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Estaleiro italiano Baglietto construirá iate para o mercado mexicano

A Baglietto entrará no mercado norteamericano em 2017 graças a venda do projeto do casco de 48 metros, destinado a um proprietário que vive no México. O mais recente modelo, que trata-se de uma evolução do iate de 46 metros, será assinado por Francesco Paszkowski Design e trará as tradicionais inspirações de estilo do estaleiro italiano.

Além desse casco, um modelo de 54 metros será lançado no final desse ano, e dois iates (um de 43 metros e um de 55 metros) tiveram a construção iniciada, mostrando que o estaleiro italiano está a todo o vapor.

 

 

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Baglietto

Corrico no mar. Como tornar sua pescaria mais eficiente

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O corrico é uma das modalidades mais praticadas por pescadores esportivos, seja em alto mar ou próxima da costa. É a chamada pesca horizontal.

Esse tipo de pescaria se resume, essencialmente, em rebocar/arrastar, na popa do barco, iscas naturais ou artificiais que atraem os predadores marinhos encontrados próximos da superfície, como cavalas, atuns, barracudas, xaréus, sororocas, dourados, sailfishs e muitos outros.

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Normalmente, nas embarcações com até 26 pés, é possível corricar com no máximo seis linhas na água, sendo que de duas a quatro é um número adequado ao pescador iniciante, para evitar o enrosco. Há pescadores mais experientes e muito técnicos que chegam a corricar com dez linhas, mas é uma exceção.

No corrico em mar aberto utiliza-se carretilhas, de preferência, sem guias de linha (devanadores) para diminuir o atrito, com capacidade para no mínimo 300 metros de linha 0,50/0,60 mm (40 a 80 lbs), seja de multifilamento ou de monofilamento, o que é suficiente para a captura da maioria dos peixes do litoral brasileiro com peso máximo de 30 quilos e uma média de 3 a 10 quilos (com exceção dos grandes marlins, albacoras de laje e alguns outros que exigem material mais robusto e técnica específica).

O ajuste correto do freio da carretilha (fricção) é de suma importância para evitar que o peixe se solte ainda quando da ferrada na isca. Uma fricção frouxa ou apertada demais vai fazer com que as garatéias não se fixem na boca do peixe ou se abram, respectivamente, ou mesmo estourem a linha, como vários são os relatos de pescadores nesse sentido.

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Muitos falam que deve-se ajustar o  freio da carretilha no valor de 1/4 da resistência da linha, ou seja, se esta for de 20 quilos, o freio deverá ter resistência de 5 quilos, o que pode ser aferido com uma balança de mão. Durante a pescaria, muitas vezes desregulamos o freio por acidente e realizar esse procedimento com uma balança para novamente ajustar a fricção, no vai e vem do barco em mar aberto, não é tarefa fácil. Portanto, esse ajuste, com o passar do tempo e ganho de experiência, será feito pela própria sensibilidade do pescador, puxando-se a linha com a mão e sentindo se a resistência do freio da carretilha está adequada à resistência de todo o conjunto (linha, vara, garatéias).

Um salva varas, cordinha usada para prender o equipamento (vara e carretilha) ao barco, é bastante útil e evita a perda do conjunto, no caso de eventual acidente que provoque a queda dele na água. Todavia, deve-se utilizar cabos de tamanho suficiente ao manuseio da vara na praça de pesca, sem exagerar no comprimento para não causar embaraço durante a briga com o peixe.

Os outriggers, mecanismos apropriados para afastar as linhas da embarcação, usados em lanchas de maior porte, nos barcos menores podem ser facilmente substituídos por suportes de varas com inclinação para fora da borda, em forma de “T” e com ângulo de 45º, os quais também ajudam a espalhar as linhas, distanciando-as umas das outras.

Outriggers

Já os downriggers servem para descer as iscas do corrico para profundidades maiores do que são projetadas para afundar. De modo simples, o downrigger é um carretel com um peso na ponta da sua linha/cabo que preso a linha de corrico força a sua descida a profundidades maiores que 30 metros e, quando o peixe pega a isca, esse peso do dowrigger se desprende da linha da vara, liberando-a para que o pescador trabalhe sua presa com liberdade. É um recurso extremamente eficiente quando os peixes de superfície estiverem afundados ou mesmo para engatar bons peixes de fundo, como ciobas, badejos e outros. Outro recurso que serve para afundar a isca de corrico, assim como os downriggers, é o planner, uma peça de metal que fica entre a isca e a linha leader.

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Atualmente, as linhas de multifilamento, assim como na pesca vertical, são usadas com excelentes resultados também na modalidade de corrico, principalmente por serem mais resistentes que o nylon (de mesmo diâmetro) e por não terem nenhuma elasticidade, o que aumenta a possibilidade de “ferradas” mais precisas. Desnecessário, contudo, preencher todo o carretel com multifilamento, bastando montar uma “cama” de monofilamento e preencher o restante, em torno de 1/3 da capacidade do carretel, com linha de multifilamento.

Também, para melhor eficácia no corrico, se faz necessária a colocação de um leader de monofilamento de fluocarbono ou mesmo de nylon, de 6  a 10 metros, para camuflar a coloração da linha de multifilamento e diminuir a vibração causada por esta linha, que afasta os peixes da isca. Para águas mais turvas, próximas da costa, bastam 6 metros de leader, porém, se for corricar em águas azuis, oceânicas e bem mais claras, recomenda-se 10 metros de leader.

O leader também serve para dar um pouco de elasticidade ao conjunto, especialmente à linha de multifilamento, firmando ainda mais a fisgada do peixe.

As iscas mais modernas que imitam peixes, como os plugs (peixes artificiais) feitas de plástico ABS, tendem a substituir as iscas naturais pela praticidade, assim como as lulas artificiais também são utilizadas no corrico, ambas com muita eficiência. As naturais, contudo, continuam proporcionando excelentes resultados, principalmente as agulhas – farnangaios – muito usadas para peixes de bico, assim como tainhas, paratis, peixes-voador, lulas e outros.

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As iscas de corrico podem ser de superfície, de meia água e de profundidade. Para melhor performance recomendamos o uso de iscas novas e bem acabadas, com recursos holográficos e brilhantes, as quais são bem mais atrativas aos olhos dos peixes do que as iscas usadas, com as cores já envelhecidas ou estragadas pelos ataques dos peixes com dentes afiados.

No mercado brasileiro encontramos ótimas iscas da Rapala, da Sumax, da Deconto, da Mustad e de outras marcas. Como exemplo, temos as ralapas X-rap 30, as Sumax River king, as Salminus da Century, todas de profundidade e muito produtivas no corrico.

Ainda, quanto ao uso das iscas, existe a possibilidade de corricar com poppers (iscas destinadas ao arremesso – de superfície). Segundo o amigo Eduardo Pelegrini,  Olhetes, Dourados e Anchovas entram muito bem no corrico, com tais iscas, na Região Sudeste. Nesse caso, desenvolve-se uma velocidade bem mais baixa, em torno de 4 nós (7 km/h – aproximadamente), dando toques com splashes. Segundo o pescador, “os bichos chegam a engolir quase que o popper inteiro”.

Alguns plugs (de meia água e de profundidade), ainda que novos, costumam não trabalhar corretamente girando em torno do seu eixo, saltando da água ou nadando na perpendicular, o que os faz enroscar nas outras linhas. Nesta situação, o pescador deve corrigir o problema, normalmente amassando o pitão da isca com um alicate, para o lado contrário ao que está nadando a isca. Para tanto, quase sempre é preciso tirar e colocar  a isca na água várias vezes, até corrigir o nado tendencioso e errático. Vale dizer, e é importante, que os plugs não devem girar na água, mas sim nadar corretamente em linha reta.

O uso de empate de aço deve ser evitado, sendo apenas necessário no caso de haver bastante peixe de “corte”, como cavalas, sororocas, barracudas e, ainda assim, deve-se colocar o empate na isca de no máximo 15/20 cm. Se for corricar com 4 linhas, deixe duas delas sem empate de aço, pois assim aumentará as chances de ataques e reduzirá as perdas de material. Porém, se eventual perda de isca não for por demais dispendioso ao pescador, recomendamos severamente não usar empates de aço, o que aumentará consideravelmente os ataques dos peixes, principalmente das grandes cavalas wahoos que são bem manhosas e ariscas, possuindo uma excelente visão.

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Também é de suma importância utilizar linhas, leader e principal, as mais finas possível, desde que tenham resistências adequadas ao conjunto (carretilha-varas) e aos peixes da região. Para dar exemplo, em nosso caso aqui na costa da Paraíba, onde normalmente encontramos peixes de até 30 kgs, usamos linhas de multifilamento de bitolas que variam de 0,36 a 0,42mm e leader de fluocarbono de 0,50 a 0,70mm, com resistência de 30 a 60 libras.Leaders de bitola fina e de fluocarbono contribuem consideravelmente para aumentar os ataques dos peixes, eis que se tornam quase invisíveis na água e deixam o nado das iscas mais realista, facilitando o trabalho delas na água.

Para prender a isca artificial (plugs/peixes) ao leader não é necessário o uso de destorcedores, mas apenas uma peça chamada de “snap” que nada mais é do que uma espécie de grampo de aço inox.

Varas para corrico normalmente têm tamanhos que variam entre 1,60m a 1,80m, sendo recomendável as que têm passadores de roldanas, ao menos o primeiro da ponta da vara e o último. A resistência delas deve estar entre 40 e 80 libras e devem ser de ação rápida a média, ou seja, que envergam do meio para a ponta da vara.

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A disposição, a distância, a configuração das linhas na água e o tipo de iscas são fundamentais para o melhor desempenho dessa pescaria. Como exemplo, vamos imaginar o corrico com quatro linhas. Nesse caso, deve-se necessariamente colocar na água, em sequência, primeiramente as linhas das laterais do barco, que ficarão mais distantes que as outras duas, em torno de 40 a 60 metros da popa, e serão montadas com as iscas de meia água ou de superfície (lulas).

As duas varas do meio da embarcação deverão estar montadas com iscas de profundidade e ficarão mais perto, numa distância de 20 a 30 metros da popa do barco. Essa configuração é importante porque evita o enrosco das linhas e consequente perda de tempo durante a pescaria para desvencilhar os nós. Assim, recomenda-se que apenas um pescador seja responsável por colocar as iscas na água e na sequência indicada, ou seja, primeiro as linhas laterais mais distantes do barco e, depois, as linhas da popa que ficarão mais perto e trabalharão as iscas de maior profundidade.

Na hora de recolher as linhas, também é fundamental que se observe a ordem inversa, com exceção da(s) vara(s) com peixe fisgado que têm prioridade. Primeiramente se recolhem as linhas mais próximas do barco e depois as mais distantes. Nessa ocasião, a participação dos demais pescadores é importante para retirar da água as linhas sem peixe e “limpar a área” o mais rápido possível para que o pescador (ou pescadores) que estiver(em) com peixe na linha possa(m) “trabalhar” com liberdade e brigar com o seu troféu.

Ainda, com vista a evitar o enrosco das linhas, além do uso adequado das iscas e da ordem correta de soltura, as curvas feitas pela embarcação devem ser abertas o suficiente para que as linhas atrás da popa não passem por cima das outras, portanto não se deve dar a volta no barco em ângulo muito fechado.

Embora os peixes sejam ativos durante todo o dia, os melhores e mais produtivos horários para corricar vão das 5 hs às 10 hs da manhã e das 2 hs às 5:30 hs da tarde, ocasião em que eles estão mais próximos da superfície. Normalmente, nesse período das 10 hs às 14 hs, os peixes afundam por causa do sol forte.

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A velocidade de corrico, a depender das condições de mar e de navegação, pode variar de 8 a 15 km/h, sendo que 12km/h é uma velocidade média bastante adequada para a maioria dos peixes de corrico.

Outra dica muito importante que serve para garantir a produtividade da pescaria de corrico e assegurar a fisgada do peixe, diz respeito ao momento de parar o barco ao “bater” peixe na linha. Nesse aspecto, deverá o comandante da embarcação, quando perceber tocar o alarme de uma das carretilhas, continuar na mesma velocidade ou até acelerar um pouco por alguns segundos, para confirmar a ferrada do peixe, bem como para permitir que outros peixes do cardume ataquem as demais iscas ainda em movimento.

Aliás, é preciso deixar a linha que estiver com peixe sempre tensionada, sem afrouxar. Para tanto, recomenda-se não parar totalmente a embarcação,  mas deixar o motor em marcha lenta, avante, guiando em direção contrária ao peixe, se possível com a proa a sotavento. Nesse caso, o piltoto deve ter o cuidado especial de não deixar o peixe passar por debaixo da embarcação, sob pena de aumentar as chances de arrebentar a linha ou mesmo abrir a garatéia. Então, sempre manter o barco afastado da linha.

Essa modalidade de pescaria, o corrico, pode ser praticada próxima da costa até a beirada da plataforma continental. Em qualquer dos casos, seja na costa ou em águas oceânicas, os cardumes são mais frequentes quando próximos dos parcéis ou de outras estruturas no fundo do mar, em ilhas e até objetos flutuantes que são encontrados na superfície, como galhos, troncos plataformas de petróleo e outros, ou seja, os peixes estão onde há estruturas para lhes dar amparo.

Por isso que a pesca de corrico em mar aberto, além do talude continental, se torna improdutiva sendo mais raros os ataques, excetuando-se eventuais cardumes de dourados, atuns e outros que nadam a ermo, em águas oceânicas, porém mais difíceis de encontrar na imensidão azul.

Em áreas muito desertas, sem formações rochosas no fundo do mar, alguns pescadores implantam “atratores de fitas”, em profundidades de 40 a 70 metros, os quais são bastante eficazes reunindo peixes ao seu redor, como dourados, cavalas e atuns, garantindo, assim, ótimos resultados na pesca do corrico.

Uma técnica que aumenta a produtividade da pesca de corrico é a de marcar no GPS todos os pontos em que houver ataques nas iscas. Monta-se, dessa forma, uma “constelação” dewaypoints  e, da próxima vez que o pescador for corricar, recomenda-se passar por estes pontos anteriormente marcados, que são potenciais pesqueiros na superfície.

Estas dicas e informações vão tornar a pescaria de corrico no mar mais produtiva e eficiente.

Foto: Baitrodreel, Bnrcharters, Kayakfishingmagazine

Pescaria

Um mar de Riva: conheça a linha 2015

Com a chegada do Cannes Yachting Festival, a Riva disponibilizou um vídeo que mostra a linha 2015 do estaleiro que é um ícone nos sete mares. Conheça todos os modelos e se apaixone por um clássico.

 

 

 

Riva

Veja como vai ficar a Marina Itajaí, a maior do Brasil

Até 2019, a cidade de Itajaí, em Santa Catarina, ganhará uma nova marina, que está sendo construída na Baía Afonso Wippel

Quando inaugurada, a Marina Itajaí será a maior do Brasil, com padrões internacionais. O local da construção é estratégico, na Baía Afonso Wippel, pela proximidade com o porto de Itajaí e a cidade de Balneário Camboriú. A cidade espera atrair novos negócios e mais pessoas do Brasil e do mundo interessadas em eventos náuticos internacionais. A primeira parte do projeto será entregue no fim deste ano.

 

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A estrutura terá capacidade de abrigar embarcações de até 120 pés, entre suas 900 vagas secas e molhadas, além da baía com quase 4 metros de profundidade. Para a movimentação dos barcos, a marina será equipada com Travel lift para até 75 toneladas e dois Fork lifts para até 16 toneladas. Posto de abastecimento náutico, área de reparos e hobby box para locação de embarcações complementarão os serviços oferecidos. O projeto também prevê um prédio de serviço com refeitório, área de descanso e sala de treinamento para todos os funcionários e marinheiros.

 

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A marina também contará com sede social, bistrô, loja de conveniência e veículos elétricos para deslocamento até os barcos. O centro comercial terá cinema, academia, restaurantes, cafés, lojas de artigos náuticos e vendas de embarcações, bancos e caixas eletrônicos.

De acordo com a marina, a proposta é preservar as belezas naturais da região, com ações e compromissos de preservação. Entre os programas, estão reciclagem de resíduos, construção de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), veículos elétricos para o transporte interno, otimização de energia com utilização de sensor de presença, utilização de energia solar e captação e reaproveitamento de água da chuva.

Serviço
Endereço por mar: 26º 54’ 38” S – 48º 39’ 13” W
Endereço por terra: Av. Ministro Victor Konder, 333, Centro – Itajaí – Santa Catarina – Brasil5 km do acesso à BR-101 | 17 km do acesso à BR-470 | 66 km de Blumenau | 90 km de Joinville | 97 km de Florianópolis
Telefone: (47) 3349-1830
Rádio: CANAL 30 VHF
www.marinaitajai.com

 

 

Marina Itajaí

Sunseeker revela primeiras imagens do novo iate

A Sunseeker Internacional revelou os primeiros renders do novo modelo, o 95 Yacht, que está sendo construído em Dorset, Reino Unido. Previsto para ser lançado na primavera de 2016 no hemisfério norte (outono para o hemisfério sul), a embarcação apresenta layout inovador e um design que mostrará como serão as novas gerações de barcos do estaleiro.

 

 

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A principal característica do  95 Yacht é o seu layout único no deck principal, com três tipos de configurações especiais para a cabine máster, possibilitando maior flexibilidade e liberdade a bordo. A suíte possui uma escadaria em espiral que leva para um closet localizado em um nível abaixo.

 

 

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O posto de comando está localizado em um nível acima do deck principal, contribuindo para o layout mais expansivo. O flybridge é outra área bastante espaçosa no barco, equipado com bar, jacuzzi (opcional) e áreas para banho de sol.

 

 

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Como todos os novos modelos do estaleiro, o 95 Yacht traz um clássico casco em “V” profundo, com a casa de máquinas no centro da estrutura, permitindo-lhe atingir uma velocidade de cruzeiro entre 24 e 28 nós, dependendo da opção do motor. “Como o terceiro lançamento de uma série de modelos que estabelecemos para o início de 2016, esta é mais uma prova do nosso compromisso de investir no desenvolvimento de novos barcos que traçam o caminho da inovação técnica e de design”, disse Sean Robertson, Diretor de Vendas da Sunseeker International.

 

 

 

 

 

 

Sunseeker

Levefort lança Marujo 550 Twin Fishing

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O MARUJO 550 TWIN FISHING, possui casco multichine com 5,5 metros, proporcionando bom desempenho com menor arrasto hidrodinâmico. Pode ser equipado com motores de 25 a 50 HP, mantendo bom desempenho com pouca motorização.

 

 

MARUJO 550 TWIN FISHING

 

A proa lançada em V profundo, proporciona ao MARUJO 550, boa performance para enfrentar ondas em costas abrigadas, grandes lagos e rios.

 

 

MARUJO 550 TWIN FISHING

 

Seu layout interno, foi concebido para a prática da pesca de arremessos de iscas artificiais ou naturais, pois está equipado com plataforma de proa elevada, banco/plataforma de popa e poltronas giratórias no cockpit, além de suporte e caixa de bateria para motor elétrico na proa e diversos suportes para varas.

 

 

MARUJO 550 TWIN FISHING

 

Possui piso em EVA de alta qualidade com certificação ISO 9000.

 

 

MARUJO 550 TWIN FISHING

 

Uso: Costas abrigadas, represas e rios.

 

MARUJO 550 TWIN FISHING

 

 

 

 

Marujo 550 Twin Fishing

Top 10 iates para ver no Boat Show de Cannes

Começa hoje o Boat Show de Cannes e montamos uma lista com os 10 melhores barcos para ver na feira.

 

1.Pachama

1. Pachamama

Em mais uma brilhante colaboração entre o estaleiro italiano Baglietto e o yacht designer Francesco Paszkowski, o Baglietto Fast 43, atinge 33 nós de velocidade máxima.

 

2.CustomLine108

2. Ferretti Custom Line 108

A primeira Ferretti Custom Line 108 fará seu world debut em Cannes. Trata-se da evolução da Custom Line 100, mas não foram adicionados apenas alguns pés ao barco, mas ele ganhou mais volume em seu interior e motores mais potentes.

 

3.Storm

3. Storm

É o novo flagship do estaleiro especializado em construir barcos para explorar os sete mares, Cantiere delle March. O modelo Darwin Class 107 Storm foi construído para um proprietário exigente, que vai encarar os mares mais difíceis do planeta.

 

 

4.MonteCarloYachts105

4. Monte Carlo Yachts 105

Depois de ser apresentado para o mundo em seu world debut, a Monte Carlo Yachts leva para Cannes seu modelo de 105 pés para o público finalmente apreciar sua beleza de perto.

 

 

5.Amer94

5. Amer 94

Em colaboração com a Volvo Penta, utilizando a tecnologia IPS, o estaleiro Amer Yachts, fará sua estreia com o modelo de 28 metros. Toda novidade sempre vale ser observada.

 

 

6.Firefly

6. Firefly

O primeiro Mulder 94 Voyage é um iate para ir longe. Ele combina um interior contemporâneo e confortável, com o exterior clássico, conforme um explorer deve ser.

 

 

7.FX29

7. FX 29

O estaleiro turco FX Yachts é conhecido por construir barcos modernos com um custo competitivo. Com muito espaço externo e uma proa convidativa será mais um modelo que chamará atenção durante o evento.

 

 

8.Jangada

8. Jangada

O estaleiro holandês Van der Valk Continental Yachts irá expor dois modelos durante o evento. O primeiro (foto acima) será um barco de 24.95 m, Jangada, e o segundo o Santa Maria T, ambos desenhado por Guido de Groot.

 

 

9.PrincessProject31@50

9. Princess Project 31@50

Ficou pronto em cima da hora, mas a Princess conseguiu restaurar um dos primeiros modelos construídos pelo o estaleiro. Conhecido como Project 31@50, será a grande estrela de Cannes e um belo presente para comemorar os 50 anos da empresa.

 

 

10.CantiereNavaleItaliaBaby

10. Cantiere Navale Italia Baby

O novo estaleiro de botes e barcos de apoio, Cantiere Navale Italia, lança seu primeiro modelo em Cannes. O tender de 13 metros vem equipado com dois motores Yanmar de 370 hp a diesel e deve alcançar a velocidade máxima entre 43 a 45 nós.

 

 

 

Boat Show de Cannes

IRMÃOS BRITO E SEIBEL FORAM CAMPEÕES NO 28º BRASILEIRO DE JET SKI

Os paulistanos Valdir Brito Júnior, Umberto Brito e o gaúcho Fillipe Seibel, de Canoas, tiveram boas performances nas etapas decisivas da competição, realizadas de sábado à segunda-feira, no Tahiti Náutica Club, em Ribeirão Pires (SP).

Os irmãos paulistanos Umberto e Valdir Brito Júnior e o gaúcho Fillipe Seibel, de Canoas, foram destaques nas duas etapas finais do 28º Campeonato Brasileiro de Jet Ski, disputadas de sábado à segunda-feira (5 A 7), na Represa Billings, no Tahiti Náutica Club, em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. Na oportunidade também foram definidos os pilotos com direito a vaga para disputar o Mundial, de 3 a 11 de outubro, em Lake Havasu, no Arizona (EUA).

Valdir Brito Júnior garantiu o título na categoria Runabout GP Turbo, considerada a Fórmula 1 da modalidade. O piloto de São Paulo fez excelente campanha ao longo da competição, ganhando quatro das seis baterias disputadas. Terminou o campeonato com 38 pontos, dois a mais que seu irmão Umberto, que ficou na segunda colocação, seguido pelo boliviano Antonio Claros, de Santa Cruz de La Sierra, com 22 pontos. Na quarta posição ficou o catarinense Ibanez Zanette, de Criciúma, que somou 19 pontos.

 

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Os irmãos Brito também dominaram a Runabout Limited Turbo. Entretanto, nesta categoria o título ficou com Umberto, que ganhou cinco das seis baterias realizadas, além de um segundo lugar. Júnior terminou na segunda colocação, seguido pelo catarinense Ibanez Zanette.

Umberto teve bom desempenho na Super Course Limited Turbo e Super Course GP Turbo, conquistando os títulos em ambas. Na segunda posição ficou o gaúcho Israel Pereira, de Guaíba, seguido pelo catarinense Zanette. Os três fizeram boas disputas na competição. Na Super Course GP Turbo, destaque também para o paulista Gildo Teixeira, de Campinas, que ficou em segundo lugar na terceira etapa e foi o quarto colocado na classificação geral.

O gaúcho Fillipe Seibel terminou o 28º Campeonato Brasileiro de Jet Ski com quatro troféus de primeiro colocado. O piloto de Canoas foi campeão na Runabout Limited Aspirado, Runabout GP Aspirado, Super Course Limited Aspirado e Super Course GP Aspirado. Seibel ganhou todas as baterias que disputou na competição.

Outro destaque do campeonato foi o paulistano Jeferson Gomes, que garantiu os títulos nas categorias Runabout Pro Turbo Stock e Super Course Pro Stock Turbo. Na temporada passada, sofreu um acidente, que acabou tirando a chance de brigar pelo título. Esse ano conseguiu manter boa regularidade e garantiu duas conquistas.

 

 

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Confirmando seu favoritismo o mais jovem piloto da competição, o goiano Davi Prado garantiu dois títulos no 28º Campeonato Brasileiro de Jet Ski. O piloto de Goiânia foi campeão na Ski Aspirado GP. Na segunda colocação ficou o paulista Luís Alberto Marques Filho, de Araraquara e em terceiro o carioca Alessandro Conceição Silva. Prado também garantiu o título no Freestyle Pro (manobras livres). A segunda posição ficou com Alessandro Conceição e em terceiro o paulista Laércio Kumada, de Campinas.

Os campeões do 28º Campeonato Brasileiro de Jet Ski foram os seguintes: categoria Vintage Ski GP – Gabriel Henrique Gomes – São Paulo (SP); Vintage Sport GP – Jamel Mohamed Auada – São Paulo (SP); Ski Aspirado – Davi Prado – Goiânia (GO); Runabout Estreante Aspirado Stock – Bruno Lotti Mietto – São Paulo (SP); Runabout Estreante Turbo Stock – Antônio Azevedo Júnior – São Paulo (SP); Runabout Novato Aspirado Stock – Herivelto Goes de Oliveira – Rio de Janeiro (RJ); Runabout Pro Aspirado Stock – Erik Gonçalves Teixeira – Campinas (SP); Runabout Novato Turbo Stock – Raphael de Oliveira Alves – Rio de Janeiro (RJ); Runabout Pro Turbo Stock – Jeferson Gomes – São Paulo (SP); Runabout Limited Aspirado – Fillipe Seibel – Canoas (RS); Runabout Limited Turbo – Umberto Brito – São Paulo (SP); Runabout GP Aspirado – Fillipe Seibel – Canoas (RS); Runabout GP Turbo – Valdir Brito Júnior – São Paulo (SP); Super Course Novatos Stock Aspirado – Herivelto Gomes de Oliveira – São Paulo (SP);  Super Course Pro Stock Aspirado – Fabiano Silva – Canoas (RS); Super Course Limited Aspirado – Fillipe Seibel – Canoas (RS); Super Course GP Aspirado – Fillipe Seibel – Canoas (RS); Super Course Estreante Turbo Stock – Antônio de Azevedo Júnior – São Paulo (SP); Super Course Novatos Stock Turbo – Raphael de Oliveira Alves – Rio de Janeiro (RJ); Super Course Pro Stock Turbo – Jeferson Gomes – São Paulo (SP); Super Course Limited Turbo – Umberto Brito- São Paulo (SP); Super Course GP Turbo – Umberto Brito – São Paulo (SP); Freestyle Amador – Geraldo Savanhani – Boa Esperança (MG) e Freestyle Pro – Davi Prado – Goiânia (GO).

A segunda e terceira etapas do 28º CAMPEONATO BRASILEIRO DE JET SKI GRAND PRIX 2015 foram uma realização da BJSA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE JET SKI, com homologação da IJSBA – INTERNATIONAL JET SPORTS BOATING ASSOCIATION. Produção – CPM7 FULL PROMOTION. Patrocí­nio – TAHITI NÁUTICA CLUB. Apoio oficial: PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PIRES, SPETO IMPORT, YAMAHA DO BRASIL, NATURAL RACING, FLY X, GLOBOJET, RADICAL PEÇAS, REVISTA BOAT SHOPPING, www.photojetski.com.br, FULLPOWER ENERGY, TOALHAS SÃO CARLOS, COPTERCAM, CASARINI e LogiGO. O evento contou com a supervisão da MARINHA DO BRASIL e CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DE SÃO PAULO, além da Polí­cia Militar do Estado de São Paulo.

Maiores informações no site www.bjsa.com.br e  www.photojetski.com.br

 

 

 

 

Campeonato Brasileiro de Jet Ski