Evento encerrou no último domingo e apresentou o último lançamento, Schaefer 560
Foi um sucesso o Schaefer Yachts Show, encerrado no último domingo na sede do estaleiro catarinense, sob a ponte Hercílio Luz, principal cartão postal de Florianópolis. Entre 3 e 6 de dezembro os visitantes puderam passar momentos agradáveis e conferir de perto toda a linha da empresa, com destaque para a Schaefer 560, lançada em outubro passado. Com embarcações novas e seminovas e condições especiais de pagamento, os presentes puderam checar a magnitude de barcos entre 30 e 64 pés, além de realizar test-drive no local.
Moran Yacht & Ship anunciou a venda do megaiate de 139 metros conhecido como Projeto Redwood. A construção já começou no estaleiro, mas de acordo com a empresa de brokerage, este projeto será secreto.
Isso é normal em barcos desse porte, principalmente para preservar a identidade do proprietário e para manter a fase inicial de projeto dentro do cronograma. O que se sabe até agora é que o design é assinado por Nuvolari Lenard e foi incorporado diversos itens exclusivos que serão revelados ao longo da fase de construção.
A equipe também é responsável pelo design interior do megaiate, que receberá 36 convidados em 20 quartos. O casco será feito de aço com a superestrutura em alumínio.
Esta será a segunda vez que a parceria Lürssen, Nuvolari Lenard e Moran Yacht é feita, na primeira ocasião, foi desenvolvido o megaiate de 88 metros QUATTROELLE em 2013. Ele foi finalista em 2014 do World Superyacht Awards.
O estaleiro inglês Revolver Boats divulgou as primeiras imagens do novo barco de console central, o Revolver 43CC. Depois de lançar o 42R ea 44GT em 2015, a empresa agora trabalha neste novo projeto de alto desempenho com motores de popa.
O modelo terá quase 13 metros de comprimento e será especialmente voltado para os mercados dos EUA e Emirados Árabes Unidos. O projeto é do designer italiano Alberto Mancini (AM Yacht Design), que também projetou o Revolver 44GT.
Segundo o estaleiro, o 43CC se baseia em elementos de design introduzidos em modelos anteriores e inspirados no mundo dos supercarros esportivos, com um spoiler traseiro que lembra os carros de 1960. “Ele combina espaços versáteis a bordo, típicos de um barco aberto, com o excelente desempenho e manuseio que se tornaram uma das marcas distintivas da Revolver”, disse o comunicado da empresa.
O barco será equipado com motores Seven Marine e atingirá uma velocidade máxima de mais de 50 nós. A previsão de lançamento é em 2016.
Pré-lançada em dezembro de 2015, a Intermarine 62 é a grande novidade da Intermarine, que ganhará os mares no segundo semestre de 2016, com inovações sem paralelos no mercado nacional.
Projetada pelo designer Luiz de Basto, a Intermarine 62 destaca-se por seu design elegante e pelo seu volume externo, que resulta em áreas mais espaçosas, tanto no exterior quanto no interior da embarcação.
A inovação está presente também em diversas soluções adotadas a bordo. Com a excelente navegabilidade e performance, características que a Intermarine possui, a 62 ainda traz acabamento primoroso e diversas opções de customização e layout.
Oferecer uma experiência incomparável ao ar livre. Essa foi a missão ao conceber o beach club da Intermarine 62, um verdadeiro lounge com 18 m2 no nível do mar, localizado na popa. Ao ancorar a embarcação, duas plataformas laterais no costado abrem-se e conectam-se à plataforma de popa central, com 2 metros de comprimento e 4,60 m de largura. Somando-se às duas plataforma laterais com 2,20 m x 1m cada, cria-se uma nova área de convivência para desfrutar, com muito mais espaço que qualquer outra embarcação. A plataforma de popa central possui ainda lift hidráulico, para utilizá-la como uma praia particular a bordo ou içar um bote ou jet-ski. O espaço gourmet é equipado com churrasqueira elétrica, pia e espaço para o preparo de alimentos.
Ficha técnica:
Comprimento total com púlpito: 18,95 m (62,17′)
Comprimento do casco com plataforma de popa: 18,60 m (61,02′)
Boca máxima: 5,05 m m (16,56′)
Boca máxima com beach club aberto: 6,45 m (21,16′)
Calado máximo: 1,50 m (4,92′ Volvo) / 1,23 m (4,03′ MAN – opcional)
Altura acima da linha d´agua (1): 6,15 m (20,17′)
Ângulo do V na popa: 13,8°
Deslocamento vazio (2): 26 t
Deslocamento carregado (3): 32 t
Velocidade máxima (4): 34 nós (Volvo) / 35 nós (MAN – opcional)
Velocidade de cruzeiro (4): 28 nós (Volvo) / 29 nós (MAN – opcional)
Tanque de combustível: 2800 l
Tanque de água: 750 l
Motorização: 2 x Volvo IPS 1200 / 2 x MAN 1200 (opcional)
Capacidade máxima de passageiros: 22
Cabines: 3+1
Leitos: 6+2
Banheiros: 3+1
Projeto: Luiz de Basto Designs
(1) Altura máxima com deslocamento vazio, não considera antenas de rádio, radar, televisão por satélite e demais equipamentos instalados no hardtop
(2) Deslocamento com tanques vazios, sem passageiros, salvatagem ou provisões
(3) Deslocamento com tanques cheios e capacidade máxima de passageiros
(4) Os dados de desempenho serão confirmados após testes de mar com a embarcação no segundo semestre de 2016. Os dados são estimados conforme a norma ISO 8666: 3 pessoas a bordo, respectivos equipamentos de salvatagem e 25% da capacidade de combustível nos tanques. Não estão inclusos água doce, esgoto, mantimentos e equipamentos soltos que não façam parte da embarcação.
*Como parte de sua estratégia de constante inovação tecnológica e design de seus produtos, a Intermarine reserva-se o direito de alterar características técnicas da embarcação sem aviso prévio.
O estaleiro Princess Yachts confirmou que fará um lançamento mundial durante o London Boat Show (de 8 a 17 de janeiro). O modelo de 75 pés possui um elegante estilo exterior com novo design para as janelas do costado. A embarcação oferece uma eficiente e ágil navegação de cruzeiro, com o casco em V-profundo que permiti-lhe planar em velocidades mais baixas. Com uma escolha de três motores, pode atingir velocidades de até 35 nós com um modelo MAN 1800 V12.
O layout do deck fornece uma variedade de opções para entreter ou relaxar, incluindo uma proa com sofá em forma de U e solário. Além da vista panorâmica do flybridge, a área possui assento em forma de U com mesa de jantar, solário e “wetbar”. Há também a opção de instalar uma jacuzzi ou o guincho que armazenará um tender.
No salão principal, portas de vidro deslizantes separam a cozinha da sala de estar. No deck inferior, todas as três cabines de hóspedes possuem banheiro privativo, enquanto a suíte máster está a meia-nau, equipada com um hall de entrada privado, closet e uma televisão de 46 polegadas com sistema de entretenimento.
A Beneteau mostrou as primeiras imagens do novo Swfit Trawler 30 na inauguração do salão de Paris, que abriu as portas nesse final de semana. A última adição a linha de trawlers da Beneteau será apresentado ao mercado americano durante o Miami Boat Show em fevereiro de 2016.
Desde que a linha Swift Trawler foi lançada em 2003, ela estabeleceu uma referência em barcos de pequeno porte que atinge grandes distâncias. O novo modelo deverá alcançar 200 MN a uma velocidade de 15 nós.
Número de tripulações inscritas animou a organização e os próprios velejadores, trazendo perspectivas de evolução para 2016
O XV Circuito Ilhabela de vela oceânica foi encerrado neste fim de semana (5 e 6) no Yacht Club de Ilhabela com 41 barcos na raia, motivo de satisfação para a Comissão de Regata (CR). “Colocar todas essas embarcações para competir em Ilhabela em plena crise demonstra um número expressivo, é muito barco, uma ótima condição”, exalta o diretor da CR, Cuca Sodré. Otimista, o juiz internacional prevê novidades para 2016. “Vamos criar a divisão Silver para a classe RGS e implantar a Bico de Proa, categoria com a finalidade de oferecer uma porta de entrada e acolher novos velejadores”.
Os planos rumo ao futuro já estão sendo traçados devido ao apoio incondicional da Suzuki Veículos à vela. O patrocínio está renovado para mais uma temporada. Nas regatas decisivas deste domingo (6), com vento sudoeste em torno de 12 nós (20 km/h), algumas das classes em disputa na Copa Swift Sport confirmaram o domínio das tripulações que tiverem a oportunidade de treinar de forma mais intensa ao longo do ano. Porsche (C30), Ginga (HPE 25) e Asbar Total Balance (RGS), contam com velejadores nativos da ilha ou frequentadores mais assíduos da Capital Nacional da Vela.
“Estamos com a mesma tripulação há três anos. O barco fica no Grêmio de Vela de Ilhabela (GVI) e saímos para treinar pelo menos duas ou três vezes por mês”, afirma Tináh, natural de Ilhabela, tático e responsável pelo gerenciamento da equipe do Asbar, comandado por Sérgio Klepacz, que nem sempre está embarcado nas regatas. “A Copa Swift Sport mostrou a força da vela oceânica. Há uma proposta para pegarmos um barco maior no próximo ano e mudarmos de classe”, revela Tináh, vencedor da RGS Geral e na divisão “B”.
O Porsche dominou a temporada na classe C30. Um dos motivos da evolução foi o investimento nos treinos. “Fomos mais regulares e eficientes neste ano porque conseguimos elaborar uma programação de treinos”, admite Marcos de Oliveira Cesar, comandante do Porsche, campeão na C30, título inédito para a equipe paulista. Na classe HPE 25, Breno Chvaicer, comandante do campeão Ginga, segue a mesma linha. “A concorrência está cada vez mais forte e precisamos investir nos treinos. É a única maneira de nos mantermos à frente na classe”, considera Chvaicer, responsável pela tripulação formada por caiçaras.
Os vencedores da quarta e última etapa de 2015 são: Porsche (C30), Jazz (RGS A), Asbar (RGS B), Sextante (RGS C), Cocoon (Cruiser), Ginga (HPE 25) e Tahiti Nui (HPE 30). As tripulações mais eficientes da temporada receberam como prêmio, miniaturas de canoas caiçaras, elaboradas pelo artesão Davi Borges, de Ilhabela. A organização e a realização da Copa Swift Sport são do Yacht Club de Ilhabela, o patrocínio de SUZUKI VEÍCULOS, com apoios de Ser Glass, North Sails, Revista Mariner, Ancoradouro, Antena 1, SailStation, Prefeitura Municipal de Ilhabela e SPOT Global Phone, da Globalstar.
Os primeiros colocados (1º a 3º) na Copa Swift Sport de 2015:
RGS Geral: Asbar Total Balance, Inaê Transbrasa e Fram
O estaleiro norteamericano Palmer Johnson lançou os primeiros renders de um novo projeto: uma lancha baseada nos carros superesportivos da Bugatti, devidamente licenciada pela montadora italiana. A série Bugatti Niniette está apenas em fase de conceito no momento, mas os desenhos iniciais são muito promissores. O primeiro modelo é o Bugatti PJ63, um modelo 63 pés de comprimento (quase 20 metros) e 20,3 pés de boca (6,2 metros) com luxuosas acomodações para quatro pessoas e uma cabine de tripulantes. O casco será em fibra de carbono e o barco terá uma velocidade máxima de 38 nós.
O preço inicial para a primeira lancha Bugatti poderá estar em torno de € 3.250.000, e por esse preço você teria um cockpit de 63 m2, bem como um salão de 43 m2 no deck inferior. O proprietário terá uma escolha de acabamento nos decks, entre madeiras marrom (de árvore africana bubinga) ou azul (derivada de carvalho). Entre os opcionais inclui um bimini hardtop.
Segundo o estaleiro, a gama também incluirá um modelo de entrada de 42 pés (PJ42 Niniette) e um de 88 pés (PJ88 Niniette). “Este projeto muito especial une duas marcas com mais de 100 anos de experiência na elaboração de modelos de alta qualidade em em seus respectivos campos”, disse Stefan Brungs, diretor de vendas e marketing da Bugatti. “Palmer Johnson criou não apenas um projeto incrivelmente elegante e bonito, mas também uma obra-prima do artesanato com fibra de carbono, titânio e madeiras de alta qualidade. Este item de colecionador vai empolgar aficionados marítimos”, completou.
O design é visivelmente a cara do estaleiro, com a proa com ângulos reversos e costado com linhas aerodinâmicas, que lembram o estilo do modelo 38M SuperSport. Enquanto isso, o toque Bugatti está na popa elegantemente curvada, com o icônico emblema EB na plataforma. “Estamos orgulhosos de ser poder usar o nome Bugatti e seu DNA de design para a nossa nova linha de modelos”, disse Timur Mohamed, proprietário do estaleiro. A previsão de início de produção desses três modelos é de 12 meses.
Pelo segundo ano consecutivo, o veleiro Katana, da classe C30, foi o Fita Azul (primeiro barco a completar a prova no tempo real) da tradicional Regata Volta a Ilha, que encerrou o calendário de atividades náuticas do Iate Clube de Santa Catarina. Em uma chegada extremamente equilibrada, a embarcação do comandante Cesar Gomes cruzou a linha de chegada próximo das 22h20, um minuto à frente do Itajaí Sailing Team, da classe ORC.
“Foi uma regata muito produtiva. O Katana é um barco muito competitivo. A gente tinha outros adversários de níveis e no final conseguimos nos destacar um pouco e cruzamos na frente”, disse o comandante Cesar Gomes.
Como em todos os anos, sempre existe a expectativa com quebra de recorde, mas ao longo da semana a previsão apontava para um dia de condições difíceis, que se provaram corretas na manhã da regata. Em um dia que variou entre ventos fraco no início do dia e muito forte no decorrer da prova, a 47ªRegata Volta a Ilha tornou-se um desafio de aproximadamente doze horas para os primeiros colocados. Sol, chuva, momentos de calmaria e condições adversas exigiriam muito das equipes ao longo do percurso de 65 milhas (120km), em um cenário muito parecido com a edição do ano passado.
A largada ocorreu as 10h, com vento nordeste de fraca intensidade e logo após o começo baixou ainda mais. Ainda no início da regata, o Katana teve um problema após se enroscar com uma rede, mas contornou bem a situação voltando logo para o páreo. As primeiras horas foram de calmaria, até que o vento sul entrou variando de 10-12 nós, chegando a 15 em alguns momentos.
Após passarem pelas praias do leste da Ilha, já próximos ao Santinho, o ventou apertou consideravelmente, chegando a passar de 30 nós. Dessa forma o ritmo da prova aumentou bastante. As embarcações C30 dominaram o percurso quase por completo e vinham na frente a todo momento. Katana, Zeus e Corta Vento repetiam o mesmo cenário do ano passado, com o Itajaí Sailing Team vindo logo atrás.
Na parte final da regata, já na Baía Norte, a equipe de Itajaí começou a tirar a diferença para os adversários, ultrapassando o Zeus e Corta Vento. Em um final emocionante, o veleiro da classe ORC tentou de tudo, mas por pouco mais de um minuto não conseguiu superar o Katana.
“A regata muito longa é difícil por causa disso, ainda mais em condições de vento fraco. Foi um dia cheio de bandeiras amarelas, que são os pontos onde recomeça tudo. Aconteceu muito no Sul da Ilha isso e até mesmo aqui dentro da Baía. Isso tornou tudo mais difícil e competitivo, tanto que chegamos apenas alguns segundos à frente do Itajaí Sailing Team. A Volta a Ilha é uma regata que não tem aquela coisa de já perdemos ou já ganhou, tem que lutar até o final, o que torna tudo mais interessante”, completa Cesar.
Assim como em 2014, os veleiros C30 dominaram a regata quase que por inteiro. A frente a partir da passagem pelo Pântano do Sul, Katana, Zeus e Corta Vento vieram liderando a flotilha, com pequena vantagem para o Katana, que manteve a ponta até o fim. Ultrapassados apenas no final pelo veleiro Itajaí Sailing Team, da classe ORC, Zeus e Corta Vento completaram o percurso em 2º e 3º, respectivamente, na classe.
Primeiro ORC a cruzar, o Itajaí Sailing Team acabou na terceira colocação na classe. Após a correção de tempo, o Melody 5 acabou com a vitória, seguido pelo Catuana Kim.
Na RGS A, o Plancton foi o grande vencedor da Regata Volta a Ilha, seguido por Argonauta, Garrotilho e Açores III. Na RGS B, o Zephyrus superou Bom Abrigo, segundo, e Zuriel, terceiro, para confirmar o título na classe. Encerrando as disputas, o Quival levou a melhor na RGS Cruzeiro, enquanto o Flying Soul foi o campeão da Multicasco
15ª Regata Volta a Ilha do Largo – Ilha de Ratones
Paralelo a disputa da Regata Volta a Ilha, neste sábado ocorreu também a 15ª edição da Regata Volta a Ilha do Largo – Ilha de Ratones, e mais uma vez o Força 12 (HPE25) repetiu a vitória do ano anterior. A embarcação do comandante Arno Juk completou a prova em pouco mais de 7h30, cruzando em primeiro próximo das 17h35. Na classe Carmelitas, após correção de tempo, o Tintiun foi o vencedor, seguido por Carino e Euphoria.
O estaleiro Sylvestre está de volta ao mercado. Depois do veleiro Boto 16 (com mais de 150 unidades vendidas desde a década de 1980), agora a empresa lança o veleiro Boto 23, baseado no design do antigo Mod 23, fabricado pelo estaleiro MOD Yachts, com muitas alterações no casco, mastro e velas.
Com um amplo cockpit e uma cabine confortável para um fim de semana a bordo, o Boto 23 possui um casco reforçado laminado à mão, numa combinação de fibra de vidro e coremate. Sua mastreação robusta com brandais laterais duplos e estais de proa e popa o tornam um veleiro seguro em ventos fortes.
A quilha central baixa com uma bolina retrátil embutida torna o Boto o barco bom para lagos, represas e mar, podendo ser rebocado facilmente em carreta e encostado em qualquer praia.
Seu layout interior inclui uma cabine de proa com cama de casal e banheiro, cozinha, mesa central adaptável à cozinha ou ao cockpit e dois sofás-beliches a meia-nau (um de cada lado).
Ficha Técnica do Boto 23
Comprimento total: 7 m
Comprimento da linha d’água: 5,89 m
Calado: 0,55 m / 1,50 m
Boca máxima: 2,58 m
Deslocamento: 1.100 kg
Lastro: 210 kg
Caixa d’água 20 litros
Área Vélica: 20 m²