A Horizon Yachts lançou o segundo casco da linha de superiates FD102. Agora chamado To-Kalon em homenagem ao conceito de beleza de Platão, o iate será em breve o primeiro FD102 entregue a proprietários norte-americanos, que “são clientes novos do estaleiro“.
Depois de concluir os testes no mar, o iate está programado para chegar a Fort Lauderdale em junho e fará sua estreia no Fort Lauderdale International Boat Show 2020 em outubro deste ano.
O iate de 31,01 metros faz parte da linha de deslocamento rápido projetada por Cor D Rover, mas difere bastante do primeiro casco da série, o Impatient IV, que possui 33 metros de comprimento.
Ele também possui uma cozinha aberta, um deck aberto à popa do posto de comando e muitos outros espaços customizados.
O Impatient IV estreou como parte do Open House da Horizon em janeiro deste ano e tem uma clarabóia fechada conectada ao posto de comando.
O superiate To-Kalon está equipado com uma parelha de motores CAT C32A de 1900 hp, possui uma boca de 7,68 metros e calado de 1,92 metros.
Tendo em vista a situação atual, onde apenas serviços essenciais estão funcionando, a Yamaha Náutica anunciou a extensão dos prazos das revisão de garantia, vencidos no dia 13 de março deste ano, de toda a sua linha WaveRunner e motores de popa.
“A Yamaha em pleno alinhamento às medidas estipuladas pelas autoridades do país, estendeu o prazo para realização das revisões de garantia de seus produtos, privilegiando o consumidor que reduziu suas atividades externas como meio de contribuir no combate à pandemia, e lhe permitiu realizar a manutenção de seus produtos da marca em momento mais oportuno”.
A Azimut 56 é um modelo que veio para brigar na cobiçada faixa das 56 pés. O barco segue a nova filosofia de design do estaleiro italiano, com linhas modernas, interior contemporâneo e muito espaço externo. O barco é o terceiro da linha a incorporar essas características que são encontradas somente na Azimut 83, 77 S e a nova 66.
O barco tem muitas características que devem agradar o brasileiro. Como já virou uma obrigação em embarcações acima dos 36 pés, a popa recebeu o módulo gourmet, com churrasqueira de teflon e recipiente higiênico para a gordura, tábua de carnes e pia.
A plataforma, com a adição desse módulo, perdeu um pouco de espaço, mas esse barco é o número 1 e o estaleiro já identificou essa necessidade de ter uma plataforma maior.
A praça de popa é o lugar onde todos vão passar muito tempo a bordo, ficou grande e muito agradável. Um sofá com mesa e duas cadeiras é o ponto principal, mas com o espaço ao redor, pode-se criar outro ambiente de conversa sem nenhum problema. Esse lugar só não é mais interessante que o flybridge e todo o espaço que o estaleiro conseguiu criar, aumentando o piso sobre a praça de popa, o barco ganhou outra dimensão de espaço, que transmite a sensação de estar em um barco com mais de 56 pés.
O posto de comando é completo e com espaço para todos os acessórios que você quiser instalar. O sofá com mesa é composto por um solário ao lado de quem pilota e no final dele, instalaram outro módulo gourmet, com churrasqueira, máquina de gelo e lixeira. O ponto principal do flybridge é sem dúvida o espaço acima da praça de popa. O estaleiro deixou na primeira unidade um espaço clean, com duas cadeiras, mas tem opção de colocar um sofá nesse lugar.
O interior já segue a nova filosofia da Azimut, com cores claras e contemporâneas. A sala tem um sofá em U com TV na frente.
Dois degraus acima está o posto de comando, que segue o mesmo padrão do instalado no flybridge. Em frente uma mesa de jantar com mesa dobrável. Descendo as escadas em direção ao nível inferior, tem a cozinha, a cabine com beliche, a suíte VIP na proa e cabine master a meia nau.
Desempenho na prática: A Azimut 56 cumpre o que promete?
Equipado com dois motores Volvo Penta D11 de 725 HP o barco mostrou toda a força da parelha para empurrar as 26 toneladas de deslocamento. O barco atingiu boas médias de velocidade.
O barco se comportou bem mesmo com a ausência de ondas no dia do teste e tivemos que cortar a própria marola, que não era nada pequena, para ver como ele iria se comportar ao cortar as ondas. Nesta condição, não apresentou nenhuma surpresa ou solavanco seco, espalhando bem a água, sem cair nenhum respingo dentro do barco. No geral o conjunto passou bem pelo teste que foi proposto, destaque para o campo de visão tanto do flybridge como do posto de comando, que com a ajuda das amplas janelas da sala, permite ao piloto observar tudo o que acontece à sua volta.
Aqui pode ser dividido em alguns itens, praça de popa, pelo tamanho que ficou, a proa com o sofá e solário e definitivamente o flybridge e todo o tamanho que ganhou com a extensão da cobertura da praça de popa. O estabilizador Seakeeper já instalado no barco (opcional) é uma inovação, mas já é uma realidade em barcos do mesmo tamanho.
Esse é um tópico abundante em todos os ambientes da 56. A nova filosofia de design que o grupo Azimut está implantando nos barcos, contribui para que os espaços se tornem mais aconchegantes em todos os ambientes. Na sala e nos quartos essa sensação é maior. A proa com sofá e solário também levam pontos extras nesse quesito.
O banco e o volante no flybridge são ajustáveis, sendo muito difícil não encontrar a melhor posição de pilotagem. No cockpit o sofá é alto, mas tem apoio para os pés posicionados ergonomicamente corretos, o que deixa a navegação muito confortável. As amplas janelas da sala deixam o piloto com visão total do que está acontecendo ao seu redor.
O acabamento da Azimut sempre foi um ponto que o estaleiro se manteve fiel a Itália. A fábrica de Itajaí está exportando os barcos para a América do Sul e recentemente a segunda 83 foi vendida para um cliente de fora do país, comprovando a rigorosidade com a qualidade adotada pela filial brasileira.
Haste na praça de popa no lado de bombordo e tecla de emergências no painel, extintor de 12 kg homologado, com bicos direcionados aos motores, fechamento do fornecimento de combustível para os motores e geradores.
No geral o desempenho do barco é bom, o teste não permitiu encarar o mar da maneira que estava no dia da avaliação devido a uma ressaca que entrou no litoral de São Paulo.
O casco foi totalmente reprojetado para a edição nacional e não é um reaproveitamento do modelo internacional de 50 pés. Ele foi feito no Brasil e homologado na Itália.
A Azimut 56 é um barco completo de série, deixando poucos opcionais para escolher, entre eles o estabilizador. O modelo testado custa a partir de US$1.500.000,00
O melhor uso: A Azimut 56 é um barco na medida pra você?
Uma grande novidade é sempre aguardada com muita expectativa por todos e nesse caso não foi diferente com a Azimut 56. Muitas pessoas estavam aguardando para ver o resultado final do produto que preencheu a lacuna entre o modelo de 50 e 60 pés que o estaleiro comercializa aqui no Brasil.
Essa faixa de tamanho é a mais requisitada entre os proprietários, que encontram o barco ideal entre os tamanhos mencionados. O modelo de 56 pés tem tudo o que você pode querer em um barco e irá atender muito bem a necessidade da sua família e amigos. A Azimut soube construir um ótimo produto, mesmo sendo a primeira unidade e ter que ajustar alguns pontos que só dão para ser observados após o barco estar pronto.
O estaleiro acertou muito bem no projeto como um todo. Muitos itens de série foram instalados, ótimo conforto a bordo e espaço, que é um ponto indiscutível nesse modelo e a qualidade adotada pelo grupo colocam a Azimut 56 como um barco que definitivamente deve ser observado se você está procurando algo nessa faixa de tamanho.
A IWC Schaffhausen apresentou o novo na linha Portugieser Yacht Club. O Moon & Tide conta com novidades nas funções náuticas e uma caixa de proporções elegantes, juntamente com alta robustez e resistência à água.
Estas características fazem com que este relógio voltado para o esporte náutico fique bem em mar ou em terra. O The Portugieser Yacht Club Moon & Tide é o primeiro modelo a apresentar a indicação de maré recentemente desenvolvida pela IWC. Um subdial às 6 horas indica os horários esperados para as próximas marés alta e baixa.
A exibição de fase da lua dupla às 12 horas foi aprimorada para mostrar as marés de sizígia e de quadratura, fornecendo, assim, informações sobre a força das marés atuais. As marés de sizígia, que aumentam a altura da água, ocorrem na lua cheia e na lua nova.
O Portugieser Yacht Club Chronograph estará disponível em três versões.
Após seu lançamento em janeiro em Rendsburg, o superiate Projeto Hawaii, da Lürssen, saiu do estaleiro pela primeira vez e foi para o Mar Báltico para iniciar os testes.
O volume interno bruto do iate com 87 m de comprimento será 2950 GT, maior que, por exemplo, o Madame Gu, de 2920 GT e 99 metros. O casco é feito de aço e a superestrutura é de alumínio. O design exterior do superiate foi desenvolvido por Bannenberg & Rowell.
Na proa do deck principal, haverá um heliponto e um beach club com piscina redonda estará localizado na parte traseira.
O Projeto Hawaii será equipado com uma parelha de motores diesel MTU 16V 4000 com 2.311 hp de potência cada.
Conhecida por seus luxuosos hotéis e dias lotados no ápice do verão europeu a Côte d’Azur também pode oferecer locais menos badalados porém muitos especiais. Para conquistar essa tranquilidade e privacidade, a Boat Shopping reuniu uma lista com 10 ilhas secretas na Côte d’Azur. Dessas, apenas quatro pdem ser alcançadas por balsa pública. O resto o acesso só é possível de barco ou helicóptero. Em nenhuma você verá carros. E aí pronto para nossa viagem?
Cavallo
FOTO: Cavallo/Age Fotostock
Há muito tempo, os romanos escolheram Cavallo como uma colônia penal. Roberto Cavalli é proprietário da minúscula marina que abriu na ponta sul da ilha particular há uma década. O transporte pela ilha é feito de mountain bike, mula ou em um dos cavalos mantidos no hotel Les Pêcheurs. O hotel também pode fornecer iates com direito a sushi ou uma festa de praia completa. Por fazer parte de uma reserva natural, a ilha segue uma série é leis, uma delas é que só na praia do hotl é permitido o uso de guarda-sóis.
Les îles Cerbicale
FOTO: Les îles Cerbicale/Cortesia Alamy.com
Vida marinha é a principais atração desse arquipélago de seis ilhas que compreende uma reserva marinha de 36 hectares. A ilha é remota já que permanece desabitada por seres humanos desde o início dos registros. A principal atração é pegar um máscara e snorkel e aproveitar o show da natureza. Você verá golfinhos-nariz-de-garrafa, lagostas e pequenos cardeais.
Île Degaby
FOTO: Île Degaby/Cortesia Alamy.com
Achar a ilha privada de Degaby não é fácil. Luís XIV transformou esse pontinho em uma fortaleza em 1703. Sua história moderna começou na década de 1960, quando o empresário Monsieur Boursier tentou criar uma boate na ilha ligada por um funicular de 200 metros ao continente. Após décadas de abandono, o hotel C2 de Marselha criou o beach club mais vendido na França. Os hóspedes tem o luxo que usar kayak ou RIB.
Ratonneau & Pomègues
FOTO:Ratonneau & Pomègues /Cortesia Alamy.com
Também perto de Marselha está a Ilha Pomégues e Ratonneau. Desde os tempos romanos, os marinheiros eram colocados em quarentena em Ratonneau. As características dessa ilha são: pequenas praias, rochas e mais de 300 espécies de flora, incluindo lírios marinhos que perfumam a brisa da primavera.
As ruínas do Hospital Carolina agora formam o pano de fundo do festival anual MIMI no início de julho, uma explosão musical de vanguarda de 10 dias. Os romanos também construíram uma passagem simples até Pomègues, ilha menor que Ratonneau. Uma isolada marina de 700 vagas agora fica entre as duas ilhas. Todo o arquipélago do Friul, que inclui estas ilhas e o Castelo de If, em estilo de Alcatraz, dentro do Parque Nacional do Calanque, se preocupam com a natureza e fauna, como por exemplo há regras para que cardumes do peixe Peixe-galo sejam protegidos para sempre.
Île Verte
FOTO: Île Verte /Cortesia Alamy.com
“Ilha verde” é o cenário de uma das melhores piscinas do sul da França. Em maio acontece uma competição de remo, além disso, você pode conhecer a pequenas vila de pescadores na La Ciotat. Para chegar há um caminho entre Bandol e Cassis, a vista é de eucaliptos e azinheiras. Essa ilha é símbolo do que a Côte d’Azur pode oferecer. Proprietários de iates podem aproveitar a noite na marinha da ilha privada.
Île de Bendor
FOTO: Île de Bendor /Cortesia Alamy.com
Em 1950, Pastis Kingpin e Paul Ricard compraram a ilha e se instalaram em um porto para servir seus companheiros, incluindo Salvador Dali e Marcel Pagnol. Ricard dispensou as ovelhas pastando e adicionou a uma quadra de tênis e uma galeria de arte, além de uma ponte de 3,7 milhas de comprimento que pode ser coberta por uma bicicleta ou scooter elétrico. Uma dúzia de restaurantes badalados servem vinhos rosé da região, enquanto os restaurantes mais casuais incluem comidas como hambúrgueres de pato assado com molho de chalota e vinho tinto.
Port-Cros
FOTO: Port-Cros /Cortesia Alamy.com
Perto de Hyéres está da ilha de Port-Cros. Para ela, esqueça o carro. Nem mesmo bicicletas são permitidas em Port-Cros. Há quase 22 quilômetros de trilhas que levam turistas da floresta para o mar. Como o primeiro parque nacional marinho da França, as águas abrigam 180 espécies de peixes, incluindo grandes arraias. De Palud Beach há uma trilha de snorkel de cinco bóias que leva até a pequeníssima ilha de Rascas Rock. Dos poucos restaurantes chiques de Port-Cros, o The Manor faz uma linha fina em medalhões de tamboril e atum com cumbawa raspado.
Fort Brégançon
FOTO: Fort Brégançon/Cortesia Alamy.com
A ilha é simplesmente considerada o retiro dos presidentes da França. A ilha conta com uma mansão de tirar o fôlego e o mais importante, cheia de privacidade e longe das manchetes dos principais jornais franceses. Todo esse luxo tem um custo, a manutenção anual custa um total de € 200.000. Os visitantes podem visitar a Praia Brégançon, antes de visitar o santuário interno do forte. Só não espere mármore de estilo Versailles e espelhos dourados. O forte encapsula o bling descalço de um retiro de Cape of Antibes: piso de cerâmica provençal, uma mesa de jantar ao ar livre e uma praia privada.
Île d’Or
FOTO: Île d’Or/Cortesia Alamy.com
A menor das nossas ilhas secretas, a Île d’Or ganhou esse nome por seu pequeno castelo que brilha dourado no sol poente. Or significa ouro. Em 1897. Há quem diga que a ilha foi comprada por um valor mais barato que um carro e depois perdida em uma mesa de jogo. A ilha é privada, mas você pode visitar o parque do condado de Esterel, a 500 metros da pequena ilha.
Île St Honorat
FOTO: Île St Honorat /Cortesia Alamy.com
Apenas 1,6 km da cidade de Cannes, ilha St Honorat tem uma história interessante. A ilha faz parte de um complexos de pequenas ilhas chamada Lérins, St Honorat é a segunda maior. A ilha tem aproximadamente 1,5 km de comprimento e 400 metros de largura. Desde o quinto século, a ilha abriga uma comunidade de monges. Você pode passear pelos caminhos e aprender mais sobre este monumento histórico e suas sete capelas, tiros napoleônicos, torre do mosteiro fortificada do século XI e a abadia. Além disso, vale conferir a área de produção de vinho e licor. Antes de dexar a ilha vale almoçar à beira da água no restaurante La Tonnelle.
A Sedna exportou uma de suas famosas embarcações de pesca para os Estados Unidos. O modelo em questão é a UB315, parte da coleção Sport Fishing Yachts.
Comprada por um brasileiro com casa Miami, esta unidade da UB315 passou por diversas atualizações hidrodinâmicas, além de pesos redistribuídos para otimizar o centro de gravidade longitudinal.
Isso promove um equilíbrio ainda maior e, com isso, melhor performance e consumo de combustível mais eficiente. A UB315 está equipada como dois motores de popa Mercury Verado de 300 hp, cada.
Sua construção é feita 100% por infusão, assim como as outras embarcações da Sedna, e seu casco foi projetado por Donald Blount. De acordo com o estaleiro, “os novos planos de laminação por infusão foram desenvolvidos pelos engenheiros da Barracuda” e são totalmente feitos com composites, dispensando o uso de madeira.
O estúdio de design com sede em Veneza Nuvolari Lenard concluiu recentemente o trabalho em um táxi aquático veneziano de luxo que ajudará a preservar a cidade histórica através do uso de tecnologia “verde”.
De acordo com o estúdio, esse é um projeto que assume um valor quase simbólico em um momento como o que estamos vivenciando, “no qual temos a oportunidade de direcionar nossas escolhas para um modo de vida mais sustentável”. Pensando nisso, o mecanismo híbrido é um componente fundamental nesse projeto.
Carlo Nuvolari fornece uma visão de como ele, o parceiro Dan Lenard e sua equipe criaram este novo e empolgante projeto que deve causar impacto na comunidade veneziana local e no mundo náutico.
“Como venezianos, Dan e eu sentimos uma forte conexão com a cidade e experimentamos em primeira mão os danos que estão sendo causados a suas estruturas delicadas, devido à poluição do ar e do ruído e à erosão física. Achamos que era crucial resolver os problemas enfrentados em nossa bela cidade natal”, disse Nuvolari.
Thunder – o táxi aquático de luxo
A primeira unidade do táxi aquático de luxo de 14 lugares, Thunder, foi construída em Cantieri Vizianello, em Veneza, que desenvolveu o sistema de acoplamento mecânico e eletrônico do sistema híbrido.
Depois de um período de teste de cerca de um ano, ele tiveram a aprovação completa órgãos de classificação. Isso que dizer que agora ele é um produto comercializável e não mais um protótipo experimental. “Esperamos que esse modelo progressivo de transporte na cidade mude a mentalidade das empresas de transporte historicamente conservadoras em Veneza”.
Embora a tecnologia a bordo seja ultra moderna, Carlo Nuvolari explica que todos os esforços para respeitar a “herança estilística dos táxis aquáticos clássicos pelos quais Veneza é famosa”, e assim os novos designs usam materiais de madeira tradicionais com alguma modernização.
A Nuvolari Lenard recebeu uma solicitação para que a embarcação de 9,2 metros fosse usada como uma limusine para um cliente de superiate, o que dá uma ideia do grau de conforto e qualidade do projeto.
O próximo passo
Para outro projeto experimental, eles estão conversando com um distribuidor de automóveis asiático sobre o potencial do uso de um sistema de propulsão de célula de combustível de hidrogênio, que é uma tecnologia muito limpa usada no campo aeroespacial.
“As limitações atuais do armazenamento de hidrogênio nos veículos significam que levará algum tempo até que essa tecnologia obtenha as certificações necessárias para ser colocada no mercado. Mais discussões em mesas-redondas estão previstas para o próximo período e esperamos levar o projeto adiante com nossos vários parceiros”.
A Heesen revelou todos os detalhes de seu superiate de alumínio de 50 metros da linha 5000 Aluminium, o Projeto Altea.
O segundo iate construído na plataforma de design e engenharia do Nova Plus, o Altea, apresenta um design exterior contemporâneo caracterizado por janelas com altura do pé direito desenhadas pelo estúdio Omega Architects de Frank Laupman.
O diretor de vendas e marketing da Heesen, Mark Cavendish, disse que o exterior do Projeto Altea é “um dos melhores [da Heesen]” devido à enorme “quantidade de vidro estrutural”.
“Existem janelas reais do chão ao teto no salão principal, na cabine do proprietário e no salão superior”, disse ele. “É como uma estufa flutuante e terá vistas fantásticas do lado de fora”.
O Altea apresenta um casco de alumínio de deslocamento rápido com um calado raso de 2,15 metros, o último dos quais Cavendish descreveu como o “céu” para os proprietários que desejam navegar pelas Bahamas.
Ele será equipado com uma parelha de motores MTU 12V 2000 M72 para uma velocidade máxima de 19,5 nós.
Cavendish disse que esse é um dos principais pontos do superiate. “Altea é eficiente e tem uma boa velocidade, tornando-o atraente para os proprietários de cruzeiros no Mediterrâneo e no Caribe, onde as distâncias são relativamente curtas”.
Ele também tem um alcance transatlântico de 3.750 milhas náuticas a uma velocidade de cruzeiro de 12 nós.
O Altea possui um interior inferior a 500GT, acomodando um total de 12 convidados em seis cabines e 350 metros quadrados de espaço interior.
O interior decorado por Cristiano Gatto apresenta revestimentos como Canaletto e nogueira americana, tanto para o piso quanto para as paredes, além de couros texturizados e tapetes personalizados. Outros materiais incluem seda e veludo combinados com acabamentos em couro.
“A sensação do interior é mais masculina do que feminina”, disse Cavendish. “É como o interior de um Bentley ou Aston clássico e combina materiais naturais, como nogueira e pedra”.
Entende-se que o interior está quase completo, com a instalação programada para começar em breve. A construção continua no Projeto Altea, com entrega prevista para maio de 2021.
A Regatta Yachts anunciou o lançamento da Sessa C44 com motorização centro-rabeta. A lancha poderá ser equipada com motor Volvo Penta D6-440.
A nova Sessa C44 traz reforça as principais características de elegância e esportividade que marcam a linha Sessa Marine. O modelo foi completamente renovado com a colaboração da especializada equipe de designers do Centrostiledesign de Imola.
As novas dimensões das janelas laterais favorecem ainda mais a entrada de luminosidade natural na embarcação, deixando as cabines, os banheiros e o salão principal cheios de muito bem iluminados, além de ter muito conforto.
O hardtop, assim como na Sessa C40, agora é de vidro, dando uma sensação de amplitude e liberdade, sem perder a segurança e conforto. Outro diferencial dessa lancha é que o proprietário pode decidir entre duas configurações de cockpit: a clássica, com amplo solário e garagem para bote, ou a versão com duplo cockpit, com duas mesas que podem acomodar até 12 pessoas para o almoço.
As duas versões já vêm equipadas com plataforma hidráulica e espaço gourmet, oferecendo um agradável espaço de convivência e lazer.