Atualmente finalizando os testes de mar na costa de Plymouth, no Reino Unido, o sexto exemplar do superiate 40 M foi lançado pela Princess Yachts. O modelo de três decks pertencente à série M e é o maior da linha do estaleiro britânico.
Curiosamente ele compartilha a pintura azul gelo semelhante ao casco anterior, Anka. Isso poderá causar um mal estar entre os proprietários, não?
Equipe Brasileira de Vela que disputará as Olimpíadas do RJ
Após três anos de disputas intensas nas águas de todo o planeta, a Equipe Brasileira de Vela está formada para buscar medalhas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Ao todo, são 15 velejadores que vão representar o país nas dez classes do evento esportivo. Os integrantes do Time Brasil vão desde atletas experientes e vencedores como o bicampeão olímpico na classe Laser, Robert Scheidt, a novos nomes da vela nacional, como Martine Grael e Kahena Kunze, campeãs mundiais na 49erFX em 2014.
Para definir os velejadores nos Jogos Olímpicos, a CBVela adotou o critério de avaliação do desempenho nas principais competições nacionais e internacionais em 2013, 2014 e 2015. Por meio de análises dos resultados, o Conselho Técnico da Vela (CTV) definiu os representantes. Conheça as classes olímpicas e os competidores:
49er
Descrição: Casco simples, com três velas e duas asas laterais Representantes: Marco Grael e Gabriel Borges
Marco Grael e Gabriel Borges (Foto: Pedro Martinez_Sailing Energy)
470
Descrição: Casco simples, com três velas Representantes: Henrique Haddad e Bruno Bethlem / Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan
Foto Márcio Oliveira e
Foto Wander Roberto
Finn
Descrição: Casco simples, com uma vela Representante: Jorge Zarif
Jorge Zarif (Foto: Fred Hoffmann / CBVela)
Laser
Descrição: Casco simples, com uma vela, de tamanho menor na Radial Representantes: Robert Scheidt e Fernanda Decnop
Foto Wander Roberto
Foto Fred Hoffmann / CBVela
Nacra 17
Descrição: Catamarã de casco duplo, com três velas Representantes: Samuel Albrecht e Isabel Swan
Samuel Albrecht e Isabel Swan
49erFX
Descrição: Casco simples, com três velas menores do que o 49er e duas asas laterais Representantes: Martine Grael e Kahena Kunze
Martine Grael e Kahena Kunze (Foto Pedro Martinez)
RS:X
Descrição: Prancha, com uma vela Representantes: Ricardo Winicki / Patricia Freitas
Nesta terça-feira (1) foi aberto oficialmente o Dubai International Boat Show, principal evento náutico do Oriente Médio. E a feira começou com um lançamento mundial do estaleiro do país, Gulf Craft, que revelou o mais novo integrante da família Majesty, o Majesty 110.
O superiate de 35 metros de comprimento e três decks também oferece maiores áreas de convivência com excelente visibilidade externa de todas as partes do barco, como ocorre nos maiores modelos de 135 e 155 pés.
O primeiro modelo 110 possui um layout de seis cabines, capaz de acomodar até 14 pessoas. As áreas dos convidados são decoradas com paredes de e piso de carvalho branco, aumentando a sensação de espaço e luminosidade.
Lá fora, no deck do posto de comando, há uma íntima sala de jantar a frente do deck português. Acima, no flybridge, os convidados têm a oportunidade de desfrutar de vistas panorâmicas enquanto se acomodam em uma mesa de jantar para até 10 pessoas.
A Fairline Yachts anunciou que o primeiro barco sairá da linha de produção nesta quinta-feira (3) desde a aquisição do estaleiro britânico pelos investidores russos Alexander Volov e Igor Leonenko, em janeiro.
O modelo, um Targa 48 GT, foi comprada pelo dealer Bates Wharf, com sede em Londres, e será entregue em breve ao seu futuro dono. “Esta é uma ocasião significativa e trata-se de um marco para nós e queremos celebrar. Estamos cumprindo nossa promessa para completar todas as encomendas de barcos recebidas pelos proprietários anteriores. Estamos construindo um grande futuro para Fairline Yachts”, disse Russell Currie, diretor geral da Fairline Yachts.
O 4º maior mega iate do mundo realizou ontem o primeiro teste de mar. Conhecido como projeto Omar, o mega iate pertence ao bilionário russo Alisher Usmanov, proprietário do 110 m Ona, ex Disbar.
Quando o pescador filipino Christopher Rivas, de 23 anos, saiu para trabalhar, não poderia imaginar o que encontraria na última sexta-feira, 26 de fevereiro. Um veleiro todo destruído boiando próximo a Barobo, a 62 milhas da costa, na província de Surigao del Sur chamou sua atenção e para a sua surpresa, ao entrar no barco, encontrou um corpo mumificado junto à mesa de navegação, com o rádio próximo às suas mãos, como se ainda tentasse um último pedido de socorro.
Os documentos encontrados a bordo identificaram o corpo como sendo do alemão Manfred Fritz Bajorat, dado como desaparecido desde 2009. O barco, de nome Sajo, estava com o mastro quebrado e as velas rasgadas. Dentro da cabine havia muita água, alguns álbuns de foto e roupas.
Segundo amigos de Mafred, ele era um navegador muito experiente e, provavelmente o mastro se quebrou depois que ele já estava morto. Para a polícia filipina, ele deve ter morrido de um ataque do coração, já que não existem evidências de outras pessoas a bordo, tampouco de armas. Acredita-se que o vento seco dos oceanos, somado à alta temperatura e o ar salgado tenham mumificado o corpo, que foi levado para autópsia. O barco segue nas mãos da polícia, que vai tentar solucionar este mistério.
Manfred havia se divorciado da esposa, Claudia, em 2008 depois de muitas viagens pelos mares do mundo. Dois anos mais tarde, ela faleceu vítima de câncer. Uma carta para ela foi encontrada a bordo e dizia “Por trinta anos estivemos no mesmo caminho. Então, o poder dos demônios foi mais forte do que sua luta pela vida. Você se foi. Que a sua alma encontre a paz. Seu Manfred”.
O grupo Azimut-Benetti participou em peso do Miami Boat Show 2016. Na feira norteamericana, o estaleiro apresentou 21 modelos entre 10 e 63 metros de comprimento (entre eles, a Azimut 42, fabricada exclusivamente no Brasil).
Da frota apresentada, dois foram lançamentos nas Américas. Ambos tem 21 metros de comprimento e apresentam estilos diferentes de navegação. O primeiro é o italiano de longas distâncias Azimut Magellano 66, enquanto o segundo, a Azimut 66, é parte da coleção Flybridge. Além disso, destaque também para a exposição da Azimut 42. Construída exclusivamente pela unidade de produção brasileira, o modelo é apresentado pela terceira vez nos Estados Unidos e conquista cada vez mais os norte-americanos.
Azimut 42
Também foi anunciado o novo projeto do grupo, a esportiva Azimut Verve 40, com três motores de popa de 350 hp. A fabricação do inovador modelo já teve início na filial brasileira e as primeiras unidades devem ser finalizadas já no segundo semestre deste ano. Já a Benetti apresentou a Crystal 140’M/Y “Mr. D” e a famosa “II.II”.
Com 21 novos modelos planejados para os próximos três anos (14 para a Azimut Yachts e sete para a Benetti), a marca divulgou um valor de produção de 680 milhões de euros, um aumento de 11% nos dois últimos anos, e investimentos de mais de 100 milhões de euros nos últimos três anos.
Crescimento em vendas
Os resultados divulgados pelo estaleiro indicam um crescimento nas vendas. Os novos modelos Azimut 72 e Azimut Magellano 66 estão todos esgotados, e a Azimut Atlantis 43 vendeu 72 unidades nos últimos 12 meses.
O estaleiro Benetti acrescenta outro recorde ao total, este no segmento Gigayacht, com quatro unidades de mais de 90 metros de comprimento em construção no estaleiro de Livorno, Itália, e se tornando líder na construção de Gigayachts na Itália.
Expansão comercial
O grupo reforçou a rede de vendas no Canadá através da assinatura de dois novos concessionários, elevando o total para três. No Brasil, firmou recente acordo com novo revendedor na Bahia, somados aos representantes das demais regiões do país, além do início da expansão para os demais países da América Latina como Colômbia, Paraguai e Uruguai, coordenada pela unidade brasileira. Também tem sido forte o crescimento das vendas no México, como resultado da política de expansão da rede de concessionários lançada há dois anos.
Diversas famílias, moradoras ou não de Tijucas (SC), estiveram no último sábado (27) na cidade catarinense para acompanhar de perto o primeiro Festival Náutico do Rio Tijucas, promovido pela Associação Náutica Catarinense para o Brasil (Acatmar) e pelo Sebrae/SC, com a apoio da Prefeitura Municipal. Pioneira, a ação fez parte de um projeto de incentivo à atividade náutica em todo o estado, não atingindo somente o litoral. “Temos potencial em lagos, rios, lagoas e represas em todos os cantos. A ideia é levar esta iniciativa a no mínimo outros três cidades do interior, sempre com o apoio da Projecta Eventos, parceira no processo”, afirma Leandro ´Mané´ Ferrari, presidente da Acatmar, que desenvolveu o projeto também à frente do GT Náutico de
Santa Catarina. Reconhecido como o segundo polo náutico do país, Santa Catarina agora começa a vislumbrar estas possibilidades que encantam a todos, não somente os apaixonados por barcos e os mais abastados.
“Tivemos todas as forças políticas da região envolvidas e conseguimos um sucesso e tanto. Agradecemos à Acatmar por permitir que façamos parte de suas iniciativas. Agora temos um longo caminho para transformar nosso rio num paraíso para o lazer e apostamos nisso como um dos principais fatores para nosso desenvolvimento”, disse Valério Tomazi, prefeito de Tijucas, em seu discurso durante a abertura. Ferrari explica como tudo foi feito em tempo recorde. “Foi uma ação que entrou em pauta dois meses atrás e estamos muito felizes com o resultado. Tijucas está em uma posição estratégica, de frente para a Ilha do Arvoredo e ao lado do Caixa d’Aço, o principal ponto de encontro de lanchas da nossa costa”, explicou.
Também parceiro no evento, o Sebrae/SC foi representado pelo seu diretor de Administração e Finanças, Sérgio Cardoso, que explicou ações da entidade junto ao setor náutico. “Há um ano desenvolvemos um planejamento estratégico e hoje o rio Tijucas é visto como fonte de beleza e é o objetivo é vislumbrá-lo como agente de fomento para a economia local”, afirmou, juntamente com Jean Carlos dos Santos, secretário de desenvolvimento do município, que também ressaltou a vinda da náutica ao rio como fator decisivo para a prevenção de enchentes. “As obras de desassoreamento também contribuirão para isso”, garantiu.
Como resultado, as centenas de pessoas presentes puderam assistir e participar de atividades na água, como passeios de jet skis, canoas, stand up, test drive de lanchas e asorteio de cursos para carteiras de arrais amador e voos de flyboard (voo em equipamento acoplado ao jet ski). No entorno do evento também estiveram diversos food trucks oferecendo guloseimas dos mais diferentes tipos.
No final de semana o estaleiro paulistano Intermarine, realizou a segunda edição do Intermarine Top Line, na marina Nacionais, no Guarujá, litoral de São Paulo. Na ocasião, cerca de 150 pessoas foram ao evento ao longo do dia e puderam ver a linha completa de produtos do estaleiro.