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Números confirmam que Volvo Ocean Race 2014-15 foi a melhor da história

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ALICANTE, Espanha, 3 de novembro de 2015 – A edição 2014-15 da Volvo Ocean Race foi, segundo o balanço oficial, o mais bem sucedido dos 42 anos de história da Volta ao Mundo. Um dos principais dados do relatório, apresentado nesta segunda-feira (2), é o aumento do número de visitantes nas 11 cidades-sede do evento, incluindo a brasileira Itajaí e a portuguesa Lisboa, com 2,4 milhões de pessoas, aumento de 16% em relação à edição anterior.
“A Volvo Ocean Race é um evento cheio de oportunidade de alto-nível para todos, dentro e fora da água”, disse o CEO da regata, Knut Frostad.

 

 

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A Volvo Ocean Race oferece um programa abrangente que proporciona aos seus clientes uma gama de experiências de nível internacional. São ações como velejar com os atletas, ter contato próximo ao local da regatas e outras mais. “Recebemos um número recorde de visitantes corporativos em oito de nossas 10 etapas em todo o mundo – uma tendência global muito positiva”, acrescentou Knut Frostad

Mais números

* Recorde de clientes corporativos impactados com experiências únicas na Volvo Ocean Race: 70.471 pessoas. Número é três vezes maior do que o anterior;

* 2,4 milhões de visitantes, aumento de 16% no número médio diário de 2011-12;

* Aumento de 140% em audiência online em 113 países;

* Crescimento de 27% no valor de publicidade de TV : 293.000.000 de euros. número explicado graças à melhoria do conteúdo dos repórteres a bordo e meios de melhor qualidade cobrindo a regata;

* 7.663 horas de cobertura televisiva mundial alcançadas – um aumento de 59% em relação a 2011-12;

* As equipes participantes tiveram retorno de mídia médio de 47.500.000 de euros;

* Um dos aspectos mais populares do programa foi o convidado Onboard experiência que deu a 2.451 visitantes a oportunidade de correr em um dos sete Volvo Ocean 65s. Aumento de 58% em relação a 2011-12;

Knut Frostad continuou: “Estamos dando para mais pessoas a oportunidade inesquecível, que não tem preço. Correr a regata ao lados dos melhores do mundo, ver o barco e sentir a emoção não tem dinheiro que compre”.

O evento contou com várias cerimônias de premiação, lançamentos de produtos, conferências e outras oportunidades.

 

 

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O novo conceito

A decisão de mudar os barcos e definir uma classe única, ou seja, veleiros rigorosamente iguais, deu certo na parte técnica e deu mais emoção. Regatas eram definidas nos últimos segundos, faltando pouco para a chegada nos portos.
“Nós vimos seis dos sete barcos ganharem uma regata local e uma travessia”, disse Knut Frostad. “Foram sete vezes em que o vencedor ganhou com diferença de 5 minutos para o segundo, o que é inédito em regatas de longa distância”.

Velejadores de 19 países diferentes participaram do evento! “A regata é um evento global. Além de visitar 11 países ao redor do mundo, as equipes estão cada vez mais internacionais”, acrescentou Knut Frostad.

O site oficial da Volvo Ocean Race apresenta conteúdo em quatro línguas diferentes, e uma equipe profissional de imprensa produziu atualizações e novidades em mais cinco idiomas.

Com mais de 2,4 milhões de visitantes de todos os cantos do planeta, as Vilas da Regata teve média diária de 16.326 pessoas.

Os repórteres a bordo embarcados em cada barco entregaram conteúdo em alta definição. “O principal objetivo desta edição foi aumentar e focar na qualidade em vez da quantidade. Vimos uma grande melhoria na cobertura on-line e nos impressos”, disse Frostad.

Da mesma forma, em termos de produção de notícias de TV, o conteúdo da regata teve audiência impressionante, levando a um aumento de 27% em valor publicidade nesta área para 293.000.000 euros, segundo a empresa global de monitoramento de mídia Repucom.

Enquanto isso, os organizadores da regata continuaram a explorar novas maneiras de contar a história deste esforço humano de nove meses.

O app oficial Volvo Ocean Race teve 391.000 downloads – mais do dobro da edição anterior.

E as plataformas de mídia social Volvo Ocean Race também experimentaram crescimento e altos níveis de envolvimento – com 1.200.000 de fãs acompanhando o evento no Facebook e no Twitter.

A regata continua a oferecer oportunidades altamente lucrativas para os patrocinadores. O valor médio medio por equipe, medido pela Repucom, foi 47.500.000 de euros.

Mesmo para o Team Vestas Wind, equipe que passou grande parte da regata fora por causa de um problema na segunda etapa, o retorno de mídia foi alto, batendo em 28 milhões de euros.

Para as 11 cidades que receberam a edição 2014-15, os resultados financeiros foram igualmente positivos. O impacto econômico da regata em Alicante, onde fica o quartel general do evento, foi de 89.300.000 euros, segundo a PricewaterhouseCooper.

A próxima edição da Volvo Ocean Race será a de número 13 e começará em Alicante, na Espanha, em 2017. Sete cidades-sede já foram confirmadas: Alicante, Auckland, Cidade do Cabo, Cardiff, Gotemburgo, Lisboa e Newport. O percurso completo será divulgado em 2016.

 

Volvo Ocean Race

Um jeito diferente de transportar seu iate

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Já imaginou levar seu iate para qualquer lugar do mundo, sem ser navegando? Essa poderá ser a solução do futuro. O estúdio londrino Andrew Winch Designs desenhou o que poderá ser o Zeppelin do futuro.

O projeto chamado de Halo apresenta um dirigível abastecido de gás Hélio capaz de carregar um superiate. Enquanto o A380, o maior avião do mundo, pode transportar 150 toneladas, a aeronave poderá carregar até 250 toneladas.

 

 

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O dirigível deverá atingir uma velocidade máxima de 209 km/h, com uma autonomia de 9.600 quilômetros. Certamente será capaz de explorar as áreas mais remotas do planeta. Em algumas partes do Zeppelin o piso é de vidro, com a possibilidade de desfrutar a vista abaixo de você. O anel externo também poderá ser baixado para o passageiro explorar a terra ou o mar, criando uma ilha privada.

Com um tamanho equivalente a quatro campos de futebol, ele será capaz de transportar vários carros, helicópteros e outros brinquedos. À princípio, a ideia pode soar absurda, mas um protótipo de 266 pés realizou teste de voo nos Estados Unidos e foi aprovado pela America’s Federal Aviation Administration (órgão local). É esperar para ver!

 

 

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Azimut Yachts realiza o “Dia D Azimut”

Após receber a certificação do ISO 9001, a Azimut Yachts do Brasil segue no processo de melhoria contínua para garantir mais eficiência, redução de custos e ocupação plena de sua capacidade produtiva. Assim, no dia 26 de outubro aconteceu o “Dia D Azimut”, onde foram realizados vários workshops com dinâmicas preparadas pelos próprios colaboradores com formas práticas de se aplicar as ferramentas da manufatura enxuta nos processos fabris. Os mais de 300 colaboradores dos setores produtivo e administrativo participaram das atividades.

“O ‘Dia D Azimut’ foi criado com o objetivo de mobilizar os colaboradores para conscientização do Lean Manufacturing ou manufatura enxuta. É necessário entender que todos os processos estão interligados e que para encarar os desafios de um mercado instável é importante saber utilizar os recursos que se tem para agregar ainda mais valor ao cliente interno e externo”, explicou o diretor industrial do estaleiro, Roberto Paião.

 

 

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“Após o planejamento para a criação de times e aperfeiçoamento dos colaboradores, marcamos o start de uma incorporação da melhoria sem fim. Os resultados foram bastantes satisfatórios, por isso nossa intenção é de que esta transformação seja permanente. Todos estão engajados para este futuro, para que tenhamos cada vez mais excelência na entrega dos iates produzidos no Brasil além de um relacionamento de qualidade com os fornecedores e principalmente com os clientes”, complementou.

Para aperfeiçoar o processo de construção dos iates que ainda tem um grande percentual artesanal e aumentar a produtividade e reduzir os erros sem perder de vista a qualidade, o departamento industrial da Azimut tem adotado práticas de gestão que trazem experiências positivas dos setores automobilístico e aeronáutico.

Imprevisto obriga brasileiros a mudar de rota na Transat Jacques Vabre

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Único barco do Brasil segue pelas Ilhas Canárias na travessia do Atlântico entre a França e o Brasil

Após ter um problema na vela genoa, a única dupla brasileira na disputa da Transat Jacques Vabre 2015, travessia entre Le Havre (França) e Itajaí (Santa Catarina), vem se afastando do restante da flotilha e segue pelas Ilhas Canárias para fazer a reparação a bordo. O campeão olímpico Edu Penido e seu parceiro Renato Araújo se mantêm na sexta posição entre os barcos da Class40 a bordo do Zetra.

 

 

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“A gente vai esperar o momento em que o mar estiver mais calmo, porque temos que ir até a proa. Não dá para fazer agora. Primeiro, porque está difícil de chegar na proa e, depois, porque não pode molhar. Vai ter que passar resina e recolocar o cabo que prende a genoa pequena”, explica Renato.

O problema na peça que sustenta o cabo da vela foi constatado há dois dias. A partir daí, conta o brasileiro, eles tiveram que mudar a rota para evitar o vento contra e preservar o restante das velas. “Tudo o que a gente queria ter andado para Oeste, teve que voltar para Leste nessa noite. Não tinha mais como voltar a ganhar altura e acompanhar os barcos que estão na nossa frente mais para Oeste”, completa.

Apesar das condições limitadas a bordo, a dupla se mantém em sexto lugar entre os barcos da Class40, melhor colocação dos brasileiros desde a largada no dia 25 de outubro, na cidade francesa de Le Havre. “Estamos entrando no ritmo. Há cansaço, mas ao mesmo tempo a gente está conseguindo descansar de um dia para o outro”, conta Renato. A previsão de chegada em Itajaí (Santa Catarina), se mantém para meados de novembro.

Em comparação com as demais equipes, os brasileiros estão entre aqueles que passaram praticamente ilesos por três tempestades sequenciais durante a primeira semana de curso. A regata entre a França e o Brasil, considerada a maior travessia transatlântica do mundo, já registrou 17 abandonos. Entre as causas das desistências estão capotagem, perda do mastro e falta de energia a bordo. Integrantes de duas equipes foram resgatados por helicóptero.

Sobre a TJV2015
A regata, que é disputada em duplas, larga sempre da cidade portuária de Le Havre, na Normandia, com destino a um país produtor de café, característica que lhe rendeu o apelido de “Rota do Café”. Já tendo passado por cidades como Cartagena (Colômbia), Puerto Limon (Costa Rica) e Salvador (BA) em 11 edições, essa será a segunda vez que a competição terá a cidade catarinense como chegada. Em 2013, a regata reuniu mais de 590 mil visitantes nas duas Vilas da Regata (Le Havre e Itajaí).

Crédito da foto: Jean-Marie Liot/ DPPI/ Transat Jacques Vabre 2015

 

Transat Jacques Vabre

Sunseeker revela primeiras imagens do novo iate de 131 pés

As primeiras imagens do mais novo barco da Sunseeker foram reveladas pelo estaleiro. O iate de 131 pés apresenta linhas exteriores ousadas. Após um ano de desenvolvimento e construção, o casco número 1 está finalizado e passará por intensivos testes de mar antes de ser entregue aos proprietários.

 

 

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O estaleiro estima que esse tri-deck terá uma velocidade máxima de 23 nós e uma velocidade de cruzeiro de 12 nós. O interior é imponente e totalmente customizado (desde os tecidos, móveis até o layout). Nesse modelo em específico, o proprietário optou por cores claras e abundância de superfícies espelhadas.

A Sunseeker celebrou recentemente a construção do centésimo barco acima dos 100 pés e o modelo 131 já possui quatro cascos vendidos, que será lançado no início de 2016.

 

Sunseeker

Scheidt estreia na vice-liderança na Copa do Mundo de Vela

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Na disputa entre os melhores do mundo na classe Laser na etapa final da Copa do Mundo de Vela, Robert Scheidt mostrou um bom desempenho em Abu Dhabi. O velejador foi terceiro colocado nas duas regatas desta quinta-feira (29) e terminou o dia na vice-liderança, com 6 pontos perdidos. O australiano Tom Burton é o líder, com 3 pontos perdidos.

Para evitar o calor extremo na raia da competição, com os termômetros chegando a 40º ao meio-dia, os velejadores foram para a água logo pela manhã. Ventos de terra de 15 nós tornaram as regatas mais rápidas. “Tive um bom começo. Fui consistente nas duas provas do dia”, avaliou Scheidt.

A competição nos Emirados Árabes Unidos é restrita aos 20 primeiros colocados do ranking mundial de cada classe, aumentando o nível técnico da disputa. Scheidt é o 12º do mundo na Laser. A última etapa da Copa do Mundo nos Emirados Árabes Unidos segue nesta sexta-feira (30) com mais duas regatas, também pela manhã, a partir das 10 horas (4 horas no Brasil). No domingo, os dez primeiros colocados disputam a medal race.

 

 

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Fotos Pedro Martinez/Sailing Energy/ISAF (abertura) e Thom Touw

 

Copa do Mundo de Vela

Marina Itajaí já é uma realidade

A maior marina do Brasil já desenha suas formas na Baía Afonso Wippel, em Itajaí, SC. O que antes era apenas uma área aterrada, hoje já existe uma estrutura capaz de receber as mais diversas embarcações.

O complexo náutico já deu início às operações e será inaugurado em novembro. Neste primeiro momento serão disponibilizadas 320 vagas (165 molhadas e 155 secas) e sua ampliação será realizada conforme demanda por novas vagas, devendo chegar à capacidade plena de 900 vagas em 2019.

 

 

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Com investimentos que ultrapassam R$ 40 milhões, a Marina Itajaí ocupa uma área em terra de 30 mil m² e 120 mil m² de espelho d´água.

Devido a sua estrutura, a Marina Itajaí foi escolhida pelos organizadores da Regata Transat Jacques Vabre para abrigar 70% dos barcos participantes da competição, incluindo os maiores e mais rápidos barcos da categoria IMOCA, veleiros de até 102 pés que cruzarão o oceano Atlântico em oito dias de navegação.

 

 

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Nesta edição da regata o público poderá acompanhar a movimentação dos barcos vista da costa no percurso entre Itajaí e Itapema. Após a chegada dos veleiros, eles participarão de uma regata in-shore, onde largam em Itajaí, seguem até Itapema, contornam um circuito de boias na praia principal e retornam.

O público poderá conferir de perto toda a estrutura da Marina Itajaí, pois durante a competição o espaço estará aberto à visitação.

 

Marina Itajaí

Primeiras fotos da nova Mangusta 94, que chegou aos EUA

Foram divulgadas as primeiras imagens do interior do mais recente modelo da Mangusta 94. Lançado em setembro, o iate chegou aos Estados Unidos para participar do Fort Lauderdale International Boat Show e iniciar a temporada náutica no continente.

 

 

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Essa versão foi fabricada especialmente para o mercado americano e é equipada com um posto de comando adicional no flybridge. Foi dada uma grande importância para a iluminação natural a bordo e isso pode ser notado nas grandes áreas envidraçadas no deck principal e largas janelas na suíte do proprietário.

 

 

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Nesse casco número 3, o layout interior se destaca pelo máximo conforto proporcionado aos hóspedes, assim como uma total separação com a área da tripulação. Ao todo, são quatro cabines que podem acomodar até nove convidados.

 

 

 

 

Mangusta 94

Conheça um novo conceito de moto anfíbia

A empresa norte-americana Gibbs Sports, especializada em veículos anfíbios, apresentou dois novos conceitos de moto e triciclo para integrar a sua linha.

Chamados de Biski e Triski, respectivamente, os veículos foram apresentados no AIM Expo, salão de motos realizado nos Estados Unidos.

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Com duas rodas, a moto Biski possui motor de 2 cilindros com 55 cavalos de potência e um peso de 228 kg. A velocidade máxima é de 128 km/h na terra e 60 km/h na água. Segundo a empresa, o veículo leva três segundos para se estabilizar na água e a adaptação dura cinco segundos, onde as rodas são recolhidas e o Biski se transforma em uma moto-aquática.

Confira o vídeo promocional do veículo:

 

Moto anfíbia

Brasileiros sofrem com mau tempo na Transat Jacques Vabre

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Como se não bastasse o desgaste físico por fazer uma travessia de 10 mil quilômetros em dupla, os brasileiros Eduardo Penido e Renato Araújo sofrem com as condições de mar e temperatura na disputa da Transat Jacques Vabre. A equipe do barco Zetra, que ocupava a oitava posição na atualização de placar desta quarta-feira (28) da categoria Class40, atravessa um dos piores trechos da prova: o Golfo de Biscaia.

Os ventos com velocidade de quase 90 km/h e ondas enormes dificultam os trabalhos dos velejadores. ”Tem muita água vindo por cima do barco. A noite anterior não foi tão tranquila como a primeira, com vento soprando muito forte. A gente já esperava por essa condições no Golfo de Biscaia, mas o barco segue respondendo bem. Em tese, o pior já passou”, contou Araújo.

Outro detalhe que mostra a dificuldade da prova é a alimentação. ”Está difícil comer tudo desidratado. Recorremos às barras de chocolate e às maçãs”, detalhou o velejador.

O Zetra, primeiro barco brasileiro na história dessa regata, está no meio da flotilha dos Class40 e já começa a descer rumo à costa portuguesa. A diferença para o líder provisório, o Le Conservateur (Yannick Bestaven/Pierre Brasseur) é de 120 quilômetros. Em 72 horas, os brasileiros percorreram 950 quilômetros.

Seis desistências em 72 horas

A Transat Jacques Vabre é uma das regatas mais desafiadoras do mundo e é organizada sempre nos últimos meses do ano, quando as condições de mar e vento são mais duras na passagem pelo Canal da Mancha e pelo Golfo de Biscaia. A força dos ventos e o tamanho das ondas, além de outros fatores como um contêiner na água, causaram seis abandonos.

Os barcos da classe IMOCA Edmond de Rothschild, Safran e Maître CoQ tiveram problemas estruturais e decidiram deixar a disputa, assim como o Class40 Team Consice. O La French Tech Rennes Saint-Malo colidiu em um contêiner na tarde desta terça-feira (27) e não terá condições de prosseguir na regata entre a França e o Brasil.

*Foto Jean Marie Liot

Transat Jacques Vabre