O estaleiro Mengi Yay Yachts lançou, na Turquia, o veleiro de 42 metros L’Aquila II. O modelo flagship NB 99 apresenta um design exterior da Ginton Naval Architects e design de interiores dos conselhos da Rush Design.
L’Aquila II tem um casco de aço azul marinho com uma superestrutura de alumínio composto. O acabamento azul marinho foi usado no detalhamento do interior, com cinco cabines de convidados compostas por uma suíte master, duas cabines VIP e duas cabines duplas, acomodando até dez convidados. Ele também pode acomodar seis tripulantes entre quatro cabines.
O iate atinge uma velocidade de 14,5 nós com 2 motores Yanmar 6AYM-WGT L de 911 hp. L’Aquila II ficará em Pendik Marina até o final de junho, onde passará por testes de mar e pelos estágios finais de equipagem, e deve estar pronto para a próxima temporada de verão mediterrâneo.
A Sanlorenzo anunciou a construção de seu mais novo modelo, o 57Steel. Com 56,7 metros e volume de 1.000 GT, o 57Steel é o iate irmão do popular modelo 52Steel. Com o dobro do volume interno em comparação com o 52Steel e cinco decks, o novo superiate oferece mais espaços internos e externos.
Como uma evolução do iate de 52 metros, o modelo 57Steel foi desenvolvido pela Sanlorenzo em colaboração com o estúdio de design Zuccon International Project, apresentando um layout alternativo capaz de acomodar até 12 convidados, bem como 12 tripulantes. O layout mudou o posto de comando, normalmente situada à frente do deck superior, para um bridge deck mais adequado, permitindo a acomodação de uma cabine para o proprietário de 54 metros quadrados, completa com um balcony privado. Uma cabine VIP de largura total da boca, que também pode ser usada como uma segunda cabine do proprietário, está situada no deck principal.
Desenhar um superiate que tenha “uma versatilidade de uso que distingue os espaços a bordo é um elemento-chave do novo iate, o que possibilita atender às diversas demandas de um mercado diverso e multicultural como o dos superiates” foi fundamental para o projeto, segundo ao designer Bernardo Zuccon do Zuccon International Project.
O 57Steel não se afasta completamente de suas raízes, mas ao invés disso, expande seus maiores elementos. A popa do deck principal inclui a piscina transparente com fundo de vidro que fornece luz para o beach club de 110 metros quadrados abaixo. Uma garagem está situada em sua proa e acomoda um tender de 7,5 metros e brinquedos.
Em termos de desempenho, o 57Steel pode ser equipado com um sistema de motor híbrido, diesel-elétrico, como um aceno à tendência da indústria em direção a práticas mais sustentáveis.
Há 12 anos, as icônicas marcas responsáveis por iates e carros de alto desempenho e luxo extremo, a Cigarette Racing e a Mercedes AMG, se juntam para lançar modelos que impressionam cada vez mais por sua tecnologia, design e capacidade de superação. A BOAT traz 5 dos iates mais impressionantes lançados até hoje!
Cigarette 50 Marauder GT S
Lançado em 2015, o modelo 50 Marauder GT S da Cigarette Racing – estaleiro americano especializado em lanchas offshore – tem 3.100 hp de potência que atingem uma velocidade aproximada de 135 milhas por hora, marca equivalente a 217 km/h.
Cigarette 41 SD GT3
O iate lançado em 2016 “ignora a gravidade”, segundo o estaleiro. A Cigarette 41 SD GT3, equipada com dois motores Mercury Racing, é um iate inspirado no carro Mercedes-AMG GT3.
515 Project One
O hipercarro Mercedes-AMG Project One foi muito aguardado antes mesmo de sua estréia oficial no Salão Automóvel de Genebra de 2018. Mas antes do lançamento oficial do carro, a alemã Mercedes-AMG e a americana Cigarette Racing apresentaram no Miami International Boat Show, um barco construído em parceria e batizada de 515 Project One, que segundo os parceiros foi inteiramente inspirada no hipercarro da Mercedes.
41 AMG Carbon Edition
A Mercedes AMG e a Cigarette Racing apresentaram o 41 AMG Carbon Edition em 2019. Sendo o décimo primeiro barco desenvolvido em conjunto, esta edição especial define novos padrões em termos de desempenho, pilotagem e versatilidade. Sua construção leve e design sistemático são inspirados no atual coupé de quatro portas Mercedes-AMG GT 63 S.
Tirranna AMG Edition
Desenvolvido em conjunto pela Mercedes-AMG e Cigarette Racing, o Tirranna AMG Edition representa o 12º barco de edição especial da parceria das duas marcas. A Mercedes-AMG G 63 Cigarette Edition também estreou em Miami e os mesmos princípios de design do barco.
A Lazzarini Design Studio anunciou o lançamento de um novo conceito, o Pagurus. Alimentado por energia solar e chegando a 25 metros, o catamarã anfíbio extrai sua energia do sol e da água.
Criado inicialmente como um veículo militar, o nome Pagurus deriva da palavra latina para caranguejo, daí a forma parecida com um caranguejo do catamarã.
Lazzarini Design Studio | Divulgação
Para enrijecer e reforçar o corpo principal, uma estrutura de ponte de aço conecta um lado ao outro. Os cascos de aço duplo concebidos podem ser configurados com até três quartos de cada lado. No total, o Pagurus pode acomodar até oito passageiros mais quatro membros da tripulação. O iate subdivide os espaços de convivência em dois cascos laterais, conectados entre si por meio de uma estação de convés da torre da ponte. Na parte submersa do iate, os cascos são projetados com um recesso que hospeda de cada lado dois cilindros de aço de 6,5 metros, cada um com uma flange espiral helicoidal como a rosca de um parafuso.
Lazzarini Design Studio | Divulgação
A parte central do catamarã anfíbio possui uma plataforma de guindaste, que é conectada por quatro guinchos elétricos que podem carregar e descarregar diversos objetos, incluindo um veículo off-road.
Com a fricção da água gerada pelos cilindros de parafuso, a energia é disponibilizada para recarregar as baterias do iate durante a navegação. Os cilindros são movidos a partir de um motor independente, cada um conectado a uma transmissão transfluida são capazes de gerar movimento na água (5 nós) e simultaneamente energia.
Lazzarini Design Studio | Divulgação
A propulsão normal à vela acontece no novo conceito de iate por meio de propulsão dupla com propulsão de popa acoplada a dois motores a diesel de 890 hp, capazes de mover o Pagurus a uma velocidade máxima estimada de 24 nós. Quando o Pagurus chega à terra, pode aumentar seu calado baixando os cilindros giratórios para transformar o catamarã em um veículo anfíbio, capaz de se mover em terrenos de areia ou lama a velocidades de até 30 km/h.
O Pagurus pode ser construído sob demanda a partir de um preço inicial de € 6.580.000 para uma versão de carbono com propulsão a jato duplo, que pode chegar a 32 nós. Pode ser construído por um preço de até € 24.000.000 para a versão anfíbia ‘Crabmaran’ com aço reforçado.
Em 2018 marca automotiva de luxo Aston Martin, em parceria com o estaleiro britânico Quintessence Yachts, lançou um iate, o chamado AM37.
Construído para proporcionar a mesma experiência de luxo em carros esportivos, na água, este barco promete encantar os fãs de iates e entusiastas da marca em toda a região.
O AM37 pode ser personalizado de acordo com as necessidades e o gosto de cada proprietário. Os principais recursos incluem um volante Aston Martin, bimini eletro-hidráulico inovador, velocidade máxima de 50 nós e uma área de deck inferior com berço conversível para dois.
Foto: Divulgação
John Bush, co-diretor da Bush & Noble International Yacht Brokerage– responsável pela comercialização no Oriente Médio- disse: “O Oriente Médio é uma região incrivelmente importante para a Aston Martin, com alguns dos países classificados entre os dez principais mercados do mundo. Temos o prazer de apresentar o inovador AM37 aos nossos clientes; esse barco a motor é o epítome do luxo e trará muita sofisticação à indústria de iates árabes ”.
Com sede em Dubai, a Bush & Noble foi fundada em 2012 pelos co-fundadores John Bush & Brett Noble. Com mais de 30 anos de experiência combinada no setor de iates a motor de luxo, a empresa é dirigida por dois profissionais da indústria e é reconhecida como a corretora de iates líder no Oriente Médio com clientes de todo o mundo.
Foto: Divulgação
“Estamos muito satisfeitos em trabalhar com a Bush & Noble no Oriente Médio. A AM37 by Quintessence Yachts foi projetada e construída de acordo com os padrões da Aston Martin, por isso sua excelente qualidade, desempenho excepcional e estilo luxuoso significam que ela tem grande apelo global e esperamos que a equipe da Bush & Noble apresente a seus clientes ”. Vicky Farrow, diretora administrativa da Quintessence Yachts.
No mês passado, chegou ao fim, em Auckland, na Nova Zelândia, a 36ª edição da America’s Cup, tradicional competição de iatismo com 170 anos de história, com vitória da equipe da casa, a bicampeã Emirates Team New Zealand (ETNZ) sobre a desafiante Luna Rossa Prada, da Itália. O evento consagrou o modelo AC75, um veleiro monocasco que, literalmente, voa — conforme detalhou reportagem em VEJA desta semana. Encerrada a disputa esportiva em águas neozelandesas, uma batalha judicial envolvendo um brasileiro e a equipe vencedora se aproxima. O engenheiro naval Manoel Chaves alega que os hidrofólios utilizados na America’s Cup são uma criação patenteada sua e vai à Justiça em busca do reconhecimento.
Formado na Escola Politécnica da USP, Chaves é dono da MCP Yachts, construtora de iates de alumínio com sede no Guarujá. Ele diz ter provas de que foi o criador do sistema de hidrofólios pivotados, como são chamadas e falta de colaboração da suposta violadora de seus direitos, a Emirates Team New Zealand, buscará uma compensação nos tribunais.
“A forma arrogante com a qual a equipe da Nova Zelândia nos tratou foi o que levou a este conflito. Não registrei essa patente por questões financeiras, mas porque amo o iatismo e queria contribuir com ele”, conta o construtor de barcos de 66 anos, com experiência em competições de desde a juventude. “Diante deste comportamento da ETNZ, vamos em busca do reconhecimento da propriedade intelectual e do ressarcimento pelo uso indevido do dispositivo”, revela Chaves.
Eis a cronologia dos fatos: Manoel criou um projeto de hidrofólios pivotados e o patenteou no Brasil (com extensão internacional) em 18 de novembro de 2015, sob o nome de Sailing Booster System (SBS). Os primeiros testes foram realizados em janeiro de 2016, em um antigo veleiro de Chaves, o Labareda, modelo Atoll 23, construído em 1978. A quilha original foi cortada, permitindo a colocação dos SBS nas laterais. Já patenteado e devidamente aprovado em testes, o sistema foi apresentado ao público em um dos mais respeitados eventos do mercado náutico, o USA Sailboat Show, em Annapolis, nos Estados Unidos, em outubro de 2016. Na mesma época, cresciam as visualizações de um vídeo sobre o projeto no site da MCP Yachts.
Já em 2017, a Emirates Team New Zealand, na condição de vencedora da última edição da America’s Cup, nas Bermudas, fez valer sua prerrogativa de eleger qual tipo de barco deveria ser usado na competição seguinte. Retomando a tradição do evento quase bicentenário, optou pela volta de um modelo monocasco no lugar dos catamarãs, veleiros de casco duplo. Meses depois, apresentou uma novidade high tech: a inclusão de duas asas laterais pivotantes, em forma de T, capazes de erguer a embarcação e, assim, aumentar sua velocidade a até 90km/h (cerca de 5 vezes mais que um veleiro comum). Todas as equipes desa antes deveriam criar seus próprios modelos semelhantes. Ao ver o projeto, Chaves não teve dúvidas de que tratava-se de uma cópia, evidentemente mais sofisticada, de sua ideia.
“Logo vimos que havia um conflito grave. Tenho certeza de que os projetistas do AC75 passaram pelo nosso stand em Annapolis e assistiram à nossa apresentação no site. Rastreando as visualizações do vídeo, notamos um aumento incomum dos registros da Nova Zelândia, dos EUA e da Europa”, afirmou Chaves. “Mandei imediatamente um carta para a ETNZ, que insistiu em não responder. Decidimos então contratar um advogado neozelandês e validar nossa patente na Nova Zelândia”.
Antes de decidir recorrer à Justiça, Manoel disse ter tentado, repetidas vezes, pleitear uma resolução cordial junto à equipe neozelandesa, sem sucesso. Manoel acredita que a ETNZ tenha copiado a ideia sem saber da existência de uma patente a ser respeitada, e, ao tomar conhecimento, preferiu não admitir a irregularidade.
“Quando a patente foi publicada na Nova Zelândia, fizemos um contato mais direto. O pessoal primeiro não quis receber nosso advogado, ficaram enrolando, tivemos de entrar em contato com um ministro local”, narra Chaves. “Nosso advogado começou a ser hostilizado. Basicamente, a mensagem foi: se querem brigar, a discussão durará anos e anos e vocês não vão conseguir nada. Fizeram questão de nos lembrar que o governo da Nova Zelândia é sócio tanto da America’s Cup quanto da equipe, e que marcas poderosas patrocinam o evento”.
O brasileiro vê relação entre a sua origem e a resposta dos neozelandeses. “Existe um preconceito contra quem é da América do Sul e não tem olhos azuis. Meu sobrenome ainda é Chaves, eles já associam à Venezuela, a países de Terceiro Mundo”, desabafa. “Dinheiro para eles definitivamente não é problema, é que eles não querem relacionar tecnologia de ponta à América do Sul. Se eu fosse suíço ou holandês, aposto que eles aceitariam e ainda seriam capazes de me convidar a entrar no time”.
A equipe campeã da America’s Cup se pronunciou oficialmente em um comunicado no qual negou qualquer infração. A ETNZ alega que os desenhos são apenas semelhantes, algo comum na engenharia naval o AC75”, diz um trecho.
A equipe reforçou que “resistirá fortemente a qualquer denúncia” e ainda ironizou as acusações ao encerrar a nota dizendo que “toda boa ideia tem 1.000 pais”. “Respondi que somente o verdadeiro pai tem todo o histórico do nascimento, as fotos do crescimento de seu lho e sendo o responsável registra o nome, no caso a patente. Eles reconheceram a analogia, obviamente, mas por não terem argumentos fecharam as portas do diálogo”, conta Chaves.
Por ter registrado a propriedade intelectual do Sailing Booster System (SBS) na Nova Zelândia em 2020, Manoel Chaves possui a exclusividade de sua exploração por 20 anos, de acordo com os critérios da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Wipo, da sigla em inglês). “Resolvemos esperar o m da América’s Cup, posso entrar com uma ação até 2040. O processo é longo. Se constatada a violação, a ação deve demorar de três a quatro anos, pois envolve uma série de laudos. Eles querem me ganhar pelo cansaço, mas não tem problema”, diz Chaves. “O mais importante é a minha certeza de que contribuí para uma nova era do iatismo que está por vir”.
Amels e Damen Yachting, na Holanda, receberam o superiate de 52,3 metros Amels 180 Limited Editions, chamado Grace, para uma reforma. Superiate foi entregue em 2009 e se originou do design do Amels 180 Limited Editions, de enorme sucesso, que começou como o Amels 180 e se tornou o superiate de 55 metros mais vendido do mundo.
Crédito: Jeff Brown | Breed Media
Ele deve permanecer no estaleiro Vlissingen por quatro meses, enquanto passa por várias obras, incluindo uma atualização técnica, bem como uma repintura completa do casco e algumas modificações no interior.
Crédito: Jeff Brown | Breed Media
Michel Coens, gerente de vendas da Damen Yachting, lembra com carinho do iate de sua construção original, 11 anos atrás, e comentou que “é maravilhoso ver Grace no estaleiro… Ser capaz de receber iates e sua tripulação de volta ao nosso estaleiro é sempre uma grande honra”.
Crédito: Jeff Brown | Breed Media
O interior original de Grace foi escrito por Nuvolari e Lenard, enquanto seu design exterior foi concebido por Tim Heywood, com arquitetura naval da Damen Yachting. Ela pode acomodar 12 pessoas em seis cabines, ela também pode acomodar uma tripulação de 14.
O fundador da Iddes Yachts, Ivan Salas Jefferson, lançou o mais novo conceito de design, uma embarcação de exploração científica de 300 metros, totalmente equipada com 22 laboratórios de última geração, o Earth300. O superiate 100% livre de emissões inclui uma série de pontos de design radical, incluindo uma ‘Science Sphere’, ou Esfera Científica, de 13 andares e um deck de observação em balanço.
O caminho do Earth300 para a meta sempre elusiva de “livre de carbono” foi alcançada com o uso de um reator de sal fundido (MSR), “uma nova geração de energia atômica que é segura, sustentável e 100% livre de emissões”. Earth300, liderado por seu CEO Aaron Olivera, é o primeiro superiate a ser movido por esta nova tecnologia inovadora.
A embarcação tem capacidade para acomodar 160 cientistas, 20 especialistas residentes, 40 convidados VIP e 20 estudantes, além de 160 tripulantes. Aqueles a bordo estarão focados em levar o estudo científico dos oceanos do mundo aos limites, com a embarcação completa com tecnologia de computação quântica e Inteligência Artificial.
Com o apoio de vários parceiros internacionais, incluindo IBM, RINA, Triton Submarines e EYOS Expeditions, a data de lançamento projetada está definida para 2025, com o projeto preliminar e a engenharia naval já concluídos.
O tão esperado explorer de 85 metros, Projeto Victorious, finalmente foi para a água na Turquia. O iate foi lançado hoje, 8 de abril, na AK Yachts, depois de chegar pela primeira vez à Turquia em junho de 2016, no entanto a sua quilha foi colocada inicialmente em 2006.
Apresentando design exterior por Michael Leach Design e interiores por H2 Yacht Design, Victorious começou a ser construído há quatorze anos no norte do Chile como um explorer de 77 metros.
Depois que o estaleiro enfrentou em dificuldades, o Victorious foi comprado novamente e passou dois anos em construção na Nova Zelândia. O projeto novamente paralisou e ficou inacabado até que despertou o interesse de um novo proprietário em 2016.
Neste ponto, a popa foi estendida em 6 metros para acomodar uma piscina coberta no beach club e um mastro de dois metros foi adicionado, trazendo o comprimento final para 85 metros.
As principais características incluem um deck superior completo com lounge na cobertura, lounge para coquetéis, salão de observação e sala de jantar, heliporto na proa e jacuzzi no convés traseiro.
Em outro lugar, Victorious possui um beach club de 200 metros quadrados com academia, sala de massagem, banho turco e piscina aquecida e um cinema com 10 lugares.
O enorme interior de 2.300 GT inclui um total de 11 suítes; cinco no deck principal, quatro no deck inferior e duas no bridge deck.
O estaleiro alemão Alva Yachts revelou o interior de seu catamarã totalmente solar-elétrico de 27,5 metros, o modelo é o Ocean Eco 90.
Isso segue a notícia que os moldes para o casco e a superestrutura estão em fase avançada de construção, com o iate com vários cascos previsto para ir para a água no final de 2021.
Disponível com propulsão híbrida ou totalmente elétrica, o catamarã possui mais de 200 metros quadrados de painéis solares. Com uma velocidade de cruzeiro estimada em 8-10 nós e velocidade máxima de 16-18 nós, o Ocean Eco 90 terá um “alcance virtualmente ilimitado”, de acordo com a Alva Yachts.
Projetado pela Henndesign com engenharia naval do estúdio iYachts, o catamarã terá boca de 14 metros e calado de 1,2 metros.
O estaleiro também tem um modelo de veleiro chamado Ocean Sail 82 em desenvolvimento, que apresenta propulsão híbrida, um banco de baterias de alta capacidade e equipamento de última geração.