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Titanic 103 anos: expedição turística até os destroços do navio por R$190 mil

Desde o megasucesso de James Cameron, em 1997, o Titanic voltou a ganhar destaque mundial. Atualmente, apenas uma empresa faz expedição turística até os destroços do navio. A viagem saí do Canadá e dura 12 dias

 

Há 103 anos, na madrugada do dia 14 para 15 de abril, o Titanic se chocava a um iceberg no Atlântico Norte. Entre a batida e o fim do naufrágio foram pouco mais de 2h40 e cerca de 1500 mortos. Por muitas décadas, a comovente história do Titanic foi esquecida e tratada como passado até que em 1985 foram localizados os destroços do navio. Submerso a 3,8 mil metros de profundidade, o transatlântico foi localizado por uma expedição liderada por Robert Ballard. Desde então, várias de expedições partiram rumo a escuridão do fundo do atlântico.

 

A embarcação pode submergir até 6 mil metros e tem capacidade para levar 20 turistas por viagem. A expedição até os destroços do Titanic começa em St. John’s e dura cerca de 12 dias
A embarcação pode submergir até 6 mil metros e tem capacidade para levar 20 turistas por viagem. A expedição até os destroços do Titanic começa em St. John’s e dura cerca de 12 dias

O Titanic levou consigo o que havia de mais moderno e luxuoso em relação a embarcações naquele fatídico ano de 1912. Porém, após mais de um século do naufrágio são os turistas que vão ver de perto a história do navio. Desde sua descoberta, apenas uma companhia atuou na área com fins turísticos.

 

Uma empresa inglesa mantém viagens constantes para visitação dos destroços do navio. Sediada na Inglaterra, mas operando a partir de St. John’s, na Terra Nova (Canadá), ela oferece pacotes por “apenas” US$ 60 mil (R$ 190 mil) para os interessados em mergulhar num mini-submarino até os destroços. No valor está incluso refeições e as hospedagens, porém o translado não faz parte do preço. Já quem preferir ir e não mergulhar no submarino, o preço cai para “irrisórios” US$ 10 mil (R$ 31,5 mil).

 

A embarcação pode submergir até 6 mil metros e tem capacidade de levar 20 turistas por viagem. A expedição até os destroços do Titanic começa em St. John’s e dura cerca de 12 dias, dependendo das condições climáticas. Os visitantes ficam hospedados num navio de pesquisas em quarto duplo. Além de conhecerem os restos do transatlântico, os sortudos ainda terão palestras e um bate-papo com exploradores e cientistas sobre o navio. Os visitantes ainda “ganham” uma réplica do conjunto de louças que foram utilizados na 1ª Classe do Titanic.

Fonte: Denny Marcel / ecoviagem.uol.com.br

 

 

 

 

 

 

 

Titanic

Conheça o Moon Sand, novo iate da Feadship

A Feadship acaba de lançar o iate de 44 metros (145 pés) Moon Sand. A embarcação é um reflexo do pedido dos proprietários, que estiveram em contato com De Voogt Project (responsáveis pelo design) durante todo o processo de fabricação. Eles pediram que o exterior tivesse um ar moderno com toques clássicos. Os proprietários também mantiveram um excelente relacionamento com a equipe de design de interiores da Bannenberg & Rowell Design.

 

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Três temas…
Os donos do Moon Sand pediram que o iate tivesse um projeto baseado em três temas: luz, espaço e liberdade de escolha em termos de recreação. Isso justifica a adição de grandes janelas no salão principal, sala de jantar, escritório/lobby e camarote do proprietário na proa, todos os quais oferecem vistas incríveis.

 

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A sensação de espaço fica por conta dos grandes decks de popa, com área para interação. O tender está posicionado na proa, ao invés de estar na garagem. Com isso, o estaleiro ganhou espaço no convés principal de popa para instalar uma piscina com sistema de elevação do piso, determinando a profundidade que o dono desejar.

 

Ao todo, seis pessoas podem ser confortavelmente acomodadas em três suítes no deck inferior. O quarto dos proprietários dispõe de dois banheiros e dois vestiários walk-in.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moon Sand

Barcos de três países venceram no Mitsubishi Motors S40

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Argentina, Chile e Brasil: barcos de três nacionalidades venceram as quatro regatas do Mitsubishi Motors S40 World Championship realizadas até a segunda-feira (13). O veleiro chileno Estampa DelViento e o brasileiro Carioca foram os vencedores do dia.

 

Na primeira regata, que teve ventos entre 10 e 12 nós, com direção sueste, a equipe chilena conseguiu uma boa largada, se distanciando dos outros veleiros logo na primeira perna. “Foi um dia ótimo para velejar, com ventos constantes e com velocidade. Conseguimos uma boa saída e escolhemos a tática certa para o início da prova. Depois disso, mantivemos o ritmo e terminamos na primeira colocação”, Miguel Gonzalez, comandante do chileno Estampa DelViento.

 

O vencedor da primeira regata foi o chileno Estampa delViento
O vencedor da primeira regata foi o chileno Estampa delViento

Já na segunda regata, quem conquistou a vitória foi o Carioca, que já havia chegado em segundo na primeira prova do dia. “Hoje foi um dia muito bom, com ventos de até 15 nós. Melhoramos nossa largada, o que é importante em competições monotipo”, comemora Roberto Martins, comandante do veleiro.

 

Para ele, o nível técnico das tripulações garantirá um campeonato disputado até o fim. “O resultado não quer dizer que somos uma equipe melhor do que as outras. Apenas conseguimos velejar mais rápido hoje”, completa.

 

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Com o resultado de desta segunda-feira, o veleiro brasileiro está em segundo na classificação geral do campeonato, com 15 pontos perdidos, cinco a mais do que o líder Patagonia e três a menos do que o terceiro colocado, o Crioula.

 

Outro veleiro brasileiro que conseguiu uma boa segunda prova foi o Magia V/Energisa, do medalhista olímpico Torben Grael, que chegou na terceira colocação. “Na primeira regata cometemos alguns erros na tática, o que nos prejudicou um pouco. Já na segunda largamos bem, acertamos nossa estratégia e o barco respondeu com muita velocidade”, explica Torben.

 

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Resultados acumulados após quatro regatas:

1º Patagonia (ARG) – (1+1+3+5) – 10pp
2º Carioca (BRA) – (8+4+2+1) – 15pp
3º Crioula (BRA) – (2+2+5+9) – 18pp
4º Itau (CHI) – (4+5+10+2) – 21pp
5º Santander (CHI) – (7+3+6+7) – 23pp
6º Early Bird (ALE) – (6+9+4+4) – 23pp
7º Estampa Delviento (CHI) – (11+7+1+6) – 25pp
8º Pajero (BRA) – (3+6+7+10) – 26pp
9º Magia V Energisa (BRA) – (5+10+9+3) – 27pp
10º Mitsubishi Motors (CHI) – (9+8+11+8) – 36pp
11º Ocean Pact Racing (BRA) – (10+11+8+11) – 40pp

Calendário do Mitsubishi Motors Soto 40 World Championship:

14/4 – Quinta e sexta regatas
15/4- Sétima e oitava regatas
16/4 – Nona e décima regatas
16/4 – Premiação

 

 

 

 

 

 

 

Mitsubishi Motors S40 World Championship

Garmin lança nova geração de câmeras de ação compactas

Garmin anunciou o lançamento mundial da nova geração das câmeras de ação compactas VIRB X e VIRB XE. Com novo design, os modelos foram aprimoradas em resolução de imagem, som e conectividade, além de não precisarem de case adicional para filmagens debaixo d’água

Com definição HD no modelo VIRB X e ultra HD na versão VIRB XE, os dois modelos são mais leves e foram aprimorados em um novo formato na captura de imagens, vídeo, som e conectividade.

A VIRB X e XE apresentam uma gama de sensores sem fio integrados, possuem GPS integrado e  podem ser usados o G-Metrix™, novo recurso da Garmin para captura em tempo real e em alta velocidade de qualquer movimento.

As VIRB X e XE contam com conexão Wi-Fi, para gravação de vídeos e imagens na nuvem e podem ser controladas por outros aparelhos, além de Bluetooth, que se conecta a headsets ou microfones sem fio para capturar áudio em alta definição.

Com um botão, os modelos capturam fotos mesmo durante a gravação de um vídeo. Com nitidez e alta definição, o modelo XE ainda possui estabilização de imagens e diferentes níveis de zoom.

As VIRB X e XE estarão disponíveis no Brasil a partir do segundo semestre de 2015 na www.garminstore.com.br e nas revendas Garmin com preços de venda de à partir de R$ 2.199,00.

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Resolução de imagem:

VIRB X: 1080p/30fps (full HD), 960p/30, 720p/60, WVGA/120, super slow motion 480p/120fps

VIRB XE: 1440p/30fps (ultra HD), 1080p/60fps, 960p/100fps, 720p/120, WGA/240fps, super slow motion 480p/240fps

Garmin

Os chineses chegaram ao Brasil. Agora é correr contra o tempo

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O Dongfeng Race Team chegou a Itajaí, SC, no início desta madrugada. O veleiro passa por avaliação estrutural no estaleiro e os especialistas já trabalham para colocar o novo mastro, que está na base desde o domingo. O processo deve durar, no mínimo, três dias e o objetivo dos chineses é participar da regata local – chamada de In-port Race, marcada para o próximo sábado.

 

Apenas alguns velejadores ficaram no barco nesse transporte a motor do Ushuaia, na Argentina, até o Brasil. Parte do time ganhou um descanso após a quebra. Mas quem ficou teve tempo para pensar e ganhar experiência. Um deles era o chinês Liu Xue, conhecido como Black. “Ficamos dias navegando até chegar ao Brasil. Um período de reflexão sobre o que ocorreu e o que está por vir. Enfim chegamos e agora vamos focar a sexta etapa”.

 

Foto Ainhoa Sanchez
Foto Ainhoa Sanchez

Curiosidade
Apesar de ser um barco chinês, a equipe é comandada pelo francês Charles Caudrelier. Campeão na temporada passada com o Groupama 4, o velejador viveu a mesma situação de quebra de mastro na etapa até Itajaí. A história de três anos atrás terminou com o título. Agora, a realidade, segundo ele, é outra.

 

“O Abu Dhabi abriu uma vantagem de oito pontos e a história nessa temporada é diferente. Dificilmente vamos pega-los. Nosso trabalho é ficar pronto para a largada – sei que dará tempo pra isso – e sustentar a segunda colocação. Poucos pontos nos separam e podemos cair para o quinto lugar”, falou o francês.

 

No caminho até o Brasil, já com o motor ligado, o barco foi conduzido pelo capitão Graham Tourell. O velejador não compete entre as etapas e só é acionado em casos como esse.

 

Classificação
Abu Dhabi Ocean Race – 9 pontos perdidos
Dongfeng Race Team – 16 pontos perdidos
Team Brunel – 18 pontos perdidos
MAPFRE – 18 pontos perdidos
Team Alvmedica – 19 pontos perdidos
Team SCA – 29 pontos perdidos

 

 

 

 

 

 

 

Dongfeng Race

Mastro do Dongfeng chegou! Só falta o barco

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O novo mastro do barco Dongfeng Race Team já está em Itajaí e aguarda a chegada do barco para que a equipe chinesa comece a instalação. A peça, que veio dos Emirados Árabes Unidos, exigiu uma logística diferente de transporte. O mastro foi colocado em um avião e levado até São Paulo. Na sequência, a estrutura que sustenta a vela e tem 30 metros de altura foi posta num caminhão. Antes da chegada à cidade catarinense na manhã deste domingo (12), a Coordenadoria de Trânsito de Itajaí e da Polícia Militar fecharam as ruas que dão acesso à Vila da Regata para facilitar o transporte. A operação durou menos de uma hora.

 

De São Paulo a Itajaí, o transporte foi feito por um caminhão
De São Paulo a Itajaí, o transporte foi feito por um caminhão

 

“Não é o fim da saga. Temos muita coisa pela frente”, afirmou Bruno Dubois, diretor do Dongfeng Race Team. “Nós estamos contentes com a chegada do mastro. Acredito que dará tempo de instalar a peça a tempo da largada para a próxima etapa. Serão três dias de trabalhos para preparar o mastro. Nosso objetivo é colocar o barco na água na quinta e…bingo…correr a regata local do sábado, quem sabe”.

 

A equipe de apoio terá pouco tempo para a instalação (Foto Alinhoa Sanchez)
A equipe de apoio terá pouco tempo para a instalação (Foto Alinhoa Sanchez)

 

A equipe de terra do Dongfeng já começou os trabalhos para a montagem. A partir desta segunda-feira, quando o barco deve chegar a Itajaí, a operação ficará mais intensa. “Espero que nada mais quebre até o fim da regata. Dedos cruzados”.

 

Agora é aguardar o barco chegar (Foto Alinhoa Sanchez)
Agora é aguardar o barco chegar (Foto Alinhoa Sanchez)

O mastro do Dongfeng quebrou antes da equipe chinesa contornar o Cabo Horn. A tripulação tentou achar uma solução para retomar a regata com segurança, mas a decisão foi abandonar a prova e ir com motor ligado até Itajaí. A quinta etapa foi vencida pelo Abu Dhabi Ocean Racing. MAPFRE e Team Alvimedica completaram o pódio no Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

Dongfeng Race Team

Veleiro argentino larga na frente na Soto 40

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As tripulações da flotilha de Soto 40 içaram suas velas para as duas primeiras regatas do Mitsubishi Motors S40 World Championship, que está sendo realizado em Florianópolis (SC). Sob sol, céu totalmente aberto e águas cristalinas, as equipes se enfrentaram em disputas bastante acirradas na raia de Jurerê.

 

Os veleiros partiram da sede oceânica do Iate Clube de Santa Catarina, e iniciaram as provas às 12h30. Foram duas regatas em barla sota com quatro pernas cada. Durante a competição, os ventos tiveram intensidade entre 9 e 10 nós, com direção sueste, típica da raia de Jurerê. Quem conseguiu aproveitar melhor essas condições foi o veleiro argentino Patagonia, que venceu as duas regatas do dia.

 

Prova contou com medalhistas olímpicos e campeões mundiais
Prova contou com medalhistas olímpicos e campeões mundiais

“Conseguimos fazer duas largadas muito boas. A equipe fez um trabalho perfeito, o barco se comportou bem e tivemos um pouco de sorte. Atingimos nossas expectativas e continuaremos com foco no trabalho nos próximos dias”, comemora o timoneiro do Patagonia Juan Grimaldi.

 

Para o argentino, o nível técnico da competição está muito elevado, por isso não é hora de relaxar. “Temos muito campeonato pela frente e não teremos descartes. Esse resultado nos deu vantagem, mas nada que tire o foco das próximas regatas”, completa Grimaldi.

 

O veleiro argentino Patagonia venceu as duas regatas do dia
O veleiro argentino Patagonia venceu as duas regatas do dia

 

Logo atrás do Patagonia, a equipe do Crioula, liderada pelo velejador olímpico Samuel Albrecht, terminou as duas regatas na segunda colocação. “Os dias que antecederam as provas foram muito importantes para treinarmos e colocarmos a equipe toda em sintonia. Conseguimos executar bem o plano traçado, a tripulação trabalhou bem e manteve o barco rápido durante todo o dia”, comemora.

 

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As regatas ainda contaram com a presença de duas lendas vivas do esporte: Jochen Schümann, tricampeão olímpico pela Alemanha, que compete pela equipe EarlyBird, e Torben Grael, maior medalhista olímpico brasileiro, que comanda o veleiro Magia V/Energisa. Juntos, os dois atletas somam 9 medalhas, sendo cinco de ouro.

 

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Resultados acumulados após duas regatas:

1º Patagonia (ARG) – (1+1) – 2pp
2º Crioula (BRA) – (2+2) – 4pp
3º Pajero (BRA) – (3+6) – 9pp
4º Itau (CHI) – (4+5) – 9pp
5º Santander (CHI) – (7+3) – 10pp
6º Carioca (BRA) – (8+4) – 12pp
7º Magia V Energisa (BRA) – (5+10) – 15pp
8º Early Bird (ALE) – (6+9) – 15pp
9º Mitsubishi Motors (CHI) – (9+8) – 17pp
10º Estampa Delviento (CHI) – (11+7) – 18pp
11º Ocean Pact Racing (BRA) – (10+11) – 21pp

Calendário do Mitsubishi Motors Soto 40 World Championship:

13/4 – Terceira e quarta regatas
14/4 – Quinta e sexta regatas
15/4- Sétima e oitava regatas
16/4 – Nona e décima regatas
16/4 – Premiação

 

 

 

 

Mitsubishi Motors S40 World Championship

Chris-Craft Launch 36: Conforto e Estilo para a família

 

A Chris-Craft Launch 36 é o maior modelo open do estaleiro e chegou ao Brasil logo após ser sucesso durante o Miami Boat Show 2015. Neste modelo, linhas modernas foram combinadas ao estilo retrô – marca registrada da Chris-Craft – trazendo um estilo clássico-esportivo.

 

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Os barcos da Chris-Craft chamam a atenção por onde passam, são barcos para desfilar. Porém a Launch 36 além dessa sensação, oferece algo mais. O barco foi todo pensado para entretenimento da família a bordo. Paióis para guardar brinquedos aquáticos como uma prancha de Stand Up inflável, caiaque inflável, equipamento de mergulho, etc estão distribuídos por todos os lados.

 

 

 

O Espaço Gourmet, uma das áreas mais aproveitadas pelos brasileiros, fica posicionado atrás do banco do posto de comando e oferece facilidade ao servir tanto aos que estão sentados nos 2 sofás em C na praça de popa quanto aos que estão em contato com o mar na plataforma.

 

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A Proa Aberta oferece espaço de sobra para aproveitar o sol.

“Conforto não é nada sem estilo”

 

Além de um solário que acomoda 3 pessoas e um sofá para 2 pessoas – ambos com tecido detalhadamente costurados – itens como porta-copos em inox, caixas de som da marca JL audio, pega-mão compostos de madeira teka e inox tornam este ambiente completo.

 

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E, apesar da proa aberta, a Launch 36 tem uma cabine para 4 pessoas pernoitarem com conforto. Ao descer a escada, a sensação de espaço é grande. Aqui percebe-se claramente que o estaleiro foi bem sucedido ao cobinar o conceito de Proa Aberta com Cabine.

O interior é composto por uma cama de casal posicionada na proa, 2 camas de solteiro posicionadas na popa e ao centro 2 banheiros, 1 especificamente para banho e outro para sanitário e pia.

 

 

Se você busca um barco para aproveitar o dia com conforto e estilo combinados em um clássico-esportivo, este barco definitivamente é para você e sua família.

Acompanhe tudo sobre a Chris-Craft Brasil:
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 Chris-Craft Launch 36

Exclusivo! O iate que chamou a atenção do mundo está na Boat International

Com exclusividade mundial, a Boat International Brasil número 18 traz, como reportagem de capa, tudo sobre o iate dourado que chamou a atenção do mundo, desde que começou a ser fabricado.

 

Batizado de Khalilah, o barco de 160 pés da Palmer Johnson apresenta um trabalho de design exterior diferente de tudo que existe por aí, com um casco em fibra de carbono trazido da Noruega (é o maior barco de fibra de carbono já fabricado). Há também muita tecnologia inserida em todos os processos de criação, desde a confecção das grandes janelas até o completo sistema eletrônico de comando.

 

Nenhuma revista náutica do Brasil apresentou o iate de forma tão detalhada, com lindas imagens exclusivas. Garanta a sua edição histórica.

 

*Foto de abre: Q&K

Capa da Boat International Brasil 18
Capa da Boat International Brasil 18

 

 

 

 

 

 

 

 

Boat International Brasil

Conceito de veleiro combina madeira e linhas modernas

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Desenhado por Igor Jankovic, o conceito de veleiro explora linhas modernas com construção de madeira. A curva usada no barco é inversa, o que garante ainda mais o charme do projeto.

 

Embora o designer seja da Sérvia, ele mantém sua empresa atual Art Of Kinetik (AOK) fora do país e também usa a construção da madeira de forma inusitada em seus projetos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Igor Jankovic