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Wider Yachts apresentou suas novidades no Yachts Miami Beach

Novidades no Yachts Miami Beach

A Wider Yachts aproveita da melhor forma possível a participação no Yachts Miami Beach 2016 (Miami Boat Show, que mudou de nome a partir desse ano). O estaleiro italiano inaugurado em 2010 mostra toda a sua gama de embarcações, além de apresentar novos modelos que estão por vir.

Entre os destaques, foram anunciados os resultados do primeiro teste de mar do Wider 150 (imagem acima), que teve início em novembro. Os trabalhos também focaram na capacidade de manobra, um importante recurso de segurança, mas também uma vantagem quando se considera entrar pequenos riachos e baías. Após ter conduzido o barco, o capitão Claudio Candelaresi descreveu seu desempenho. Os testes também confirmaram que o barco confortavelmente alcança sua velocidade máxima prevista de 15 nós e os níveis de consumo de combustível também estão em linha com as previsões de pré-lançamento, sendo 15% a menos do que um iate semelhante com propulsão tradicional (a Wider utiliza propulsão elétrica).

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O banco de baterias de 544 Kwh é suficiente para abastecer todo o sistema a bordo por até oito horas sem o funcionamento dos geradores. A principal vantagem do sistema diesel-elétrico é o baixo nível de ruído e vibração. Finalmente, o beach club de 90 m2 (uma característica em toda a gama da série Wider) foi concluído, com espaço para acomodar um tender, piscina e uma vasta área de deck para relaxar. O Wider 150 está à venda ao preço de € 26 milhões.

Wider 165 – Novo “carro-chefe”

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A outra novidade foi a exibição dos primeiros renders do modelo mais atual do estaleiro, o Wider 165, cujo dono o batizou de Celicia. Um dos destaques é o grande beach Club com o sistema de lançamento e recolhimento do tender. A cabine máster com um terraço privativo também merece atenção.

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Construído inteiramente em alumínio, o Wider 165 foi criado pelo designer Fulvio De Simoni em colaboração com o CEO do estaleiro, Tilli Antonelli. O superiate de 50 metros de comprimento foi projetado para melhorar o contato do proprietário com o mar, enquanto aumenta significativamente os volumes interiores. Ele apresenta as mesmas linhas elegantes do Wider 150 e apresenta um heliponto “touch-and-go” na proa e uma piscina coberta.

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O coração pulsante do projeto é o seu sistema de propulsão elétrica, combinando um banco de bateria de lítio de 544 kWh com geradores a diesel, garantindo o consumo de combustível extremamente reduzido. A tradicional sala de máquinas foi substituída por uma sala de geradores, localizada na proa. Com isso, o centro do iate está livre para maiores e mais confortáveis ​​cabines.

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O sistema de propulsão também é completamente modular, ou seja, o Wider 165 pode utilizar apenas as baterias, em modo de “emissão zero” ou com até quatro geradores a diesel. Quando estiver totalmente carregada, a bateria é suficiente para alimentar todos os serviços a bordo, incluindo ar condicionado para um pernoite.

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Uma autonomia de 3.600 milhas náuticas é esperada a uma velocidade de cruzeiro de 13 nós, aumentando para 5.600 milhas náuticas na velocidade econômica de 10 nós. O iate tem uma velocidade máxima de 15 nós.

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Mercury lança novos motores no Miami Boat Show 2016

Novos motores no Miami Boat Show 2016

A Mercury Marine anunciou os novos motores para 2016 na primeira apresentação do dia, no Miami Boat Show 2016 (MIBS 2016). A nova gama de produtos inclui o Mercury Pro XS com 115 HP, a nova linha SeaPro, que é a evolução dos motores de 60 a 115 HP, um incrível motor de popa a diesel e 400 Racing, exclusivo para competições e que irá equipar o campeonato nacional de catamarãs.

Os lançamentos não param por aí e a palavra chave é conectividade. A empresa está focada em atingir o mesmo nível da gigante americana de tecnologia, Apple, que oferece conectividade total de seus equipamentos. Com dois novos módulos de conexão, um por cabo NMEA e outro por Bluetooth, o usuário dos produtos Mercury poderá ter um diagnóstico do motor através de um aplicativo desenvolvido para toda a linha.

Ao chegar no barco e ligar a chave geral, o próprio sistema faz a leitura do motor e dá o “ok” para a partida. Se detectar que algo está errado, envia um alerta e através de um vídeo explica ao proprietário o que está acontecendo, localizando uma autorizada mais próxima. Com o novo app, também será possível gravar a rota e adicionar fotos dos locais que você costuma ir e pode compartilhar diretamente com todos.

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O Vessel View teve seu layout alterado, mas não teve nenhuma mudança significativa. No entanto, ele também recebeu um dispositivo que conecta os dados do motor diretamente na tela do GPS. A comunicação é feita via cabo NMEA.

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Por último e não menos importante, o Joystick ganhou novas funcionalidades. Ele não serve apenas para docar o barco (como era antes) e agora pode ativar o Skyhook, mudança de curso da embarcação com graus pré definidos (1, 5 e 10 graus), além de maior manobrabilidade devido a nova caixa de direção.

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A Mercury veio ao MIBS 2016 com muita inovação e promete trabalhar forte para trazer mais tecnologias para os produtos. Afinal, eles já cobrem todas as potências do mercado de motores de popa e centro-rabeta.

Volvo Penta lançou em Miami a nova geração do Glass Cockpit

Nova geração do Glass Cockpit

A Volvo Penta lançou a nova geração do Glass Cockpit no Yachts Miami Beach. O avançado sistema de monitoramento e controle é o resultado da colaboração da empresa com a Garmin. O aplicativo foi lançado pela primeira vez em 2013 e agora está disponível para uso em displays multifuncionais das séries 7600 e 8600.

O novo Glass Cockpit traz layouts personalizados (que é possível decidir quando, onde e qual informação é apresentada), displays entre 7 e 24 polegadas (disponível para pequenos barcos e grandes iates), integração de todas as funções (é possível acessar todos os controles operacionais e de monitoramento em uma interface e alterar layouts para atender às suas próprias necessidades ), entre outras características.

O sistema está disponível para telas entre 7 e 24 polegadas
O sistema está disponível para telas entre 7 e 24 polegadas

Certas funções de barco, como operar em sentido inverso e usar radar, exigem mais foco. Por exemplo, ao personalizar informações sobre layouts e ligando-os ao controle e joystick, pode-se pressionar um botão e trazer a visão da câmera na popa (de ancoragem) para o visor.

“Ao desenvolver o sistema de Glass Cockpit, facilitamos o passeio de barco. Com ele, você tem acesso a tudo o que você precisa saber sobre o barco, exibido nas telas a sua frente”, disse Stefan Carlsson, chefe do segmento marítimo da Volvo Penta. O design “all-in-one” elimina a necessidade de caixas pretas, monitores extras e antenas externas. “Isso é uma grande simplificação para o construtor do barco, bem como o usuário final”, acrescentou Carlsson.

O Glass Cockpit pode ser totalmente personalizado para uso pelos operadores
O Glass Cockpit pode ser totalmente personalizado para uso pelos operadores

O sistema pode acessar todos os recursos da rede Garmin Marine, incluindo radar, sonar, chart-plotter, mapas 3D, tabelas de marés, instrumentos, sensores de comutação digital, câmeras térmicas, GRID e muito mais.

O Glass Cockpit estará disponível para compra exclusivamente através da rede de distribuição Volvo Penta ainda este ano. Os radares compatíveis, sonares e acessórios de rede podem ser adquiridos nas lojas varejistas da Garmin.

Impressões do Raleigh Boat Show 2016

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Raleigh Boat Show 2016

O novo colunista da Revista Boat Shopping, Ricardo Machion, responsável pelo blog Um homem do Mar, está em uma viagem internacional e acabou passando por um Boat Show bem diferente do que estamos acostumados. Abaixo, um breve relato do que ele viu no Raleigh Boat Show 2016.

Por: Ricardo Machion
Fotos: Ieda DePaula

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Aconteceu nos dias 5, 6 e 7 de fevereiro um salão náutico que poderia chamar de “pequeno gigante”. Pequeno por estar localizado numa cidade fora do eixo dos principais salões náuticos americanos, mas nem por isso menos importante, pois foram expostas mais de 250 embarcações em aproximadamente 1.500 m².

Raleigh está localizada na Carolina do Norte, próxima à costa leste americana, com uma população aproximada de 400 mil habitantes, distribuídos em aproximadamente 370 km², e impressiona pelo volume de lagos navegáveis. Mas é claro que o salão tem um alcance muito maior que só a bela cidade.

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O que impressionou foi a proposta, o salão atende exatamente o público local que automaticamente transforma sua exposição em venda. As embarcações possuem tamanho entre 18 e 30 pés em média, esse é o perfil do consumidor local que utiliza pequenas marinas para a guarda de suas embarcações, mas que numa maioria mantém suas embarcações nas garagens de suas casas, rebocando, manobrando, encalhando e fazendo sua própria manutenção. São equipamentos de uso sem qualquer valor além do que realmente é.

O salão se dividia basicamente em três segmentos, fishing, wake e passeio; que em quase toda sua totalidade possuía proa aberta, são embarcações para o uso diurno que em geral encerram suas obrigações ao final do dia.

Dentre as pouco mais de 250 embarcações expostas, boa parte delas com foco na pesca em locais de baixa profundidade, falaremos das vedetes e brilhantes lanchas para Wakesurf, a sensação dos lagos americanos e os diferentes potoon boats.

As embarcações de wake sempre roubam a cena por seu design diferenciado, pinturas cintilantes, targas metálicas que mais parecem ter saído de um filme dos transformers, foils e aletas controladas externamente. A marca de lanchas Malibu desenvolveu um sistema chamado de surf gate, esse sistema substitui o antigo modelo para a prática do wake surf onde se colocava todo o peso da embarcação num bordo para gerar uma onda permanente. Com o surf gate é possível controlar o lado da onda e sua altura através de uma pulseira utilizada pelo esportista com 6 movimentos de lado e altura da onda. Essa proposta faz com que o esportista aproveite ao máximo a onda alterando o lado de acordo com o aproveitamento de cada manobra.

 

O potoon ao contrário de tudo oque conhecia é muito versátil e comum nas águas abrigadas americanas, em linhas gerais poderia dizer que é uma grande sala de estar flutuante. Com capacidade média de 15 pessoas é uma embarcação plana com assentos muitíssimo confortáveis, com bimínis parciais, podendo em alguns modelos fechamento total, oferecendo todo conforto até para reuniões de negócios. É uma embarcação relativamente leve com aproximadamente 7 metros, construída com base nos catamarãs, com flutuadores tubulares metálicos e uma plataforma plana como base, utilizando motorização de popa que podem chegar a 300hp.

De fácil atracação, é uma embarcação muito comum em lagos e por sua facilidade de transporte é bastante comum encontra-las nas garagens de casas aguardando um ensolarado dia de verão para a diversão da família.

Conheça 4 campos que influenciam os designers de iates

4 campos que influenciam os designers de iates

Superiates trazem a bordo um mundo de tecnologia, entretenimento, luxo, conforto e outras características marcantes. Modernas, essas embarcações apresentam design cada vez mais incrível e futurista. Os responsáveis por verdadeiras obras-primas precisam estar sempre conectados com o que há de mais atual não apenas no segmento náutico e, frequentemente, bebem da fonte de campos diferentes. Conheça as quatro principais áreas que têm tudo a ver com design de iates

Design de aeronaves

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Não é incomum ouvir que designers de iates que trabalham, também, a bordo de aeronaves, embora há um nome que simboliza a convergência entre as aeronaves e design de iates: Winch Project. “A única coisa que você definitivamente sabe quando projetará uma aeronave são as dimensões. Só pode ser uma determinada largura e comprimento”, disse o diretor de projetos da Winch Project, Jim Dixon. “Com um iate de luxo, os desejos do proprietário podem crescer em escala enquanto o iate ainda está na prancheta e você encontra mais dez metros de comprimento para lidar com eles”, completou Dixon.

O designer Igor Lobanov, que se formou em design automotivo antes de migrar para design de iates, lembra o jato Bombardier Global Express que projetou em 2005. “Um designer deve adaptar-se rapidamente à escala e à natureza do veículo que está projetando. O projeto do avião me ensinou muito sobre como trabalhar em uma esfera muito restrita quando muito pouco pode ser alterado”, contou Lobanov.

Design de automóveis

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Emoção e expressão artística são os elementos básicos que devem preencher a lacuna entre design de iates e design de automóveis. “Eu sempre tive uma paixão por design do carro”, disse Tim Heywood, designer de exteriores de superiates. Seu conceito para um Coupe Bespoke 1930 (imagem acima) “incorpora grande parte da minha filosofia de design, que é a produção de formas esculturais, femininas que são restritas por técnicas de função e de produção”.

O famoso designer de carros Chris Bangle, ex-chefe de design para BMW, agora empresta sua experiência e suas linhas para novos conceitos do estaleiro italiano Sanlorenzo. “Se o objetivo do design do iate é ter o cliente identificado com ele, então eu diria que há muitas semelhanças com a minha experiência como designer de carros. Se, em vez disso, o objetivo é ter a assinatura da pessoa criativa, então está mais perto da minha experiência como artista”, detalhou Bangle.

Design de móveis

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O design de móveis faz parte do portfólio de muitos designers de iates e, muitas vezes, torna-se uma parte necessária do processo de projetar uma embarcação.

Escritórios profissionais como Bannenberg & Rowell têm adicionado o design de móveis sob medida para a sua lista de serviços, utilizando o conhecimento das necessidades de espaço e funcionalidade para criar peças específicas no iate. O designer residencial e de iates Alberto Pinto lançou recentemente em sua agência uma coleção de mobiliário na qual muitas peças são voltadas para o interior das embarcações.

Renomado designer de interiores de iates Remi Tessier começou sua carreira como marceneiro no final de 1970 e incorpora o conhecimento das relações entre espaço e material em seus premiados interiores de iates. Da mesma forma o contrário. O designer de mobílias residenciais Christian Liaigre começou a trabalhar em projetos de iates há mais de uma década. Seu estilo simples e modernista já recebeu diversos prêmios.

Design de residências

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Benjamin Toth, vencedor do Jovem Designer do Ano em 2012, diz que o trabalho entre várias áreas do design estimula o processo criativo. Seu portfólio inclui não apenas design de iates, mas projetos de produtos e residenciais também. “Mudando entre os projetos que exigem dimensões e temas completamente diferentes aumenta seu poder de pensar fora da caixa”. A experiência de Toth no design de iates o ajuda com projetos que requerem um uso eficiente do espaço residenciais, com a profundidade de detalhamento, uso de materiais e qualidade de acabamentos.

 

 

Atrevida encerra participação na Semana de Clássicos Punta del Este

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 Semana de Clássicos Punta del Este

A schooner brasileira Atrevida marcou sua presença na Semana de Clássicos de Punta del Este de 2016 que encerrou no fim de semana na cidade litorânea uruguaia. O barco de 95 pés velejou com cinco associados do Veleiros do Sul. O Comandante Átila Böhm, o Tático André Gick, o navegador Miguel Petkovitz, o trimmer de Carangueja André Renard, e nos Circuito Solanas e Vuelta Gorrites a presença de Cicero Hartmann como trimmer de buja. O tático Gik comentou sobre os circuitos.

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“Fizemos dois Fita Azuis e em outras duas regatas chegamos em 3°, devido às condições de ventos mais fracos, que não favoreciam a velejada para as 93 toneladas e as características de casco e vela do nosso Atrevida. Mas foi boa competição”.

O Atrevida é um dos barcos clássicos mais importantes do país, Ele foi lançado em Bristol Rhode Island (EUA) em 1923 com o nome Wildfire e foi rebatizado de Atrevida depois que passou a navegar no Brasil em 1946. Integram também a tripulação: José Carlos Gonçalves de Oliveira, Matheus Amaral Nunes, Walter Michel, Marco Lagoa, Marcelo Vallan, Kasuo Miyake, Gabriel Borgstrom e Fabio Negrini.

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O vencedor da Semana de Clássicos foi o barco Delphis – Classe 8m, projeto e construção Atilio Costaguta, ano 1930. Em segundo ficou Cippino – Classe Atlântico, projeto German Frers, ano 1949. E em terceiro Alfard – Projeto German Frers, ano 1942, vencedor da 1° BsAs/Rio em 1947.

Por: Veleiros do Sul

Contrato para reforma olímpica na Marina da Glória é anulado

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Reforma olímpica na Marina da Glória é anulado

Faltando 183 dias para o início da Olimpíada de 2016, a Justiça Federal anulou o contrato que, entre outras coisas, prevê a reforma da Marina da Glória para os Jogos. O espaço vai ser base para as competições olímpicas e paraolímpicas de vela. Está em obras desde o início do ano e tem que ser entregue em março.

A reforma olímpica na marina está sendo executada pela empresa BR Marinas, que se comprometeu em investir R$ 60 milhões no espaço. O compromisso está previsto no contrato assinado entre a empresa e a Prefeitura do Rio de Janeiro para que a companhia administre e explore economicamente a marina por 30 anos.

Esse contrato é que foi anulado pela Justiça Federal. A decisão foi tomada pelo desembargador Guilherme Diefenthaeler, da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) –órgão da segunda instância do Judiciário. Diefenthaeler, na verdade, decidiu confirmar uma decisão de primeira instância, tomada em 2013, a qual também havia determinado a anulação da concessão da Marina da Glória.

A anulação é um pedido de usuários do espaço que alegam que a concessão altera a finalidade da marina. Segundo esses usuários, o espaço, projetado para ser de uso público e para o atendimento de navegadores, poderia se tornar um grande centro comercial a serviço de interesses privados com a concessão.

O processo aberto para o cancelamento do contrato tem a prefeitura como ré. Procurada, a administração informou nesta quinta (4) que ainda não foi notificada. Quando for, vai recorrer. Informou também que, por ora, a obra continua.

A BR Marinas também informou que não foi notificada da decisão. A empresa declarou que “aguarda a publicação da íntegra do acórdão para se manifestar”. “Importante ressaltar que, independentemente do conteúdo da decisão, cabe recurso aos tribunais superiores”, complementou a companhia.

Já o Comitê Organizador Rio-2016 não quis se pronunciar sobre a decisão judicial. Declarou que confia que tudo estará pronto para a Olimpíada. A obra na Marina da Glória está hoje focada na reforma de seu prédio principal. O espaço deve servir de ponto de apoio para públicos, atletas e organizadores da Olimpíada em agosto de 2016.

*Por Vinicius Konchinski / UOL, no Rio de Janeiro
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 Foto AFP PHOTO / VANDERLEI ALMEIDA

Ferretti cria nova divisão e produz barcos para o governo italiano

Ferretti cria nova divisão

A Ferretti Group expande sua área de atuação e cria uma nova divisão, a Ferretti Security and Defence. O braço do estaleiro italiano firmou um acordo com o governo do país e construirá embarcações que farão parte de “uma nova linha de plataformas navais de alta tecnologia”.

O primeiro é o modelo FSD195 (imagem acima), que será lançado no verão europeu deste ano, mas uma prévia pode aparecer durante o Monaco Yacht Show, no final de setembro. Com velocidade máxima de 50 nós (graças a dois motores MAN V12 de 1.900 hp) e uma autonomia de mais de 400 milhas náuticas, o novo barco de patrulha e segurança de 20 metros de comprimento (65 pés) será utilizado pela guarda costeira da Itália.

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Layout do FDS195, primeiro barco do novo braço da Ferretti Group
Layout do FDS195, primeiro barco do novo braço da Ferretti Group

O FSD195 já está sendo fabricado e a Ferretti Security and Defence também projetou modelos de casco entre 40 e 116 pés. São eles: 115, 150 BWO, 235 e 350. “A missão da FSD é desenvolver cascos com performance e eficiência que supram a demanda com garantia e segurança em nossas águas”, disse Alberto Galassi, CEO da Ferretti Group.

FSD115, o menor barco da linha

FSD115, o menor barco da linha

FSD150BWO (Brown Water Operation)

FSD150BWO (Brown Water Operation)

FSD235

FSD235

FSD350

FSD350

 

4º Carnajet reuniu dezenas de motos-aquáticas no RJ

4º Carnajet

O 4º Carnajet mostrou que mar e Carnaval fazem uma ótima combinação. O evento promovido pela Quadricenter, concessionária dos produtos BRP no Rio de Janeiro, reuniu 65 motos aquáticas no dia 31 de janeiro para aproveitar a folia com segurança e responsabilidade.

Os participantes navegaram pelas águas de Niterói e do Rio de Janeiro, litoral fluminense, com direito a parada na concentração da tradicional Banda Ingá. O domingo colaborou com muito sol e calor. O passeio ainda incluiu as paisagens de Itaipu, em Niterói, e da Urca, na capital.

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“A cada ano, na semana anterior ao feriado de Carnaval, o Carnajet atrai número maior de participantes e todos gostam muito. O evento já está confirmado no ano que vem”, garantiu Leonardo Lattanzi, proprietário da Quadricenter.

*Fotos Divulgação/Quadricenter

Sanlorenzo 460 Exp completa viagem inaugural da Itália aos EUA

Sanlorenzo 460 Exp

O superiate de exploração da Sanlorenzo, 460Exp Moka, completou sua viagem inaugural. Entregue em 2015, o design exterior é do renomado Francesco Paszkowski e foi revelado ao mundo na última edição do Monaco Yacht Show.

A viagem foi uma jornada transatlântica, que partiu de Viareggio, Itália, no dia 11 de dezembro e chegou até os Estados Unidos, para ser entregue ao seu novo proprietário. A nova tripulação (oito pessoas e o capitão) já estava a bordo. O roteiro incluiu paradas em Palma de Mallorca, Espanha, e na ilha de San Martin, no Caribe, antes de chegar em Palm Beach, na Flórida, no dia 10 de janeiro.

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Ao todo, foram 5.600 milhas náuticas de navegação em um mês de mar. Nesse período, 19 dias inteiros foram navegados a velocidade de 12,5 nós e Moka não deu nenhum sinal de cansaço ou problemas a bordo.

O iate possui cinco cabines e uma academia no deck inferior, além de uma grande suíte máster no deck principal e dois salões no deck superior. Projetada para cruzeiros de longo alcance, o 460Exp é equipado com dois motores CAT C32 Acert que dão ao barco uma velocidade de cruzeiro de 11 nós e uma autonomia de 4 mil milhas náuticas.

Desde que estreou na feira francesa, Sanlorenzo já vendeu cinco unidades do modelo.