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Intergaláctico de 49 e 49ERFX chega ao último dia

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O Campeonato Intergaláctico de 49er e 49erFX, no Iate Clube do Rio de Janeiro, chegou ao seu penúltimo dia com alguns dos principais velejadores olímpicos da classe nas primeiras posições tanto no masculino, quanto no feminino. Amanhã as três últimas provas serão disputadas, sendo que a última, a grande final, contará pontuação dobrada e terá a chegada em frente à varanda do clube, entre os dois faróis da piscina de barcos do iate. Uma atração a mais para aqueles que apreciam os velozes e radicais 49ers.

 

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O dia começou com os 49erFX correndo a primeira regata, às 11:30, em um vento terral de Nordeste muito fraco. E na clássica merreca da baía de Guanabara quem se deu melhor foi o barco brasileiro de Martine Grael e Kahena Kunze que voltaram a vencer regatas depois do recente título de melhores velejadoras do mundo da Isaf.

 

Na segunda prova do dia, já com o vento sul crescendo, elas ficaram com a 5ª posição e na terceira regata voltaram a vencer para terminar a quinta-feira na 6ª colocação geral, com 45 pontos perdidos, e manter vivas as chances de pódio amanhã. As líderes são as espanholas Tamara Echegoyen e Berta Betanzoz, com 27 pontos. Seguidas de Jena Mai Hansen e Katja Salskou-Iversen, da Dinamarca, com 35 pts e Alexandra Maloney e Melly Meech, da Nova Zelândia, com 36pts.

 

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Entre os homens, o irmão de Martine, Marco Grael e seu proeiro Gabriel Borges também tiveram o prazer de vencer hoje. E de forma diferente. Eles vinham com a segunda posição garantida, quando os líderes do campeonato e lendas da classe, Peter Burling e Blair Tuke (NZL), simplesmente capotaram a poucos metros da linha de chegada cedendo a vitória de modo inusitado.

 

Com isso, os neozelandeses ficaram em 15ª na prova (que já virou o seu descarte de pior resultado) e, mesmo sem vencer no dia (tiveram um 4º e um 2º), continuam na frente com 15 pontos perdidos contra 37pts dos vice-líderes norte-americanos Brad Funk e Trevor Burd. E Funk ainda declarou que “o Rio de Janeiro agora é meu lugar predileto para velejar em todo o mundo. O clima da cidade, os bons ventos, as pessoas, tudo contribui. Estou adorando”.

 

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Em terceiro geral estão John Pink e Hollingworth Bithell, da Inglaterra, com 41 pts. E os franceses Manu Dyen e Stephane Cristidis que vinham brigando pela posição acabaram caindo na súmula devido a um acidente também na linha de chegada. Uma colisão com o barco espanhol dos irmão Carlos e Anton Paz acabou acertando a perna do proeiro gaulês e o obrigando a receber atendimento médico no clube. Por sorte, nada mais grave ocorreu, e ele apenas deverá ficar em terra amanhã.

 

 

 

 

 

 

 

Campeonato Intergaláctico

Miami Boat Show 2016 muda de localização

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O Miami International Boat Show está de mudança para o sul da Biscayne Bay, para o Marine Stadium (http://goo.gl/BmwFTD). A mudança está programada somente para 2016 mas, apesar de não dar certeza sobre a continuidade do evento neste novo local, a organização afirma que pelo menos até 2017 eles ficarão por lá.

 

 

“Chamar o Marine Stadium de casa em 2016 e 2017 une duas das instituições de barcos mais celebradas da cidade e solidifica Miami no mapa como destino internacional de barcos”, afirma Thom Dammrich, presidente da NMMA (National Marine Manufatures Association), organizador do show.

 

O Marine Stadium foi oficialmente fechado após o furacão Andrew em 1992. Apesar disso, ele ainda é considerado uma joia em quesitos de arquitetura e engenharia.

 

Jorge Hernandez, engenheiro que cuida da reforma do Marine Stadium, afirma que quando ouviu o início das especulações, cinco anos atrás, achou que seria o casamento perfeito.

 

Atualmente, dois shows são organizados na mesma data em Miami, um Indoor no centro de exposições chamado Miami International Boat Show e outro na Collins Avenue, conhecido como The Yacht and Brokerage Show. Apenas o Miami International Boat Show irá mudar sua localização. O The Yacht and Brokerage Show permanece na Collins.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Miami International Boat Show

O homem mais valioso dos 7 mares

Com aproximadamente 100 mil navios mercantes ao mar a todo instante, alguns afundam, pegam fogo, quebram, se perdem ou até chegam a explodir todo ano. É o trabalho de Nick Sloane resgatar e salvar tudo que ele puder desses acidentes. Contra todas as probabilidades, Nick foi o encarregado geral por tirar o Costa Concórdia da ilha de Giglio.

 

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Toda viagem oceânica envolve risco. Apesar da expectativa de melhora, se as estatísticas de histórico de acidentes permanecerem, tudo indica que nos próximos 10 anos, 25 mil desses navios terão algum caso que envolva a seguradora, e outros 1.600 serão considerados casos perdidos (isso significa um navio a cada 2,5 dias). Claro que fraudes fazem parte dessas estatísticas, mas a maioria dos casos serão reais.

 

No epicentro desse caos está Nick Sloane, que não é um comandante naval e nem mesmo um velho marujo, mas sim um um técnico em salvamento com um gosto especial por “problemas” e alta capacidade de improvisar nessas situações. Sulafricano de 53 anos, o trabalho de Nick é intervir em cenas que outros capitães falharam. Ele costuma ir a bordo com um time pequeno, ou via helicóptero ou bote e, a partir daí, a luta começa e pode até durar semanas.

 

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Toda essa coragem é muito bem remunerada; o calculo final é baseado não só no valor do navio mas também em quão difícil e perigoso foi o processo. Em média esse valor fica em torno de 12% do valor total do navio e de sua carga, o que sempre resulta em alguns milhões. Em contrapartida, caso ele não seja bem sucedido, nem um obrigado por ter tentado ele vai receber.

 

A última operação de Nick foi a do Costa Concordia, em que permaneceu na Ilha de Giglio, Itália, por mais de 2 anos com uma equipe de 530 pessoas. Foi a maior operação deste tipo de todos os tempos e seu custo foi de mais de 1 bilhão de dólares. Na caixa de entrada do email de Nick haviam 84 mil mensagens somente sobre o caso do transatlântico, dos quais somente 2.500 ficaram sem ser lidos.

 

A edição 54 da Revista Boat Shopping trouxe uma reportagem completa e detalhada sobre essa operação de resgate, que contou com o brasileiro Álvaro Guidotti como um dos coordenadores – https://www.boatshopping.com.br/revista/54/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nick Sloane

[Vídeo] – Gênova Boat Show 2014 por quem esteve lá

Foi divulgado o vídeo oficial do Gênova Boat Show 2014 contado por quem esteve lá, assista e veja o depoimento das pessoas que participaram do Boat Show mais tradicional do mundo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gênova Boat Show 2014

[Vídeo] – Leão Marinho pula dentro do barco

Um vídeo muito interessante circulou nas redes sociais essa semana, um leão marinho pula dentro de uma barco voltando da pescaria para garantir seu peixe também. Assista!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leão Marinho

[Vídeo] – Dominator Yachts mostra o lifestyle de Cannes

A Dominator Yachts lançou um vídeo com o melhor do lifesytle de Cannes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dominator Yachts

 

Bruno Fontes treina com velejadores estrangeiros em Florianópolis

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Em campanha olímpica, velejadores Cy Thompson (Ilhas Virgens), Andrew Lewis (Trinidad e Tobago) e Jesus Rogel (Espanha) treinam ao lado de Bruno Fontes na raia de Jurerê

Com aproximadamente um mês para o início da última competição da temporada 2014, a Copa Brasil de Vela, no Rio de Janeiro, o velejador olímpico Bruno Fontes (UNIMED, CBVELA, MARINHA DO BRASIL, IATE CLUBE DE SANTA CATARINA, GOVERNO DO PARANÁ E AGE DO BRASIL) regressou ao Brasil após as etapas da China (Copa do Mundo) e Peru (Sul-Americano) visando intensificar sua preparação para a competição na raia dos Jogos Olímpicos de 2016.

Durante as próximas semanas, Bruno fará seu treinamento de água em Jurerê ao lado de companheiros do Circuito Mundial. Cy Thompson (Ilhas Virgens), Andrew Lewis (Trinidad e Tobago) e Jesus Rogel (Espanha) estão em Florianópolis treinando com o velejador brasileiro. Os quatro atletas estão em campanha olímpica e a série de treinamentos será muito importante para a evolução dos competidores.

“Poder treinar com atletas do nível do Cy, Jesus e Andrew é muito gratificante, pois eles elevam o nível de treinamento. Essa forma de intercâmbio entre os atletas é muito importante para a evolução. Os treinos ficam mais fortes e um ajuda a melhorar o nível de competitividade do outro”, resume Bruno.

Após o vice-campeonato Sul-Americano, Bruno Fontes tem como foco o último evento do ano. A Copa Brasil de Vela é uma das competições mais importantes do calendário brasileiro da modalidade, pois faz parte da série de competições que ajudam a definir a equipe brasileira olímpica.

“Essas semanas de treinamento com os estrangeiros serão muito importantes para a preparação final antes da Copa Brasil. 2014 foi um ano de bons resultados e nada melhor do que poder terminar a temporada com um resultado expressivo. Com certeza dará muita confiança para a próxima temporada”, encerra Bruno Fontes.

O velejador Bruno Fontes tem os patrocínios da Unimed, CBVela, Marinha do Brasil, Governo do Estado do Paraná e AGE do Brasil e conta com o apoio do COB – Comitê Olímpico Brasileiro e Vita Essência.

Foto: Berni Grez

Copa Brasil de Vela

Volvo Ocean Race não teme ação de piratas na próxima etapa da Volta ao Mundo

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Especialistas em segurança marítima deram o sinal verde para a organização da Volvo Ocean Race e diminuíram o risco de ações piratas no Oceano Índico durante a segunda etapa da regata, que será disputada entre a Cidade do Cabo, na África do Sul, e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

A decisão é totalmente diferente da edição anterior, quando os barcos foram obrigados a parar num cargueiro para cruzar uma zona de perigo, ou seja, não navegaram todo o caminho. Os relatórios atuais indicam que os ataques piratas ocorrem com menor intensidade e fora do percurso.

O CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad, e o diretor da regata, Jack Lloyd, estão trabalhando com especialistas em segurança marítima diariamente. “Se alguma situação mudar em relação aos riscos de ações de piratas na próxima etapa, nós podemos mudar os planos. A segurança dos velejadores é essencial”, disse Knut Frostad.

A medida dá mais opções às equipes, que terão menos zonas de exclusão do que a edição anterior. “Vamos, inclusive, liberar a atualização constante do posicionamento dos barcos e a posição correta. Certamente, a perna de número dois será tão emocionante quanto a primeira”, reforçou o representante máximo da Volvo Ocean Race.

Na teoria, a etapa entre a Cidade do Cabo e Abu Dhabi deve durar menos tempo do que a anterior. Porém, as condições climáticas podem influenciar na chegada dos barcos. Serão 20 dias de travessia, no mínimo!

A flotilha deixa a África do Sul nesta quarta-feira (19) para o percurso de 6.125 milhas náuticas ou 11.343 quilômetros. O vencedor da primeira etapa foi o Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), seguido por Dongfeng (China) e Team Brunel (Holanda).

Mais segurança contra piratas

A empresa de segurança responsável pelas operações é a Dryad Maritime. Os especialistas disseram que, desde 2011, o nível de pirataria mudou sensivelmente na região. De fato, na rota estipulada para a segunda etapa, não houve relatos de atividade de pirataria em 2014. No entanto, todo cuidado é pouco.

“É impossível, é claro, eliminar o risco por completo. nunca seremos complacentes com isso”, disse Ian Millen, diretor de operações da Dryad Maritime.

Alguns fatores reduziram os níveis de pirataria em todo o mundo, incluindo aumento do suporte de segurança na água, mais guardas armados a bordo de navios e o cumprimento dos proprietários de embarcações às medidas de segurança.

Volvo Ocean Race

Marinas Nacionais renova certificação Bandeira Azul

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Reunião do Júri Internacional do Programa Bandeira Azul aprova os quatro candidatos brasileiros para a temporada 2014/2015

A renovação da certificação Bandeira Azul da Marinas Nacionais foi confirmada em reunião realizada pelo Júri Internacional do Programa Bandeira Azul, em Copenhagen, na Dinamarca.

A revalidação da Bandeira Azul foi o fruto da compreensão da importância da preservação dos recursos naturais adotada por todos os usuários e colaboradores da Marinas Nacionais. O Júri Internacional do Programa também aprovou as candidaturas da Praia do Tombo (Guarujá, SP), da Prainha (Rio de Janeiro, RJ) e da Marina Costabella (Angra dos Reis, RJ).

Ao participar do Programa Bandeira Azul, as praias e marinas comprometem-se com o cumprimento de critérios distribuídos em quatro categorias (educação ambiental, segurança e equipamentos, qualidade da água e gestão ambiental).

A coordenadora do Programa Bandeira Azul no Brasil, Leana Bernardi, elogiou o trabalho realizado pela Marinas Nacionais.  “É sempre gratificante reavaliar os candidatos e constatar os esforços realizados por todos para a manutenção da certificação. Aprendemos com todos os candidatos novos modelos e soluções diversas para as dificuldades que se apresentam durante o ano e a Marinas Nacionais é sempre um belíssimo exemplo de gestão e pode ser considerada modelo para outras marinas no Brasil.”

Inspeções

Para ser certificada, a praia ou marina deve passar por três instâncias de avaliação, inicialmente pelo Operador Nacional do Programa (no Brasil é o Instituto Ambiental Ratones), em seguida pelo Júri Nacional e finalmente pelo Júri Internacional.

O trabalho para manter a Bandeira Azul é permanente e cheio de desafios, pois depende da colaboração de todos os usuários da marina, entre colaboradores, marinheiros, clientes e prestadores de serviços.

A temporada 2014/2015 começará oficialmente a partir do dia 1 de novembro e as bandeiras devem ser hasteadas até, no máximo, dia 15 de dezembro.

O Júri Internacional é composto pela Foundation for Environmental Education (FEE), World Conservation Union (IUCN), European Union for Coastal Conservation (EUCC), United Nations Environmental Program (UNEP), World Tourism Organization (WTO), World Health Organization (WHO), International Life Saving (ILS), International Council of Marine Industry (ICOMIA) e Reef Check Program.

Bandeira Azul

Projeto V853 usa vidro como item principal do design

Há 03 anos o arquiteto naval Rchard Hein participou no livro de Megayachts editado pela Boat International e durante esse período foi feito um pedido para ele, criar um design que usasse o vidro como principal destaque e finalmente, hoje, o projeto foi apresentado para o mundo em sua fase final de construção na Alemanha. É conhecido como o projeto V853. O que acharam?

 

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Megayachts