A Sunseeker e a ICON Yachts anunciaram a venda do primeiro 161 Yacht. A venda foi intermediada pela Sunseeker Monaco, parte do Sunseeker London Group.
O mais novo flagship do estaleiro inglês será construído pela ICON Yachts em Harlingen, Holanda, e é o resultado do desejo da Sunseeker de oferecer a seus clientes superiates ainda maiores, construídos em metal. A entrega está marcada para setembro de 2022, enquanto isso, as negociações dos cascos dois e três já estão em andamento.
A divisão Superyacht, lançada oficialmente no Monaco Yacht Show, fortalece ainda mais o sucesso da Sunseeker na categoria de superiates, já entregando 137 iates acima de 100 pés desde 2000.
Pesando mais de 500GT, este novo tri-deck segue o mesmo estilo de design característico do estaleiro e oferece espaço e volume excepcionais. O interior dele pode ser decorado de acordo com o gosto de cada proprietário, por meio do serviço exclusivo “Bespoke” da Sunseeker. O tema é de espaço e flexibilidade, maximizando o volume e fornecendo recursos para melhorar o prazer a bordo. A piscina no deck principal é uma dessas características, bem como o generoso beach club que proporciona um espaço incrível para aproveitar o dia a bordo e em contato com o mar.
O Sunseeker 161 Yacht pode receber dez convidados acomodados em cinco cabines na configuração padrão, com espaço para até doze convidados, dependendo da organização geral escolhida.
De volta ao Brasil
A Sunseeker também anunciou recentemente sua volta ao Brasil através de um novo Dealer Area, Eduardo Cavagna, anunciado durante o Cannes Yachting Festival, que aconteceu entre os dias 10 e 15 de setembro.
Mesmo com a cotação em libra e a taxação de impostos de importação, as embarcações devem chegar ao Brasil com preços competitivos, quando comparado aos produtos nacionais.
A empresa disse que a decisão se deve à “desvalorização dos mercados financeiros”, o que resultaria em uma baixa em seu “valor de mercado”. A empresa deveria ser listada até o final deste mês (outubro). O Grupo Ferretti pretendia usar o IPO para arrecadar mais 100 milhões de euros para “apoiar os objetivos de crescimento e desenvolvimento do grupo”.
A decisão original de lançar o IPO seguiu um período de crescimento sustentado da empresa, que registrou receita de € 609 milhões em 2018, com um EBITDA ajustado de € 53 milhões, acima das receitas de € 309 milhões em 2014.
A empresa também registrou receita de € 332 milhões nos primeiros seis meses de 2019, um aumento de 11% em relação aos primeiros seis meses de 2018 e um EBITDA ajustado de € 30 milhões, um aumento de 29%.
A empresa revelou no Cannes Yachting Festival que recebeu uma injeção patrimonial de € 250 milhões. O investimento foi realizado pelos dois principais acionistas do grupo, o chinês Weichai Group e Piero Ferrari através da F Investments.
O Grupo Ferretti é composto por oito marcas – Ferretti Yachts, Riva, Pershing, CRN, Custom Line, Itama, Mochi Craft e o recém-adquirido Wally – entre elas, produzindo um portfólio de 43 modelos.
Depois de dois dias intensos na travessia de Recife para Fernando de Noronha, chega ao final a 31ª Refeno! Nós tivemos o privilégio de acompanhar tudo de perto a bordo do veleiro Planckton, um veleiro de alumínio de 43 pés.
A largada do primeiro grupo de veleiros aconteceu às 12h do dia 12 de outubro, partindo de Recife rumo à Fernando de Noronha e durante os primeiros 30 minutos de regata o veleiro em que estávamos a bordo, o Planckton, liderou a prova até sermos ultrapassados pelo veleiro Endurance, favorito da classe Alumínio.
Veleiro Planckton | Crédito: Tsuey Lan Bizzocchi/Cabanga
A princípio a navegação foi tranquila, mas à medida que fomos para mar aberto as ondas começaram a aumentar, chegando à cerca de 2 à 2,5 metros, o vento ficou em torno de 17 a 20 nós, e nós navegamos à cerca de 6 a 7 nós, chegando a 9 e 10 em alguns momentos. Ao longo do trajeto ouvimos no rádio que diversos veleiros tiveram problemas como avarias no casco, velas rasgando, e até mesmo um que teve que retornar à Recife por causa de um tripulante que estava passando muito mal. No nosso não foi muito diferente, não tivemos problemas com o barco, mas para mim, não foi nada fácil, porque esta foi a minha primeira travessia longa, mais de 300 milhas, e a primeira vez competindo em uma regata.
Ao longo de percurso tivemos que enfrentar alguns pirajás, que são nuvens de chuva concentradas e passageiras, mas que podem causar uma pequena ressaca no mar, mudando também a velocidade do vento para menos ou para mais.
No domingo, a navegação foi mais tranquila e deu para aproveitar mais e apreciar mais as paisagens, quer dizer, o mar aberto. Vimos caravelas grandes passar por nosso barco, um pôr do sol de tirar o fôlego e uma lua cheia mais linda ainda. Durante a noite o veleiro Entre Pólos chegou a nos passar, mas depois do capitão Fabio fazer alguns ajustes nas velas do Planckton nós assumimos a frente novamente. A noite também tínhamos mais noção de quantos veleiros estavam em volta por causa das luzes de navegação.
Crédito: Tsuey Lan Bizzocchi/Cabanga
Depois de mais uma longa noite, com o mar um pouco menos mexido e com ventos mais inconstantes, chegamos à Fernando de Noronha e cruzamos a linha de chegada por volta das 8h50 da manhã, totalizando exatas 44h52min05s de muita emoção!
Também tive o prazer de ver de perto o famoso veleiro Atrevida, que foi o segundo a chegar na classificação geral e o mais premiado da competição, com quatro prêmios. Esta foi a primeira vez que ele participou da Refeno e nos ultrapassou não muito tempo depois de ter largado, provando que as mudanças feitas em 2013 surtiram efeito.
A premiação de todas as classes aconteceu no dia 16 de outubro, no Museu dos Tubarões, em Fernando de Noronha, e na ocasião também foram homenageados o velejador mais velho e o mais novo, a embarcação com mais mulheres, o barco com a tripulação mais velha, o barco que veio de mais longe e mais!
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Crédito: Tsuey Lan Bizzocchi/Cabanga
Crédito: Tsuey Lan Bizzocchi/Cabanga
Crédito: Tsuey Lan Bizzocchi/Cabanga
O sucesso da 31ª Refeno
O Comodoro do Cabanga Iate Clube de Pernambuco, Delmiro Gouveia, junto ao presidente do Conselho Deliberativo do clube, Jaime Monteiro, e do comandante Bravo, da Capitania dos Portos de Pernambuco comentaram que o sucesso desta edição da regata se dá devido à diversas mudanças feitas na organização e na divulgação da competição.
Esquerda para a direita: Jaime Monteiro, Delmiro Golveia e Comandante Bravo | Crédito: Tsuey Lan Bizzocchi/Cabanga
Nesta edição, a Refeno sofreu uma alteração na data, indo para o dia 12 de outubro, diferente dos anos anteriores, onde era realizada no último sábado de setembro. Segundo o Comodoro, a mudança proporcionou a todos os velejadores a possibilidade de navegar com a lua cheia. Outro fator marcante da travessia foi a quantidade de vento.
“Quem dita a contingência é a natureza. Fizemos uma largada linda e limpa, sem incidentes. Ao mesmo tempo tem muita velocidade, devido as rajadas de vento. Em certo trecho do mar teve muito vento e depois calmaria. Quem dita a velocidade é o vento”, disse o Comodoro Delmiro Gouveia.
32ª Refeno já tem data marcada
Durante a coletiva de imprensa, que aconteceu no dia 15 de outubro, no Cine Mabuya, em Noronha, o Comodoro também anunciou a data da próxima edição, que acontecerá em 26 de setembro de 2020.
Crédito: Tsuey Lan Bizzocchi/Cabanga
De acordo com Delmiro, as inscrições acontecerão no início do ano e os velejadores devem se inscrever logo, já que haverá um limite de 100 embarcações. Quando questionado sobre esse limite, o Comodoro explica que ele existe para manter a qualidade da competição, a segurança durante a travessia e a limitação de pessoas que desembarcam na ilha de uma vez só.
Confira os premiados da Refeno!
Troféu Fita Azul
– Patoruzú
Prêmio Classe: RGS A
1º – Atrevida
2º – Papa Léguas
3º – Maná
O submarino construído pela Triton é uma obra-prima da engenharia. Foi comparada à espaçonave Apollo, descrita como o “descobridor da última fronteira da Terra”. É o primeiro submersível a atingir os pontos mais profundos de todos os cinco oceanos e foi submetido a testes de pressão de até 14.000 metros – uma profundidade que não existe na Terra.
Triton- promeiro mergulho Boat Shopping 2
Tudo começou com Victor Vescovo, um investidor de private equity de 53 anos e oficial da marinha aposentado, que era “um homem com um plano” quando Ramsay o conheceu em 2014. Na verdade, seu plano – tornar-se a primeira pessoa a mergulhar até os pontos mais profundos dos oceanos do mundo em um submarino que não existia – era “um pouco sério demais”, lembra Ramsay. “Ele queria algo apenas para uma pessoa que pudesse levá-lo ao fundo dos oceanos.. “Ele não queria todos os requisitos especializados de um submarino”, diz Ramsay.
Triton-Built Ramsay Boat Shopping 4
Para provar as possibilidades potenciais da máquina, Ramsay acompanhou o presidente da Vescovo e da Triton, Patrick Lahey, em um mergulho de demonstração nas Bahamas. “Um dos objetivos desse mergulho era provar a Victor a importância de poder ver o submarino com seus próprios olhos e não apenas através das câmeras”, diz Ramsay. “Passamos muito tempo discutindo os detalhes técnicos do que era e do que não era possível, sendo bastante práticos e admitindo que o projeto levaria mais pesquisa, tempo e dinheiro”.
Triton- expolrando os pontos mais fundos da terra Boat Shopping 3
Depois de concordar com o projeto, a Triton estabeleceu um prazo flexível para sua conclusão. “Concordamos que o melhor plano era passar seis meses analisando se tudo era viável antes de iniciarmos um projeto de construção completo”, diz Ramsay. Mesmo quando a fase de design estava concluída, Ramsay não considerava nada garantido. “É muito fácil projetar algo que não pode ser construído”, diz ele. A Triton conta com dezenas de empresas para construir partes integrais de seus submersíveis. Para o submersivel , isso incluía o casco de pressão, a espuma de flutuação e todos os dez propulsores. “A coisa mais difícil nesse processo foi projetar algo que as pessoas poderiam fazer”, diz Ramsay. “Com um submarino normal, geralmente existem dezenas de empresas que podem fazê-lo, mas quando você está fazendo algo como Limitar fator, isso é tão extremo e usar materiais aos quais as pessoas não estão acostumadas, esse simplesmente não é o caso. ”
briefing da construçao -Boat Shopping
O “objetivo fundamental” do briefing era projetar uma máquina que pudesse “chegar lá rapidamente e voltar”, diz Ramsay. Para testar se o casco de titânio de grau cinco poderia suportar a pressão de esmagamento de 11.000 metros de profundidade, Triton foi ao Centro de Pesquisa do Estado de Krylov em São Petersburgo, a instituição é o único lugar no mundo em que esses testes podem ocorrer. O procedimento viu o casco de pressão do fator limitador abaixar para dentro da câmara de pressão e Ramsay lembra que ele “raspava as laterais”.
“O casco foi projetado para caber na câmara de pressão”, diz ele. “Estava absolutamente no limite do que caberia.” Um mergulho de 14.000 metros foi então simulado. Embora essa profundidade seja 20% mais profunda que o ponto mais profundo da Terra (a Challenger Deep está em 11.000 metros), é um requisito para submersíveis que pretendem mergulhar toda a profundidade do oceano várias vezes. Desnecessário dizer que o Limiting Factor passou no teste, tornando-se o único submersível no mundo certificado a mergulhar a 11.000 metros um número ilimitado de vezes.
Existem três portas de visualização , uma porta por pessoa e uma terceira na parte inferior. Cada porta é cercada por câmeras para capturar imagens. Posicionado acima das portas está o suprimento de ar do ; um rack de cilindros de oxigênio. O sistema opera essencialmente como “um pequeno planeta”, com lavadores de dióxido de carbono absorvendo o dióxido de carbono. Isso significa que os pilotos “continuam respirando o mesmo ar repetidamente”, diz Ramsay, e significa que pode fornecer oxigênio por impressionantes 16 horas, seguido por um backup de emergência de 96.
Triton- portas de visualização Boat Shopping 7
Com a construção concluída, estava na hora de ir para testes no mar nas Bahamas. Lançado a partir do navio de apoio da expedição, Pressure Drop , desceu pela primeira vez. Foi,um momento difícil”. “Esse ponto do projeto é provavelmente o pior estágio”, diz ele. A primeira vez que atinge a água, você sabe que haverá dezenas e dezenas de coisas que precisam ser alteradas para que funcionem como deveriam. No entanto o mini emergiu após seu primeiro mergulho de teste tendo a ceteza que ira ser um grande sucesso e uma poderosa maquina
A expedição Five Deeps estabeleceu novos recordes em cada mergulho, além de realizar mergulhos extracurriculares nos destroços do Titanic e da Trincheira de Tonga. Agora, a Triton está de olho em projetos futuros, incluindo o submersível para três pessoas
Em 2017-18, Itajaí estava entre as paradas mais visitadas da corrida, com mais de 440.000 fãs de corrida que vieram para o Race Village.
Com a campeã olímpica brasileira Martine Grael participando da corrida pela primeira vez, os fãs tiveram um motivo adicional para mostrar seu apoio.
“É fantástico voltarmos a Itajaí, após três escalas bem-sucedidas nas edições anteriores”, disse Richard Brisius, presidente da The Ocean Race. “Em 2018, ver a resposta da torcida local a Martine Grael foi um lembrete poderoso do que esse esporte The Ocean Race significa para nossos fãs no Brasil.”Itajaí aproveitou as políticas de sustentabilidade da corrida contra o uso de plásticos de uso único, na última corrida para impedir o uso de 300.000 copos plásticos na Race Village e, posteriormente, aplicou políticas semelhantes a outros eventos na cidade e na região, criando uma sustentabilidade duradoura.
“É inspirador ver o legado de nossas iniciativas de sustentabilidade da última corrida tendo um impacto significativo e duradouro”, disse Johan Salén, diretor administrativo da The Ocean Race.
A Ocean Race está programada para começar no porto de origem em Alicante, Espanha, no quarto trimestre de 2021, e terminar em Gênova, na Itália, em junho de 2022. A Rota completa da corrida será confirmada nas próximas semanas. Itajaí, Brasil, se une ao hotspot de vela de Aarhus, Dinamarca e Haia, na Holanda, como cidades anfitriãs confirmadas, juntamente com Cabo Verde, que será a primeira parada da África Ocidental na história da regata.
Foi com muita emoção que o barco pernambucano Patoruzú conquistou o título de Fita Azul da 31ª Refeno! A embarcação saiu do Marco Zero do Recife no sábado (12/10), às 13h30, e foi a primeira a chegar a Fernando de Noronha, às 17h15 deste domingo (13). O veleiro fez a travessia em 27h45min35, tempo superior ao do ano passado, quando completou as 300 milhas náuticas em 25h58min12. Os pernambucanos travaram um duelo emocionante em alto mar com o Atrevida, que chegou no segundo lugar às 18h22 com o tempo de 29h52min32.
O Atrevida largou às 12h30 e assumiu logo a ponta. Os dois disputaram a liderança proa a proa, até que o Patoruzú conseguiu a ultrapassagem. Mesmo à frente, as embarcações ficaram boa parte lado a lado, proporcionando uma grande disputa no meio do oceano.
Este ano, a embarcação foi comandada por Higinio Marinsalta. Em 2018, no primeiro título, o comandante foi Higinio Filho, que fez parte da tripulação nesta edição. Logo após cruzar a linha de chegada, a emoção tomou conta do barco.
Refeno fita azul 2019 – Boat Shopping
“Conseguimos assumir a ponta já de madrugada, mas tivemos problemas com uma peça que se soltou e caiu no mar. Tivemos que parar. Não tínhamos outra para repor e ficamos com medo de forçar e quebrar. Seguimos por quatro horas apenas com uma vela. Por isso algumas embarcações nos passaram, como o Atrevida. No meio da madrugada resolvemos arriscar e reassumimos a ponta”, comentou o tripulante Carlito Moura.
O velejador ainda revelou uma história curiosa que aconteceu no meio do oceano. Ao ultrapassar novamente o Atrevida, a embarcação paulista parabenizou a manobra e desejou sucesso na regata.
“Às 3h resolvemos a arriscar. Subimos a vela de prôa e botamos o barco para andar. Fomos recuperando e pegando o Atrevida no visual. Às 7h a gente estava bem na mira e passamos. Foi fantástica a ultrapassagem. O comandante deles elogiou muito o andamento do Patoruzú. Recomendou cautela e disse que estava passando o bastão da liderança para a gente. Viemos poupando o barco para conseguir chegar”
Focker 377 Gran Turismo foi planejada nos mínimos detalhes para atender aos consumidores que aguardavam uma embarcação intermediária entre a Focker 330 GT e a F420 Gran Coupé. É um projeto inovador, com tecnologia de ponta, que foi estrategicamente desenvolvido para gerar total funcionalidade e oferecer espaços privilegiados para todos a bordo.
Focker 377 Gran Turismo – Boat Shopping
como ela é
A embarcação é um dos resultados da implantação dos processos da Porsche na linha de produção da Fibrafort e reúne as características dos barcos da marca, com alto nível de qualidade e segurança com destaque especial ao visual ultra moderno e esportivo.
A proa é o ápice do modelo, acomoda três pessoas durante a navegação com segurança e conforto nos estofados robustos e atraentes.O barco prioriza o espaço de circulação e o acesso aos ambientes aproveitando ao máximo a área de convivência.
Focker 377 Gran Turismo – Boat Shopping
A cabine é requintada com acabamentos em materiais nobres, iluminação 100% em Led, cozinha funcional, banheiro com box e cama meia nau muito espaçosa.
Focker 377 Gran Turismo – Boat Shopping
A plataforma de popa, considerada a maior da categoria, possui espaço gourmet completo, um grande solário rebatível e também a possibilidade de duas banquetas para favorecer os momentos de interação e dispõe de uma escada mais eficiente para acesso a água.
Focker 377 Gran Turismo – Boat Shopping
esportividade em alta
O novo modelo da Fibrafort é bastante esportivo e traz soluções de última geração como por exemplo o carregador de celular por indução no painel e o HT que é em vidro e possui uma cortina eletrônica que permite o usuário aproveitar o visual mesmo com o HT fechado e quando desejar acionar a cortina para que não haja passagem de luz.
Focker 377 Gran Turismo – Boat Shopping
A nova HT, nasceu normatizada nos padrões da ABNT/Acobar e nas certificações internacionais.
Segundo o Presidente Marcio Ferreira: “Nós entendemos a necessidade do consumidor, buscamos o que há de melhor em tendência mundial e transformamos na Focker 377 Gran Turismo. Um barco com design muito atraente que vai permitir aproveitar o mundo náutico em todas as épocas do ano sem concessões de funcionalidade e conforto”.
O Mundial de Snipe 2019, disputado na Escola de Vela Lars Grael, em Ilhabela (SP), foi decidido na última regata. Os brasileiros Henrique Haddad e Gustavo Nascimento foram campeões com apenas um ponto de vantagem para os compatriotas Alexandre Paradeda e Gabriel Kieling. Foi a 14ª conquista do Brasil no principal evento da classe em toda história.
mundial snipe 2019 – boatshopping foto Matias Capizzano
O equilíbrio entre as duplas ficou até as provas finais, disputadas neste sábado (12). A comissão conseguiu fazer duas regatas, uma na Ponta das Canas e outra no Canal de São Sebastião.
Até o último instante era impossível dizer se Henrique Haddad e Gustavo Nascimento seriam os campeões, pois Alexandre Paradeda e Gabriel Kieling estavam no pelotão intermediário na regata final.
”A ficha não caiu ainda. Sem palavras para descrever esse momento. Ganhamos por um ponto, nem sei ainda onde conseguimos essa vantagem”, disse Henrique ‘Gigante’ Haddad, atleta que disputou a Olimpíada do Rio 2016 na classe 470.
”Somos apaixonados pelo que fazemos! A nossa ideia nas regatas era sempre a mesma”.
mundial snipe 2019 – Boat Shopping foto Matias Capizzano
Os cariocas Henrique Haddad e Gustavo Nascimento somaram no Mundial de Snipe 34 pontos contra 35 de Alexandre Paradeda e Gabriel Kieling, que sairiam vencedores se terminassem a prova nove em 12º.
”Formamos uma parceria rápida para correr o campeonato. Foi tudo muito intenso, ponto a ponto. Agradeço a todos que me proporcionaram essa experiência”, contou Gustavo Nascimento, que faz campanha olímpica de Laser.
Alexandre Paradeda ficou perto do bicampeonato na classe. O gaúcho, que mora e treina em Ilhabela (SP), era apontado como favorito e fez jus à previsão ao lado de Gabriel Kieling. Mesmo com o vice, com quase nenhuma diferença, o campeão pan-americano e mundial parabenizou os cariocas.
”Foi brigado, mas foi muito justo em um campeonato com nove regatas e dois descartes. Eles fizeram uma média melhor”, completou Alexandre Paradeda, campeão mundial em Punta del Este 2001.
Há barcos que contam uma história e barcos que escrevem uma nova.Dolce Riva é uma open de 48 pes, projetada em todos os aspectos para viver a vida a bordo em
conforto inigualável, que visa desafiar o segmento de mercado com alguns pontos
de força sem precedentes: um novo design exterior desenvolvido pela Officina
Italiana Design, que inaugura um nova faze de estilo em todos os barcos da Riva;a
exploração máxima de todos os espaços a bordo; uma empolgante riqueza de detalhes
que reproduz e cita a herança incomparável de uma marca protagonista de 177 anos de história náutica e sucessos inigualáveis.
A originalidade do design exterior aproxima a elegância típica da Riva das tendências do mercado,runabouts de última geração, inspirados por automóveis e
expressão de luxo com um caráter mais esportivo.
Dolceriva – Boat Shopping
Ainda mais singular neste barco, aqui estão importantes cortes estéticos: dentre todos os que se destacam no pára-brisa, feito com cristais esféricos inovadores, caracterizados por uma ligeira contra-curvatura, detalhe destinado a se tornar um estilo Riva.
A superfície do arco do convés é feita com pintura tradicional em mogno polido de vinte de mãos, intercalado com uma gaiuta e uma claraboia incorporada, que permite que a cabine abaixo do convés seja invadida pela luz natural.
A Dolce Riva está disponível em todas as cores da linha Riva: a primeira unidade sera pintada em prata real, com inserções feitas em preto brilhante.
Uma porta de aço e vidro permite acesso a luxuosa cabine aberta, composto por dinette com sofá grande, cozinha, banheiro com chuveiro e roupeiro separados.
Uma TV de 43 ” está instalada no lado de estibordo. A cabine do proprietário, separada da dinete por uma porta deslizante de aço e cristal composto por uma malha metálica interna, que permite o acesso à luz, mas não à vista, em favor da extrema privacidade. A cabine do proprietário é equipado com uma cama central, dois armários walk-in e gavetas de armazenamento.
Os materiais utilizados para o interior da Dolce Riva são em perfeito estilo Riva, com
madeira de mogno polido , superfícies espelhadas, aço e laqueado em mate brilhante, e com elementos em couro.
MOTORIZAÇÃO, DESEMPENHO E FUNCIONALIDADES AVANÇADAS
O Dolceriva possui propulsão em linha V-Drive e instala opcionalmente um par de
Motores Volvo Penta D13 com potência de 1000 Mhp a 2.400 rpm cada. No nível de
desempenho, são atingidos 40 nós de velocidade máxima e 35 nós de velocidade
cruzeiro em condições boas de mar.
Desempenho também significa conforto: pode ser instalado estabilizador Seakeeper NG6
O que dá para se fazer de novo quando se tem quase 100 anos? O barco Atrevida, por exemplo, foi lançado ao mar em 1923 e disputará em 2019 sua primeira Refeno. A embarcação irá compor a categoria de Clássicos, que reúne veleiros construídos até 1980. A regata será uma novidade para a maioria da tripulação, que chega ao Recife pela primeira vez.
O Atrevida foi construído em 1923 em Boston, nos Estados Unidos, com o nome de Wildfire. A embarcação foi feita para disputar regatas e conquistou a primeira logo no ano de estreia, a Vincent Ator Cup, em Nova York. O barco ganhou a nomenclatura atual em 1946, ano em que chegou ao Brasil. São 95 pés de comprimento (29 metros), números que o dão o título de maior veleiro de passeio da América Latina.
“O Atrevida é um clássico. É um barco lindo e que mantém algumas características bem próximas das originais, como o convés. É claro que várias mudanças foram feitas ao longo dos anos, mas sempre buscando mandar o design original”, explicou o mediato (uma espécie de segundo comandante) Átila Bohm.
Além de ser a primeira Refeno do Atrevida, a 31ª edição marcará também a estreia de cinco dos seis tripulantes na regata. Apenas Átila já fez a travessia até Fernando de Noronha. Ao todo, o velejador participou da competição por dez oportunidades.
“Ter velejadores experientes a bordo é muito importante na Refeno, mas, se você for um bom marinheiro, também consegue disputar a regata. Temos uma boa equipe, com cada um tendo a sua função na travessia”, completou Átila. Além dele, fazem parte da tripulação o comandante Alexandre Ferrari e os velejadores Andre Liedke Gick, Edge Gerdullo, José Carlos Goncalves de Oliveira e Venino Pontes de Mattos Sobrinho.
Desde que atracou em águas brasileiras, a embarcação já possuiu diversos proprietários. O veleiro é feito de madeira, aço e chumbo. Ao todo, são 85 toneladas de peso.
“Por ser um barco muito antigo, ele tem algumas dificuldades de manobras. Como a Refeno é em linha reta, não teremos problemas durante a travessia, mas na largada, sim. Somos muito grandes e encontraremos algumas dificuldades na hora de arrancar”, analisou.
O tamanho do Atrevida sempre impressionou por onde passou. O jornal “Diário Carioca”, do Rio de Janeiro, relatou em 1946 a passagem do barco pelo Recife. O periódico definiu a presença da embarcação pelo porto recifense como “uma grande novidade” para o público.
“Esse barco não deixa nada a desejar em tecnologia a nenhum outro. Desde GPS até cordas, é tudo de última geração. Esperamos fazer uma regata tranquila e chegar em Fernando de Noronha em até 30 horas”, concluiu.