Ao chegar aos 25 anos de atividade, a Fibrafort comemora as bodas de prata com condições especiais aos clientes interessados em adquirir um modelo da marca. Entre as oportunidades estão diferenciação de parcelamento, garantia de recompra, desconto no kit de acessórios e até bônus em relação ao nome do barco, que sempre carrega uma numeração.
Segundo o diretor comercial, Giovani Borgomoni, a estratégia é ampliar a carteira de clientes em busca de uma embarcação de qualidade com assinatura da empresa catarinense, que atende o mercado nacional e internacional. O primeiro benefício é a entrada facilitada com a diferença parcelada em 25 vezes, sem juros. Outra vantagem é a recompra garantida do barco em até 25 meses após a compra e a segurança de até 70% do preço da nota fiscal na negociação. “Também estamos praticando 25% de desconto na compra do kit de acessórios, com instalação direta de fábrica. Outra novidade é o bônus de desconto conforme o nome do barco. Se o cliente quer comprar a nova Focker 305, ele pode fazer o seguinte cálculo: 305 multiplicado por 25 e terá R$ 7.625 de bonificação”, ressalta o diretor comercial.
Outra comemoração da Fibrafort é a expansão no mercado de atuação. Agora a empresa produz grandes embarcações (linha Yachts, de 35 a 40 pés). O pontapé inicial para esta nova fase foi com a apresentação da F400 Grand Coupé em fevereiro. A empresa também conta com a parceria da Porsche Consulting para o desenvolvimento de novos produtos com qualidade e otimização do sistema de produção.
A Vripack (escritório holandês de design de barcos) revelou detalhes sobre o seu mais recente projeto de superiate. Batizado de Flow (fluxo, em inglês), o modelo de 51 metros deve ser fabricado em aço e alumínio, e acomoda até 10 pessoas, bem como 10 tripulantes no total.
Internamente, ele contará com decoração artesanal e materiais em cobre oxidado e couro. “Queríamos criar um iate para chamar a atenção. Ele representa nossa nossa filosofia holística e permite um deslumbrante interior em harmonia com o exterior”, disseram Bart Bouwhuis e Marnix Hoekstra, os diretores criativos da Vripack.
Entre suas características mais originais a bordo é um beach club envolto de vidro no convés principal. Atravessando o terraço, uma área com churrasqueira e sports bar é encontrada, bem como um grande jacuzzi e espreguiçadeiras protegidas do vento.
O salão principal é uma área repleta de luz natural, graças aos grandes vidros a bombordo e a boreste, tornando-seo local ideal para jantares de família.
O Flow deverá ser equipado com dois motores Caterpillar C7.1, que fará o iate atingir uma velocidade de cruzeiro de 12 nós e uma velocidade máxima de 16 nós.
Recentemente a Vripack apresentou um projeto de iate baseado em uma casa brasileira, com grandes salas abertas e escadas em espiral. Confira aqui!
Depois de liderar a classificação geral desde a primeira regata, o veleiro argentino Patagonia conquistou o título no Mitsubishi Motors Soto 40 World Championship, disputado em Jurerê, SC. Com boa vantagem sobre os outros barcos, coube à equipe apenas administrar o resultado, terminando o campeonato com 44 pontos perdidos.
“Abrimos uma boa vantagem nas duas primeiras regatas da competição. Seguimos nos mantendo bem colocados todos os dias, com uma estratégia mais conservadora, já que essa é uma competição sem descartes. Assim, conquistamos um título bastante importante contra tripulações muito qualificadas”, comemora timoneiro do Patagonia, Juan Grimaldi.
Tripulação do Patagônia comemora a vitória no mundial
Nesta quinta-feira, o tempo fechou, e o dia teve muita chuva e ventos com intensidade entre 10 e 13 nós. A equipe alemã EarlyBird, do tático e medalhista olímpico Jochen Schümann, aproveitou bem as condições e venceu a primeira regata do dia, subindo posições e terminando a competição em 5º na geral.
Já o brasileiro Pajero, destaque na última terça-feira com duas vitórias, confirmou a boa campanha e fez de tudo para aproximar do líder. Terminou o campeonato mundial em segundo, com apenas um ponto de diferença do campeão. “Temos uma tripulação muito qualificada e um barco ótimo. Viemos para brigar pelas primeiras colocações e sabíamos que qualquer detalhe poderia decidir o campeonato. Fomos o veleiro que mais venceu no campeonato, mas os nossos adversários conquistaram o título com méritos e estão de parabéns”, explica o vice-campeão Sérgio Rocha, do Pajero.
O brasileiro Pajero fez boa campanha e ficou com o segundo lugar
Destaque feminino – e em campanha olímpica
Única velejadora do Iate Clube de Santa Catarina a participar do mundial de Soto 40, Larissa Juk faz campanha olímpica de Laser Radial para os Jogos de 2016, no Rio de Janeiro. A catarinense competiu como secretária do veleiro chileno Estampa DelViento, comandado por Hugo Rocha. “É importante ser completo como velejador e saber andar em qualquer tipo de barco. Foi bacana ganhar experiência com monotipo também, fora que velejar ao lado desse pessoal que está entre os melhores do mundo só agrega coisas boas”, celebra a atleta.
Ao todo, foram 10 regatas disputadas em Jurerê, SC
Quarta-feira (15) foi dia dos veleiros chilenos dominarem a raia no Mitsubishi Motors World Championship. Em um dia com ventos nordestes, típicos de Jurerê, e intensidade de até 12 nós, os barcos Mitsubishi Motors e Santander conquistaram a vitória nas provas do dia.
As tripulações participaram de duas regatas em barla sota com quatro pernas de 1,7 milha. Na primeira, quem aproveitou bem as condições do vento foi o Mitsubishi Motors, que fez ótima primeira perna e se distanciou dos outros veleiros.
Chilenos dominaram a 7ª e 8ª regatas da competição
“Pouco antes da primeira regata, comentamos que as condições de vento e de água estavam muito parecidas com as que estamos acostumados no Chile. Acho que esse fator, aliado a uma ótima largada que fizemos, nos ajudou a conseguir um bom resultado hoje”, explica Horácio Pavez, proprietário do veleiro Mitsubishi Motors.
“Nossa equipe não fez boas regatas nos primeiros dias, o que nos fez trabalhar ainda mais para aproveitar as condições que poderiam nos favorecer”, completa.
Já na segunda prova, quem chegou na frente foi o Santander, seguido dos veleiros Mitsubishi Motors, Estampa DelViento e Itaú, todos chilenos. “Hoje as tripulações do Chile fizeram uma ótima segunda regata. Conseguimos aproveitar bem o vento na largada e nos distanciamos do restante dos veleiros. Fizemos uma prova limpa de começo ao fim”, comemora Jorge Araneda, do barco Santander.
Quem venceu a primeira prova foi o veleiro Mitsubishi Motors
Após oito regatas disputadas, o veleiro argentino Patagônia continua na liderança, com 29 pontos perdidos, 12 pontos a frente do Pajero e do Carioca. Com apenas duas regatas restando para o fim do campeonato, os argentinos estão bem perto do título.
“Sabemos que temos uma vantagem boa e estamos focados em não cometer erros nem tomar penalizações. Sempre buscamos a vitória, mas iremos com uma tática mais conservadora para o último dia de regatas. Em duas provas, tudo pode mudar”, alerta o timoneiro do Patagonia, Juan Grimaldi.
Já na segunda prova, o vencedor foi o barco Santander
A data de hoje se torna um marco para os corretores de barcos, os brokers. Foi fundada a ABRACORE (Associação Brasileira dos Corretores de Embarcações) e tivemos uma conversa rápida com o novo presidente, Jorge Camasmie.
Fundação da ABRACORE dia 15/04/2015
Boat Shopping: Do que se trata essa associação?
ABRACORE: O objetivo da associação fundada hoje é estabelecer relações entre todos os vendedores de embarcações, estabelecer regras entre todos os associados participantes e, com isso, promover um negócio de alto nível, com mais segurança tanto para quem vende como para quem compra. Nós estamos preocupados em dar segurança a quem coloca o barco para vender com um dos nossos associados e dar também o conforto e segurança para quem esta comprando o barco. Para isso deve haver regra e união. Os participantes são só profissionais com experiência no mercado, profissionais indicados e toda essa organização/associação trará maior liquidez para o mercado.
Um mercado difícil, um momento econômico complicado no Brasil que, ao mesmo tempo, foi importante para uma reflexão e ter a certeza de que alguma coisa deveria ser criada.
BS: Qual é o diferencial da associação fundada hoje com o que se propõe no mercado e com as pessoas que atuam por conta própria?
ABRACORE: Hoje o cliente deixa o barco para vender quatro ou cinco corretores, bons ou ruins, as vezes até com uma pessoa que nem é do ramo ou pertence ao ramo imobiliário, marinheiro (que tem seu papel muito importante no sistema, mas não tem alcance necessário em relação à questão jurídica e não está preparado para dar segurança ao negócio). E essas pessoas vão trabalhar com os clientes deles.
O que nós estamos propondo é que a capitação vai ter que ser obrigatoriamente com exclusividade. O cliente vai disponibilizar o seu barco apenas para um corretor, com cláusula de exclusividade. Esse corretor vai colocar no site da associação, que será amplamente divulgado, vai ter cobertura das revistas e serão cerda de 100 a 150 associados trabalhando para a venda desse barco por todo o Brasil.
Não vai custar nada a mais para ninguém. Só vejo coisas positivas, pois ao invés de trabalhar com um pequeno número de corretores (e até gerar um conflito entre eles), o negócio vai ser facilmente administrado, com um poder de venda muito maior.
A primeira diretoria:
Presidente: Jorge Camasmie
Vice-Presidente: Rafael Correa
Tesoureiro: Nelson Waisbich
Mediação: Paulo Pini
Parte técnica: Ítalo Luiz Dalprat Junior
Marketing: Marco do Carmo
No frio da Antártica aconteceu um naufrágio que levou ao fundo o trawler de 76 pés que fazia a viagem para produzir uma série de documentários revelando as primeiras consequências do aquecimento global.
E essa triste história virou um livro chamado a Saga do Mar sem Fim e a Velamar Náutica fará uma manhã de autógrafos com João Lara Mesquita no dia 25/04/2015 das 11:00 as 12:30. Para participar basta ligar no (11)3816-6363 e confirmar sua presença.
Quem não puder ir ao evento, pode comprar o livro pelo site até dia 24/04/2015 e receber autografado em sua casa.
O estaleiro Gulf Craft levará ao Singapore Yacht Show a sua nova frota de embarcações, com destaque para o modelo Nomad 65. Esta é a primeira vez que a nova coleção se apresenta no sudeste asiático, depois do seu lançamento em Dubai e a turnê pelo Oriente Médio, Europa e Ásia.
“Ao misturar iatismo com estilo de vida de luxo, a feira nos dá a plataforma perfeita para se conectar com pessoas de altas da regiões e demonstrar nosso compromisso de tornar as suas aspirações de barco uma realidade”, disse Erwin Bamps, CEO da Gulf Craft .
Gulf Craft também apresentará sua gama de luxo Majesty. O Singapore Yacht será realizada no ONE °15 Marina Club, no Sentosa Cove, de 23 a 26 de abril.
O veleiro brasileiro Pajero foi o grande vencedor desta terça-feira (14) no Mitsubishi Motors S40 World Championship. Nas duas regatas realizadas na raia de Jurerê, em Florianópolis (SC), a embarcação liderada por José Maria Torcida aproveitou bem os ventos que chegaram a 20 nós.
Em mais um dia com o céu aberto e muito sol, os competidores participaram de duas regatas barla sota com quatro pernas de duas milhas, com ventos sempre na direção Nordeste.
“O vento veio com muita intensidade logo na primeira regata. Nesse cenário nos saímos bem, conseguimos traçar a tática certa e não ficamos ‘disputando’ vento com outras embarcações”, comemorou José Torcida.
Também da tripulação do Pajero, o jovem Amaury Gonçalves, de apenas 20 anos, se diz empolgado em competir lado a lado com grandes nomes da vela mundial. “É muito gratificante estar em um campeonato onde nomes como Torben Grael e Jochen Schümann, entre outros, estão na água”, ressalta Gonçalves.
Com as vitórias de hoje, o Pajero subiu oito posições na classificação geral, e agora está na vice-liderança do campeonato, com 28 pontos perdidos. O também brasileiro Carioca, de Roberto Martins, está em 3º, com a mesma pontuação, mas com uma vitória a menos. Quem lidera a competição é o argentino Patagônia, com 18 pontos perdidos.
A cidade de São Paulo foi a escolhida para sediar a segunda edição do Aperitivo Azimut. O evento será realizado na próxima quinta-feira, dia 23 de abril, no Espaço de Eventos Manioca (Jardim Paulistano). Um dos grandes destaques será a presença do diretor-presidente do Grupo Azimut-Benetti, o italiano Ferruccio Luppi – ao lado do CEO da Azimut do Brasil, Davide Breviglieri e sua diretoria.
Na ocasião, clientes, imprensa e demais convidados poderão conhecer em detalhes as ações do Grupo Azimut-Benetti no mercado náutico mundial, suas contribuições ao setor no Brasil, as mais recentes novidades da marca e os modelos da linha de produção brasileira.
O Aperitivo Azimut remete aos tradicionais encontros e confraternizações realizadas costumeiramente nos finais de tarde italianos – país sede da matriz da empresa. A fábrica brasileira da Azimut Yachts está localizada na cidade catarinense de Itajaí. Em uma área de 16 mil m2 produz embarcações de 42, 50, 60, 70 e 83 pés.
O sofisticado iate de 46,2 metros do estaleiro holandês Feadship é voltado para todo um estilo de vida a bordo. Conheça, em detalhes, como foi construído essa joia que, em março, partiu da Europa para a Flórida, para o seu novo proprietário.
Por Marilyn Mower
Fotos Cortesia Feadship
Já faz 16 anos desde que os estaleiros holandeses Van Lent e De Vries (sob a tutela da marca Feadship) construíram um iate raised pilothouse e poucos são os modelos todo em alumínio com essa marca. Mas é inegável a qualidade e diversidade de seus iates de alumínio, tais como Sussurro, Vênus e Lady Gallant. O alumínio é o material perfeito para projetos de iate de semi-deslocantes, onde a velocidade e/ou eficiência e baixo calado são mais importantes do que o volume.
Assim, em 2014, eles finalizaram a construção do Lady May, um iate de 46,2 metros de design inovador e o mais atual modelo construído com esse material. Atualmente ele pertence a um segundo dono (que o renomeou assim) e em março partiu do Mar Mediterrâneo, onde ficava ancorado, para as águas da Flórida.
Lady May desfila seu grande casco em alumínio
A pintura metálica em prata deslumbra e o vidro que cerca o posto de comando é tão perfeitamente sem distorções. O antigo dono do Lady May (o neozelandês Neville Crichton, empresário do segmento automotivo),pensou em pedir esse iate para o estaleiro quando o último ainda tinha apenas um ano e meio de vida. “Quando queria um novo barco, a minha ideia era apenas uma versão maior de um modelo de 41,4 metros, mas estávamos no auge da crise financeira global e eu não estava animado”, disse Crichton.
O novo desenho estava intocado. “Então, cerca de um ano depois, Ed Dubois, fundador do escritório de arquitetura, e Malcolm Meckon, designer chefe, voltaram para a prancheta e vieram com algo que realmente funcionou para o meu estilo de vida”, completou. O escritório de arquitetura afirmou que, ao invés de simplesmente aumentar o barco já existente, voltou aos primeiros passos, criando um casco que pode ser facilmente levado a 19 nós de velocidade.
Tecnológica cabine de comando
Mais ou menos no mesmo período, em 2011, um dos diretores da Feadship, Henk de Vries, se aproximou de Crichton e apelou emocionalmente para ter uma embarcação do estaleiro holandês. “No início ele foi cauteloso, pois eu já tinha o pacote de design e seria a primeira vez que eles trabalhariam sem os desenhos de De Voogt. Então, tiveram que construir um relacionamento com a minha equipe. À medida que o processo avançou, essa relação desenvolveu-se muito bem”, lembrou.
Assim nasceu a ideia de um iate que deveria ter como principal característica a capacidade de entretenimento a bordo. Por isso, houve uma atenção especial ao flybridge, com potencial para receber várias pessoas em um ambiente aberto, com utilização do vidro que protege a parte dianteira e é dividido em três grandes seções, que permite a abertura e fechamento lateral eletronicamente. No teto foi instalado ar condicionado e o ambiente todo mobiliado é completo com um grande bar e espaço para refeições.
O flybridge pode receber dezenas de pessoas
Neville Crichton também contou com os talentos da mesma equipe de design que o acompanha em seus projetos: a Dubois Naval Architects, que já criou oito iates para ele, e a empresa britânica de design de interiores Redman Whiteley Dixon (RWD).
A festa de inauguração do barco aconteceu, nada menos, do que no Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1, em 2014. “Nós poderíamos olhar para a pista enquanto desfrutávamos todo o conforto que o barco oferece. A combinação da localização do iate e o fato de assistir a corrida ao vivo e pela televisão, era como estar em uma arquibancada principal. Ao mesmo tempo, eu conseguia entreter 50 pessoas no flybridge confortavelmente. Foi, sem dúvida, a melhor maneira de assistir ao GP”, detalhou o antigo proprietário.
A estrutura
A experiência de Dubois e RWD com veleiros fez com que o estaleiro utilizasse todo o espaço possível entre os decks para criar altura máxima dos tetos e das janelas do salão principal. Em todos os lugares no barco, a vista da parte de fora é maximizada, e isso atinge o ápice na suíte do proprietário, onde um vidro escuro envolve toda a estrutura a bombordo e à boreste. É claro que, devido ao desenho do costado (que se inicia menor na popa e cresce em direção à proa), esse efeito funciona somente quando se está em pé na cabine. “Nosso primeiro pensamento foi fazer uma abertura no costado, assim era possível ter a visão sentado ou deitado na cama. Mas o ponto em questão era como evitar que água entrasse no barco”, disse o estúdio.
Abertura no costado para visão do proprietário, quando está em sua cabine
A resposta foi encontrada na criação de uma grande janela de seis metros em cada lado do costado. Os designers procuraram por modelos de vidros extremamente resistentes e que suportassem o peso do metal da estrutura. Nesses casos, há também normas e regras para o vidro ser resistente ao impacto de ondas. Foi preciso extensos estudos de engenharia sobre esses painéis de vidro e, mesmo quando eles foram aprovados, precisaram passar por rigoroso teste durante a construção. Neste caso, o teste inicial consistia em deixar cair na peça um peso de 5,9 quilos de uma altura de 7,9 metros (por três vezes).
O interior
O ponto confortável é o sofá semicircular no centro do salão. Muitas vezes, quando você entra em um cockpit, avista-se a parte de trás de uma peça de mobiliário. No Lady May, toda a área de estar, incluindo a mesa de café e o carpete, pode girar 360 graus em uma espécie de colchão de ar comprimido para ficar de frente para o deck de popa, o bar, a TV de 82 polegadas, a mesa de jantar ou qualquer outro lugar.
Sala giratória no salão principal
A decoração do iate é claramente masculina e monocromática. O piso de carvalho forma um pano de fundo para os espaços do proprietário e hóspedes,contrastando com tecidos naturais, móveis Macassar com detalhes de aço inoxidável.
O desempenho
Equipam o Lady May dois motores Caterpillar C32s, os maiores propulsores que caberiam no barco. Navegando a uma velocidade de cruzeiro de 16 nós, o iate consome 380 litros de combustível por hora.
Ficha técnica
Comprimento: 46,2 m Linha D’água: 44,6 m Largura: 9 m Calado: 2,25 m Deslocamento: 352 toneladas Tonelagem bruta: 406 GT Motorização: 2 x Caterpillar C32 ACERT Velocidade (máxima / cruzeiro): 19 nós / 16,5 nós Autonomia em velocidade de cruzeiro: 2 mil milhas náuticas Thrusters: ZF Marine Estabilizadores: Quantum, zero speed Geradores: Caterpillar C6.6 ACERT Tanque de combustível: 50.680 litros Tanque de água doce: 15.170 litros Proprietários e convidados: 12 pessoas Tripulação: 8 pessoas Tenders:
1 x 4.3m Novurania 430;
1 x 6.2m Castoldi Jet 21 Construção: Alumínio Arquitetura Naval e Design Exterior: Dubois Naval Architects Design Interior: Redman Whiteley Dixon Gerente de Projeto do proprietário: Steve Jacover (Yacht Project Management) Estaleiro / Ano: Feadship / 2014
A estrutura é totalmente feita em alumínio
Por fora, é possível notar a abertura no costado
Durante a noite, a visão é incrível
Flybridge
Grande área do flybridge
Flybridge, durante a noite
Popa do deck principal com mesa de jantar
Deck principal
Além da mesa de jantar, o deck de popa tem um grande sofá