Em sua segunda versão o evento reuniu na ilha de Mataramdiba embarcações para comemorar o dia
De fato, o verão chegou mais cedo na Baia de todos os Santos, conforme anunciado, com a realização no sábado (12/12) do Marina Boat Day, evento que reuniu na paradisíaca Ilha de Matarandiba cerca de 150 embarcações, incluindo jet-skis e até um helicóptero que marcou presença no local. A expectativa dos organizadores é de que em torno de 600 pessoas participaram da festa que contou com a animação da banda Estaka na Água Elétrico de Leo Macedo com a participação especial de Serginho da banda Adão Negro. Os músicos interpretaram sucessos do axé music, reggae e alguns clássicos do MPB com arranjos especiais.
A festa começou por volta das 11 horas quando as lanchas que chegavam na ilha formaram um grande círculo em volta do palco flutuante, aproveitando o início da enchente da maré. O público se concentrou inicialmente dentro da água, ainda com a maré baixa e mais tarde na praia quando o palco flutuante num grande catamarã se deslocou próximo dos coqueirais e dos lindos manguezais que caracterizam a região.
Durante todo o evento o público foi orientado a evitar o despejo de latas de cerveja e outros resíduos na Ilha, considerada uma das reservas ecológicas da Baia de Todos os Santos e também conhecida pelas suas manifestações culturais que preservam a tradição das Festas de reis e outras populares. O evento foi encerrado às 17 horas conforme previsto.
Esta foi a segunda versão do Marina Boat Day, a primeira foi realizada no início do Ano na Coroa do Limo, Ilha de Itaparica.
O Yacht & Brokerage Show em Miami Beach mudou de nome. Agora chamado Yachts Miami Beach, o evento acontecerá no mesmo lugar (na Collins Avenue) durante o Miami Boat Show, de 11 a 15 de fevereiro.
Yachts Miami Beach tem espaço para 500 iates novos e usados, em um valor total de barcos e acessórios estimados em mais de US$ 1 bilhão.
O evento também terá um segundo local, na Marina Island Gardens Deep Harbour, na ilha Watson, com capacidade para receber superiates. A expectativa é de acomodar de 35 a 75 modelos entre 80 e 550 pés.
Com o lançamento previsto somente para o Boat Show de Dusseldorf em janeiro de 2016, o estaleiro inglês terminou o barco antes do previsto e já levou para água o primeiro barco de 30 metros de sua linha.
O projeto foi revelado durante o festival de Cannes em 2014 e estava em construção desde então. Hoje, ele foi para água para os primeiros testes de mar antes de fazer sua estreia na Alemanha.
Na mesma oportunidade o casco número 06 da linha 40 M também foi para água realizar testes de mar antes de ir para seu novo proprietário.
O estaleiro Azimut Yachts irá realizar um plantão de vendas no dia 12 de dezembro na nova Marina Itajaí, SC. Na ocasião estarão expostos os modelos 42, 50, 60 e 70 pés. O plantão será das 10:00 as 19:00.
A Intermarine apresentou no início do mês o mais novo iate da linha: a Intermarine 66. O barco é uma evolução do modelo 65, com grandes janelas do salão e novas faixas em vidro nos costados, trazendo iluminação natural e integração com o mar.
A grande plataforma de popa permite içar um bote ou moto-aquática com facilidade e ainda serve como um beach club. O ambiente ainda possui pia, churrasqueira e espaço para preparo de alimentos. A praça de popa oferece grande sofá e mesa em teca.
O flybridge possui dimensões generosas com amplos solários, sofá com mesa para refeições, posto de comando e um bar, além do hardtop elétrico que torna o local propício durante o dia e à noite. Na proa, além do solário, um elegante sofá com mesa complementa o ambiente.
Internamente, o salão impressiona pelo requinte em cada detalhe e pela bela vista para o mar. Como novidade, o corredor principal não possui degraus, criando uma circulação mais agradável e maiores possibilidades de personalização. O espaço é divido entre sala de estar, sala de jantar, cozinha e posto de comando.
Flybridge
No deck inferior encontram-se as quatro cabines. A máster está à meia-nau e ocupa toda a largura da embarcação. Possui cama queen-size, amplas janelas com vista para o mar, escrivaninha e banheiro com box fechado para banho.
Na proa encontra-se a suíte vip com cama de casal. Mais duas cabines com duas camas de solteiro cada, estão a bombordo e boreste. A Intermarine 66 é equipada com dois motores MAN 1200, que pode alcançar até 32 nós de velocidade máxima e 28 nós de velocidade de cruzeiro.
Construído pela Baltic Yachts e com design assinado pela Nauta Design, o veleiro Nikata, feito em fibra de carbono, atingiu 28 nós em sua primeira viagem transatlântica a caminho do Caribe.
O veleiro de 35 metros foi desenvolvido para ser um barco familiar e fácil de velejar, mas com toda a sua tecnologia, ele pode facilmente participar de regatas. Inclusive, já está inscrito para competir na RORC Caribbean 600 em fevereiro.
Com o casco e deck em fibra de carbono, o barco é muito leve e perfeito para grandes regatas. Foi necessário instalar uma quilha com 33 toneladas para garantir boas performances tanto em vento contra como a favor.
O interior também é assinado pela Nauta Design e foi escolhido cores claras e neutras, deixando os espaços abertos. Graças as grandes janelas instaladas no deck, a luz natural se faz presente no interior do veleiro.
O estaleiro investiu tempo e dinheiro pesquisando como reduzir o barulho e vibrações internas, redesenhando áreas e realocando equipamentos, conseguiram criar um dos mais silenciosos barcos do mercado. A bordo do Nikata, oito convidados podem ser acomodados em quatro cabines.
Criado como um barco conceito, o Hermes Speedster, traz à tona a nostalgia do passado em um pacote único. Não foi divulgado muitas informações sobre o lançamento da Seven Seas, que estará disponível para venda no próximo ano.
Iguana Yachts, com um conceito definido, esse barco anfíbio foi colocado em diversas situações para mostrar a eficiência do produto. E você, o que acha desse conceito de barco?
Selo ambiental que atesta a qualidade ambiental, segurança, bem-estar, infraestruturas de apoio e informação aos usuários de praias, marítimas ou fluviais, ou marinas, o Programa Bandeira Azul concedeu a renovação da certificação da Marinas Nacionais. O hasteamento da Bandeira Azul referente à terceira temporada aconteceu no sábado, dia 5 de dezembro de 2015.
A cerimônia teve a participação da coordenadora do programa no Brasil, Leana Bernardi. “O hasteamento da bandeira simboliza o fim de uma etapa de trabalho e o início de outra etapa muito importante: a manutenção das adequações feitas para atender aos requisitos do programa e o planejamento de melhorias. Mas não deixa de ser um momento muito importante para celebrar a conquista”, destaca.
O sócio administrador da Marinas Nacionais, Juan Alfredo Rodriguez também comenta o empenho para manter a certificação. “As exigências são duras e requerem um esforço e empenho de todos os usuários da marina, sejam colaboradores, prestadores de serviços ou clientes.”
A Marinas Nacionais conquistou o posto de primeira marina do estado de São Paulo a obter o selo, após passar pela rigorosa avaliação do órgão no Brasil credenciado para realizar a auditoria das instalações, o Instituto Ambientes em Rede.
Após a avaliação, um júri nacional e outro internacional concedem o certificado emitido pela organização não governamental (ONG) Fundação para Educação Ambiental (em inglês, Foundation for Environmental Education – FEE).
Bandeira Azul Individual
Na cerimônia, também foi entregue a primeira Bandeira Azul Individual a uma embarcação. Ricardo Granero, proprietário da embarcação Baltas, uma Intermarine 53, recebeu a bandeira das mãos da coordenadora do Programa Bandeira Azul no Brasil, Leana Bernardi.
A certificação foi conquistada após o barco passar pela auditoria realizada pela responsável pelo setor de meio ambiente da Marinas Nacionais, Leila Pio dos Santos. “O proprietário da embarcação assina um termo de compromisso, onde se compromete em manter uma conduta ambiental e sustentável no barco, dentro e fora das dependências da marina.”
Entre as condutas que devem ser adotadas estão a coleta seletiva, tanto dentro quanto fora da embarcação, utilização de produtos biodegradáveis ou específicos para lavagem náutica e instalação de todos os equipamentos necessário para impedir que a embarcação polua as águas com produtos residuais.
Barco especial
A embarcação Baltas, uma Intermarine 53, possui duas soluções diferenciadas que o capitão de esporte recreio, Aluísio Matos, adaptou para economia de água e prevenção da poluição das águas.
A iniciativa ganhou o apoio do proprietário da embarcação, Ricardo Granero, diretor Alternativa Ambiental, empresa que atua na logística de coleta, tratamento e destinação de resíduos industriais, além de prestar orientação para adequações e obter licenciamentos junto aos órgãos de controle ambiental.
Um dos dispositivos serve para abastecer os tanques do barco com chuva. A ideia surgiu quando a Baltas estava ancorada no Saco do Céu, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, durante um passeio da família. “Os tanques estavam com metade da capacidade quando uma chuva de verão encheu o bote inflável do barco. Ao ver toda aquela água acumulada, eu não tive dúvidas, bombeei tudo para dentro do tanque pelo bocal do sistema original de abastecimento”, conta Aluísio que possui 22 anos de profissão.
Quando voltou da viagem, elaborou uma solução mais prática e definitiva. “A chuva escorre pelo parabrisa e proa até o ralo do passadiço. Ao lado dele, mandei fazer um orifício no casco e conectei uma mangueira com filtro de impureza e um registro à tubulação já existente”, explica. “Eu descarto os primeiros minutos para eliminar possíveis detritos e depois tampo o ralo para a água seguir para o orifício”. Como o armazenamento dos tanques não é para consumo humano, não há maiores problemas.
Poupando tempo e dinheiro
Pode parecer pouca economia mas significa mais tempo de lazer e óleo diesel no tanque. “Do Saco do Céu, em Angra dos Reis, até um ponto com água potável gasta meia hora”, calcula Aluísio. “Como o motor consome 200 litros de diesel por hora, a R$ 4,00 em média o litro, a ida e a volta saem por R$ 800,00.” Ainda evita a poluição atmosférica com emissão de gases do motor no trajeto.
Outro ganho é de tempo. “Fora o deslocamento e o trabalho de guardar tudo, são comuns filas para o atendimento nos postos durante a temporada.” Aluísio ressalta que não falta chuva na região de Angra, Ubatuba, Paraty e Ilhabela durante o verão.
Abastecimento sem vazamento
O proprietário Ricardo Granero conta que uma das preocupações da família foi a necessidade de proteger um bem comum, o mar. “Aproveitamos o barco como se fosse nossa casa”, conta. “Quando comprei esse novo barco, eu e o Aluísio começamos a pensar em como reduzir o impacto do uso sobre o meio ambiente. Afinal, odiamos encontrar lixo e manchas de óleo no mar”.
Um dos cuidados recorrentes é evitar o transbordamento de combustível durante o abastecimento, causando a contaminação das águas. Aluísio já tinha pensado em um dispositivo para evitar o problema no barco anterior, mas o espaço no porão do barco não era suficiente. “Adaptei ao respiro original do tanque um recipiente com 30 cm de altura e capacidade para 3,5 litros. A função dele é acumular o excesso e evitar que seja lançado para fora do barco pelo respiro. Depois o diesel volta por gravidade ao tanque”, conta.
Aluísio explica ainda que não existe chance de transbordamento da peça por estar em um nível mais alto do que o tanque. “Antes dele encher, transborda no bocal de abastecimento.”
Que sirva de incentivo para outras soluções que nos ajudem a proteger nosso planeta.