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Motor quente, cabeça quente

A revisão dos motores não está completa sem a limpeza do sistema de arrefecimento, que é responsável por manter a temperatura do equipamento adequada e constante durante o uso. Afinal, motor frio é sinônimo de cabeça fria.

 

A refrigeração dos motores é feita em duas etapas que se complementam: uma refrigera as partes marinizadas e a outra faz o mesmo com a temperatura interna dos componentes do motor. A primeira trabalha com a água do ambiente em que estiver navegando e a segunda atua com líquido de arrefecimento (solução de coolant e água desmineralizada ou, então, mistura aditiva pronta).

 

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Nos motores com rabeta, a bomba de água salgada aspira a água através da própria rabeta. Em seguida, essa água passa pelo trocador de calor da bomba hidráulica de direção e é filtrada, a fim de reter impurezas. Depois, a água é bombeada para o trocador de calor do combustível e passa pelo aftercooler, fazendo a troca de calor do ar de admissão. Na sequência, faz a troca de calor do óleo lubrificante, passa pelo trocador de calor de água doce, refrigera a curva de escapamento e, finalmente, é devolvida ao mar. Nos motores com caixa reversora, a água para refrigeração faz o mesmo percurso. As diferenças estão na aspiração, feita por meio de uma entrada de água no casco da embarcação, e a troca de calor do óleo lubrificante do reversor antes da água ser devolvida ao mar.

 

A refrigeração da parte interna do motor (bloco) garante o funcionamento perfeito de propulsão na temperatura correta. Todo o circuito selado funciona com o líquido de refrigeração, que sempre deve ser mantido no nível indicado. A mistura contida no tanque de expansão é impulsionada por meio da bomba de circulação para o bloco do motor, em que refrigera os cilindros e camisas, o cabeçote e a mufla.

 

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Se a bomba de sucção estiver obstruída, o sistema de água salgada recebe menos água e, consequentemente, deixa de refrigerar os demais componentes. O sistema de água doce lida com o coração do motor (processo de combustão e explosão) e deve ser verificado para não gerar problemas graves. Para que o motor trabalhe na temperatura correta todas as peças devem estar impecáveis.

 

A manutenção inadequada ocasionará o mau funcionamento de todo o conjunto de motorização do barco e, assim, colocará em risco o patrimônio e os convidados. Se na revisão o técnico apontar a necessidade da manutenção completa do sistema de arrefecimento, faça! A negligência é o caminho mais curto para fundir o motor do barco.

 

 

Fique atento!

– Preste atenção nos instrumentos do painel, especialmente aos que marcam a temperatura do motor;

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– Caso note aquecimento ocasionado sem motivo técnico aparente, verifique a bomba de sucção (e o rotor) e se a entrada de água não está sendo obstruída por algum objeto, como saco plástico;

– Verifique periodicamente os filtros de águas do motor;

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– Não esqueça que é imprescindível o uso da mistura aditiva. Ela deve ser usada todos os dias do ano independente do clima;

 

– A mistura aditiva é o único agente que tem proteção contra a corrosão dos componentes internos do motor;

 

– A mistura aditiva perde seu efeito depois de certo tempo e deve ser trocada conforme determina o manual;

 

– Nunca use água de torneira ou de bicas naturais no lugar da mistura aditiva pronta ou para incrementar o coolant concentrado. Água comum é rica em minérios, especialmente os ferruginosos.

 

 

 

 

 

Motores

Estaleiro exclusivo trabalha para arrumar barcos da regata

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Saem os atletas, entram os engenheiros e especialistas em construção naval, a Volvo Ocean Race tem um local especial para cuidar dos barcos: The Boatyard. O estaleiro de 1.200 metros quadrados é um espaço importante na regata, principalmente em etapas mais duras como a da Nova Zelândia até o Brasil (a perna mais desgastante da Volta ao Mundo). Em Itajaí, SC, por exemplo, os barcos passam por um verdadeiro check-up completo antes da próxima jornada.

 

Todas as partes do barco passam por uma revisão (Foto: Ainhoa Sanchez)
Todas as partes do barco passam por uma revisão (Foto: Ainhoa Sanchez)

 

“Tiramos o barco da água e logo fazemos um ultrassom. A primeira parte é ver se não houve uma delaminação no casco. As velas são revisadas para ver se não há rasgos. Depois é a vez da avaliação de cabos, peças e da parte elétrica”, explicou Federico Bensadon, um dos 54 integrantes da equipe de Nick Bice na cidade catarinense. “Minha equipe trabalha em tempo integral. Todas as pessoas envolvidas no estaleiro têm experiência na regata”, explica o chefe do estaleiro, Nick Bice. “Eles não foram contratados apenas por serem os melhores, mas também por terem a confiança de toda a comunidade da Volta ao Mundo”.

 

O Dongfeng, barco chinês que navega com mastro quebrado até Itajaí, será o próximo a receber os cuidados do estaleiro. A embarcação chega até a próxima segunda-feira junto com um novo mastro, que é transportado de Dubai por avião.

 

O mastro do barco chinês está vindo de Dubai (Foto Divulgação)
O mastro do barco chinês está vindo de Dubai (Foto Divulgação)

 

The Boatyard tem uma operação centralizada, essencial para garantir que a flotilha esteja sempre em condições iguais durante toda a regata. Para as equipes, é uma equação simples, mas Nick Bice e seu grupo precisam de agilidade para lidar com as demandas. “A gente nunca sabe quando a pior situação pode ocorrer, por isso temos de estar preparados para tudo que cai na nossa mão. Nenhuma situação é igual outra”, disse Bice.

 

O barco não é feito apenas de velocidade. É preciso garantir a sobrevivência dos tripulantes. Por isso, o serviço de estaleiro é especial. O estaleiro pode ser visto e fotografado pelo público da Vila da Regata de Itajaí todos os dias. Mais uma novidade desta temporada.

 

O trabalho da equipe é árduo, além de ter pouco tempo (Foto: Ainhoa Sanchez)
O trabalho da equipe é árduo, além de ter pouco tempo (Foto: Ainhoa Sanchez)

 

 

 

 

 

Volvo Ocean Race

Marca florentina de alta relojoaria anuncia calendário do circuito de velas clássicas

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Com sua forte ligação com o Mar, todo ano no mês de abril, a marca de alta relojoaria italiana, Officine Panerai, tem encontro marcado com alguns dos mais importantes veleiros clássicos no mar do Caribe, para a largada do Panerai Classic Yachts Challenge, o maior circuito internacional de vela clássica do mundo, que tem a grife como patrocinadora oficial pelo 11º ano consecutivo. A largada deste desafio acontece no dia 15 de abril, em Antigua, e será finalizado na Riviera Francesa, em Cannes, no dia 26 de Setembro.

 

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A regata é não só um desafio para os velejadores, como se torna uma atração por o onde passa, atraindo tanto os apaixonados pelo iatismo e pelo mar, como turistas, que podem programar suas viagens para acompanhar o espetáculo das velas.

 

CALENDÁRIO PANERAI CLASSIC YACHTS CHALLENGE 2015

Antigua Classic Yacht Regatta: 15 – 21 de Abril

Les Voiles d’Antibes: 3 – 7 de Junho

Argentario Sailing Week: 18 – 21 de Junho

Panerai British Classic Week, Cowes: 18 – 25 de Julho

Corinthian Classic Yacht Regatta, Marblehead: 7 – 9 de Agosto

Opera House Cup, Nantucket: 12 – 16 de Agosto

XII Copa del Rey de Barcos de Epoca, Mahon: 25 – 29 de Agosto

Museum of Yachting Classic Yacht Regatta, Newport: 4 – 6 de Setembro

Les Régates Royales, Cannes: 22 – 26 de Setembro

 

Site oficial :  http://www.paneraiclassicyachtschallenge.com/

 

EILEAN

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O veleiro Eilean (que significa ilha, em gaélico), projetado e construído em 1936 pelo lendário estaleiro do escocês William Fife, foi descoberto pelo CEO da Officine Panerai, Angelo Bonati, em 2006, na Ilha caribenha de Antigua. Apaixonado instantaneamente pela antiga embarcação, Bonati a comprou em nome da Officine Panerai, a restaurou durante 3 anos e, assim, ela se tornou um símbolo da marca e estrela do circuito de regatas Panerai Classic Yacht Challenge.

 

 

 

 

 

 

 

 

Officine Panerai

Chineses montam estratégia para trocar mastro quebrado

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O time chinês Dongfeng Race Team é o único barco que ainda não chegou ao Brasil nesta quinta etapa da Volvo Ocean Race. O veleiro teve o mastro quebrado na aproximação ao Cabo Horn e foi obrigado a abandonar a etapa. Com velocidade reduzida e navegando a motor, os chineses correm contra o tempo para solucionar o problema antes da largada para a próxima perna, entre o Brasil e os Estados Unidos.

 

São dois fatores que exigem maior atenção dos gestores do Dongfeng. O primeiro é o tempo de chegada do barco a Itajaí, SC. O segundo é a logística de transporte do mastro, que será colocado em um avião em Dubai com destino a São Paulo, SP. A previsão é que mastro e barco estejam em Itajaí até no início da próxima segunda-feira (13). Se tudo correr de acordo, o Dongfeng pode ir para água quinta-feira (16).

 

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“Se a gente não largar a sexta etapa será o fim do projeto”, disse Bruno Dubois, diretor da campanha do Dongfeng. “Estamos em segundo lugar na competição, algo que ninguém poderia imaginar no começo do campeonato. E olha que acabamos de perder o mastro. Estamos com sorte, mas não podemos cometer mais erros. Os outros estão batendo em nossa porta para pegar o nosso lugar no pódio”.

 

Na edição passada, o barco Groupama teve de trocar o mastro em Itajaí e o transporte da embarcação foi um case de logística. Deu tudo certo e o Groupama foi campeão da temporada 2011-12. A peça foi colocada num avião e depois transportada do Paraná até a cidade catarinense. Coincidências ou não, o barco francês tinha Charles Cuadrelier na tripulação.

 

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Classificação
Abu Dhabi Ocean Race – 9 pontos perdidos
Dongfeng Race Team – 16 pontos perdidos
Team Brunel – 18 pontos perdidos
MAPFRE – 18 pontos perdidos
Team Alvmedica – 19 pontos perdidos
Team SCA – 29 pontos perdidos

 

Mudanças no time holandês
Depois do quarto lugar na etapa brasileira, o Team Brunel, do comandante Bouwe Bekking, fez uma mudança na sua tripulação visando melhorar seu resultado na sexta perna até os Estados Unidos. O espanhol Javier de la Plaza entra no lugar de Dirk de Ridder. “Já sabíamos que Dirk tinha outros compromissos e que só navegaria uma etapa com a gente”, explicou Bouwe Bekking. “Javier é um substituto perfeito. Corremos juntos no Telefónica. Ele é um regulador de vela excepcional e um timoneiro de mão cheia”.

 

A saída da sexta etapa da Volvo Ocean Race – entre Itajaí (Brasil) e Newport (Estados Unidos) será em 19 de abril. Um dia antes, será realizada a regata local.

 

The Boatyard
A organização da Volvo Ocean Race fará, nesta quinta-feira (9), às 14h30, uma visita guiada ao Boatyard – o estaleiro da Volta ao Mundo. O local é o coração da regata e está a pleno vapor com os barcos no conserto. Após todas as etapas, os especialistas em várias áreas da construção náutica assumem os trabalhos arrumando os principais problemas.

 

A etapa entre a Nova Zelândia e o Brasil foi a mais longa e desgastante da regata. Por isso, os funcionários do Boatyard estão a pleno vapor. O tour será guiado e em português.

 

 

 

 

 

 

 

 

Volvo Ocean Race

Boat Teste – Chris Craft Capri 21

A beleza americana

Recém-lançada no mercado nacional, a Capri 21 tem em seu DNA a essência dos barcos do passado, mas com a modernidade do futuro. Ela aguça a imaginação e, por onde passa, deixa qualquer um admirando sua beleza

 

A joia americana, como muito gostam de chamar, Chris Craft lançou a Capri 21, um barco totalmente vintage de 21 pés. E já temos duas unidades aqui no Brasil. Viajamos para Joinville para conhecer melhor essa novidade.

 

Chris Craft Capri 21

 

A Chris Craft é admirada por muitos amantes do mar por tudo o que ela representa e pelo seu visual antigo e clássico, mas construída com o que há de mais moderno em tecnologia. Os padrões impostos pela empresa em acabamento e qualidade são visíveis quando você chega perto do barco. O uso da madeira, os estofados, a pintura e todos os detalhes passam por uma rigorosa inspeção antes do barco deixar a fábrica. Ela é feita por um funcionário que trabalha há mais de 35 anos na empresa e conhece todos os modelos Chris Craft como ninguém.

 

Chris Craft Capri 21

 

A Capri 21 chama atenção pela proa diferente dos padrões atuais dos barcos: ela complementa o estilo retrô com o moderno utilizado neste modelo. O embarque é feito pela plataforma de popa e o acesso ao cockpit é simples e prático, basta tirar a almofada central do solário e um corredor em madeira deixa o caminho livre para chegar aos bancos. O solário de popa é enorme e tem espaço para três pessoas tomarem sol com tranquilidade. O cockpit é distribuído no mesmo formato de um carro, um banco para três pessoas atrás e dois assentos na frente.

 

Chris Craft Capri 21

 

O sofá para três pessoas e os dois assentos giratórios, que integram muito bem o ambiente, são construídos para durar, pois antes de finalizar o acabamento, a Chris Craft sela a espuma com um plástico a vácuo e depois é aplicado o tecido impermeável, ou seja, você dificilmente terá problemas com o seu estofado. Entre os dois assentos foi instalado um paiol para âncora.

 

Chris Craft Capri 21

 

O painel de instrumentos da Capri 21 é um show à parte. Ele é construído em inox, todo perfurado e com os relógios do motor no centro, que garantem ainda mais esportividade para o modelo.

 

Chris Craft Capri 21

 

Em frente ao apoio dos pés, tanto do piloto ou do outro assento, dois paióis foram instalados e mais espaço foi adicionado ao barco. Lá é possível guardar um par de esquis, cooler ou o que mais você precisar.

 

Desempenho na prática:

Chris Craft Capri 21

 

A Chris Craft Capri 21 é um barco para você apreciar os bons momentos da vida, mas não é apenas um clássico para ser admirado. Vem equipada com um motor Volvo Penta V8 com 320HP que leva a Capri aos 47 nós ou 54 milhas por hora na velocidade máxima. Um desempenho excelente para um barco de 21 pés. Em regime de cruzeiro, a 3.000 rpm navega a 26 nós ou 30 milhas por hora, gastando apenas 31 litros/hora. Ou seja, tem uma autonomia de cinco horas de navegação, tempo suficiente para aproveitar um belo dia a bordo.

 

Chris Craft Capri 21

Impressões ao navegar:

construção

Todos os barcos da Chris Craft são produzidos na sua unidade de Sarasota (Flórida, USA). Além dos anos de experiência na construção de barcos, eles seguem os mais rigorosos padrões impostos pela marca, pois todo modelo produzido leva o nome da Chris Craft em seu costado.

inovação

Neste quesito, não temos muito o que destacar, por ser um lançamento e um barco de pequeno porte, não coube muitas inovações tecnológicas. Ele tem o DNA de uma Chris Craft, com o design moderno e um motor com 320HP.

conforto

O conforto a bordo da Capri 21 deve ser destacado. Todo o acabamento e o uso da madeira, além dos detalhes no tecido, deixam o barco muito aconchegante. O solário de popa é muito grande e tem espaço para três pessoas tomarem sol tranquilamente, os bancos têm a espuma do assento e encosto selada e o tecido é impermeável. O painel chama atenção pelos detalhes em inox perfurados. Tudo isso combinado gera um sensação única de conforto a bordo, mesmo num barco de 21 pés.

acabamento

A Chris Craft leva a sério essa questão, eles não pecam nos detalhes. O barco inteiro é produzido sob um rigoroso processo de construção, que mantém o mesmo padrão que tornou a marca reconhecida mundo afora. O processo final passa pela supervisão de um funcionário que trabalha há 35 anos na empresa.

pilotagem

Pilotar uma Chris Craft, mesmo que para um teste na revista, é sempre muito prazeroso, pois a sensação ao volante é indescritível, muito semelhante a pilotar um carro esportivo em alta velocidade. A posição e todos os equipamentos estão ergonomicamente corretos.

segurança

Toda fiação elétrica está bem posicionada e identificada, o compartimento do motor e tudo que está dentro dele tem fácil acesso e, caso aconteça alguma coisa, um extintor de incêndio fica bem visível. Os demais quesitos estão de acordo com os padrões internacionais, pois ela é exportada para todos os continentes.

desempenho

O desempenho da Capri 21 ficou dentro do esperado para um barco com o seu porte, atingiu a velocidade máxima de 54 milhas por hora (uma marca considerável) e, na velocidade cruzeiro, chegou a 30 milhas, consumindo apenas 31 litros/hora, com uma autonomia de cinco horas.

seu bolso

 

Por se tratar de um barco americano e importado, o preço pode assustar um pouco, porque depende da variação cambial e das taxas de importação e transporte. O preço final para o consumidor é a partir de US$ 107.000.

 

O melhor uso:

Chris Craft Capri 21

A Chris Craft Capri 21 é um barco na medida para você?

 

A Capri 21 é um barco destinado ao uso diurno, para passeios rápidos ou para navegar em grande estilo. Ela tem muitos requisitos que encantam a todos, não apenas pelo design ou pela beleza do barco, mas por tudo o que a marca representa. Enquanto Henry Ford montava motores em linha nos carros, Christopher Columbus Smith pensava como montaria motores nos barcos, e assim o fez em 1874.

 

Mas os barcos não foram feitos apenas para serem admirados, eles navegam muito bem e chamam atenção por onde passam. Em todos os modelos da linha podemos observar os cuidados que a empresa tem na construção e acabamento de cada unidade que sai da fábrica. Desta forma, a Chris Craft vem, há anos, conquistando fãs pelo mundo.

 

 

 

Ficha técnica:

Comprimento: 6,45m

Boca: 2,41m

Calado: 0,86m

Peso total seco: 1.811kg

Motorização: Volvo Penta 5.7L 320 HPs

Velocidade máxima: 47,32 nós

Velocidade cruzeiro: 26,11 nós

Tanque de combustível: 129L

Tanque de água: 35L

Passageiros: 5

www.americanboat.com.br

 

 

 

Chris Craft Capri 21

Fabricante dos primeiros barcos a hidrojato estão de volta

Você já ouviu falar de Turbocraft?

Se você tem ou já teve uma moto-aquática, um barco com propulsão a hidrojato ou qualquer brinquedo de água desse tipo, saiba que isso só foi possível graças a essa marca.

 

Em 1954, John Buehler, presidente da Buehler Corporation (fabricante de equipamentos de ultra-precisão para a indústria aeroespacial) apresentou ao mundo o sistema de propulsão a hidrojato, com o lançamento da Turbocraft, uma marca que deu início a uma nova era navegação com estilo. Esta nova tecnologia trouxe os primeiros motor a jato no segmento náutico.

 

James Bond, em Thunderball, esteve a bordo de um modelo
James Bond, em Thunderball, esteve a bordo de um modelo Turbocraft

 

O projeto ficou ainda mais famoso graças aos proprietários ilustres de barcos com esse sistema, como a família Kennedy, e a aparição no quarto filme de James Bond, Thunderball.

 

Novo modelo

Atualmente, a empresa tem nova administração e um novo modelo, o Thunderclap 38.

 

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Depois de três anos de desenvolvimento, o DNA da Turbocraft está de volta com esse modelo de 38 pés que oferece linhas curvas que lembram a década de 1960, além de características funcionais e design sofisticado para navegar com estilo no século 21.

 

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O interior possui acabamento em madeira e tecidos finos. Uma cabine equipada com cama queen size e banheiro permite um descanso de duas pessoas. Há também sistema de entretenimento e armazenamento de cargas. Externamente, o casco é feito em madeira pré moldada. O deck é bem acabado com teca por toda a extensão e traz um grande solário da popa.

 

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Fiel à  herança pioneira da marca, o Thunderclap 38 utiliza a propulsão a hidrojato, que oferece características únicas, como a acessibilidade em águas rasas, fácil manobra de atracação, baixos custos de manutenção e ótima aceleração. O barco atinge 42 nós de velocidade máxima e 32 nós em velocidade de cruzeiro.

 

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*Imagens: Buehler Turbocraft

 

 

 

 

 

 

Turbocraft

Princess 40M: imagens do interior do iate

A Princess Yachts revelou imagens do interior do mais recente modelo 40M. Ao todo, são cinco cabines e um conceito de interior customizado.

 

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O design da M/Y X5 foi desenvolvido em colaboração entre Fendi Casa, Princess Design Studio e o proprietário. Por todo o salão no deck principal estão móveis fabricados sob medida, com iluminação específica para cada ambiente, tudo com a marca Fendi. A área de jantar pode acomodar até 10 pessoas em torno de uma mesa de ébano que é suavemente iluminada por um painel de onyx, logo à frente.

 

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No deck principal também se encontra a suíte máster, que traz uma grande área privada aproveitando toda a boca do barco. Combinações de mármores têm sido um padrão do estaleiro para individualizar cada banheiro. Na suíte do proprietário, o box apresenta paredes em mármore Nero Portoro, que contrasta com a banheira e piso em mármore neutro.

 

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Do deck inferior, um generoso lounge com amplas janelas permitem um bom ambiente de descanso, com grande sofá em ‘L’, poltronas Fendi Casa e televisão. Do outro lado do convés estão asquatro cabines de hóspedes, com decoração em diferentes cores. O iate tem capacidade de pernoite para 10 pessoas e mais sete tripulantes em três cabines.

 

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Princess Yachts

Com ‘brasileira’ a bordo, Team SCA fecha etapa mais dura da regata

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Barco feminino Team SCA, com Carolijn Brouwer, completou a quinta perna da Volvo Ocean Race nesta terça-feira (7). Meninas foram recebidas com muitas rosas em Itajaí após mais de 12 mil quilômetros de travessia.

 

Volvo Ocean Race

 

Festa rosa, verde e amarela na chegada do Team SCA, barco 100% feminino, ao Brasil. A equipe sueca completou, na manhã desta terça-feira, a quinta etapa da Volvo Ocean Race – entre Auckland e Itajaí – em 20 dias, 17 horas e 52 minutos. Com a bandeira do Brasil, a holandesa Carolijn Brouwer, uma das 12 heroínas do barco, estava emocionada com a recepção. Brasileira de coração, por ter morado no país por 14 anos, a atleta olímpica reconheceu as dificuldades da etapa, que passou pelos mares gelados do Sul e contornou o Cabo Horn antes de parar em Santa Catarina. “É muito lindo voltar ao Brasil e ser recebida com tanto carinho. É sempre bom estar aqui, pois as pessoas são sempre sorridentes. Será a melhor parada de todas, vamos adorar essa estadia”, disse Carolijn Brouwer com seu filho pequeno Caio nos braços. “Quero comer uma feijoada e tomar uma caipirinha. Merecemos! A etapa foi muito desgastante e dura. A gente sabia que seria uma perna que iria exigir da parte física”.

 

As meninas sobreviveram às dificuldades. Além das condições climáticas adversas, como ventos acima de 40 nós e ondas gigantes, as velejadoras tiveram de controlar o barco em manobras arriscadas e tiveram problemas com algumas quebras.

 

“Pegamos muitos ventos e ondas. O barco ficou danificado, é claro, por isso a prioridade foi chegar bem a Itajaí e com o barco inteiro”. A equipe feminina de Carolijn Brouwer terminou a regata na quinta posição e soma 29 pontos perdidos na classificação geral.

 

O Team SCA tem uma relação especial com o Brasil. Além de Carolijn Brouwer, a equipe conta com o treinador Joca Signorini. O velejador carioca é o brasileiro com o maior número de participações na Volvo Ocean Race, três como atleta e agora como coach. “O fator experiência é o mais importante na regata de Volta ao Mundo. A última vez de um barco feminino foi em 2001-02, por isso as meninas fizeram uma boa regata”, disse o brasileiro Joca Signorini.

 

O treinador brasileiro aprovou o desempenho das meninas em uma perna complicada e inóspita. “Nosso objetivo era terminar a etapa sem prejuízos. É muito difícil essa perna e invariavelmente ocorrem quebras. Elas enfrentaram bem esse desafio”.

 

Joca Signorini estreou com o Brasil 1 em 2005-06 e na edição seguinte foi campeão com o Ericson. Depois correu no Telefónica e hoje é técnico no Team SCA.

 

A quinta etapa da Volvo Ocean Race foi vencida pelo Abu Dhabi Ocean Racing, seguido por MAPFRE, Team Alvimedica e Team Brunel. Falta a chegada do chinês Dongfeng, que suspendeu a regata após quebrar o mastro antes de dobrar o Cabo Horn.

 

Fotos: Buda Mendes / Volvo Ocean Race – Ian Roman / Abu Dhabi

 

 

 

 

 

 

 

Volvo Ocean Race

Iate Clube de Santa Catarina recebe mundial de S40

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Considerada por muitos como uma das melhores do Brasil, a raia de Jurerê recebe, entre os dias 12 e 16 de abril, o campeonato mundial de veleiros da classe S40. O evento será o primeiro mundial disputado na história do Iate Clube de Santa Catarina e a expectativa para a competição é enorme.

 

A classe reúne velejadores que somam quinze medalhas olímpicas e mais de 20 títulos mundiais. Um deles é o brasileiro Torben Grael, medalhista olímpico por cinco vezes e campeão da edição 2008/2009 da Volvo Ocean Race.

 

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O Mitsubishi Motors Soto 40 World Championship, como é chamado este Mundial, é o terceiro a ser realizado pela Classe e o primeiro no Brasil. Serão dez regatas de Barla-Sota para definir o grande campeão do evento, sendo que não haverá descarte de pior resultado. Outro fato importante é de que todas as equipes competem em condições iguais, uma vez que a classe segue o conceito one design, com todos os veleiros sendo idênticos quanto a peso, tamanho e área velica.

 

A partir desta quarta-feira, 08, até o dia 11, sábado, acontece o registro e vistoria das embarcações. Ainda no sábado, a organização promove o treino livre, já na raia de Jurerê e partir de domingo, 12, a competição começa para valer com duas regatas programadas por dia.

 

*Fotos Mathias Capizzano / Mitsubishi

 

 

 

 

 

 

mundial de veleiros da classe S40

Nova Prestige 680. Imagens inéditas!

A nova Prestige 680 será lançada oficialmente no boat show de Cannes, em setembro. Mas algumas imagens e informações sobre o modelo já circulam pela internet. Segundo um dealer oficial da marca, no Reino Unido, o barco terá dois motores Volvo Penta IPS, com uma potência total de 1.800 hp. O conjunto levará o barco a 30 nós de velocidade máxima e 25 nós de velocidade de cruzeiro.

 

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O layout poderá ser personalizado, com possibilidade de escolher três ou quatro cabines e capacidade de pernoite para 10 pessoas. O design exterior é a cargo da empresa J & J Design, que inclui linhas esticadas favorecendo o conforto e a rápida navegação. Internamente, três grandes janelas permitem entrar muita luz e dão ao capitão uma visão de 360 graus.

 

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Abaixo do convés, existem duas áreas de acomodação. A cabine do proprietário encontra-se na popa, ocupando toda a boca do barco, e as cabines de hóspedes estão a meia nau, que pode ser escolhida com duas camas de casal ou uma cama de casal e mais duas cabines individuais.

 

Ficha Técnica

Comprimento total: 21,46 metros
Comprimento do casco: 19,08 metros
Boca máxima: 5,33 metros
Motorização: 2 x Volvo IPS 1200 D13-900 HP
Velocidade de cruzeiro: 25 nós
Velocidade máxima: 30 nós
Peso: 29.800 kg
Deslocamento: 39.600 kg
Cabines: três ou quatro + tripulação
Tanque de combustível: 3.450 litros
Tanque de água: 920 litros
Designer: Garroni Design / JP Concepts – J & J Design

 

 

 

 

 

 

 

Prestige 680