Em agosto, acontecerá um mega evento náutico que poderia (e deveria) se estender para todo o planeta, a Ocean Cleanup, uma companhia holandesa que foca em limpeza dos mares, realizará a Mega Expedição, uma viagem com 50 embarcações que recolherá a maior quantidade possível de plásticos que são jogados no Oceano Pacífico.
Durante três semanas, a equipe retirará das águas mais plásticos do que nos últimos 40 anos combinados. O projeto vai cobrir uma área de 3.500.000 km2 entre o Havaí e a Califórnia. Assim, criará também o primeiro mapa de alta precisão do destino deste material no Oceano Pacífico.
A expedição é apoiada pela Transpac, empresa mundialmente conhecida por realizar competições de vela, que está auxiliando em angariar barcos para se juntar ao movimento, que sairá do porto de Los Angeles. “Quando você quiser limpar os oceanos, é importante saber o quanto de plástico está lá fora. Neste momento, as estimativas variam em ordens de magnitude, devido à pequena quantidade de medições que, além disso, foram tomadas ao longo de um período muito longo”, disse Boyan Slat, fundador e CEO da Ocean Cleanup.
O objetivo do Ocean Cleanup é acelerar a luta do planeta contra a poluição dos oceanos pelo plástico, iniciando a maior limpeza na história. Em vez de buscar o material depois que ele está em alto mar (o que custaria milhares de anos e bilhões de dólares para completar), a empresa vai usar uma barreira flutuante de 100 quilômetros de extensão para deixar as correntes oceânicas concentrarem o plástico. A modelagem por computador indica que um único sistema implantado há dez anos irá remover quase metade da quantidade de lixo no local.
Skippers e embarcações ainda podem se inscrever para participar. O projeto recebe doações do mundo todo.
Estaleiro de Taiwan Jade Yachts divulgou imagens da área interna do iate, que foi construído em 2014 e lançado aem sua fábrica, em Kaohsiung. Feito com um casco de aço e superestrutura de alumínio, o barco apresenta uma arqueação bruta de 783. A arquitetura Naval foi realizada pelo estaleiro. O design exterior foi assinado por Espinosa Yacht Design e o seu interior ficou sob responsabilidade da Central Yacht.
A bordo, Jade 959 acomoda até 12 pessoas em cabines modernas. Grandes janelas são encontrados em todas as áreas do iate, o que deixa o ambiente mais arejado e luminoso. O barco seria exibido no Singapore Yacht Show, que começa na sexta-feira (24), mas não foi possível levá-lo.
Robert Scheidt mostrou que está pronto para brigar pelo título da etapa francesa da Copa do Mundo de Vela. O velejador fez um nono e um sexto lugares nas regatas desta quarta-feira (22), em Hyères, e assumiu a quinta posição na disputa da Laser. O líder é o croata Filip Jurisic.
“Fizemos a primeira regata com vento um pouco fraco, em torno de 8 nós, o que levou a uma disputa mais tática, estratégica. Na segunda regata, com o vento chegando a 13 nós, consegui subir algumas posições. Ainda não estou 100%, pelo tempo que fiquei sem treinar, mas foi uma boa estreia”, analisou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. A disputa francesa marca o retorno do velejador após um período de afastamento das competições, durante o qual se recuperou de uma lesão sofrida no joelho direito.
A etapa de Hyères da Copa do Mundo será mais curta, com oito regatas, duas por dia, na série classificatória. Os dez melhores colocados disputam o título da competição na medal race, no domingo (26), valendo pontos dobrados.
Diferente em relação às outras etapas, a raia da Laser reúne apenas 40 barcos, entre eles os melhores do mundo na classe: o australiano Tom Burton (1º), o inglês Nick Thompson (2º), o croata Tonci Stipanovic (4º), o francês Jean-Baptiste Bernaz (5º). Scheidt, terceiro melhor do ranking mundial, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela, enfrenta também o compatriota Bruno Fontes (10º).
Robert Scheidt está de volta à água após um período de descanso forçado. Em março, o velejador sofreu uma lesão no joelho direito durante os treinos e foi submetido a uma artroscopia no menisco. Ele ficou afastado das competições. Recuperado, Scheidt disputa a partir desta quarta-feira (22) a etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, em ritmo de aquecimento para o Mundial de Laser de Kingston, no Canadá.
“Fiz uma boa recuperação e voltei aos treinos na semana passada. Certamente não estarei 100% na disputa em Hyères, devido ao tempo que precisei ficar parado”, explicou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. “Mas a vontade de voltar é muito grande, e estou bem animado para a competição.”
A etapa de Hyères da Copa do Mundo será mais curta, com oito regatas, duas por dia, na série classificatória. Os dez melhores colocados disputam o título da competição na medal race, no domingo (26), valendo pontos dobrados.
A disputa na raia francesa faz parte da preparação de Scheidt para o Mundial de Laser de Kingston, Canadá, seu principal objetivo nesta temporada, disputado entre 29 de junho e 8 de julho. Antes, o velejador encara ainda a Semana Olímpica de Garda, “no quintal de casa”, entre 12 e 16 de maio.
“O desafio é grande. Este ano é pré-olímpico, com muitas competições importantes e intervalos curtos entre uma e outra. Montei a minha preparação pensando principalmente no Mundial e no Pan de Toronto, que começa apenas quatro dias depois do final das disputas em Kingston”, destacou Scheidt. “Não haverá tempo para uma recuperação completa, mas o esforço com certeza valerá a pena.”
As atuais campeãs mundiais da classe 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze, participam da terceira etapa da Copa do Mundo de Vela, em Hyéres, na França. A competição, que começou na segunda-feira (20) e vai até o dia 26 de abril na Riviera Francesa, conta com a participação dos principais nomes da modalidade. A estreia das brasileiras é nesta quarta-feira (22).
“Todo campeonato que corremos é também uma prova contra nós mesmas. Cada etapa que nos preparamos é importante. Essa em Hyères não é diferente, será mais um passo a ser dado. Temos que aproveitar para evoluir em diferentes aspectos técnicos”, explicou Martine Grael.
Na última etapa da Copa do Mundo em que participaram esse ano, em Miami, a dupla brasileira subiu ao pódio com o terceiro lugar. Na ocasião, as adversárias neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech ficaram com a medalha de ouro e as italianas Giulia Conti e Francesca Clapcich com a prata.
“Depois do Troféu Princesa Sofia, onde tivemos altos e baixos e conseguimos, mesmo assim, terminar bem, ganhamos confiança e a certeza de que mesmo errando conseguimos levantar a cabeça e focar no objetivo que era terminar entre as cinco primeiras. Aqui em Hyéres não vai ser diferente. Vai ser um “treino” em que vamos entrar com força para focar em alguns detalhes que ainda precisamos melhorar”, revelou Kahena Kunze.
A Team Vestas Wind In-Port Race Itajaí teve de tudo, menos vento. O Team Brunel aproveitou melhor as pequenas rajadas na última boia e cruzou a linha de chegada na frente. A equipe holandesa lidera o campeonato paralelo das regatas locais. Com Cafu, Abu Dhabi chegou em segundo.
Uma regata em slow-motion e bem diferente do que geralmente ocorre na costa de Itajaí, litoral de Santa Catarina. A In-port Race brasileira, prova que antecede a próxima etapa da Volvo Ocean Race, teve ventos fracos, quase nulos, que dificultaram a vida das seis equipes que participaram da regata deste sábado (18). A vitória ficou com a equipe holandesa do Team Brunel, que aproveitou uma pequena briza e cruzou em primeiro depois de mais de uma hora de prova.
A regata teve de tudo, menos vento. Já começou atrasada em 10 minutos e quando largou, não passava de 6 nós. O movimento das ondas e a merreca testavam a paciência dos atletas. O Team SCA e o Abu Dhabi, reforçados por ídolos do esporte brasileiro como Torben Grael e Cafu, respectivamente, começaram melhor e se revezaram na ponta. O Dongfeng chegou a pular na frente quando literalmente o vento sumiu, mas foi o Team Brunel que terminou em primeiro lugar.
O resultado colocou os holandeses em primeiro lugar na tabela do campeonato paralelo das regatas locais. Os pontos não entram na classificação geral e serão usados apenas em caso de desempate.
“É uma maneira de começar bem a próxima perna. Tivemos mais sorte no fim e vencemos. Os nossos velejadores fizeram um bom trabalho”, disse Bouwe Bekking, comandante do Team Brunel. A equipe venceu pela primeira vez um In-port Race, mas mesmo assim lidera o campeonato.
Segundo colocado, o Abu Dhabi Ocean Racing também caiu para segundo no geral das inports, mas lidera o evento que realmente vale. Com o pentacampeão Cafu a bordo, os árabes se mostraram bastante contentes com o desempenho numa regata incomum. “Geralmente a gente não corre provas com quase nada de vento. Mesmo assim valeu”, disse Ian Walker. Já o convidado do futebol gostou do que viu, mesmo boiando por mais de uma hora. “Adorei e faria outra vez. O segundo lugar foi uma homenagem pra mim. O número dois é o da minha camisa”, brincou Cafu.
Com Torben Grael de consultor a bordo, as meninas do Team SCA mostraram que têm timming de regata e estão na briga. O resultado poderia ter sido melhor, mas a equipe pagou uma punição e perdeu o pódio, terminando em quarto. “O trabalho delas foi muito bom, tudo muito controlado, sem gritaria e afobação. A força não é igual a dos homens, mas a quantidade de meninas supera. Elas manejam bem o barco”, disse Torben Grael.
“Conseguimos velejar bem mais uma vez. É ruim dar um 360 e pegar uma punição, claro, mas o vento também caiu bastante, deixando tudo mais difícil. Lutamos até o final”, explicou a holandesa do Team SCA, Carolijn Brouwer.
Quem quase não foi pra in-port por problemas no mastro foi o MAPFRE. O barco espanhol com o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca a bordo. “Nosso objetivo era dar de presente uma vitória para Itajaí. O vento acabou na largada e não apareceu. Tinha onda e os barcos balançam bastante. Nossa modalidade é assim. Estamos acostumados, faz parte”, contou o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca.
A largada para Newport, nos Estados Unidos, está marcada para o domingo (19), às 14h. Acompanhe tudo ao vivo no site www.volvooceanrace.com
O capitão do penta foi convidado pelo Abu Dhabi Ocean Racing, líder da Volta ao Mundo, para conhecer os bastidores da regata. Cafu se encontrou com o comandante Ian Walker e com os atletas do barco árabe. O ex-jogador também participou da In-port Race de Itajaí
Um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro está envolvido com a Volvo Ocean Race. Cafu, que ficou eternizado levantando a taça do penta na Copa do Mundo de 2002, participou da regata In-port Race a bordo do Abu Dhabi Ocean Racing – segundo colocado na prova – e vivenciou todo o clima da parada latino-americana da Volta ao Mundo.
O ex-jogador, que sempre foi um líder em campo, achou semelhanças entre a vela e o futebol. “O objetivo dos dois capitães é levar as equipes às vitórias. É preciso fazer com que o grupo esteja unido e focado na conquista. O líder no esporte precisa sempre dar palpite, dar duras e conselhos para os atletas”, disse Cafu, que fez embaixadinhas com Ian Walker, comandante do Abu Dhabi Ocean Racing, distribuiu autógrafos e tirou fotos com velejadores – que são fãs dele até hoje – e com o público.
“Estou surpreso com o evento como um todo. Muito bem organizado. Podemos dizer que é praticamente uma Copa do Mundo em Santa Catarina. Espero que a população local aproveite a oportunidade”, concluiu Cafu.
O camisa 2 é o único jogador do planeta a ter disputado três finais de Copas de maneira seguida. Ganhou duas em 1994 e 2002 e perdeu a de 1998. O capitão do penta não é o único craque do futebol que participa da Volvo Ocean Race em Itajaí. Neste domingo (19), Márcio Santos, zagueiro tetracampeão com a seleção de Carlos Alberto Parreira, será o legjumper do Dongfeng Race Team, barco chinês na Volta ao Mundo. O ex-jogador irá pular da embarcação após a largada, uma tradição da regata.
A bela Laura Lopes teve a honra de estrear a peça do Dongfeng Race Team. A Miss Santa Catarina 2014 subiu até o topo do mastro de 30 metros de altura para fazer a foto um tanto quanto inusitada. É claro que a ação da equipe chinesa atraiu olhares de todos que estavam na Vila da Regata de Itajaí, local da parada brasileira da Volvo Ocean Race.
A estudante e modelo Laura Lopes sempre chama atenção por onde passa. Ela é Miss Santa Catarina, bonita, simpática, tem 1,80 m – com uma plataforma chega a quase 2 m – e radical. Laura Lopes aceitou o desafio de subir no mastro do barco Dongfeng Race Team, barco chinês da Volvo Ocean Race. A ação marcou a estreia da nova peça, recém instalada para a próxima etapa da Volta ao Mundo. Com auxílio de rapel, a miss foi içada até o topo do mastro e fez um selfie.
“Foi uma emoção muito grande. Nunca tinha feito nada parecido, mas fiz questão de vir para dar sorte à equipe do Dongfeng para a próxima etapa”, disse Laura Lopes. “Os velejadores fazem isso durante a navegação, com o barco andando. Deve ser muito mais radical”.
A Miss Santa Catarina ainda visitou a base da equipe na Vila da Regata de Itajaí e tirou fotos com todos os integrantes do time.
Comandantes se reuniram na sexta-feira em Itajaí e projetaram as próximas etapas da Volvo Ocean Race. Os árabes estão no radar pela liderança do campeonato. Amanhã é dia de In-port Race brasileira. MAPFRE é punido com dois pontos por irregularidades da quinta etapa
O placar geral da Volvo Ocean Race aponta uma vantagem confortável para o Abu Dhabi Ocean Racing, barco dos Emirados Árabe Unidos. Os árabes somam nove pontos perdidos, sete de vantagem sobre o Dongfeng Race Team, que está em segundo. Mas, como a modalidade é feita de improvisos, qualquer erro, por menor que seja, pode mudar os números de uma hora pra outra. Durante a coletiva dos sete comandantes da Volta ao Mundo, que ocorreu nesta sexta-feira (17), em Itajaí (SC), muitos queriam saber do líder do Abu Dhabi se as favas estavam contadas. Sem o oba oba característico do futebol para nós brasileiros, Ian Walker disse que ainda há muito mar pela frente. “A vitória na última perna foi importante para nós. Mas ainda falta muita coisa, quase a metade dos pontos e tudo pode acontecer até junho. Nossa estratégia será mantida até o fim”, disse Ian Walker, comandante do barco árabe. “Nossa meta é vencer a Volvo Ocean Race”.
O sistema de pontuação da Volta ao Mundo é simples: o vencedor soma um ponto, o segundo dois, o terceiro três e assim por diante. No final, quem tiver menos pontos é o campeão. O Dongfeng Race Team, que liderava o campeonato até a etapa quatro, teve um problema no seu mastro no caminho ao Brasil e foi obrigado a abandonar a regata naquele momento. Ganhou pontos que minaram sua liderança.
“Os oito pontos somados e perder a liderança, por consequência, foram terríveis. Agora está tudo muito igual na segunda parte da tabela. Vamos continuar velejando do mesmo jeito para tentar reverter a situação”, falou Charles Caudrelier, comandante do Dongfeng. “Antes de sair da Nova Zelândia, a gente tinha oito pontos. Quando chegamos ao Brasil ganhamos o dobro”.
Em terceiro na tabela está o Team Brunel, do experiente Bouwe Bekking. O time holandês soma 18 pontos perdidos. Para o velejador, que está em sua sétima Volvo Ocean Race, não dá para seu adversário comemorar. “Tudo pode ocorrer. É só lembrar o que ocorreu com o time espanhol na edição passada. O Abu Dhabi lidera bem, mas ainda tem muito para rolar, inclusive mais uma travessia transatlântica”.
Bouwe Bekking citou o Telefónica, que na edição passada vencia a Volvo Ocean Race com folga na quinta etapa e, por resultados ruins e algumas quebras, perdeu a liderança e terminou em quarto lugar, fora do pódio.
A largada da sexta etapa da Volvo Ocean Race – Itajaí até Newport – será neste domingo (19), a partir de 14h. Neste sábado (18) está marcada a Team Vestas Wind In-port Race de Itajaí, a famosa regata local.
Classificação do campeonato
1º – Abu Dhabi Ocean Race – 9 pontos perdidos
2º – Dongfeng Race Team – 16 pontos perdidos
3º – Team Brunel – 18 pontos perdidos
4º – Team Alvimedica – 19 pontos perdidos
5º – MAPFRE – 20 pontos perdidos
6º – Team SCA – 29 pontos perdidos
MAPFRE ganha pontos e cai para quinto no geral
O time espanhol MAPFRE foi punido com o acréscimo de dois pontos por questões administrativas durante a quinta etapa da Volvo Ocean Race. A equipe fez reparos no casco e na retranca após a largada em Auckland.
Um júri independente da ISAF – Federação Internacional de Vela – concluiu que os espanhóis quebraram as regras da classe Volvo Ocean 65, bem como as regras da regata. Segundo o documento oficial, todos os reparos precisam ser comunicados imediatamente à organização.
Os representantes do MAPFRE recorreram da decisão informando que o trabalho a bordo foi feito para reforçar a segurança.
Em uma audiência separada, os representantes da ISAF Júri,autorizaram o Dongfeng a substituir a vela grande para a próxima perna, que começa no domingo (19). Os chineses tiveram que abandonar a etapa anterior por causa da quebra do mastro.
Cafu, capitão do penta, e Márcio Santos, que levantou o caneco em 1994, participam de ações na etapa de Itajaí da Volta ao Mundo
O país do futebol recebe a Volvo Ocean Race e os melhores velejadores do mundo. Campeões e medalhistas olímpicos como Torben Grael, Xabi Hernandez e Ian Walker estão em Itajaí (SC) para participar do evento de Volta ao Mundo. Neste fim de semana, antes da In-port Race e da largada para a sexta perna até os Estados Unidos, os atletas que enfrentam os mais perigosos mares recebem a visita dos ídolos do futebol nacional Cafu e Márcio Santos, além de outras personalidades do esporte.
Cafu foi convidado pelo Abu Dhabi Ocean Racing, atual líder da classificação geral da Volvo Ocean Race, para acompanhar a regata local, que será realizada neste sábado (18). O capitão do penta e também tetracampeão foi escalado para dar ainda mais sorte a Ian Walker e para a tripulação, que venceu a etapa até o Brasil.
Outra figura que já teve o gostinho de levantar a taça foi Márcio Santos. O tetracampeão mora em Balneário Camboriú, cidade vizinha a Itajaí. O ex-jogador, que estava na campanha de 1994 nos Estados Unidos, foi convidado pelo Dongfeng Race Team para pular do barco após a largada da sexta etapa – uma tradição da Volvo Ocean Race.
“É interessante participar de um evento tão grandioso. É como se fosse uma Olimpíada e Copa do Mundo para Santa Catarina. Todos estão acompanhando lá fora”, disse Márcio Santos, que hoje é empresário.
Márcio Santos jogou em 2002 no Shandong Luneng, equipe chinesa que tem Cuca como técnico e o artilheiro Diego Tardelli atualmente no elenco. Foi uma experiência inovadora, segundo o tetracampeão. “Fui para divulgar o futebol pra eles. Hoje, a modalidade está bem desenvolvida e atrai muitos jogadores. Eles investem muito no esporte e o barco na Volvo Ocean Race é um exemplo disso”.
Outro ídolo do esporte brasileiro que estará na Volvo Ocean Race será o skatista Bob Burnquist, um dos maiores nomes da modalidade no mundo.
Mais de 222 mil pessoas já visitaram a Vila da Regata de Itajaí desde o início do mês de abril. Os números devem aumentar nos próximos dias com a realização das regatas – para convidados e a in-port – e da largada para Newport, nos Estados Unidos.