A lancha de 55 pés do estaleiro Alen Yachts, a Alen 55, tem o design que facilita o convívio a bordo. Com o deck principal aberto, o barco integra todos os ambientes, além do contato com o mar ser facilitado e mais seguro.
A popa é ideal para o convívio, com solário e mesa com capacidade para oito pessoas. Além disso, a cabine de comando fica coberta. O guarda-mancebo é o próprio casco do barco. A passagem é segura e espaçosa.
No deck inferior, a decoração interna é clean e mistura tons claros com madeira.
Essa semana os melhores barcos do ano foram conhecidos em Amsterdam, Holanda. O evento de gala, World Super Yacht Awards, é realizado pela Boat International todos os anos e é o palco para designers, estaleiros, membros da indústria e proprietários dos maiores e mais caros mega yachts do mundo.
Esse ano foram incluídas algumas categorias a pedido do júri, que é formado pelo alto escalão do setor náutico mundial. Sem mais delongas vamos conhecer os melhores barcos do ano de 2015. E o vencedor é…
Melhor barco do Ano: Grace E
Estaleiro: Picchiotti – Perini Navi Group Arquiteto Naval: Philippe Briand / Vitruvius Exterior Design: Philippe Briand / Vitruvius Interior Design: Rémi Tessier
Veleiro do Ano: WinWin
Estaleiro: Baltic Yachts Arquiteto Naval: Javier Jaudenes Exterior Design: Javier Jaudenes Interior Design: Design Unlimited
Yacht a motor deslocante de 1,300GT até 2,999GT acima de 75m: Kismet
Yacht a motor semi-deslocante de 30m a 37,99m: Nono
Estaleiro: Admiral – The Italian Sea Group Arquiteto Naval: Admiral – The Italian Sea Group Exterior Design: Luca Dini Design / Admiral Centro Stile Interior Design: Gian Marco Campanino / Admiral Centro Stile
Yacht a motor semi-deslocante acima de 40m: Polaris
Estaleiro: Rossinavi Arquiteto Naval: Arrabito Naval Architects Exterior Design: Team for Design – Enrico Gobbi Interior Design: Team for Design – Enrico Gobbi
Yacht a motor semi-deslocante de 30m a 40m com 03 decks: SO’MAR
Equipe Surf Resgate desenvolve importante papel nos bastidores da etapa do WSL no Rio de Janeiro
A etapa brasileira do Campeonato Mundial de Surf (WSL) tem a segurança reforçada com a atuação de cinco motos aquáticas da Sea-Doo. Comandadas pelos pilotos treinados da equipe Surf Resgate, as máquinas são as responsáveis por enfrentar o mar da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ), e garantir o transporte ágil e seguro dos atletas. Os modelos Sea-Doo que estão em ação no evento são o SAR, moto aquática especializada em salvamento e resgate, o GTX 155, o Wake 155 e duas unidades do Spark.
Em cada dia de disputas do WSL, as motos aquáticas ficam em torno de seis horas no mar. “O mar do Portinho, na Barra, é um dos mais difíceis do mundo para pilotar as motos aquáticas. O fundo é de areia e não há um local pré-estabelecido para acessar a zona de competição, ou seja, o piloto precisa procurar o ponto mais favorável a todo o momento e estar atento às condições adversas. Por isso, termos equipamentos de confiança como as motos aquáticas da Sea-Doo é fundamental”, comentou Rodrigo Bastos, da Surf Resgate.
“Se não fossem as motos aquáticas não teria havido evento nesta quinta-feira, por exemplo, quando foi realizado o segundo dia de disputas da etapa e o mar estava muito agitado. Nenhum atleta conseguiria passar a arrebentação”, continuou. Aliás, foi no mesmo dia que ocorreu uma cena inusitada envolvendo o australiano Joel Parkinson. “O atleta foi surpreendido por uma série maior de ondas enquanto estava na moto aquática, não conseguiu se segurar e praticamente ‘voou’ para a água. Foi muito curioso”, relatou Bastos.
O Brasil vive um momento único no surf, com o campeão mundial Gabriel Medina e muitos outros talentos reconhecidos no circuito de elite. Mas o que chama mesmo a atenção da equipe Surf Resgate é o entra e sai de atletas da água. “A gente torce pelos brasileiros, mas a responsabilidade é muito maior. Estamos tão focados em cumprir toda a logística por trás das baterias, o que inclui revezamento, alimentação e hidratação dos pilotos e abastecimento das motos aquáticas, que não temos tempo para mais nada”, concluiu.
Criada em 2006 no Rio de Janeiro, a Surf Resgate já trabalhou em mais de 220 eventos, o que supera a marca de 1100 dias de trabalho. A equipe também atua em competições de outras modalidades aquáticas, como kite surf e canoagem, e conta com o patrocínio da Sea-Doo.
Trata-se do maior barco produzido pela Azimut Yachts do Brasil. São mais de 60 toneladas de peso, 25,2 m de comprimento com três pavimentos, quatro suítes, cinco banheiros (sendo um com hidro), amplo living, espaço gourmet e um flybridge de 42 m² com direito à jacuzzi ao ar livre. A finalização da Azimut 83 será em julho deste ano.
“O brasileiro aprecia muito a utilização da área traseira do barco, que compreende a praça de popa, durante a navegação. Pensando nisso, o estaleiro agregou mais um atrativo nesse ambiente para que os clientes possam desfrutar ao máximo da experiência a bordo com direito à preparação do churrasco que é uma das paixões nacionais”, contou o diretor comercial, Francesco Caputo.
Para produzir o iate de 83 pés, foi enviada para a Itália uma equipe de profissionais para conhecer o processo da montagem. Além disso, a experiência adquirida com a produção da Azimut 70, recém-lançado pela fábrica brasileira, também contribuiu para melhorar a performance dos colaboradores somado aos constantes treinamentos e qualificação profissional desenvolvidos dentro do estaleiro.
Veja com está ficando no novo barco da Azimut produzido em Itajaí, SC. As imagens foram feitas hoje na própria fábrica. O projeto está em andamento e dentro do cronograma.
A nova Prestige 680 será lançada oficialmente no boat show de Cannes, em setembro. O estaleiro acabou de liberar um vídeo conceito do barco e já antecipamos para o mercado brasileiro o que esperar do próximo modelo. Segundo um dealer oficial da marca, no Reino Unido, o barco terá dois motores Volvo Penta IPS, com uma potência total de 1.800 hp. O conjunto levará o barco a 30 nós de velocidade máxima e 25 nós de velocidade de cruzeiro.
Ficha Técnica
Comprimento total: 21,46 metros
Comprimento do casco: 19,08 metros
Boca máxima: 5,33 metros
Motorização: 2 x Volvo IPS 1200 D13-900 HP
Velocidade de cruzeiro: 25 nós
Velocidade máxima: 30 nós
Peso: 29.800 kg
Deslocamento: 39.600 kg
Cabines: três ou quatro + tripulação
Tanque de combustível: 3.450 litros
Tanque de água: 920 litros
Designer: Garroni Design / JP Concepts – J & J Design
Faróis são ícones do universo náutico. Simbolizam, acima de tudo, segurança e ponto de referência para os navegadores. Também fascinam por sua forma e ficam quase sempre em lugares belos, remotos e de acesso restrito, selecionamos alguns dos mais belos e interessantes faróis pelo mundo para você “viajar”.
KIZ KULESI, TURQUIA
A Kiz Kulesi (“Torre da Donzela” ou “Torre de Leandro”), encravada em uma ilhota do estreito do Bósforo, na costa de Istambul, é um dos mais belos faróis no mundo. Ela foi construída em 408 a.C. pelo general ateniense Alcibíades para controlar o movimento dos navios persas entre o lado ocidental e o oriental. O nome de “Torre da Donzela” vem da lenda de que um sultão mandou construir a torre para evitar que sua filha fosse morta por uma cobra venenosa no seu 18º aniversário, conforme uma profecia. Porém, na data fatídica, o sultão a presenteou com um cesto de frutas e uma áspide escondida entre elas a mordeu… A “Torre de Leandro” tem origem na mitologia grega. Heros era uma sacerdotisa em Sestos que se apaixonou por Leandro, que vivia em Abidos, cidades em lados opostos do estreito. Todas as noites, ele atravessava o estreito a nado para se encontrar com ela, que acendia uma lanterna no topo da torre onde vivia para guiálo. Mas numa noite de tempestade, o vento apagou a lanterna e Leandro acabou afogando-se. Desesperada, Heros atirou-se de cima da torre. A Kiz Kulesi passou por muitas modificações ao longo de seus 2.500 anos. Atualmente, seu interior foi transformado num café e restaurante, com vistas magníficas da cidade.
TORRE DE HÉRCULES, ESPANHA
A Torre de Hércules, construída entre os séculos I e II, é cercada de lendas. A mais antiga vem da mitologia celta que diz que o rei da Galícia, Breogán, ergueu esta torre que, de tão alta, seu filho podia ver as terras irlandesas além-mar. Historiadores acreditam que ela seja a Torre Brigantium, de um antigo povoado romano. Mas a lenda mais aceita data do século XIII, descrita pelo Rei Alfonso X, que diz que Hércules, após três dias de batalha contra o gigante Gerión, que escravizava seu povo, cortou sua cabeça e ordenou a construção da torre-farol sobre seu túmulo. Ali fundou uma cidade com o nome de Crunia. A lenda é retratada no brasão de La Coruña com a torre e o rei enterrado sob ela. A construção sofreu muito, mas ganhou melhorias no século XVI, por receio dos ingleses, inimigos da Espanha à época, e, no século XIX, ganhou um moderno sistema de refletores. Hoje, a Torre de Hércules é a única torre-farol romana que continua em funcionamento, um símbolo forte da cultura da Galícia e de La Coruña. Tanto que em 2009 foi declarada Patrimônio da Humanidade.
FAROL DE LINDAU, ALEMANHA
Este farol fica em Constança, no lago Lindau, no sul da Alemanha, um lugar muito bonito na fronteira com a Áustria e a Suíça. Inspirado no velho Farol Mangturm de 1230 (que ainda está por lá), ele foi erguido em 1856 ao lado da estátua do Leão Bávaro para dar as boas-vindas a quem chega de barco. Sua torre tem 33 metros e um grande relógio, que pode ser visto por toda cidade. A luz da torre foi convertida para eletricidade em 1936 e seus equipamentos foram automatizados em 1990. Atualmente, o farol é aberto aos visitantes que, além do visual, recebem informações sobre a construção histórica, a natureza local e o transporte marítimo da cidade.
FAROL DE FANAD, IRLANDA
Depois que uma fragata da Marinha britânica, o HSM Saldanha, afundou nas geladas e perigosas águas da península de Fanad, em 1811, vitimando todos a bordo, os moradores locais exigiram a construção de um farol bem na beirada do penhasco. Em 1818, a estrutura de 27,5 metros foi concluída. Em 1909, foi instalado um novo mecanismo de rotação impulsionado por peso que exibia uma luz mais brilhante. O aparato foi substituído em 1975, quando a luz foi convertida em energia elétrica. Apesar da modernidade, até hoje o farol é alvo de histórias que envolvem o fantasma do capitão William Pakenham, do Saldanha, que, dizem, é visto por lá nas noites de tempestade.
FAROL DE PIGEON POINT, ESTADOS UNIDOS
O Farol de Pigeon Point foi construído em 1871 para orientar os navios pela costa da Califórnia. Com 35 metros, é o farol mais alto da costa oeste dos Estados Unidos e ainda está ativo. A torre tem um estilo arquitetônico típico da Nova Inglaterra, tanto que o farol e seu entorno foram preservados como “State Historic Park”, administrado pelo estado da Califórnia. Pigeon Point fica na estrada costeira (State Route 1), a 8 km ao sul de Pescadero, entre Santa Cruz e San Francisco. Devido a esse fácil acesso, recebe um grande número de visitantes. As quatro casas do farol funcionam como albergue para até 50 pessoas. Cada uma tem quartos com beliches masculino e feminino ou são fechadas para famílias ou casais, mas todos compartilham banheiros, cozinhas e salas de estar. Uma jacuzzi ao ar livre pode ser alugada à noite. As tarifas começam em US$ 26 por uma vaga em um quarto de seis beliches.
LOW LIGHTHOUSE, INGLATERRA
O Low lighthouse ( farol baixo) é um dos três faróis em Burnham, em Somerset, na Inglaterra, e o único que ainda está ativo. Burnham é conhecida por sua praia e charcos, característicos da Baía de Bridgwate, onde a maré pode diminuir mais de 2,4 km. Fica perto do estuário do Rio Parrett, que deságua no canal de Bristol, que tem a segunda maior diferença de marés do mundo, de até 15 metros, perdendo apenas para a Baía de Fundy, no Canadá. Por conta disso, existem areias movediças que são um risco para a navegação. Assim, o curioso “farol baixo” sob pilares de madeira de 11 m de altura – construído por Joseph Nelson em 1832 – e pintado de branco com uma faixa vermelha vertical no lado do mar é importante para sinalizar o status da maré.
FAROL DE ENOSHIMA, JAPÃO
Um dos maiores faróis do Japão, esta torre hi-tech em forma de cone invertido possui uma estupenda visão da Ilha de Enoshima. A torre-farol foi inaugurada em 2003 para comemorar o 100º aniversário da companhia elétrica da cidade. Há escadas rolantes ao ar livre, chamadas “Esuka”, que levam os visitantes até o topo da torre de 40 metros de altura. Quem prefere pode subir por escadas circulares, que proporcionam uma vista panorâmica do monte Fuji, da Península de Izu, das montanhas de Tanzawa e Hakone, da ilha de Oshima, da Península de Miura e até de outro farol: a Yokohama Tower. Aliás, essas escadas em espiral são cercadas por uma armação de aço que, ao anoitecer, é iluminada por energia solar em cores que mudam ao longo da noite. Por isso, muita gente prefere ir lá nesse horário para curtir a paisagem fantástica da Baía de Sagami, uma das mais deslumbrantes do Japão.
FAROL DE KÕPU, ESTÔNIA
O Farol de Kõpu tem a forma de um prisma de pedra quadrado de 68 metros de altura, no topo do outeiro mais alto da ilha de Hiiumaa, na Estônia. É um dos símbolos mais conhecidos e ponto turístico do país, além de ser um dos mais antigos faróis do mundo (1531) ainda em atividade. O Kõpu chegou a ser bombardeado pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial e teve seu sistema de iluminação destruído. Porém, foi restaurado e passou por outras reformas ao longo do tempo. Atualmente, apesar de alcançar 26 milhas náuticas (48 km), desde 1997 um radar assumiu grande parte do papel de ajuda à navegação costeira no mar Báltico. A torre está aberta para os turistas desde 1999.
FAROL DE PROMTHEP CAPE, TAILÂNDIA
Se você for passar uns dias em Phuket, na Tailândia, certamente vai conhecer o farol, no topo da colina do cabo Promthep, que é a atração turística mais visitada da ilha. Este é um dos mais novos faróis do mundo, construído em 1996 em homenagem ao Rei Bhumibol Adulyadej. Ele traduz o estilo da arquitetura local, com 50 metros de altura, cúpula dourada e um pequeno museu náutico no interior. O local também oferece um altar budista, lojas de souvenirs e restaurantes, além de uma bela vista da baía, que atrai muita gente para ver o deslumbrante pôr do sol.
FAROL DE HARLINGEN, HOLANDA
A 140 quilômetros de Amsterdã, o Farol de Harlingen fica no coração do porto histórico da cidade. Ele foi erguido inicialmente como uma torre quadrada em uma fortaleza construída por volta de 1750. Foi demolido em 1872 para dar lugar a uma torre de madeira vermelha hexagonal, que funcionou de 1904 a 1921. No ano seguinte foi erguido o atual farol, uma torre quadrada de 24 metros, em aço e pedra, em estilo art déco, que integrou de 1922 até 1998 o sistema de faróis da costa holandesa. Até hoje, 18 deles permanecem operacionais. Em 1999, o farol foi restaurado e virou um hotel de decoração moderna, com um lindo visual sobre Harlingen, porém oferece apenas uma suíte em três níveis para duas pessoas. Diárias a partir de R$ 830.
FAROL DE MADANG, PAPUA-NOVA GUINÉ
Papua-Nova Guiné foi colonizada pelos alemães, mas foi abandonada, em 1899, por causa da alta incidência de malária. Após 1914, por ser um ponto estratégico do Pacífico entre a Austrália e a Ásia, passou a ser administrada por australianos até que seu território foi invadido e tomado pelos japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. Os australianos que ficaram, juntamente com alguns locais, formaram um grupo denominado Coastwatchers, que informava os movimentos dos navios e aviões japoneses para os aliados, enfrentando grandes riscos. O farol de Kalibobo, na cidade de Madang, na entrada do porto, tem 27 metros de altura e foi construído em 1959 para homenageá-los.
FAROL DE CAPE OTWAY, AUSTRÁLIA
O Farol de Cape Otway é o mais antigo da Austrália. Sua luz tem estado debruçada desde 1848 sobre as imponentes falésias, onde o estreito de Bass e o Oceano Antártico se encontram. Para muitos imigrantes europeus que aportaram no país no século XIX, o Farol de Cape Otway foi o primeiro sinal de que finalmente haviam chegado à sua “terra prometida”. Depois, foi fundamental para evitar naufrágios comuns nessa região de mares tão conturbados. Situado na estrada Great Ocean Road, famosa por suas incríveis paisagens de penhascos e praias, na costa sudeste da Austrália, o local recebe hóspedes nas antigas casas dos guardas ao redor do belo farol, com diárias a partir de R$ 500 para duas pessoas.
FAROL DE SAUGERTIES, ESTADOS UNIDOS
Quem olha para o tranquilo Farol de Saugerties jamais imaginaria que ele fica a apenas duas horas do conturbado centro de Manhattan. Construído em 1869, o belo farol de tijolinhos fica literalmente dentro do rio Hudson e encanta seus visitantes com sua arquitetura, decoração simples e uma exuberante natureza ao seu redor. Após uma restauração, em 1990, o farol funciona como um charmoso bed & breakfast, com dois quartos, cozinha e sala de estar e um pequeno museu. As diárias custam a partir de R$ 440 nos quartos para duas pessoas, mas é preciso reservar com muita antecedência ou contar com a sorte de uma desistência.
FAROL DE ST. ANTHONY, INGLATERRA
Situado na cidade de Cornwall, na Baía de Falmouth, ponta do litoral sudoeste da Inglaterra, o Farol de St. Anthony foi construído em 1835 e por muito tempo sua luz e o som do sino de “aviso de fog” eram grandes aliados dos navios contra os rochedos em noites de nevoeiro. Mas em 1954 ele foi modernizado com luz elétrica e o sino substituído por uma potente sirene. Ficou famoso ao aparecer no programa dos Muppets, uma famosa série infantil de TV na década de 1980. Hoje, o farol ainda está na ativa e a charmosa casa de hóspedes Sally Port Cottage pode ter seus dois quartos para até quatro pessoas com vista para o mar reservados a partir de R$ 1.500 por duas noites.
FAROL DE PORER ISLAND, CROÁCIA
A costa da Ístria, na Croácia, está repleta de pequenas ilhas, mas uma delas, a Porer, abriga um farol muito bonito e original. Sua área é de apenas 2 km2, com um farol de 35 metros de altura que hoje pode ser alugado, pois a torre foi convertida em dois apartamentos de quatro quartos. O faroleiro presta uma assistência, como um excelente guia para indicar como explorar as belas baías e ilhotas locais, mas ele deixa os hóspedes sozinhos para que aproveitem a privacidade e o magnífico pôr do sol do mar Adriático por apenas US$ 650 por semana.
LUZES BRASILEIRAS
O Brasil tem mais de 200 faróis, sendo que alguns deles são bastante conhecidos, como o Farol de Mãe Luiza e o Farol do Calcanhar (o segundo mais alto do mundo), em Natal, no Rio Grande do Norte; o Farol do Chuí, no extremo sul do Brasil e os faróis das ilhas de Fernando de Noronha (PE), Morro de São Paulo (BA), Santa Marta (SC) e Ilha do Mel (PR). Mas nenhum deles bate a importância histórica e a fama do Farol da Barra, bem na orla do centro de Salvador, capital da Bahia. Construído em 1698, sua torre de 22 metros, pintada com bandas pretas e brancas, encanta e protege os navegantes desde o século XVII, quando o porto de Salvador era um dos mais movimentados e importantes do continente. O farol era fundamental para guiar os navios que chegavam à Baía de Todos os Santos para o comércio de açúcar, algodão, tabaco e outros bens de consumo e levavam para Europa o pau-brasil e diversas madeiras de lei. Em 1839, o farol foi modernizado, com equipamentos trazidos da Inglaterra, porque o porto baiano ganhou ainda mais movimentação e importância comercial para toda a região norte/nordeste brasileira. Em 1939, foi novamente reformado para receber a energia elétrica e continuou sendo os olhos de quem navegava à noite pela Baía de Todos os Santos. O farol consagrou-se como um dos ícones da capital baiana, inspirando artistas e poetas e até hoje é referência e ponto turístico e de encontro de quem visita Salvador e quer levar de lembrança um pôr do sol que só na Bahia tem.
Construído em 1992 pelo estaleiro holandês Lowland Yachts, Suncoco é um iate de 31,52 metros com base no Mediterrâneo Oriental.
A embarcação acomoda até oito pessoas a bordo em suas quatro cabines espaçosas, decoradas com a mesma paleta de cores: creme e mobiliário de madeira clara.
O salão principal e a sala de jantar são sofisticados e acolhedores, com janelas no costado que torna o ambiente arejado e privilegia a vista. Na flybridge, banheira de hidromassagem, espreguiçadeiras e mesa de refeições.
O barco também dispõe de espaço para armazenar brinquedos aquáticos.
Desde seu lançamento, o barco passou por dois refits significativos: em 1997 pela CRN Spa e em 2006 pela Bradford Marine. Suncoco atualmente está disponível para charter pela Atalanta Golden Yachts. As diárias saem a partir de 34.000€ na baixa temporada e vão até 42.000€ na alta temporada.
Com o começo do tradicional Festival de Cinema em Cannes, que acontece de 13 a 24 de maio, muitos barcos foram para a Cote d’Azur acompanhar as celebridades e a premiação da sétima arte.
Montamos uma lista com os maiores e mais belos barcos que estão, indiretamente, sendo as estrelas do festival:
DILBAR & OCTOPUS chegando no festivalANDREAS L & DIANE que ficam ancorados na Riviera, muito próximo a Cannes. O yacht de 60 m da Benetti ANDREAS L está a venda por 29 milhões de euros
CLEOPATRA & LOGICA o design clássico de Jon Bannenberg contrastando com o moderníssimo LOGICA (capa da Boat International Brasil 17)
COCOA BEAN o mega yacht recém lançado pelo estaleiro americano TRINITY fazendo seu debut em CannesASYA & ARTIC P outro mega yacht contrastando com um barco explorer navegando em direção ao tapete vermelhoNARIIDA & LUSH os veleiros também fazem parte da festa. O veleiro LUSH que já foi do piloto de F1 Eddie Jordan está a venda, mas o valor não foi divulgadoLADIE JADE & LADIE INDIA ambos prontos e preparados para brilhar no mar de Cannes