A largada da quinta etapa da Volvo Ocean Race, entre Auckland, na Nova Zelândia, e Itajaí, no Brasil, está confirmada para a próxima terça-feira (17), às 18h (Horário de Brasília). A partida será com três dias de atraso por causa do ciclone Pam, que entrou com força no Oceano Pacífico Sul.
Depois de uma reunião com os seis comandantes dos barcos e de analisar os dados meteorológicos, a organização concluiu que estava na hora de partir para evitar danos às tripulação e materiais. “O ciclone Pam está sob a Nova Zelândia. A maioria das rotas de saída desta etapa caem no centro do fenômeno. Achamos uma brecha, mas as equipes devem pegar até 40 nós e ondas enormes”, disse o CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad. O ciclone Pam fez estragos em Vanuatu, uma pequena ilha da Oceania.
As equipes já pensam na estratégia para os primeiros dia da regata, que terá ao todo 6.776 milhas náuticas ou 12.550 quilômetros. “Não foi uma decisão fácil para a Volvo Ocean Race, realmente. O ciclone está passando e é muito poderoso”, explicou Iker Martínez, comandante do MAPFRE. “Se você avançar mais cedo pode encontrar uma grande confusão com esses ventos fortes, que acabam sendo complicados de navegar. Se for muito depois pode não pegar vento”.
A saída será transmitida ao vivo pelo site oficial da Volvo Ocean Race, assim como o canal do Youtube e o aplicativo, disponível para Android e para IOS. O vídeo de apresentação da quinta etapa pode ser assistido aqui.
O superiate Wider 125 alcança velocidade máxima de 14 nós e tem autonomia de 3.600 milhas náuticas a navegando a 10 nós. O barco pode ser executado exclusivamente pelo uso de baterias em seu modo de emissão zero.
O projeto, assinado por Tilli Antonelli e Fulvio De Simon, privilegia espaços ao ar livre, como a proa equipada com uma jacuzzi e o convés superior é dedicado para espreguiçadeiras e mobiliários externos.
A nova semi-custom do estaleiro paulista Intermarine está em fase final de construção e a Boat Shopping traz para você, leitor, imagens exclusivas do barco. A Intermarine 80 apresenta seis opções de plantas, com dois tipos de layout para cada deck, e reserva ambientes amplos. Janelas em todo o costado garantem a entrada de luz natural e vista para o mar.
Neste modelo, o proprietário optou por três cabines para dar lugar a uma sala no deck inferior. No flybrigde, ele optou pela planta com o espaço decorado com jacuzzi, sofá e bar.
Agora, além dos displays Dragonfly 6 e Dragonfly 7, a Raymarine adicionou os displays Dragonfly 4 e Dragonfly 5. Toda a linha Dragonfly possui uma avançada sonda gráfica dupla CHIRP e CHIRP Downvision de alto detalhamento. A tecnologia da sonda CHIRP transmite várias frequências dentro de uma determinada faixa a cada pulso da sonda ao invés de apenas uma frequência. Com esta nova tecnologia o pescador tem, além de uma operação muito simples, uma definição de imagem jamais vista.
E para facilitar ainda mais a vida do pescador, a linha Dragonfly possui uma segunda sonda interna, chama CHIRP Downvision, que trabalha em frequências mais altas (350KHz) que possibilitam um desenho impar da estrutura do fundo.
O sensor de sonda da linha dragonfly possui os dois elementos transmissores (CHIRP e CHIRP Downvision) com diferentes aberturas de feixe. A sonda CHIRP possui um feixe cônico, ideal para busca no mar. Já o feixe Downvision é em formato de leque, com 60 graus de abertura para os lados, sendo um grande aliado nas pescas em lagos, rios e mar.
Além de toda a tecnologia embarcada de sonda, a linha Dragonfly conta com GPS interno de 50 canais, que permite maior velocidade de aquisição e maior precisão de posição. Seu GPS plotter pode trabalhar com cartografia Brasileira das fabricantes Navionics e CMAP. * Os modelos Dragonfly 4DV, 4DVS e 5DVS não possuem GPS plotter.
Como grande novidade, os displays Dragonfly 4PRO e 5PRO possuem conectividade wireless WI-FISH, que permite a visualização das imagens através de smartphones e tablets. E para atender as necessidades de cada usuário, a Raymarine disponibiliza os modelos Dragonfly 4 e 5 nos seguintes padrões: DV (somente Dragonfly 4) – sonda CHIRP, M (apenas Dragonfly 5) – GPS plotter, DVS (Dragonfly 4 e 5) – sonda dupla CHIRP e Downvision, PRO (Dragonfly 4 e 5) – sonda dupla CHIRP e Downvision, GPS plotter e conexão wifi. Ainda existe a opção do modulo Wi-fish, onde a sonda trabalha exclusivamente com a tela do smartphone ou tablet.
A nova moto aquática VX da Yamaha já está disponível para a venda. O modelo faz parte da linha de WaveRunners da montadora japonesa e promete agitar as águas brasileiras.
Com o sistema RIDE (sistema de desaceleração eletrônica) e equipada com ré, a moto aquática proporciona uma desaceleração menos brusca e manobras mais sofisticadas durante o processo. A pilotagem é confortável e o modelo comporta até três pessoas a bordo.
Um ciclone tropical no Oceano Pacífico adiou a largada da quinta etapa da Volvo Ocean Race, entre a Nova Zelândia e o Brasil. Os barcos partiriam de Auckland para Itajaí no domingo (15), mas a organização decidiu postergar o início da regata visando a segurança de tripulantes e equipamentos. Ventos de 200 km/h e ondas gigantes estão previstos pela meteorologia oficial.
“A segurança vem em primeiro lugar”, explicou o CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad. “Tomamos a decisão porque não sabemos exatamente por onde o ciclone se move. Sabemos que os barcos podem suportar essas condições, mas foi melhor assim”.
A saída de Auckland, ainda deve ser confirmada, mas não será antes de segunda-feira (16). O ciclone não afeta a New Zealand Herald Auckland In-Port Race – Regata Local, que será disputada no sábado (14). A organização também confirmou que a cerimônia de troca de bandeiras entre os prefeitos e o desfile de velejadores estão confirmados.
“A organização fez uma grande escolha, pois nessas condições é impossível controlar o barco, ou decidir o que vai acontecer. Acidentes ou danos poderiam ocorrer. Não vale o risco de estragar uma regata tão equilibrada com seis barcos de alto nível. A segurança precisa vir em primeiro lugar”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca.
O brasileiro da Volvo Ocean Race recordou que teve experiência de velejar com mais de 60 nós de vento na temporada 2008-09, quando integrava o Delta Lloyd. “Realmente são condições que fogem do controle do ser humano. A gente fica angustiado com a segurança. Desta vez foi um consenso geral, pois comandantes e organização escolheram pelo adiamento”.
“Esse adiamento significa que posso perder um dia na minha terra”, brincou André ‘Bochecha’ Fonseca. Apesar de sair mais tarde, não quer dizer que a flotilha vai demorar mais pra chegar em Itajaí. Vai depender do vento após o Cabo Horn.
A quinta etapa, entre Auckland (Nova Zelândia) e Itajaí (Brasil) terá 6.776 milhas náuticas e será o mais longo e mais difícil percurso desta edição.
Os barcos offshore sempre foram desejados pelas pessoas que gostam do mundo náutico. A possibilidade de atingir velocidades acima do comum é um desejo do homem por sua natureza – e foi exatamente isso que a Intermarine 55 proporcionou na época em que foi lançada.
Além de ser uma offshore esportiva, ela combinava os dois mundos em um só. Para aqueles que queriam sentir o que era navegar em uma offshore com 2.160 hp de potência, ele era o barco ideal, aliado às rabetas de superfície Mondrive, que o faziam atingir a velocidade máxima de 54 nós e incríveis 46 nós em velocidade de cruzeiro. No entanto, se você buscava o conforto que os barcos não esportivos ofereciam, ela também era perfeita, pois contava com uma configuração com uma ou duas cabines, sala ampla e banheiro.
A Intermarine 55 foi desenvolvida pelo renomado design brasileiro Luis de Basto, que conseguiu unir o melhor dos dois mundo em um barco rápido. Ele prezou pelo conforto a bordo sem abrir mão da esportividade, e isso é sentido assim que se embarca na offshore de 55 pés. A plataforma de popa se integra muito bem aos degraus construídos para acessar o interior do cockpit; dois solários foram instalados para manter as caraterísticas esportivas; além disso, uma espécie de aerofólio também foi incorporado ao projeto, garantindo ainda mais esse apelo.
O cockpit é grande e tem um sofá em “L” a boreste, logo atrás do banco do piloto, com uma mesa na frente e, do lado de bombordo, mais um sofá com um móvel com a pia, geleira e um armário. Dois bancos completam o ambiente, o do piloto com dois lugares e mais um outro para mais uma pessoa sentir a velocidade e o vento no rosto.
O posto de comando é uma área à parte. O barco é equipado com três motores Mercedes de 720 hp cada um. Desta maneira, a quantidade de relógios de instrumentos impressionava qualquer um, além do câmbio de engate dos motores.
Caminhando em direção à cabine, o interior vai na contramão da esportividade, pois os barcos rápidos nunca prezaram pelo conforto interno. Ela é muito bem desenvolvida. Descendo as escadas, no lado de boreste, você encontra uma pequena cozinha com espaço para duas geladeiras, micro-ondas e, por ter espaço na parede, alguns instalaram a TV. Dois sofás com uma mesa e um banheiro completam o interior social do barco. A cabine máster fica na proa, com uma cama em V e mais um banheiro exclusivo para o proprietário.
A Intermarine 55 ainda é um barco muito desejado pelos amantes da náutica no Brasil, tanto que foram produzidas apenas 26 unidades e é bem difícil encontrar uma para vender no mercado. Seu sucesso no passado ainda desperta o desejo quando vemos alguma navegando por nossas águas. Seu design e a esportividade de suas linhas não saíram de moda.
Comprimento Total: 17,14 m (56′ 23″ )
Boca Máxima: 3,60 m (11′ 81″ )
Calado: 1,20 m (3′ 94″ )
Peso Total Seco: 15 t
Motorização: 3 x Mercedes-Benz de 720 hp (cada)
Velocidade Máxima: 54 nós
Velocidade de Cruzeiro: 46 nós
Tanque de Combustível: 2000 L
Tanque de Água: 600 L
Cabines: 2/1
Leitos: 2/4
Projeto: Luiz de Basto Designs
Confira detalhes do novo projeto de barco a vela do estaleiro Abora Yachts. Com construção em alumínio, o barco pode chegar a velocidade máxima de 18 nós, segundo o fabricante. Em seus 49,33 metros de comprimento, o conceito pretende hospedar até 10 convidados e sete pessoas na tripulação.
Com 117 metros, Titan é o mais novo projeto do estaleiro Oceanco. O superiate mescla traços elegantes e esportivos, sem deixar de lado os detalhes, especialmente da superestrutura. O casco foi pensando para ser resistente juntamente com um sistema de propulsão híbrido, que permite que o iate alcance 18 nós de velocidade máxima.
A alemã Blohm + Voss está despertando a curiosidade de todos com o BV80, o seu novo projeto de iate de 80 metros. Confira as imagens divulgadas pelo estaleiro: