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Goldman Sachs e Altor Fund IV compram a Navico

Goldman Sachs Merchant Banking Division e Altor Fund IV

Uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e controladora das marcas Simrad, Lowrance, B&G e Gofree, anunciou nesta quarta-feira que o Goldman Sachs Merchant Banking Division e Altor Fund IV fizeram uma parceria e assinaram um acordo para adquirir Navico do Fundo Altor 2003.

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Navico tem uma longa história de investimento em pesquisa e desenvolvimento. Isso levou ao desenvolvimento de tecnologias premiadas que fazem passeios de barco mais seguros, mais fácil e divertido. Nos últimos dois anos, a Navico desenvolveu a tecnologia premiada Radar HALOTM, tecnologia de sonar StructureScan 3D para detecção dos peixes e B & G Chartplotters.

A empresa foi criada a partir das aquisições da Simrad Yachting, Lowrance Electronics and Brunswick New Technlogies (Novas tecnologias do grupo Brunswick). A Navico tem trabalhado sistematicamente para integrar as empresas, consolidando sete marcas de produtos em três, seis fábricas em uma e na construção de uma plataforma tecnológica comum. Hoje, a Navico tem aproximadamente 1.500 funcionários e seus produtos são vendidos em mais de 100 países.

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A Navico lançou recentemente a marca GoFree para impulsionar o desenvolvimento de soluções e aplicativos digitais baseados em nuvem em toda a sua gama de produtos. Como parte de seu crescimento, adquiriu a Contour Innovations, um provedor de mapeamento digital baseada em nuvem. A Navico também aumentou seu foco no mercado marítimo comercial e, como parte disso, adquiriu duas empresas de radar, a Maritime Information System e Consilium.

Ao longo dos últimos dez anos a Navico foi impulsionando mudanças na indústria de lazer e comercial, o lançamento de um novo produto a cada 20 dias, aumentou sua participação de mercado desde 2009.

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“Estamos satisfeitos que teremos o empenho continuado e perícia da Altor que têm apoiado o nosso forte crescimento ao longo dos últimos dez anos. A empresa tem crescido a partir de uma fusão de três empresas menores em um líder tecnológico na indústria de eletrônicos marítimos”, disse Leif Ottosson, presidente e CEO da Navico. “Estamos muito animados sobre o crescimento de oportunidades e principalmente de continuar oferecendo soluções tanta em hardware e digital para barcos de lazer e comerciais”.

“Tem sido um privilégio trabalhar com a equipa de gestão da Navico ao longo dos últimos dez anos, a construção de uma grande empresa, que está muito bem posicionada para crescer ainda mais”, disse Hugo Maurstad, presidente do conselho de Navico e sócio da Altor Equity Partners”. O alto desempenho de negócios de lazer é um ativo que também pode ser aproveitado para crescer no segmento comercial ao longo dos próximos dez anos.”

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“A Navico é uma grande empresa e sua trajetória e velocidade de inovação é impressionante”, disse Michael Bruun, diretor do Merchant Banking Division do Goldman Sachs. “Estamos ansiosos para trabalhar com a empresa ao longo dos próximos anos, apoiando o seu crescimento orgânico. Os novos proprietários irão contribuir com uma capacidade financeira que permite que a empresa aumente suas ambições de crescimento daqui para frente.”

A transação estará sujeita a aprovações regulamentares habituais nos EUA.

Estaleiro polonês apresenta catamarã a vela com coração de superiate

Singapore Yacht Show 2016

Apresentado no Singapore Yacht Show 2016, o Sunreef Supreme 68 é um catamarã de luxo de 21 metros de comprimento com um espaço total equivalente a 300 m2 – o tipo de conforto que seria esperado em um superiate.

O Midori (verde em japonês) é uma catamarã a vela imponente, com amplas áreas sociais. A inspiração do proprietário foi criar um iate harmoniosamente concebido refletindo a tranquilidade e moderação da estética e da filosofia japonesa.

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Com estilo original e design inovador a superestrutura foi projetada para maximizar o espaço a bordo com uma grande abertura do salão para o cockpit.

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O iate deve sua atmosfera relaxante em grande parte a Bram Van Scharen, que foi nomeado pelo proprietário como o designer do interior. Ele deu ao Midori um estilo atemporal e discreto.

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Seu grande salão cercado de janelas que vão do chão ao teto se estende por mais de 65 m2. Sua proa possui uma ampla cozinha que se estende por toda a largura da sala. O espaço abaixo da bancada localizada ao centro esconde freezer, refrigerador, adega climatizada e uma máquina de gelo. Amplos espaços de armazenamento são discretamente cobertos com painéis pretos. Perto da bancada central, uma grande mesa de jantar para oito pessoas.

O piso é todo em teca e as paredes são em uma agradável tonalidade de azul. O barco acomoda confortavelmente até oito pessoas no pernoite em três cabines e uma suíte máster. A cada uma foi dada uma cor distinta, variando de antracite a aqua marine ou eucalipto. Todos dispõem de armazenamento inteligente, TVs retráteis, alto falantes e espaçosos banheiros. A suíte máster foi beneficiada com um closet, uma mesa de escritório, uma grande TV retrátil e um mais que generoso banheiro principal.

O Midori apresenta um flybridge de 65 m2 coberto por um bimini. O espaço está equipado com um bar, um grande sofá e uma grande área de relaxamento, solários e uma hidromassagem completam o ambiente.

O iate está equipado com uma garagem de popa que permite o armazenamento de um tender de 5 metros, duas motos aquáticas, equipamento de mergulho e as velas.

O futuro está chegando: Rolls-Royce anuncia barcos operados remotamente

Rolls-Royce anuncia barcos operados remotamente

A tecnologia futurista encontrada em romances de ficção científica está se tornando uma realidade inevitável, e com os navios autônomos da Rolls-Royce recém-anunciados, o fabricante britânico está moldando o futuro das viagens marítimas. Centros de controle em terra serão ocupados por uma pequena tripulação de sete a 14 pessoas com a tecnologia para controlar uma frota de navios em todo o mundo através de telas interativas inteligentes, sistemas de reconhecimento de voz, hologramas e drones de vigilância que monitorar o que acontece tanto a bordo e ao redor do navio. Ao usar embarcações autônomas, a Rolls-Royce espera aumentar a segurança da carga e assegurar a sua chegada ao destino final. Rolls-Royce planeja estrear os navios de auto-condução até 2020.

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Ferretti Yachts lança novo modelo de 85 pés

Novo modelo de 85 pés

O novo modelo foi para água alguns dias após o grupo anunciar outro lançamento, a Ferretti 450

Lançada na segunda-feira em Cattolica, Itália, o novo modelo do grupo com 85,4 pés (28 metros) reflete a evolução da frota, que está passando por uma reformulação anunciada em Fevereiro durante o Miami Boat Show 2016. Com dois lançamentos em menos de um mês, a Ferretti está preparada para os eventos do verão europeu. A linha Flybridge hoje é composta por 10 modelos de 45 a 96 pés.

A Ferretti Yachts 850 é um ícone de luxo, oferece uma experiência única de vida em um loft cercado pelo mar, e é apenas a mais recente obra-prima na história de uma marca que remonta a quase 50 anos e já ganhou a aprovação dos principais mercados internacionais. O sucesso do modelo não é nenhuma surpresa para o grupo que vendeu três unidades do novo iate, dois na Europa e um nas Américas: uma prova de que ele já é um sucesso absoluto.

Sua apresentação oficial está prevista para o início de setembro durante uma visitação particular do Grupo Ferretti em Monte Carlo, antes de se tornar uma das principais atrações no Yachting Festival de Cannes (06-11 setembro) e a Fort Lauderdale International Boat Show, a ser realizada na Flórida no início de novembro.

Mark Gomez defende a invencibilidade no circuito mundial

Mark Gomez

Campeão mundial em 2015 e vencedor das três primeiras etapas na Europa esse ano, o norte-americano chega nesta quinta-feira a Salvador (BA), como favorito.

Campeão mundial em 2015 e vencedor das três etapas europeias esse ano, o norte-americano Mark Gomez chega a Salvador (BA) como favorito a ganhar o 15º Jet Waves World Championship (campeonato com manobras de jet ski nas ondas).  A disputa, que começa nesta sexta-feira e prossegue até domingo, na praia Stella Maris, na capital baiana, é válida pela quarta etapa do Circuito Mundial.

Gomez venceu as etapas realizadas em Portugal, França e Inglaterra, entre os meses de maio e junho. Adiantou que não teve tempo de preparação para essa quarta etapa, pois participou de campeonatos profissionais de ski, em circuito fechado (corrida) e freestyle (manobras livres) nos Estados Unidos.  “Chegarei na quinta-feira e quero fazer alguns treinos no local de competição. Será a primeira vez que estarei no Brasil. Vi várias fotos da praia Stella Maris e espero que a mãe natureza nos ajude para que seja um grande evento”, explicou o piloto que pratica o freeride há 12 anos e também tem no currículo o título amador no Blowsion Surf Slam de 2009.

O norte-americano avalia que caso garanta a quarta vitória seguida, nesse final de semana em Salvador, ficará em situação privilegiada para tentar o bicampeonato. Depois, o Circuito Mundial terá apenas mais duas etapas, de 9 a 11 de setembro, nos Estados Unidos e de 3 A 6 de novembro, no Japão. Lembrou que nesse 15º Jet Waves World Championship não competirá com seu equipamento, mas promete fazer o melhor e tentar manter a invencibilidade.

Segundo Gomez, o freeride está crescendo no mundo inteiro. Em seu país são realizados várias competições, como o Daytona Freeride, WaveDaze, Pismo Freeride, entre outros. “Muitas vezes são encontros, desta forma não existe a pressão da competição e ajuda a modalidade a ganhar novos praticantes. Outras competições importantes nos Estados Unidos são o Blowsion Surf Slam (etapa norte-americana do Circuito Mundial) e o Grayland Open,q eu reúne os melhores competidores. As perspectivas são muito boas para a modalidade”, destacou.

Programação

A programação do 15º Jet Waves World Championship terá início na sexta-feira com inscrições e treinos livres no período das 8 às 11h30. Das 10h30 às 12h30 haverá treinos livres. Às 14 horas, acontecerá a reunião com os pilotos. Às 14h15 haverá a solenidade de abertura. Às 14h30 começa a pré classificatória e às 16 horas será realizada a segunda pré classificatória No sábado a movimentação tem início às 9h30 com a reunião dos pilotos. Às 10 horas está prevista a classificatória com chave de 20 pilotos e às 11h30 a última chance. Ás 14 horas começarão as disputas das oitavas de finais. Às 15h30 está programado o Best Jump.

No domingo às 10 horas tem início às oitavas de final, às 14 horas, as quartas de final, às 15 horas, a semifinal.  Às 15h30 será realizada a disputa do terceiro lugar e às 15h45, a decisão do título e às 16 horas, haverá a entrega de prêmios.

O 15º Jet Waves World Championship tem a organização da FER (Federação de Esportes Radicais), com supervisão da IFWA (International FreeRide WaterCraft Association). Os apoios são da Ventura Marine – Água de Coco Obrigado – Wamiltons Customs – Grand Hotel Stella Maris – AMF Racing – Pro Rider – Hydro Turf – DASA – Tigercraft – Prefeitura Municipal de Salvador – Racu Photo – ProNautica – Jacob Adventure.

 

Marina da Glória fica mais sustentável

Marina da Glória

A nova Marina da Glória conta agora com o sistema de Medição Individualizada de água e energia. Mais ecológica e sustentável, a solução implantada pela CAS Tecnologia, foi instalada no píer, em cinco restaurantes e em 24 lojas existentes no espaço.

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O sistema permite monitorar e cobrar pelo consumo individual dos usuários e seus barcos. A ideia é tornar viável o monitoramento e pagamento apenas do que for utilizado, diferente da cobrança de um valor fixo de consumo, como era feito anteriormente. Um dos primeiros reflexos esperados com a medida é a diminuição do desperdício e do consumo de água em até 30%.

Não é a primeira vez que uma marina carioca recebe a plataforma de Medição Individualizada da CAS Tecnologia. A solução já foi implantada em 2011, na Marina Verolme, em Angra dos Reis. A ferramenta foi essencial para que o espaço conseguisse reduzir o consumo de energia em 20%.

Para os próximos anos o sistema de medição individualizada da CAS Tecnologia deverá ser estendido para outros pontos administrados pelo Grupo BR Marinas como a Piratas, Bracuhy e Ribeira, todas localizadas no Rio de Janeiro.

Legalização de estruturas náuticas discutidas no norte de SC

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Legalização de estruturas náuticas

Painel em São Francisco do Sul norteou demandas na região e previsão é ação se estender em todo o estado

Depois do sucesso do projeto Marina Legal, que regularizou a situação de oito estruturas náuticas da Grande Florianópolis em 2014 e caminha para mais seis neste ano, a Associação Náutica (Acatmar), em conjunto com a Instância de Governança do Norte de SC, expandiu a ideia para o norte do estado. Foi na última quinta-feira (7), durante o 1º Painel de Sustentabilidade da Economia do Mar de Santa Catarina, em São Francisco do Sul. Segundo Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da Acatmar, foi o primeiro passo para a legalização na região. “Tivemos ótimo retorno e estamos juntos com a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) neste processo”, afirma.

Na ocasião o presidente da Fatma, Alexandre Waltrick Rates, elogiou a iniciativa da entidade e se mostrou disposto a ajudar nos processos. “O projeto Marina Legal foi um marco que mostrou as melhores intenções dos proprietários em estarem regulares, dentro da lei e de forma sustentável. São parceiros que merecem todo o apoio”, elogiou, ao lado do secretário da SDS, Carlos Chiodini.

As demandas da região foram também discutidas, como os problemas do trapiche do Museu do Mar, em São Francisco do Sul, e do Porto de Itapoá, que também enviou representante para o evento. “Estamos iniciando no norte catarinense mais um passo para termos nossas ferramentas náuticas legalizadas e funcionando perfeitamente em todo o estado. A meta agora é estender o projeto com painéis como este em outras regiões catarinenses, não somente no litoral”, garante Ferrari, lembrando que o setor também vislumbra o desenvolvimento em lagos, rios e represas.

O Painel também teve apoio do GT Náutico da Secretaria de Turismo de Santa Catarina, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, prefeituras da região norte catarinense e Fecomércio SC.

Os campeões da Semana de Vela de Ilhabela 2016

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Semana de Vela de Ilhabela 2016

Revisão de resultados atrasa o anúncio dos vencedores de algumas classes. Nas categorias de monotipos, atletas olímpicos fazem a diferença

Os campeões da 43ª Semana de Vela de Ilhabela, principal competição da modalidade na América Latina, foram definidos nas últimas regatas deste sábado (9), na raia montada na Ponta das Canas, extremo norte da ilha. A competição, que contou com a participação de 136 barcos divididos em 13 classes, foi encerrada em grande estilo, com ventos de 9 a 12 nós, e temperatura na casa dos 23 graus. Alguns resultados, como os vencedores das classes ORC e RGS, demoraram a sair em função da revisão de resultados.

Depois de muita recontagem, o título da ORC ficou com o Miragem (Paulo Roberto Freire), que somou 37 pontos em nove regatas, três a mais do que San Chico 3 (Francisco Freitas). O comandante Paulo Roberto Freire recebeu a notícia da vitória por telefone, quando ele e sua tripulação jantavam em um restaurante em Ilhabela. ”Ficamos surpresos com a notícia. A gente já estava contente por ter vencido a ORC B e com o segundo no geral. Foi uma conquista muita importante pra gente, pois a tripulação é eclética – formada por catarinenses, gaúchos e cariocas – e muito boa. Fomos campeões da regata mais importante do Brasil com barcos competitivos e rápidos na raia”.

Entre os tripulantes do Miragem, um BB40, estava o campeão do Pan de Guadalajara 2011 na classe Sunfish, Matheus Dellagnelo como timoneiro. O catarinense também foi campeão da Semana de Vela de Ilhabela de 2013 a bordo do Kiron, comandado pelo uruguaio Leonardo Cal.

Na classe IRC Geral, o vencedor foi o Rudá (Guilherme Hernandez) no critério de desempate contra o Asbar IV (Jonas Penteado) – número de vitórias. A equipe, que contou com o reforço de Ernesto Breda, um dos ícones da vela oceânica nacional, venceu três das nove regatas, contra apenas uma do vice. ”Não velejava desde 2013 quando disputei o Mundial de ORC com o Touché, Foi bom voltar para a Semana de Vela e rever os amigos”, disse Ernesto Breda.

As provas deste sábado foram disputadas após o tradicional Desfile dos Barcos no píer da Vila, no centro histórico da ilha. ”A Semana de Vela de Ilhabela é sempre assim! Tem dia de tempo bom, dia de tempo ruim. Pouco ou muito vento. Os velejadores gostam de competições nesse nível”, disse Carlos Eduardo Souza e Silva, diretor de vela do Yacht Club Ilhabela (YCI).

Monotipos

Na HPE 30, a vitória foi confirmada para o Phoenix (André ‘Bochecha’ Fonseca), que entrou no último dia com 100% de aproveitamento. O barco foi o primeiro em dez das 11 regatas disputadas – na primeira prova deste sábado, o time ficou em segundo lugar. Foram dois títulos num só: da 43ª Semana de Vela de Ilhabela e o do Grand Prix dos 30 pés. “O HPE30 é um barco novo, uma classe que está tentando se desenvolver. O nosso objetivo era trazer todos os cinco barcos para a Semana de Vela de Ilhabela. Hoje eu me sinto vitorioso porque todos estavam velejando, ao longo da semana foram pegando mais o jeito do barco, e o final foi um pouco mais disputado”, disse Bochecha.

Já na C30, o Katana (César Gomes Neto) levou a melhor em sua estreia na classe, com uma vitória e dois terceiros lugares nas últimas provas. “A C30 é a mais disputada das classes oceânicas. Outras tripulações são mais experientes do que a nossa, o que nos dá mais satisfação ainda em vencer a Semana de Ilhabela”, comemorou César Gomes Neto.

A classe estreante J70 teve cinco representantes na disputa com 11 regatas. O Cloud Nine (Phil Heagler) conquistou o título ao superar o Caruru, Tô Nessa, Viking e Cauê.

Campeão paulista e brasileiro, o Ginga (Breno Chvaicer) confirmou o favoritismo e conquistou o bicampeonato da Semana de Vela de Ilhabela. O Ginga abriu a competição com vitória na Regata Renato Frankenthal, domingo (3), e foi o primeiro em nove das dez provas disputadas. ”Foi resultado de muito treino e dedicação da nossa equipe”, disse Breno Chvaicer na véspera.

Classe mais tradicional da vela, com seis medalhas olímpicas para o Brasil, a Star foi a última a estrear na Semana de Vela, na quinta-feira (7). Neste sábado, consagrou como campeã da competição a dupla formada por Jorge Zarif, representante brasileiro da Finn nos Jogos do Rio 2016, e Arthur Lopes. Os dois mostraram 100% de aproveitamento, vencendo as seis regatas realizadas.

Mais campeões

O Asbar (Sérgio Keplacz) foi campeão da RGS Geral, categoria que reúne o maior número de barcos na competição. A diferença para o sucesso, segundo o comandante, foi apostar na força da mão de obra de Ilhabela. ”É muito bom ganhar a semana de vela, principalmente dando a oportunidade para os velejadores que fazem a modalidade acontecer em Ilhabela”.

Na RGS A deu Kalymera (Antonio Paes Leme), na B o próprio Asbar, na C o Rainha Empresta Capital (Leonardo Pacheco) e na Silver o BL3 (Clauberto Andrade).

A briga também foi equilibrada entre os Clássicos – categoria que reúne veleiros antigos e que contaram a história da vela oceânica. Áries III (Alex Calábria) foi o campeão. ”O nosso objetivo é velejar bonito, mas ganhar também é. Estamos satisfeitos com a Clássicos em Ilhabela”, comemorou o bicampeão Alex Cabria.

Na classe Bico de Proa, o Bacanas III (Christian Lundgren) perdeu a última regata para o Tranquilo II (Edison Flávio Thomé), mas no geral levou o título no critério de desempate, que foi a Regata Toque-Toque por boreste, no domingo passado. O pai Christian Lundgren e a esposa levaram as filhas gêmeas a bordo.

A Semana de Vela de Ilhabela começou no domingo (3) com regatas de longo percurso. A Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, que teve baleias jubartes e quase nada de vento, foi vencida pelo Sorsa (Celso Quintella) no tempo corrigido e Fita Azul – o primeiro a chegar no Yacht Club Ilhabela após quase 80 quilômetros até o arquipélago de Alcatrazes. ”Escolhemos o rumo certo e claro que um pouco de sorte sempre ajuda”, falou John King, líder do veleiro do Rio de Janeiro. Na mesma prova, o vencedor no corrigido na IRC foi o Itajaí Sailing Team. No mesmo dia, o Phoenix (André Fonseca) ganhou a Regata Ilha de Toque-Toque por Boreste (45 quilômetros) e o Ginga (Breno Chvaicer) a Renato Frankenthal (35 quilômetros).

Fotos: Divulgação

Azimut prepara a fabricação do modelo 95 RPH no Brasil

Modelo 95 RPH

Grupo Italiano instalado em Itajaí se prepara para iniciar a produção da 95 RPH em território brasileiro. O modelo de 95 pés lançado em 2014 já vinha atraindo a atenção de clientes brasileiros apaixonados pela marca.

O estaleiro reforçará seu time de funcionários com mais 170 profissionais para atingir a meta de fabricação de duas unidades por ano. Com o valor de venda estimando em R$45 milhões de reais, o modelo já tem duas encomendas para clientes do sudeste do Brasil, sendo que a primeira já deve ser entregue no primeiro semestre de 2017.

 

Zeus Sailing Team leva título brasileiro para Florianópolis

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Zeus Sailing Team

Barco catarinense conquista o Campeonato Brasileiro da classe C30 em Ilhabela; o também catarinense Katana Portobello é campeão do Grand Prix

As tripulações catarinenses dominam as regatas em Ilhabela com duas conquistas na C30. O Zeus Sailing Team é o campeão brasileiro da classe, enquanto o Katana Portobello fatura o Grand Prix e fica também com o vice no Brasileiro. A flotilha de C30, formada por oito embarcações, é a mais equilibrada entre as classes inscritas na Semana de Vela que se estende até este sábado (9).

O Zeus encerrou o Brasileiro nesta sexta-feira com 19 pontos perdidos e duas vitórias, considerando-se o descarte do pior a resultado após oito regatas. O vice-campeão Katana Portobello venceu uma regata e somou 21 pontos, um a menos do que o terceiro colocado Caballo Loco, de Ubatuba, ganhador de três provas. Os ventos fracos dos primeiros dias da semana foram compensados por rajadas de 20 nós na quinta-feira, o que exigiu perícia das tripulações em variadas condições.

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Campeão da Semana de Vela em 2014, a tripulação do Zeus veio a Ilhabela preparada para brigar pelo título brasileiro. “É gratificante vencermos em uma classe de barcos rápidos e modernos, repleta de velejadores de alto nível. É também a mais divertida da Semana de Vela”, comemora Felipe Linhares, o Fipa, timoneiro e tático do Zeus Sailing Team. “Cientes da força das demais tripulações, treinamos muito em Jurerê antes de competirmos em Ilhabela”.

O terceiro colocado no Brasileiro, Caballo Loco, fez uma campanha de recuperação, apostando na experiência da tripulação do litoral norte paulista e na intensificação dos ventos. “O Caballo gosta de vento forte e as rondadas nas primeiras regatas não nos trouxeram bons resultados. O mais importante é que a classe se mostra cada vez mais competitiva. César Gomes (timoneiro do Katana), por exemplo, ajudou a elevar o nível da C30”, elogiou o comandante do Caballo Loco, Mauro Dottori.

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Grand Prix de C30 – A vitória do Katana Portobello no Grand Prix foi mais tranquila. O barco do Sul perdeu apenas três pontos contra seis do vice, Caiçara (Marcos César), e sete do terceiro colocado, Loyal (Marcelo Massa), ambos de Ilhabela. O campeão brasileiro de Laser Radial, Martin Lowy, reforça a tripulação do Kaikias, com a experiência de ter vencido o Circuito Ilhabela de 2015 no Caiçara. “Independentemente do barco, a flotilha veleja compacta e em alto nível. A disputa é intensa do início ao fim das regatas”, afirma Lowy.

Disputam Semana de Vela, Grand Prix e Campeonato Brasileiro: Caballo Loco (Mauro Dottori), Caiçara (Marcos de Oliveira César), Loyal (Marcelo Massa), Kaikias (Felipe Echenique), Barracuda (Humberto Diniz) e +Realizado (José Luiz Apud), todos de São Paulo, além dos dois barcos de Florianópolis: Zeus (Inácio Vandersen) e Katana (Cesar Gomes).

Fotos: Marcos Méndez / SailStation – Fernando Mucci / Fotop