O Overmarine Group anunciou a venda de mais um iate Mangusta 110 da Linha Maxi Open, mais um sucesso decorrente da sinergia entre a rede de vendas da Mangusta e as estratégias efetivas adotadas pelo estaleiro em todos os principais mercados.
“Esta venda é o resultado de um ótimo trabalho em equipe”, afirma o diretor comercial da Mangusta, Francesco Frediani. “O proprietário é um americano que já conhecia nossa marca, mas se apaixonou por ela enquanto passava as férias de verão no mar Mediterrâneo”.
Este cliente escolheu a Mangusta 110 porque ela atende perfeitamente às suas necessidades e incorpora valores como beleza, funcionalidade e engenharia. Este modelo realmente tem um forte impacto visual, graças às suas linhas delgadas icônicas e atemporais, oferece impressionante conforto a bordo e pode apresentar soluções técnicas de ponta.
Mangusta 110 Maxi Open
Um dos motivos pelo qual o mercado americano se identificou com a Mangusta 110 Maxi Open é o fato dela ser uma embarcação com um desempenho de qualidade, graças ao par de motores MTU 16V 2000 M96L, que a impulsiona a cerca de 33 nós.
Além disso ela é adequada para navegar em águas mais rasas, como é o caso dos Estados Unidos, isso se deve ao seu calado reduzido de apenas 5’ 69’’. Esta Maxi Open foi apresentada ao mercado europeu durante o Cannes Yachting Festival de 2017
Os ventos mais fracos, com cerca de 6 nós, não tornaram mais fácil a tarefa dos velejadores no último dia de disputa pelo título do 34º Campeonato Brasileiro da Classe Dingue, realizado pelo Clube Naval Charitas (nos dias 15, 16 e 17 de novembro), em Niterói. Com 73 duplas inscritas — representando Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, Ceará e Distrito Federal — a competição terminou hoje (domingo), com a dupla Hans e Karina Hutzler, de Pernambuco (Cabanga Iate Clube), em primeiro na classificação geral, com 22 pontos perdidos, garantindo o tricampeonato (2017, 2018, 2019).
Hans e Karina Hutzler – Tricampeões Brasileiro | Foto: Fred Hoffmann
“Começamos o dia na frente. Na última regata, estávamos com vantagem, mas enganchamos em outro barco na largada e caímos para o meio da flotilha. Montamos a primeira boia em 20º, mas recuperamos. Conseguimos passar o Junior e chegamos logo atrás do Fabio, o suficiente para ganhar. Foi emocionante porque saímos da dianteira e caímos para uma posição muito ruim, sem qualquer chance. Mas não desistimos. Lutamos a cada rajada, a cada rondada e conseguimos ultrapassar as posições necessárias para garantir o campeonato”, comemora Hans.
Fabio Alonso e Vicente Campos – Segundos no Brasileiro da Classe Dingue | Foto: Fred Hoffmann
Os classificados em segundo e terceiro lugar no placar geral foram: Fábio Alonso e Vicente Campos, de Niterói (Clube Naval Charitas), com 24 pontos perdidos; e Luiz José Junior e Anísio Corrêa, de Niterói (Clube Naval Charitas) com 25 pontos perdidos.
Luiz José Junior e Anísio Corrêa – Terceiros colocados | Foto: Fred Hoffmann
Um dos pontos fortes desta edição do brasileiro de Dingue foi a categoria estreante, não apenas em razão do número de participantes — 20 duplas — mas também por conta do bom nível técnico dos jovens velejadores.
“Essa renovação é importante, pois garante o futuro da classe no Brasil”, afirma David Baker, presidente da associação nacional (ABCD).
Foto: Fred Hoffmann
A equipe de cinco duplas do Projeto Grael (jovens de 13 a 17 anos) teve excelente atuação nesta categoria, mantendo a primeira posição nos dois primeiros dias de regatas. Mas a dupla Hans Junior e Pedro Daltro, de Niterói (Iate Clube Brasileiro), sagrou-se campeã neste domingo, com 13 pontos perdidos. Em segundo lugar, os velejadores Luiz Salema e Isabela Santana, de Niterói (Projeto Grael), com 17 pontos perdidos; e Rodrigo Alvim e Leandro Franco, também de Niterói (Iate Clube Brasileiro ), com 19 pontos perdidos.
O campeonato começou na última sexta-feira (15/11), com ventos intensos de sudoeste, rajadas de até 30 nos, e mar agitado, resultado da chegada de uma frente fria. Na opinião de Luiz José Junior, timoneiro da dupla com Anísio Corrêa (Clube Naval Charitas, Niterói) e terceiro na competição, o primeiro dia foi o mais difícil.
Foto: Fred Hoffmann
“Tivemos condições extremas, com rajadas fortes e barcos virando, mas ninguém desistiu. A partir do segundo dia, o vento foi perdendo um pouco de força, mas as regatas foram muito competitivas do início ao fim do campeonato”, conta.
Para Lorenzo Souza, da Holos Brasil, empresa que fabrica o Dingue, o da classe no país é positivo para a vela brasileira:
“Como se trata de uma classe para iniciantes, esse crescimento favorece a vela como um todo, pois é uma porta de entrada para outras classes. E as novas tecnologias usadas na construção dos barcos acompanham esse desenvolvimento”.
Todo velejador sonha com um domingo como foi no último dia 17 em Jurerê. Sol, vento nordeste e água clara confirmaram um cenário perfeito para o última dia de regatas do 41º Campeonato Sul-Brasileiro de Laser, realizado na Sede Oceânica do Veleiros da Ilha. Após três dias de disputas, Guilherme Roth (Standard), Andrey Godoy (Radial) e Joana Ribas (4.7) comemoram os títulos da competição que reuniu 50 competidores de seis estados na raia do Veleiros da Ilha.
Guilherme Roth, do Veleiros do Sul, comemorou o título na classe Laser Standard somente na última regata do programa. Em um duelo parelho com o companheiro de clube, Marcelo Gallicchio, o gaúcho cruzou a linha em primeiro lugar na disputa final para vencer o campeonato com apenas um ponto de diferença sobre o vice-campeão. O Veleiros do Sul completou o pódio geral da categoria com Francisco Ruschel na terceira posição. Anderson Oliveira e Luciano de Oliveira, ambos do Iate Clube de Santa Catarina, completaram o top-5 em quarto e quinto lugares, respectivamente.
Crédito: Fábio Aranda/Iate Clube de Santa Catarina
Atleta do Iate Clube Lago de Itaipu, o paranaense Andrey Godoy confirmou o título de Laser Radial após três dias extremamente consistentes em Jurerê ao somar quatro vitórias e três segundos lugares nas sete regatas do campeonato. Na classe Laser Radial o Iate Clube de Santa Catarina conquistou um resultado importante com o terceiro lugar geral de José Irineu, atleta de Vela Jovem do Veleiros da Ilha, ficando atrás do campeão Andrey e do gaúcho Felipe Fraquelli.
Crédito: Fábio Aranda/Iate Clube de Santa Catarina
Assim como na Laser Radial as disputas da classe 4.7 foram definidas por apenas um ponto. A gaúcha Ana Ribas recuperou-se de uma largada escapada no sábado para confirmar o título da competição com 20 pontos perdidos, contra 21 de Guilherme Jung, também do Veleiros do Sul. Luiz da Silva, do Iate Clube Lago do Itaipu, completou o pódio na terceira posição.
Veja a lista completa de campeões do 41º Campeonato Sul-Brasileiro de Laser
Standard
Geral: Guilherme Roth (Veleiros do Sul – RS)
Sub-19: Francisco Ruschel (Veleiros do Sul – RS)
Sub-21: Guilherme Perez (Clube dos Jangadeiros – RS)
Pré-Master: Anderson Candemil (Iate Clube de Santa Catarina – SC)
Master: Guilherme Roth (Veleiros do Sul – RS)
Grand Master: Augusto Moreira (Veleiros do Sul – RS)
Radial
Geral: Andrey Godoy (Iate Clube Lago de Itaipu – PR)
Sub-17 Masculino: Felipe Fraquelli (Veleiros do Sul – RS)
Sub-17 Feminino: Isadora Dal Ri (Clube dos Jangadeiros – RS)
Sub-19 Masculino: José Irineu (Iate Clube de Santa Catarina – SC)
Sub-19 Feminino: Manuella de Oliveira (Veleiros do Sul – RS)
Pré-Master Masculino: Alessandro Witoslawski (Iate Clube de Santa Catarina – SC
Master Masculino: Nalton Coelho (Iate Clube de Santa Catarina – SC)
Grand Master: Elimar Bittar (Clube Naval Charitas – RJ)
Great Grand Master: Fernando Navarro (Iate Clube de Santa Catarina – SC)
4.7
Geral: Joana Ribas (Veleiros do Sul – RS)
Sub-16 Masculino: Antônio Paglioli (Veleiros do Sul – RS)
Sub-16 Feminino: Ana Laura dos Santos (Iate Clube Lago de Itaipu – PR)
Sub-18 Masculino: Guilherme Jung (Veleiros do Sul – RS)
Sub-18 Feminino: Joana Ribas (Veleiros do Sul – RS)
O designer francês Thierry Gaugain apresentou seu primeiro projeto de design solo com a SuperYachtsMonaco. O Projeto L é um conceito de superiate futurista e “ultra-moderno” de 120 metros.
Gaugain divulgou seu novo projeto solo depois duas décadas de trabalho com o designer Philippe Starck em projetos como Veleiro A, Wedge Too e Venus. O exterior do projeto “revolucionário” é inspirado na “forma suave de uma pedra na praia”, que pode ser totalmente aberto para uma conexão direta com o oceano.
Alimentado por um sistema de propulsão híbrido diesel-elétrico, o Projeto L é destinado a cruzeiros de longo alcance e projetado para “deslizar” pela água com baixo ruído e vibração.
Gaugain tentou “redefinir o estilo de vida a bordo” com o layout interior organizado em um único deck para um “espaço de vida familiar multifuncional em plano aberto”.
Com foco principal em privacidade e segurança, o superiate é capaz de acomodar entre 12 e 36 convidados a bordo, além de uma tripulação de 40. O interior será iluminado pela luz natural, graças a uma “conexão perfeita” entre os espaços internos e externos.
As principais características do interior incluem uma sala de mídia subaquática de alta tecnologia, spa, academia e a área do proprietário que está voltada para a frente, feita inteiramente de vidro para uma vista ininterrupta do oceano.
Os detalhes exteriores incluem duas piscinas, um extenso beach club, heliporto, garagem para tender e uma espécie de submarino futurista. O Projeto L é representado por Alex Banning, da SuperYachtsMonaco.
O feriado de Proclamação da República será movimentado na Sede Oceânica do Iate Clube de Santa Catarina, em Jurerê. Velejadores de todo país estarão na raia que sedia o 41º Campeonato Sul-Brasileiro de Laser, com disputas nas classes Radial, Standard e 4.7. A programação de regatas tem início nesta sexta-feira (15) e segue até domingo (17), com sinalização de atenção da primeira regata de cada dia sempre às 13h.
Os primeiros atletas, treinadores e flotilhas desembarcaram já nesta quinta-feira (13), em Florianópolis, para as confirmações de inscrição. Nesta sexta-feira os demais competidores têm até às 11h da manhã para comparecer à Secretaria de Eventos e efetuar o registro.
Por ser um evento tradicional, a organização espera um número elevado de atletas nas seguintes categorias: Standard (Geral, Sub-19, Sub-21, Pré-Master, Master e Grand Master), Radial (Geral, Sub-17 Masculino, Sub-17 Feminino, Sub-19 Masculino, Sub-19 Feminino, Pré-Master Masculino, Master Masculino, Grand Master e Great Grand Master) e 4.7 (Geral, Sub-16 Masculino, Sub-16 Feminino, Sub-18 Masculino e Sub-18 Feminino).
O sistema de pontuação do 41º Campeonato Sul-Brasileiro de Laser é bem simples e segue o seguinte formato: para que a disputa seja validada são necessárias três regatas completadas. Com cinco regatas realizadas somam-se todos os resultados na pontuação final e com mais de cinco regatas completadas somam-se todos os resultados e elimina-se o pior, o chamado descarte.
Além das regatas, a programação inclui uma série de atividades paralelas, entre elas a Assembleia Regional da Classe, confirmada para sábado, a partir das 19h, no Restaurante da Sede Oceânica.
A startup italiana de engenharia apresentou um submarino interessante, com um conceito diferente do que já foi visto até hoje. Nomeado DeepSeaker DS1, ele pode permanecer acima e abaixo da água. O DeepSeaker é como uma embarcação multiuso. A embarcação pode ser usada para lazer, turismo, busca e salvamento, pesquisa e outras utilidades.
O DeepSeaker DS1 é capaz de mergulhar a uma profundidade de 50 a 100 metros, dependendo do modo. Para mergulhar, é necessário encher o tanque inflável que desempenha o papel de um tanque de lastro.
Um dos pontos de destaque é o fato dele retirar o oxigênio da água do mar, dessa forma os passageiros não precisariam de cilindros de oxigênio para respirar. Segundo os desenvolvedores, esse processo requer energia mínima, o que é importante, pois o DeepSeaker DS1 é um dispositivo 100% elétrico.
Na superfície, equipado com jatos de água e películas, o DS1 é capaz de atingir velocidades de até 30 nós com o desempenho mais poderoso. Com dois motores elétricos de 40 kW cada, incluídos no pacote básico, as capacidades de velocidade máxima são limitadas a 23–25 nós.
As baterias de íon de lítio garantem seis a oito horas de duração. Uma recarga completa de baterias leva oito horas, mas também existe um sistema de carregamento rápido que permite gerenciar em não mais de uma hora.
O tamanho pequeno do Deepseaker DS1 de quatro marchas permite que ele se encaixe facilmente na garagem de qualquer superiate ou embarcação de apoio. O proprietário também tem o direito de personalizar seu modelo, optando por um esquema de cores no estilo do seu iate.
O equipamento padrão a bordo da embarcação inclui um painel digital, conectores para iPad, câmeras GoPro e até dispositivos tão peculiares como hidrofones, com os quais se pode ouvir os habitantes marinhos.
Segundo Giuseppe Carusi, co-fundador da iSpace2O, o projeto existe há cinco anos, mas só agora eles receberam financiamento.
O primeiro protótipo do DS1 está planejando participar da Dubai Expo em outubro de 2020, enquanto a versão final do protótipo estará pronta no início de 2021.
O preço do DeepSeaker DS1, de acordo com dados preliminares, variará de 950 mil a 1,2 milhão de euros, dependendo da versão. No futuro, está planejado o desenvolvimento de uma versão maior e mais espaçosa, com base na plataforma.
Pelo quarto ano seguido, a Riviera de São Lourenço, no litoral Norte de São Paulo, recebe o Riviera Boat Week, a maior feira náutica da região! Entre os dias 14 e 24 de novembro, você poderá ver em um só lugar as lanchas mais desejadas, carros de luxo, motos, quadriciclos, motos aquáticas e muito mais!
Mais uma vez, marcas nacionais e internacionais apresentarão o que há de mais sofisticado e moderno do setor, com oportunidades diferenciadas, para poder alcançar boas negociações para voltar aquecer o mercado brasileiro.
Riviera Boat Week gerando negócios
No ano passado, mesmo com o ritmo desacelerado no meio náutico, os estaleiros e dealers acreditaram na proposta e ficaram muito satisfeitos com o resultado do evento, que foi um sucesso total em vendas.
Graças a esse sucesso, as expectativas dos expositores são positivas, e eles estão com planos estratégicos para alcançar novos públicos, mudar o cenário atual e alavancar as vendas neste segundo semestre.
O 4º Riviera Boat Week acontece de 14 a 24 de novembro, da 15h às 22h, estacionamento do Shopping Riviera. Para saber mais sobre o evento, acesse: www.boatweek.com.br
A Regata Jacques Vabre é uma regata tradicional onde 3 classes (Class40, Multi50, IMOCA60) competem saindo de Le Havre, na França, passando pela costa da Normandia seguindo para a Ilha da Madeira, Canárias, Fernando de Noronha e finalizando na capital baiana, em Salvador.
As duplas de velejadores enfrentam ventos fortes, marés altas e incessante tráfego marítimo, exigindo habilidades táticas e estratégicas, excelente treinamento de navegação e meteorologia e uma boa dose de esforço físico.
A prova, que se tornou lendária para os velejadores sendo disputada desde 1993 e remonta às grandes travessias do século XVII pelo Atlântico. A JV é a maior regata de duplas do mundo.
O Grupo Barracuda auxilia a equipe Team Banque Populaire (IMOCA), Clarisse Cremer e Armel Le Cléac’h, com fornecimento de materiais e suporte técnico de terra. Todos os barcos são fabricados com a mais alta tecnologia estrutural com várias camadas de fibra de carbono e sandwich de honeycomb com resinas epoxy.
A construção de barcos requer materiais compostos que suportam impactos e tensões com um peso muito baixo. Esses materiais são aplicados em praticamente todas as áreas das embarcações de alta performance e o Grupo Barracuda é o principal fornecedor desse segmento no país.
O especialista em eco-catamarã austríaco Silent Yachts apresentou uma versão com três decks da série Silent 80, de 24 metros. Ele é o “modelo mais espaçoso até hoje” do estaleiro e está disponível com uma clarabóia no deck superior ou um enorme flybridge de 90 metros quadrados. O principal ponto de diferença na versão de tri-deck é o salão panorâmico com ar-condicionado no flybridge.
Falando sobre a nova versão, o fundador e executivo-chefe da Silent Yachts, Michael Köhler, disse: “Pensamos que poderíamos dar outro passo em frente com o novo modelo. O sky lounge adicional é um espaço muito conveniente e ajuda a prolongar o período de uso do barco. O espaço extra na parte superior estende as áreas sociais a bordo, oferecendo novas oportunidades em termos de layout”.
Köhler revelou que o estaleiro vendeu cinco modelos da série Silent 80. A primeira unidade foi vendida para um cliente sul-africano e está prevista para ser entregue no início de 2020.
O Silent 80 foi projetado por dentro e por fora por Marco Casali, da Too Design. Enquanto isso, a arquitetura naval foi realizada pelo MICAD. O conceito foi criado pelo próprio Köhler.
Alimentado inteiramente por energia solar capturada por seus extensos painéis no flybridge, o Silent 80 ostenta um design exterior “limpo e atemporal, com linhas retas de grandes janelas”, permitindo a entrada de ampla luz natural.
As áreas sociais ficam à frente e atrás enquanto o cockpit está equipado com um lounge e bar. A área da frente está equipada com um sofá em frente ao mar e protetores solares.
O designer Marco Casali disse: “A energia solar tem cerca de metros quadrados, por isso precisamos dedicar o máximo de superfície possível aos painéis solares, mantendo o equilíbrio geral em forma. O que tentei alcançar é um design italiano interessante, sofisticado e refinado . ”
O catamarã é equipado com um par de motores de 250 kW para uma velocidade máxima de até 18 nós. É capaz de viajar de 6 a 7 nós em completo silêncio, com alcance ilimitado passando 100 milhas náuticas por dia. Também está disponível uma versão híbrida, que inclui a combinação de um par de motores de 220 HP com dois motores a diesel de 14 kW.
O 80 está disponível em várias versões de layout e pode acomodar no máximo 10 convidados em cinco cabines. Estes podem apresentar uma cama de casal ou duas de solteiro. A cabine frontal do proprietário possui um banheiro privativo e um escritório com escrivaninha, armários, espelhos grandes e mais.
Sem uma sala de máquinas, o Silent 80 também tem espaço suficiente para um carro anfíbio e um giro-helicóptero de 4,5 metros em carros alegóricos que o executivo-chefe Michael Köhler disse que “é bastante impressionante para um iate com menos de 24 metros de comprimento”.
Ele acrescentou: “O interior do Silent 80 foi projetado para oferecer o máximo conforto ao proprietário e aos hconvidados que passam meses a bordo em longas viagens felizes”.
A Amels vendeu o primeiro modelo Amels 60 híbrido, de 60 metros, apenas dois meses após o lançamento do novo design da Limited Edition. Agora em construção, o iate com design de Øpen Esino deve ser entregue no primeiro semestre de 2022.
Falando sobre a venda, a diretora-gerente da Amels, Rose Damen, disse que ficou “impressionada” com a reação do mercado em relação ao novo design.
Ela acrescentou: “A venda rápida do primeiro iate é muito gratificante para todos em nossas equipes de design, engenharia e projeto que trabalharam tanto no Amels 60 durante os últimos anos. Estamos muito orgulhosos do design e empolgados com a construção deste novo iate para o proprietário dela”.
O designer Espen Øino e a Damen revelaram mais detalhes sobre o Amels 60 no Monaco Yacht Show. O superiate híbrido de 60 metros faz parta da linha Limited Edition do estaleiro holandês.
O modelo marca a segunda colaboração com Øino seguido do superiate customizado de 78 metros que também está em construção, com entrga marcada para 2021. O novo casco do Amels 60 foi desenvolvido por arquitetos navais da Amels and Damen. O design de interiores, entretanto, foi realizado pelo Studio Indigo.
As principais características exteriores incluem um espaçoso solário, plataforma de mergulho e as grandes janelas do deck principal. Na proa há um heliponto ao lado de uma piscina termal, enquanto um tender de nove metros pode ser guardado na proa do deck principal.
O interior do iate de 830 GT pode acomodar um total de 12 pessoas em seis suítes, incluindo a cabine do proprietário, que possui uma varanda privativa. A área da tripulação comporta uma equipa de até 12 pessoas, além de uma cabine particular para o capitão.
O diretor criativo do Studio Indigo, Mike Fisher, descreveu a decoração como “chique e contemporânea”, apresentando “uma rica variedade de tecidos e texturas por toda parte”.
“Consistência de materiais, detalhes arquitetônicos e forma significa que os espaços fluem facilmente para o próximo, criando assim a ilusão de espaço infinito”, acrescentou.
Øino disse que o design do Amels 60 “reflete o futuro”. “Ele será imediatamente reconhecível quando for para a água em 2022”, acrescentou.
A diretora-gerente da Damen, Rose Damen, concordou: “O Amels 60 tem um pacote híbrido pronto para o futuro, no qual nossos clientes podem confiar. Nenhum superiate de deslocamento deste tamanho pode igualar o conforto, a qualidade e a eficiência do Amels 60 em um design econômico”.
Equipado com motores de propulsão elétrica, o iate híbrido Amels 60 terá velocidade de cruzeiro de 7 nós e autonomia de 4.500 milhas náuticas a 13 nós. A velocidade máxima será de 15,5 nós. A propulsão elétrica resultará em baixo nível de ruído e vibração, menor consumo de combustível, menores custos de manutenção e menos emissões, disse o estaleiro.
“Desenvolvemos uma tecnologia pragmática que funciona de maneira invisível em segundo plano para oferecer máxima eficiência, impacto mínimo em nosso ambiente, com a mais ampla flexibilidade operacional”, disse Damen.