olimpíada de Pequim/2008. Ali foi uma emoção diferente, de representar o País, mesmo.

8- E sobre o palco olímpico, qual é a sua expectativa com a Baía de Guanabara? 
Apesar de muito poluída ha vários anos, a Guanabara será um belo palco para as regatas Olímpicas, digo isso pois acredito que o lixo flutuante (que pode comprometer a performance dos barcos) será retirado pelos “Eco Boats”, como no evento teste em agosto passado. Além disso, a Olimpíada acontecerá no inverno, período de menos chuvas e, portanto, menos poluição nas águas da Baía.

9- Você acredita que uma Olimpíada no Brasil pode ajudar a difundir mais esportes como o iatismo? 
Espero Que sim. Eu acredito que a Olimpíada pode trazer uma visibilidade muito maior para a Vela no Brasil, incentivando mais jovens atletas a praticar, além de aproximar o público do esporte.

10- Como é ser o maior medalhista olímpico brasileiro? 
Na verdade, minha ficha não caiu até agora. Ser medalhista no Brasil já é um fenômeno, imagina conquistar 5 medalhas em 5 Olimpíadas? Eu tenho orgulho da minha carreira, mas nunca deitei sobre os louros da vitória. Aliás, acho que as derrotas me ensinaram muito mais do que as vitórias, e se melhorei foi pura vontade de me auto superar, e não a ninguém, ao outro.

Foto: Pedro Martinez-Divulgação
Foto: Pedro Martinez-Divulgação

Palmer Johnson entrega terceiro SportYacht 170 Sanam

SportYacht 170 Sanam

O terceiro Palmer Johnson SportYacht 170 foi entregue e nomeado Sanam.

O mais recente casco da série SportYacht 52.4 metros da Palmer Johnson foi encomendado no verão de 2014 e já foi visto na Florida em fevereiro deste ano, onde foi feito o seu acabamento antes da entrega.

Sanam foi visto passando por acabamentos em Dania Cut, Florida. Foto: Raphael Montagneux
Sanam foi visto passando por acabamentos em Dania Cut, Florida. Foto: Raphael Montagneux

O Sanam foi o último iate da Palmer Johnson construído nos EUA e deixou as instalações de Sturgeon Bay, Wisconsin em outubro do ano passado.

Isto marcou um momento importante do estaleiro norte-americano, pois ele mudou sua sede para Holland Jachtbouw, na Holanda, para continuar sua produção.

A série PJ170 SportYacht foi inteiramente projetado pelo estúdio de design italiano Nuvolari Lenard.

Uma grande piscina na proa é uma das características mais notáveis. O flybridge dispõe de uma hidromassagem, bem como uma área de estar coberta para se relaxar à sombra. O deck principal possui opções para jantar ou relaxar no salão principal ou na área de estar de popa.

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O deck inferior tem capacidade para 10 pessoas em quatro cabines de hóspedes e uma cabine máster que ocupa toda a boca do barco, com banheiro e closet. A área da tripulação situada a frente do barco fornece acomodação para oito tripulantes, bem como refeitório, cozinha e lavanderia.

Os dois motores MTU 16V 4000 M93L combinado com o casco semi-deslocante em “V” profundo proporcionam ao Sanam alcançar velocidades máximas superiores a 30 nós. Ele também possui estabilizadores giroscópicos para aumentar o conforto a bordo.

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Baiano Bruno Jacob vence o 15º Jet Waves

15º Jet Waves

As disputas começaram na sexta-feira e terminaram neste domingo, na praia Stella Maris, em Salvador (BA) e também foram válidas pela quarta etapa do Circuito Mundial, que tem Jacob na segunda posição do ranking.

O baiano Bruno Jacob venceu 15º Jet Waves World Championship (campeonato com manobras de jet ski nas ondas), que foi disputado de sexta-feira até este domingo, na praia Stella Maris, em Salvador. O piloto da capital baiana enfrentou o norte-americano Mark Gomez. Após 10 minutos de bateria, a vitória ficou com o brasileiro, que garantiu ainda o primeiro lugar entre os sul-americanos. A disputa também foi válida pela quarta etapa do Circuito Mundial, que agora prosseguirá de 9 a 11 de setembro, em Pacific City (EUA).

As disputas do 15º Jet Waves World Championship foram realizadas sob muito sol e as ondas colaboraram, permitindo bom surfe e belas manobras aéreas, que são os quesitos obrigatórios para as notas dos juízes. Um bom público acompanhou a performance dos pilotos da Argentina Estados Unidos, México, Inglaterra e Brasil.

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Nas quartas-de-final, Jacob venceu o argentino Gonzalo Martinez, depois na semifinal passou pelo mexicano Abraham Ho, garantindo um lugar para final. O norte-americano Gomez ganhou do catarinense André Martins, de Tubarão. Depois na semifinal derrotou o baiano Cristiano Magarão, de Salvador e foi para a decisão tentar manter a invencibilidade no Circuito Mundial, entretanto, terminou em segundo.

Com os resultados de Salvador, Gomez manteve o primeiro lugar no Circuito Mundial, com três vitórias (Portugal, França e Inglaterra) e segundo lugar no Brasil. Jacob, por sua vez, assumiu o segundo lugar na classificação geral, depois do nono lugar em Portugal, terceiro na França e segundo na Inglaterra. Na disputa do best jump (melhor salto) a vitória também ficou com Jacob. “O final de semana foi excelente, tanto com os resultados que obtive, quanto as condições do tempo, que permitiram a realização de um grande evento, competidores de alto nível técnico. O público compareceu e foi ótimo vencer em casa e agora é começar a preparação para as duas etapas finais, Estados Unidos e depois o Japão”, destacou.

 

Na disputa da categoria Amadora, o título ficou com o paranaense Augusto Ribas, 23 anos, de Curitiba. Mostrou mais uma vez que é um dos melhores competidores brasileiros da nova geração, derrotando na final, o argentino Gonzalo Martinez e na terceira colocação ficou o catarinense André Martins, de Tubarão.

A classificação final do 15º Jet Waves World Championship ficou assim: Categoria Pro –  1º) Bruno Jacob (Brasil); 2º) Mark Gomez (Estados Unidos; 3º) Abraham Ho (México) e 4º) Cristiano Magarão (Brasil). Categoria Amador – 1º) Augusto Ribas (Brasil); 2º) Gonzalo Martinez (Argentina) e 3º) André Martins (Brasil).

A classificação do Sul-Americano ficou desta forma: 1º) Bruno Jacob (Brasil); 2º) Cristiano Magarão (Brasil); 3º) Augusto Ribas (Brasil) e 4º) Gonzalo Martinez (Argentina).

O 15º Jet Waves World Championship teve a organização da FER (Federação de Esportes Radicais), com supervisão da IFWA (International FreeRide WaterCraft Association). Os apoios foram da Ventura Marine – Água de Coco Obrigado – Wamiltons Customs – Grand Hotel Stella Maris – AMF Racing – Pro Rider – Hydro Turf – DASA – Tigercraft – Prefeitura Municipal de Salvador – Racu Photo – ProNautica – Jacob Adventure.

Mais informações nos sites: www.jetwaves.com.br

Por: Renato Fabretti

Uma casa como você nunca viu

O fundador da Four Winns

O fundador da Four Winns, um renomado estaleiro americano, construiu uma casa museu como tributo e prova do seu amor por barcos. O resultado final é incrível!
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As 13 popas de superiates mais impressionantes do mundo

Superiates mais impressionantes do mundo

Montamos uma lista com as 13 popas de superiates mais impressionantes. Confira!

  1. Kismet

Fabricante: Lürssen Tamanho: 95.2 metros
Fabricante: Lürssen
Tamanho: 95.2 metros

2. Suerte

Fabricante: Tankoa Yachts Tamanho: 69.3 metros
Fabricante: Tankoa Yachts
Tamanho: 69.3 metros

3. Ace

Fabricante: Lürssen Tamanho: 85 metros
Fabricante: Lürssen
Tamanho: 85 metros

4. Quatroelle

Fabricante: Lürssen Tamanho: 88 metros
Fabricante: Lürssen
Tamanho: 88 metros

5. Alfa Nero

Fabricante: Oceanco Tamanho: 81.27 metros
Fabricante: Oceanco
Tamanho: 81.27 metros

6. Ester III

Fabricante: Lürssen Tamanho: 66 metros
Fabricante: Lürssen
Tamanho: 66 metros

7. Okto

Fabricante: ISA Tamanho: 66 metros
Fabricante: ISA
Tamanho: 66 metros

8. Axioma

Fabricante: Dunya Yachts Tamanho: 72.5 metros
Fabricante: Dunya Yachts
Tamanho: 72.5 metros

9. Luna

Fabricante: Lloyd Werft Tamanho: 115 metros
Fabricante: Lloyd Werft
Tamanho: 115 metros

10. Palladium

Fabricante: Blohm+Voss Tamanho: 95 metros
Fabricante: Blohm+Voss
Tamanho: 95 metros

11. Cakewalk

Fabricante: Derecktor Tamanho: 85.6 metros
Fabricante: Derecktor
Tamanho: 85.6 metros

12. Invictus

Fabricante: Delta Marine Tamanho: 65.5 metros
Fabricante: Delta Marine
Tamanho: 65.5 metros

13. Galactica Star

Fabricante: Heesen Tamanho: 65 metros
Fabricante: Heesen
Tamanho: 65 metros

 

Benetti entrega superiate de 90 metros ao proprietário

Lionheart

A Benetti entregou o seu maior iate até o momento, o Lionheart, de 90 metros. Construído sob o nome de casco FB262, o Lionheart é o terceiro iate encomendado à Benetti pelo mesmo proprietário.

O Lionheart possui um casco deslocante em aço e superestrutura de alumínio, porém o iate e sua construção foram envoltas em segredo desde o início. No entanto, sabe-se que Stefano Natucci colaborou com a Benetti no design do exterior e a Green Mingarelli Design foi a responsável pelo interior.

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O Lionheart tem um visual esportivo, com a superestrutura curva que liga os quatro decks. Ao que parece, pelas fotos, é que a garagem é para a frente, comportas laterais para facilitar o lançamento dos tenders.

As varandas privadas no convés principal são um detalhe ímpar e oferecem excelentes vistas, enquanto algumas portas na popa sugerem um grande beach club que pode ser aberto para ambos os lados.

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Emoções do 15º Jet Waves World Championship

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15º Jet Waves World Championship

As emoções do 15º Jet Waves World Championship (campeonato com manobras de jet ski nas ondas) e que também serão válidas pela quarta etapa do Circuito Mundial, começa nesta sexta-feira, na praia Stella Maris, em Salvador (BA). As disputas prosseguirão até domingo e um grande público é esperado para acompanhar o desempenho dos melhores pilotos do mundo.

A programação do 15º Jet Waves World Championship terá início nesta sexta-feira com inscrições e treinos livres no período das 8 às 11h30. Das 10h30 às 12h30 haverá treinos livres. Às 14 horas, acontecerá a reunião com os pilotos. Às 14h15 haverá a solenidade de abertura. Às 14h30 começa a pré classificatória e às 16 horas será realizada a segunda pré classificatória No sábado a movimentação tem início às 9h30 com a reunião dos pilotos. Às 10 horas está prevista a classificatória com chave de 20 pilotos e às 11h30 a última chance. Ás 15 horas começarão as disputas da semifinal da categoria Amadora e às 15h30 a final do Amador.

No domingo às 10 horas tem início às oitavas de final, às 14 horas, as quartas de final, às 15 horas, a semifinal.  Às 15h30 será realizada a disputa do terceiro lugar e às 15h45, a decisão do título e às 16 horas, haverá a entrega de prêmios. A programação pode sofrer alterações, dependendo das condições de mar e clima.

O presidente da Federação de Esportes Radicais – FER, Marcelo Brancão (Tchello), organizador da competição, está empolgado com o evento. “Tenho certeza que essa volta da etapa brasileira do Circuito Mundial, após três anos, será um sucesso, pois a praia de Stella Maris oferece excelentes condições, grandes nomes da modalidades estarão competindo e o público de Salvador, que gosta de esporte, há alguns dias já vive a expectativa do início das disputas”, ressaltou o também diretor da IFWA (International FreeRide WaterCraft Association), entidade responsável pelo Circuito Mundial.

O destaque brasileiro no 15º Jet Waves World Championship é o baiano Bruno Jacob, que ocupa o terceiro lugar no ranking mundial. Treinou forte nos últimos dias na praia de Jacuípe, se adaptando ao novo equipamento e conta com apoio da torcida para superar os adversários e garantir a primeira vitória na temporada.

Outro favorito para vencer na capital baiana é o norte-americano Mark Gomez, campeão do Circuito Mundial em 2015 e vencedor das três primeiras etapas, realizadas na Europa. O mexicano Abraham Ho também figura entre os principais nomes na disputa. Obteve o terceiro lugar na etapa anterior, realizada na Inglaterra.

O inglês Stephen Foot é mais um nome de destaque na modalidade e que precisa garantir um bom resultado nesse final de semana para melhorar a posição no Circuito Mundial. Vários argentinos estarão na disputa, com destaque para Martin Fernández, que tentará surpreender.

O 15º Jet Waves World Championship tem a organização da FER (Federação de Esportes Radicais), com supervisão da IFWA (International FreeRide WaterCraft Association). Os apoios são da Ventura Marine – Água de Coco Obrigado – Wamiltons Customs – Grand Hotel Stella Maris – AMF Racing – Pro Rider – Hydro Turf – DASA – Tigercraft – Prefeitura Municipal de Salvador – Racu Photo – ProNautica – Jacob Adventure.

Por: Renato Fabretti
Mais informações no site: www.jetwaves.com.br

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Yamaha 242X E- Series: O jetboat feito para ação

Yamaha 242X

O 242X E-Series é o primeiro jetboat da marca focado em esportes e entretenimento, e ainda vem cheio de recursos de ponta.

A primeira característica que se destaca é o saco triplo de lastro que produzem até 1.500 libras de peso programável e a capacidade de “moldar” as ondas. Os sacos estão localizados no compartimento de armazenagem central e nos dois bancos do cockpit e podem ser inflados de forma independente usando o sistema Connext de controle do leme.

Yamaha 242X E-Series 4

Na verdade, este sistema avançado é capaz de armazenar as preferências individuais de lastro de cada atleta, de modo que a forma e o tamanho das ondas corresponda exatamente ao desejado. Quando o atleta está pronto para começar a sua “volta” o piloto simplesmente escolhe o perfil salvo e acelera o barco ao máximo. A mesma funcionalidade armazena as preferências de aceleração e velocidade máxima para cada atleta.

Yamaha 242X E-Series 3

O Connext também atua como centro de informações do barco – fornecendo a profundidade da água, combustível, RPM, bússola, mph – e controla o sistema de som premium de 1.000 watts, conectividade Bluetooth e muito mais. O Connext ganhou o Prêmio de inovação da National Marine Manufacturer’s Association.

Yamaha 242X E-Series 2

A regulagem é feita através do ajuste da articulação da quilha, que se estende com um componente de arrasto e controla as ondulações em perfeita relação com o bico da bomba do jato, proporcionando muito mais conforto aos passageiros tanto em linha reta quanto em curvas.

O 242X possui uma ampla plataforma de popa com assentos voltados para trás, suportes para copos convenientemente colocados, espaçosos paióis para armazenagem de cordas e coletes, e suportes opcionais para mesa ou uma churrasqueira – tudo isso no espaço normalmente ocupado pela casa de máquina.

Jetboats não são conhecidos por serem barulhentos, mas o sistema Quiet Cruise de amortecimento da Yamaha leva a 242X E-Series a outros níveis de silencio. O ruído e vibração do motor são significativamente diminuídos, permitindo que os passageiros conversem ou desfrutem do potente sistema de som.

Lisboa recebe a Competição de Regatas The Tall Ships Races 2016

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Regatas The Tall Ships Races 2016

Lisboa será palco de uma grande competição náutica: The Tall Ships Races 2016,   celebra o 60º aniversário da Regata realizada pela primeira vez em 1956, com o intuito de manter viva as tradições dos grandes navios de vela.

Lisboa vai receber a Competição The Tall Ships Races 2016, o maior festival family- friendly gratuito da Europa, no período de 22 a 25 de julho no Terminal de Cruzeiros de Santa Apolonia e celebrará o 60º aniversário da regata, realizado a primeira vez em 1956, entre Torbay – Reino Unido e Lisboa. Mantendo viva as tradições dos grandes navegadores, a The Tall Ships Races 2016 representa aventuras desafiantes.

O evento, de grande dimensão cultural, contribuirá para reafirmar Lisboa como capital atlântica. Tanto os tripulantes como os visitantes irão conhecer melhor o passado de Lisboa ligado ao mar, mas também ao seu futuro, aproveitando a centralidade da cidade e da região nos domínios associados ao mar e aos oceanos.

O objetivo do The Tall Ships Races é promover o treino de mar e vela junto aos jovens de todo o mundo, além de divulgar a cultura da cidade, de seu povo e levar a tradição das navegações portuguesas aos quatro cantos do mundo. O evento promove o espírito de equipe, auto conhecimento e intercâmbios culturais a bordo dos Tall Ships.

Portos e datas da Regata:

1ª  Etapa:  Lisboa, Portugal / Sexta-feira 22 e Segunda-feira, 25 de Julho

Para mais informações acesse:

The Tall Ships Races: http://www.tallshipslisboa.com

Home: www.visitlisboa.com