Lançado pela Hatteras em 2001, o superiate Waterford ainda pertence ao seu primeiro proprietário, após 14 anos no mar. A embarcação está passando por uma grande reforma na American Custom Yachts, na Flórida
A empresa Setzer Yacht Architects foi convidada para redesenhar alguns de seus recursos e repaginar a planta original.
A renovação inclui a reconfiguração da sala de máquinas e espaços na cabine do capitão, bem como a extensão do travessão e flybridge. O comprimento total do barco aumentará, aproximadamente, 7 pés.
As flotilhas de Optimist e de 420 do Audi YCSA Sailing Team foram maioria entre os 44 barcos inscritos na Taça Geraldo Peixoto disputada neste domingo (8), na Represa Guarapiranga. O equilíbrio prevaleceu nas duas classes da vela jovem.
O Audi YCSA Sailing Team ocupou as três posições do pódio da 420, disputada por nove tripulações. O título ficou com André Fiúza e Stephan Kunath, após um quinto e dois primeiros lugares nas três regatas de domingo, com vento sul-sueste, variando de 6 a 12 nós (10 a 20 km/h). Nos critérios de desempate, Martin Lowy e Marcelo Peek levaram a medalha de prata, deixando o bronze para Olivia Belda e Marina Arndt. A dupla masculina obteve o segundo lugar como melhor resultado contra um terceiro das meninas.
As regatas previstas para sábado (7) foram canceladas devido à forte chuva e aos ventos com rajadas de até 30 nós (55 km/h).
“O vento de verão oscila muito na represa. Foi um campeonato difícil porque tivemos de escolher uma regulagem intermediária para as velas. O Pedro Corrêa (quarto colocado com Philipp Essle) velejou muito bem e esteve nos ameaçando”, analisou André, enquanto seu parceiro Stephan lamentou a ausência dos campeões sul-americanos Eric Belda e Rodrigo Dabus. “Eles são a nossa referência. Têm mais experiência e podemos aprender com eles porque trocamos muitas informações fora da água”. Eric passou o dia no YCSA cuidando do barco. Rodrigo, fortemente gripado, não saiu de casa.
A Hidrelétrica de Furnas, a maior represa do Brasil, foi inaugurada em 1963 para impedir um colapso energético e promover o desenvolvimento do país. A barragem represou o Rio Grande e criou o Lago de Furnas, com 1.440 km². E a pequena cidade de Capitólio, no sul de Minas, a 270 km de Belo Horizonte, às suas margens, “ganhou” gigantescos lagos de água verde-esmeralda que funcionam como uma verdadeira baía, com praias e condições excelentes para navegação, pesca e esportes náuticos. Tudo isso a 600 quilômetros do litoral.
O cenário é emoldurado, ainda, por cânions que chegam a 20 metros de altura, além de grutas e cachoeiras como a da Lagoa Azul, um típico cartão-postal. Para apreciar todas essas belezas, a melhor opção é fazer um passeio: a bordo de lancha ou chalana.
A infraestrutura náutica se desenvolveu muito e hoje na região existem iates clubes, marinas, condomínios e até casas com píeres e barcos. Aliás, há muitos, muitos barcos… desde lanchinhas de alumínio a iates de mais de 50 pés!
Mas nem só de atividades aquáticas é feita Capitólio. Os esportistas encontram bons programas por lá como a Trilha do Sol, onde é possível praticar rapel e escalada, além de trekkings que conduzem às quedas do Grito e do Poço Dourado, perfeitas para nadar sem se preocupar com a vida.
E para quem gosta de uma trilha para apreciar o visual, vale subir até o Morro do Chapéu, a 1.293 metros de altitude. De lá, pode-se ver o Lago de Furnas e os municípios ao redor. Com tanta água, não é de se estranhar que a especialidade da região sejam pratos à base de peixe. As traíras e tilápias são preparadas até como churrasco. O tradicional frango caipira também faz sucesso, afinal, Capitólio “tem mar”, mas ainda fica em Minas, uai!
A Volvo Ocean Race chega à sua quarta etapa, após a histórica parada chinesa de Sanya. Os seis barcos da Volta ao Mundo partiram, neste domingo (8), para Auckland, na Nova Zelândia, a chamada Cidade das Velas. O percurso terá quase 10 mil km e é o último antes de chegar ao Brasil. A expectativa de conclusão da prova é de três semanas e a previsão é de mais vento em relação às etapas anteriores. O time a ser batido será o Dongfeng Race Team, atual líder do campeonato e empolgado por ter dominado à parada em sua casa.
Como manda a regra da Volvo Ocean Race, os barcos fizeram uma espécie de percurso entre boias antes de seguir viagem até o próximo destino. O público que lotou a marina de Sanya viu uma largada emocionante. E foi assim até mar aberto. As equipes navegaram por quase 14 quilômetros até a marca ao lado da grande estátua de Buda chamada de Guan Yin, cartão-postal da ilha chinesa. O monumento é um dos mais altos do mundo, com 108 metros de altura.
Próxima parada: Nova Zelândia (Foto: Ainhoa Sanchez/Volvo Ocean Race)
Várias equipes se revezaram na liderança nas primeiras horas de prova e o time do brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca está no pelotão da frente. O objetivo do MAPFRE é pegar pódio. “Vamos em busca de mais um bom resultado. Estamos em constante melhora”, disse o atleta olímpico catarinense. “Acredito que os Doldrums serão uma parte importante do percurso, são muito instáveis, com ventos imprevisíveis onde um barco pode ter vento bom e os outros podem pegar merreca. Vamos tentar chegar bem e ter um pouco de sorte para atravessar”, analisou.
Logo de cara, as equipes pegam quatro dias duros de contra-vento na região das Filipinas. No caminho para Auckland, o percurso inclui uma zona de exclusão em Sanya, para evitar o contato com a zona militar do exército chinês. Em seguida, eles serão obrigados a passar por um waypoint nas Ilhas Salomão.
Muito equilíbrio no início desta quarta etapa (Foto: Marc Bow/Volvo Ocean Race)
Assinado por Antonio Yachts, o tender de 23 pés é equipado com motor de popa. Mas, o grande diferencial é que o motor fica escondido graças ao design contemporâneo.
O estaleiro, ainda novo, visa a eficiência, usabilidade e performance. Confira as fotos e o vídeo:
O estaleiro Italiano Benetti entregou em 2014 o Veloce. A atenção que foi dada aos espaços externos do barco deixa aparente que o dono é um brasileiro. O iate possui uma piscina na proa e um spa no fly. São 140 pés muito bem aproveitados, o interior é decorado com cores claras e a entrada de luz natural propiciada pelas largas e extensas janelas faz o barco parecer ainda maior.
O encontro entre o empresário Marcio Schaefer com o vice-prefeito de Busan, Don Young Cho, e o secretário da Divisão de Investimentos Estrangeiros, Jae Hyung Lee, definiu a instalação do estaleiro catarinense Schaefer Yachts na segunda maior cidade da Coreia do Sul, com prazo de até 18 meses para iniciar a produção de lanchas a partir de 30 pés (aproximadamente 10 metros de comprimento).
A Schaefer Yachts, sediada em Florianópolis, tem 23 anos de mercado e fabrica lanchas e iates entre 30 e 80 pés.
“A Coreia do Sul é líder mundial na indústria naval de grande porte, mas não tem estaleiros de embarcações de lazer e está abrindo uma oportunidade para ingressarmos não só naquela nação, mas no mercado asiático”, disse Marcio Schaefer, presidente do estaleiro catarinense.
Uma carta de intenções protocolou o acordo para a instalação da empresa brasileira. “Começaremos fabricando a Phantom 303 e, ano a ano, evoluiremos nos modelos, até produzirmos o iate de 83 pés (Schaefer 830)”, informou o empresário. Na carta de intenções assinada nessa sexta-feira (06), a Prefeitura de Busan comprometeu-se em fornecer área, com acesso ao mar, para a instalação do estaleiro, além de incentivos fiscais. A Schaefer Yachts terá como contrapartida a geração de empregos e a cessão de tecnologia e formas náuticas.
Phantom 30 3 será o barco de entrada do estaleiro na Coreia do Sul
Busan é a segunda maior cidade sul-coreana, com 6 milhões de habitantes – e de intensa atividade portuária, por onde escoam as exportações do país. A aproximação começou em 2013, promovida pelos agentes Han Kim e José Carlos Fantini, mas alavancada quando o barco Phantom 303 foi eleito o melhor equipamento do Busan Boat Show, em outubro do ano passado. “O que assinamos não foi apenas uma carta de intenções, mas a garantia de que estamos firmemente empenhados em assegurar a instalação da Schaefer Yachts em Busan”, considerou Don Young Cho.
No Brasil, o preço médio de uma 303 é de R$ 400 mil, porém na Coreia do Sul será pelo menos 25% mais baixo, por conta de menor carga tributária e da competitividade da economia daquele país. “O convite é um reconhecimento mundial da expertise brasileira no segmento”, resumiu Pedro Odílio Phellippe, diretor-industrial da Schaefer Yachts.
O mercado também está mais receptivo às exportações: até 2008, dois meses da produção do estaleiro catarinense era destinado ao mercado europeu, mas o cenário retraiu pela valorização do Real nos últimos anos. “Com o dólar forte, nossa presença no exterior será retomada”, disse Phellippe.
No último fim de semana, os clientes da marca italiana Sessa Marine na Bahia fizeram um passeio pela Baía de Todos-os-Santos, em Salvador. A ação fez parte do evento ‘Sessa Axé 2015’, promovido pela Regatta Yachts em parceria com o estaleiro catarinense Intech Boating, fabricante exclusivo das embarcações Sessa Marine no Brasil. Entre os barcos participantes, estavam os modelos C36, C40 e F42, que contam com fabricação nacional, e o modelo F47, importado da Itália.
O passeio contornou a Ilha dos Frades, com paradas nas praias da Viração e Loreto, onde os mais de 70 presentes, entre proprietários das lanchas Sessa Marine, seus familiares e convidados, puderam confraternizar. Também estavam presentes o Presidente da Intech Boating, José Antonio Galizio Neto, e sócio-diretor da Regatta Yachts, Marcelo Galvão Bueno.
“Ficamos muito felizes com a grande satisfação dos clientes da marca”, comentou Neto, da Intech Boating. “Isso demonstra que toda nossa dedicação e empenho têm sido reconhecidos pelo mercado”, completou. Além de clientes Sessa Marine, também participaram do evento amigos e novos prospects da marca.
O estaleiro holandês Lurssen entregou no ano passado o superiate KISMET, de 312 pés. O iate saiu do estaleiro com a escultura de um jaguar de 4 metros de comprimento na proa. Desde então, o barco é visto navegando com e sem a peça.
Seria fácil assim mover uma escultura de metal desse porte a qualquer hora? Recentemente um vídeo que esclarece todo esse mistério foi publicado pela empresa que a construiu.
A popularização de impressões 3D vêm contribuindo com a otimização de processos em algumas indústrias. O método é, sem dúvida, um facilitador. Será que suas aplicações na Indústria Náutica serão de grande importância?
Se no primeiro dia do Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina os veleiros enfrentaram condições de ventos rondados e percurso longo, o segundo dia de competições em Jurerê trouxe grandes emoções na briga pela liderança das classes. Com a realização de duas regatas Barla-Sota (percurso mais curto), muitas mudanças marcaram a quinta-feira, que contou com predominância de vento sul variando de 8 a 10 nós (aproximadamente 18km/h).
Na ORC, o atual campeão, Ângela Star VI, do Rio de Janeiro, conseguiu tirar a diferença do primeiro dia para os líderes e agora é o novo ponteiro da competição, com 7 pontos perdidos após três regatas. Com um 3º e um 1º nas disputas dessa quinta-feira, a embarcação do comandante Peter Siemsem está apenas um ponto à frente do catarinense Absoluto (2º e 4º nas duas regatas do dia).
Ângela Star VI busca o bicampeonato
O Itajaí Sailing Team, que vinha na ponta, acabou tendo um dia com um 4º, além de uma desclassificação por largada escapada. Com isso, o veleiro de Avelino Alvarez, caiu para a quinta posição, atrás de ainda de Melody 5 (3º colocado) e Bijupirá (4º).
Na HPE25 as disputas também ganharam ares de emoção. O Força 12, de Arno Juk, venceu a primeira do dia, mas em seguida o gaúcho Tereza superou seu principal adversário diminuindo para apenas um ponto a vantagem.
A classe C30 contou com o mesmo cenário da ORC. O campeão de 2014, Katana, que vinha atrás na classificação geral, aproveitou bem o dia para assumir a ponta. Os veleiros de 30 pés proporcionam uma das disputas mais acirradas até o momento, com apenas dois pontos separando o primeiro do quarto colocado. Mesmo sem vencer regatas nessa quinta-feira, o veleiro do comandante Fábio Filippon conseguiu manter uma boa média (3º e 2º) e com 7 pontos perdidos vem na frente.
Argonauta venceu mais uma regata nessa quinta-feira
O líder do primeiro dia, Zeus Team, conseguiu um 2º lugar na primeira regata, mas uma escapada na segunda acabou colocando o veleiro comandado por Inácio Vandressen uma posição atrás do Katana, com 8 pontos perdidos. Caballo Loco e Corta Vento aparecem na sequência com 9 pontos perdidos. O equilíbrio na classe é tão nítido que as duas vitórias em regatas dessa quinta-feira vieram justamente com o Caballo Loco e Corta Vento.
Fechando o dia, o Argonauta conseguiu confirmar a liderança conquistada no primeiro dia. Após a vitória na regata longa, o veleiro catarinense venceu a primeira de Barla-Sota nessa quinta e terminou em 3º na segunda. Com 5 pontos perdidos, a equipe lidera a classe. O Flash Best Fellow, de Leonardo Deboni, foi o mais consistente nessa segunda etapa de competição e com 1º e 2º aparece com 8 pontos perdidos, na segunda posição na classificação geral.
Para essa sexta-feira o cronograma é o mesmo, com duas regatas de Barla-Sota previstas.