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Grandes Barcos: Tecnomarine 43

Um barco confiável, seguro, confortável, bom para navegar em qualquer condição. Essas são as principais características da Tecnomarine 43, um senhor de respeito que fez história na década de 1980.

 

O estaleiro surgiu em 1980, quando o empresário Marcio Christiansen montou a primeira fábrica no Guarujá, SP (anos antes de comandar a Ferretti Group no Brasil) e iniciou a construção de um modelo de 36 pés. Dois anos depois, a sede mudou para Diadema, zona metropolitana de São Paulo, onde possuía uma estrutura melhor e mais moderna.

 

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Naquele lugar, além da 36, produziu-se também uma embarcação de 53’ pés, nas versões flybridge e offshore. Com o sucesso dos dois modelos, houve nova mudança de planta, dessa vez para São Bernardo do Campo, SP, com o lançamento de outros barcos, como a 43, com mais de 60 unidades fabricadas.

 

O barco da sessão desta edição pertence ao engenheiro Bernardo Brisac. Amante do mar há muitos anos, esse velejador adquiriu o modelo ano 88 em março de 2014 e, acreditem, é apenas o segundo dono. “A lancha estava com um bom estado de conservação quando a comprei, pois já havia passado por uma reforma”, disse Bernardo, que sempre queria ser dono de um exemplar.

 

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A Tecnomarine 43 é imponente por fora e por dentro. Por ser originariamente um barco de pesca, possui casco amplo para navegações em grandes distâncias da costa, ou seja, é grande, espesso e corta bem as ondas. Mas o conforto não é deixado de lado. O modelo possui três cabines para pernoite, dois banheiros completos, grande salão (com a substituição da cozinha do centro para a lateral),que traz um sofá em L e janelas que permitem boa visão do lado de fora, e amplo flybridge, que acomoda dez pessoas tranquilamente (originalmente, o fly é menor, mas foi modificado).

 

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Após comprá-lo, Bernardo também fez varias melhorias. Outra revisão completa foi realizada, com atenção especial para a parte elétrica e mecânica. Em seguida, instalou um sistema eletrônico moderno, com navegação, radar e piloto automático, tudo para “não ser escravo do leme”, afirmou com bom humor. No flybridge houve uma melhor distribuição dos assentos para receber mais convidados.

 

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O convívio é o grande destaque da embarcação. Além do fly, é possível relaxar no solário da proa e na praça de popa, outro grande espaço do barco que traz, inclusive, chuveiro com água quente.

 

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Com dois propulsores Scania DS14 com 475 hp cada, o barco atinge a velocidade de 20 nós de cruzeiro a 1.900 rpm. A autonomia de 250 milhas náuticas está garantida com dois tanques de combustível sobressalentes de mil litros cada.

 

Ficha técnica

Modelo: Tecnomarine 43
Ano: 1988
Comprimento: 13,11 m (43’)
Boca máxima: 4,6 m (15’)
Motores: 2 x Scania DSI 14 com 485 hp cada
*Velocidade máxima: 23 nós
Velocidade de cruzeiro: 20 nós a 1.900 rpm
*Consumo médio a 20 nós: 160 L/H
Tanque de combustível: 2.000 litros (dois tanques mil litros cada)
Tanque de água doce: mil litros
*Autonomia: aprox. 250 milhas náuticas
Acomodação diurna: 11 pessoas + 1 tripulante
Cabines: 3
Banheiros: 2

*Dados do proprietário

 

 

 

 

 

 

 

 

Tecnomarine 43

Início da 5ª etapa da VOR é adrenalina pura. Confira imagens!

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As primeiras 48 horas da quinta etapa da Volvo Ocean Race, entre a Nova Zelândia e o Brasil, foram bastante agitadas. Os seis barcos pegaram, logo de cara, ventos de até 30 nós e ondas variando de 5 a 8 metros de altura. As batidas dos cascos contra ondas atrapalharam a vida dos atletas a bordo: poucos conseguiram dormir e comer. As imagens enviadas pelas equipes mostram a adrenalina na Oceania, que ainda tem resquícios do ciclone Pam.

 

Foto: Matt Knighton / Abu Dahbi
Foto: Matt Knighton / Abu Dahbi

 

Na primeira atualização da tarde de quinta-feira (19), o holandês Team Brunel estava em primeiro lugar, seguido pelo Team Alvimedica e Abu Dhabi. O espanhol MAPFRE era o quarto, com pequena vantagem sobre Dongfeng e Team SCA.

 

Foto: Ian Riou / Dongfang Race Team
Foto: Ian Riou / Dongfang Race Team

 

A situação requer 100% de concentração dos atletas. “Estamos, na verdade, enjoados e exaustos. O estado do mar é realmente confuso e que torna difícil fazer qualquer coisa”, disse Amory Ross, repórter a bordo do Alvimedica.

 

Foto: Anna-Lena Elled / Team SCA
Foto: Anna-Lena Elled / Team SCA

 

Os barcos são esperados em Itajaí em 7 de abril, mas a data pode mudar de acordo com intensidade dos ventos e destreza dos tripulantes. As seis equipes têm pela frente a perna mais longa do evento – 6.776 milhas náuticas ou 12.550 quilômetros – e dificuldades como o frio dos mares do Sul, ondas gigantes e o temido Cabo Horn.

 

 

 

 

 

 

Volvo Ocean Race

Glossário Náutico: Flybridge, Minifly e Hard Top

Os barcos têm diferentes usos para as pessoas: alguns gostam mais de aproveitar o sol no alto do flybridge, outros preferem navegar com o teto aberto e, há pouco tempo, alguns estaleiros nacionais estão usando o conceito de minifly. Ele já é muito difundido em outros países, com o nome de Sundeck, e continua deixando o barco com jeito esportivo, mas esconde uma área para tomar sol e pilotar o barco.

 

Afinal, qual será o melhor para você? Essa pergunta pode ser respondida pensando na maneira que você vai usar o barco ou no seu perfil. O flybridge é clássico, deixa o barco imponente; o minifly está integrado ao barco, cumpre muito bem a função que lhe foi destinada; e o hard top ou HT, como muitos usam, é o barco mais esportivo, com a sua principal característica, o teto que abre.

 

Mas então, por definição, o que seria cada um deles?

 

 Flybridge: uma área aberta, acima do cockpit, usada para pilotar a embarcação e utilizada, também, como área de lazer.

 

Flybridge
Flybridge

 

Minifly (Sundeck): área aberta, acima do cockpit, integrada ao design do barco, que serve para pilotar a embarcação ou tomar sol.

 

Minifly (Sundeck)
Minifly (Sundeck)

 

Hard Top: Teto rígido da embarcação que se transforma em teto solar. Ele pode ser de fibra, vidro ou lona.

 

Hard Top
Hard Top

 

 

 

 

 

 

 

 

flybridge

Benetti lança seu primeiro iate com tecnologia híbrida

Com quase 50 metros de comprimento, o M/Y VICA é o primeiro iate do estaleiro italiano Benetti com tecnologia híbrida, onde o casco é de fibra de vidro e superestrutura de alumínio. A flexível e escultural qualidade do alumínio permitiu uma customização ao cliente. É uma embarcação mediterrânea que se destaca pelos espaços exteriores, amplos decks, tanto na popa quanto na proa, e convés superior, assim como um grande sundeck. O M/Y VICA garante uma confortável performance (silenciosa e praticamente livre de vibrações) graças a uma conexão elástica especial entre motores e eixo propulsor.

 

Os exteriores têm grandes janelas e três painéis removíveis. O primeiro está na popa, ao lado do local de transporte e lançamento do tender; o segundo fica na plataforma de banho; e o terceiro no deck inferior, permitindo que o lobby – geralmente uma área fechada – possa ser aberto. Além disso, há uma escada retrátil, que leva até a água, para uso exclusivo do proprietário da embarcação.

 

O layout interior inclui quatro cabines de hóspedes, localizadas no deck inferior, suíte do proprietário à proa no deck principal e uma cabine adicional do deck superior. Os 12 membros da tripulação dividem 6 cabines no deck inferior. Os interiores foram desenhados para proporcionar uma sensação de casa e bem-estar, exceto pelo o hall de entrada com uma grande escada de ferro forjado. Cerejeira é usada para acabamentos tanto brilhantes quanto acetinados (para as cabines) com detalhes em jacarandá. O projeto de iluminação é bastante sugestivo, com LEDs e uma coluna iluminada do interior que utiliza controle de brilho dinâmico.

 

 

 

 

 

 

M/Y VICA

Circuito Ilhabela agora é Copa Swift Sport

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O Circuito Ilhabela de vela oceânica, uma das principais e mais técnicas disputas da vela do país, chega à 15ª edição com uma novidade. Agora passa a se chamar Copa Swift Sport, modelo esportivo lançado pela Suzuki no final de 2014. O formato e o regulamento das temporadas anteriores serão mantidos. Nada se altera em relação à Copa Suzuki Jimny, além do nome. A primeira das quatro etapas de 2015 será aberta neste final de semana (21 e 22/3), com sede no Yacht Club de Ilhabela (YCI) e segue em 28 e 29 de março.

 

Estão convidadas para a 1ª etapa da Copa Swift Sport as classes, ORC, IRC, C30, HPE25, BRA-RGS e RGS CRUISER. A organização e realização é do Yacht Club de Ilhabela.

 

Suzuki Swift Sport, veículo que inspirou o novo nome da regata (Foto Murilo Mattos)
Suzuki Swift Sport, veículo que inspirou o novo nome da regata (Foto Murilo Mattos)

 

 

 

 

 

 

 

Circuito Ilhabela

Cigarette 50 inspirada em Mercedes AMG GT S vai pra água

O modelo 50 Marauder GT S da Cigarette Racing – estaleiro americano especializado em lanchas offshore – tem 3.100 hps de potência que atingem uma velocidade aproximada de 135 milhas por hora, marca equivalente a 217 km/h.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

50 Marauder GT S

A Volvo Ocean Race está chegando ao Brasil!

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Com atraso de 67 horas para evitar o impacto do ciclone Pam, a Volvo Ocean Race seguiu viagem para o Brasil,  precisamente em Itajaí (SC). A quinta etapa da Volta ao Mundo largou, naesta terça-feira (17), de Auckland, na Nova Zelândia. As seis equipes vão ter pela frente a perna mais longa do evento – 6.776 milhas náuticas ou 12.550 quilômetros – e dificuldades como o frio dos mares do Sul, ondas gigantes e o temido Cabo Horn. Entre os tripulantes, um brasileiro: André ‘Bochecha’ Fonseca é o timoneiro do MAPFRE, barco de bandeira espanhola na regata.

 

“Todos os velejadores querem disputar essa etapa, pois passa pelos mares do Sul e pelo Cabo Horn. É uma marca importante na carreira do atleta. Adoramos pegar ondas grandes…Passamos frio e fome, mas nos divertimos”, disse o catarinense Bochecha.

 

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Francisco Vignale/MAPFRE

 

“Estou ansioso para chegar ao Brasil. Faz tempo que não vou pra casa. Vou chegar logo logo no meu país e no meu estado. Itajaí é pertinho de Florianópolis, onde moro. Estou louco por um churrasco”, brincou André ‘Bochecha’ Fonseca.

 

A regata também tem uma quase brasileira. Carolijn Brouwer corre no Team SCA, barco só de mulheres na aventura. A atleta holandesa morou mais de uma década no Brasil. “É sempre uma etapa com muita tensão e nervos. Os pontos de gelo – ice gates – estarão bem mais ao Sul. Frio e muito vento vamos pegar. Nosso objetivo é chegar em Itajaí com o barco inteiro”, disse a velejadora, que participou da edição 2001-12.

 

E a regata não será nem um pouco fácil do ponto de vista dos velejadores. Além do frio e das ondas, eles devem enfrentar de 25 a 35 nós de vento, o que equivale de 46 a 65 km/h até dobrar o Cabo Horn.

 

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A previsão é que a etapa demore cerca de três semanas para ser concluída. A tendência é que o líder cruze a linha de chegada em Itajaí no dia 7 de abril. O percurso leva os barcos perto de Point Nemo, famoso na obra de Julio Verne. É o lugar mais remoto da terra, que fica no Pacífico Sul.

 

A regata até Itajaí marca a volta para o Atlântico e a contagem regressiva para o fim da Volvo Ocean Race. Mas, antes de relaxar, eles terão o Cabo Horn no Oceano Antártico, que fica na ponta da América do Sul. Desde o século 17, o local é um marco para todos os velejadores. Para se ter uma ideia, mais pessoas chegaram ao cume do Everest do que contornaram o Cabo Horn. As ondas podem atingir 30 metros – 100 pés, o que é quase o mesmo tamanho do mastro do barco Volvo Ocean 65.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Volvo Ocean Race

Barco de 1937 está de volta após refit completo

Um barco clássico poder voltar às águas, após passar por uma restauração, sempre é motivo de admiração, afinal, muita história está a bordo da embarcação. Esse em questão é o Malahne, que estava há dois anos e meio no estaleiro Pendennis, em Falmouth, Reino Unido, sendo recuperado por completo.

 

O Malahne foi lançado originalmente em 1937 para Charles E. Nicholson e construído pela empresa Camper & Nicholsons. O projeto foi trazido à vida por Nicholas Edmiston, Presidente da Edmiston & Company. Depois de apresentá-lo  para seu dono, ele foi levado para as instalações do estaleiro Pendennis onde especialistas em restauro de barcos clássicos, GL Watson & Co., cuidaram do design exterior e interior. “Juntos, nós trouxemos um iate historicamente importante de volta à vida. Malahne aparece como era na década de 1930, apesar de terem todas as conveniências e sofisticações atuais”, disse William Collier, diretor da GL Watson & Co.

 

Malahne ficou dois anos e meio sendo restaurado
Malahne ficou dois anos e meio sendo restaurado

 

Por dentro, ela apresenta influências da Art Deco no design criado por Oliver Leis. A exigência do proprietário era de que o Malahne possuísse tecnologias atuais, mas mantesse o ar rústico e clássico. E isso é notado em toda a mobília e detalhes em madeiras.

 

O destino de Malahne é retornar ao Mediterrâneo, onde ficará disponível para charter.

 

Malahne navegando, em 1937, ano de seu lançamento
Malahne navegando, em 1937, ano de seu lançamento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Barco de 1937

Nova Jet Capsule alcança 50 nós de velocidade

O italiana Jet Capsule apresenta o seu mais novo modelo Reptile, que tem casco reforçado e a estrutura feita em fibra de carbono. Com essas mudanças, ele está 500 kg mais ele que a versão padrão. Equipado com motor Illmor MV8 com potência de 570 HP a 6000 RPM, a propulsão é garantida e pode alcançar até 50 nós de velocidade máxima.

 

O casco foi submetido a ligeiras modificações para aumentar a estabilidade de curvas e desenvoltura na velocidade. Todos os assentos são equipados com sistemas de suspensão anti-choque e o interior pode ser personalizado com alcantara italiano ou couro. O modelo é e montado na Itália sob medida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jet Capsule

Tiago Quevedo e Lucas Stolf são os grandes campeões do Campeonato Sul-Brasileiro de Optimist

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Evento realizado em Florianópolis definiu a equipe brasileira que disputa o Mundial da categoria na Polônia, em julho.

Após três dias de regatas, o Campeonato Sul-Brasileiro, válido como Seletiva para o Mundial de Optimist, não poderia acabar de melhor maneira. A raia de Jurerê proporcionou ótimas velejadas aos atletas, com condições de nordeste de 10 a 14 nós. E quem melhor soube aproveitar os ventos foram os gaúchos Tiago Quevedo e Lucas Stolf, ambos do Veleiros do Sul. Tiago confirmou o bicampeonato da competição na categoria Veterano, coroando um ano perfeito que começou com o título brasileiro no Rio de Janeiro, enquanto Lucas foi o mais consistente entre os Estreantes.

 

Atual bicampeão brasileiro, Tiago Quevedo chegou à Florianópolis com a liderança da seletiva e o status de favorito para o título Sul-Brasileiro. Após um começo com alguns resultados inconstantes, o gaúcho assumiu a liderança da flotilha após a metade do campeonato, vencendo todas as regatas nos últimos dois dias.

 

“Estou muito feliz com o resultado. Comecei o campeonato com alguns erros, mas depois consegui velejar bem. Esse vai ser meu segundo mundial e quero melhorar o meu quinto lugar do ano passado. Quem sabe buscar uma medalha pro Brasil”, disse Tiago Quevedo, que em 2014 representou o Brasil no Mundial de Optimist, na Argentina.

 

Vice-campeão, Tiago Monteiro, do Cabanga Iate Clube Pernambuco, confirmou uma das cinco vagas na equipe brasileira que disputa o Mundial na Polônia. O velejador encerrou o Sul-Brasileiro com 45 pontos perdidos. O terceiro colocado no Sul-Brasileiro foi Gabriel Kern, do Clube dos Jangadeiros, com 46 pontos perdidos.

 

Entre os velejadores do Iate Clube de Santa Catarina, Rafael Servaes teve um excelente final de competição e com 5º, 4º e 2º no último dia subiu para a 14ª posição na classificação geral. Guilherme Berenhauser também terminou no top-20 ao fechar as dez regatas em 17º lugar. Guilherme Durieux foi o 21º, Samer Kayali o 49º, Thiago Pereira 54º, Luca Miguel 62º e José Irineu 72º.

 

Lucas Stolf vence na Estreante:

Líder entre os Estreantes, o gaúcho Lucas Stolf, do Veleiros do Sul, confirmou o título nesse sábado. O segundo lugar na primeira regata do dia confirmou a liderança ao velejador, que descartou a última pontuação do evento. Com nove pontos perdidos, Lucas terminou a competição um ponto à frente do pernambucano João Cardoso, do Cabanga Iate Clube. Pedro Amine, do Veleiros do Sul, completou o pódio da categoria com 18 pontos perdidos.

 

Com dezessete velejadores na flotilha Estreante, Tiago da Silva, do Iate Clube de Santa Catarina, foi o melhor catarinense ao final das disputas, terminando na nona posição com 47 pontos. Ainda entre os catarinenses Francisco Bittar ficou em 10º, João da Silva em 14º e Gabriel Steinman em 15º, todos do Lagoa Iate Clube.

 

Equipe brasileira definidas para o Mundial:

O Campeonato Sul-Brasileiro de Optimist definiu a equipe brasileira que disputa o Mundial da categoria na Polônia. Além da dupla Tiago Quevedo (RS – Veleiros do Sul) e Tiago Monteiro (PE – Cabanga Iate Clube), os gaúchos João Vasconcellos e João Tatsch (Clube dos Jangadeiros) e Gabriel Camargo (Veleiros do Sul) integram os cinco atletas que representarão o país em Dzimnów.

 

“O nível técnico da seletiva foi muito bom. Os velejadores foram desafiados durante os quatro dias com diferentes condições de vento. Além disso, a flotilha se mostrou muito compacta, o que mostra o equilíbrio nas disputas. Os velejadores classificados têm tudo para representar muito bem o Brasil”, disse Ricardo Navarro, presidente da Comissão de Regatas.

 

Classificação – Veterano (após sete regatas e um descarte)

1º Tiago Quevedo (RS) – 21pp

2º Tiago Monteiro (PE) – 45pp

3º Gabriel Kern (RS) – 46pp

4º João Tatsch (RS) – 48pp

5º Gabriel Camargo (RS) – 50pp

6º Luan Souza (SP) – 56pp

7º João Vasconcellos (RS) – 48pp

8º Nicolas Bernal (SP) – 69pp

9º Guilherme Plentz (RS) – 70pp

10º Bernardo Pereira (BA) – 71pp

Classificação – Estreante (após cinco regatas e um descarte)

1º Lucas Stolf (RS) – 9pp

2º João Cardoso (PE) – 10pp

3º Pedro Amine (RS) – 18pp

4º Erick Carpes (RS) – 27pp

5º Leonardo Caminha (RS) – 28pp

6º Bruna Haiml (RS) – 38pp

7º Francisco Ruschel (RS) – 38pp

8º Guilherme Santos (RS) – 46pp

9º Tiago da Silva (SC) – 47pp

10º Francisco Bittar (SC) – 49pp

Classificados para o Mundial:

Tiago Quevedo (RS – Veleiros do Sul)

Gabriel Camargo (RS – Veleiros do Sul)

Tiago Monteiro (PE – Cabanga Iate Clube)

João Vasconcellos (RS – Clube dos Jangadeiros)

João Tatsch (RS – Clube dos Jangadeiros)

 

Texto: Danilo Caboclo / Assessoria de Imprensa

 

 

 

 

 

 

 

Mundial de Optimist