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Meio barco, meio moto-aquática. Já viu algo assim?

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É um barco? É uma moto-aquática? É uma mistura dos dois? O certo é que o Vanquish 15 é um dos primeiros projetos desse tipo e, certamente, tem um design legal. Desenhado pelo estaleiro holandês Vanquish Yachts, trata-se de uma embarcação com arranjo que lembra um jet.

 

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No momento ele está em processo de fabricação. Seu casco de alumínio tem 4,76 m de comprimento, 1,2 m de altura, 1,76 m de boca máxima e um calado de 0,2 m. Ele é projetado para atingir uma velocidade máxima de 40 nós.

 

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O VQ15 pode ser totalmente personalizado quanto às cores do casco e do interior. Na proa, há um assento que pode comportar duas pessoas. No total, o modelo pode transportar até seis pessoas. Aí está uma boa opção de tender para o seu iate.

 

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Vanquish 15

 

Volvo Ocean Race traz atrações culturais para o país

A Volvo Ocean Race desembarcou no Brasil neste domingo (5). Porém, mesmo antes dos competidores chegarem a Itajaí, SC, o evento começou a deixar sua marca no país, e iniciou uma série de atrações culturais.

 

O Estaleiro da Sustentabilidade dá a oportunidade para crianças e jovens de participarem de oficinas, workshops e da formação de líderes sustentáveis na Vila da Regata do Itajaí Stopover. Grandes nomes como Amyr Klink e Izabel Pimentel estão confirmados dentro do programa.

 

Temas relacionados ao mundo da navegação como estaleiro, embarcadouro, alto mar, deriva, tormenta e volta ao mundo são abordados. O projeto deve atender mais de 3 mil pessoas e é desenvolvido pela Agência Brasileira de Inovação e Sustentabilidade (ABIS) em parceria com a Quíron Educação.

 

O Estaleiro da Sustentabilidade foi montado em antigos containers de transportes marítimos que já tiveram sua vida útil esgotada. O ambiente interno é composto por mesas feitas com catracas; a iluminação escolhida é a fria devido à economia de luz e os lustres são de material ecológico.

 

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Foto: Eduardo von Linsingen

 

“Trazer nosso projeto para dentro da Volvo Ocean Race é uma grande conquista. Acreditamos que as características de um velejador estão ligadas a de um líder sustentável entre elas: inovar e criar dentro das dificuldades, lidar com as incertezas, gerir recursos e pessoas e, principalmente, ser ético e responsável”, explicou o diretor de inovação e estratégia de negócios da ABIS Daniel Isfer Zardo.

 

As oficinas para as crianças são de curta duração, mas com mensagens impactantes. De 30 a 45 minutos, os pequenos fazem uma “Volta ao Mundo” onde é apresentada a realidade do mundo atual e projeções do que pode acontecer caso não ocorra uma mudança de atitude. A partir disso, elas são desafiadas a encontrar soluções práticas para a resolução desses problemas e maneiras de incorporá-las ao cotidiano. As atividades são realizadas através de histórias e muitas brincadeiras interativas.

 

As oficinas são realizadas de segunda à sexta-feira, das 14 às 17 horas. E nos finais de semana em horários alternados com os workshops.

 

Formação de jovens líderes sustentáveis

Já o processo de formação de jovens líderes sustentáveis é restrito. Foram selecionados 50 jovens de 15 a 21 anos das cidades de Itajaí, Navegantes, Balneário Camboriú e Camboriú que já atuam em organizações locais focadas em trabalhos voltados à comunidade.

 

“Nosso objetivo é transformar a vida dos jovens, e para isso fazemos um processo de seleção bastante criterioso para identificação de possíveis talentos. Isso se faz necessário porque nosso processo é seleto e focado no desenvolvimento de habilidades e competências humanas capazes de criar líderes sustentáveis independentemente da área de atuação”, destaca Zardo.

 

Entre os desafios propostos aos participantes, estão participações especiais de personalidades do mundo náutico, como Amyr Klink e Izabela Pimentel.

 

Após o curso, os alunos recebem certificados e podem contar com o suporte da ABIS e da Quíron para o desenvolvimento de projetos a médio e longo prazos.

 

 

 

 

Volvo Ocean Race

Pastrovich cria novo projeto de iate

O estúdio de design Pastrovich, com sede em Mônaco, revelou o mais novo projeto de iate. Batizado de X-Easy, trata-se de um modelo de 55 metros de comprimento com 15 metros de largura, onde as características principais são o conforto, privacidade e forte apelo para utilizá-lo, cujo layout foi projetado para dar ao proprietário e seus convidados uma ótima experiência a bordo.

 

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A mobília fixa a bordo foi reduzida ao mínimo, sendo focado a utilização de móveis soltos, a fim de facilitar a mudança e flexibilidade. Haverá grandes áreas abertas e uma forte ligação entre o interior e o exterior, ampliando a sensação de volume do navio.

 

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Os materiais utilizados para a decoração de interiores e exteriores são baseados em acabamentos suaves e naturais. Haverá um spa, um ginásio bem equipado e um beach club na popa com direito a jacuzzi. O barco também terá um updeck com mesa de jantar para a socialização, especialmente posicionada na área mais tranquila e privada do navio. A tripulação será limitada a nove pessoas, para reduzir a rotatividade a bordo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pastrovich

Lars Grael é hexacampeão brasileiro de Star

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Experiente e perspicaz, Lars Grael mostrou na raia do Yacht Club Paulista porque ainda é um dos principais ícones da vela brasileira. Junto com o proeiro Samuel Gonçalves, o medalhista olímpico conquistou, neste domingo (5), seu sexto título do Campeonato Brasileiro de Star. Favorito desde que colocou o barco “Come Together” na raia da Represa Guarapiranga, em São Paulo, Lars Grael mostrou entrosamento e conseguiu ser rápido nas manobras para superar os principais adversários.

 

“A competição foi uma das mais equilibradas de todos os tempos. Foram mais de 20 barcos correndo e uma disputa excelente. A nova geração está em alto nível e eles estão se somando aos demais, trazendo um grande impulso para a classe”, contou Lars, que agora está à uma conquista do irmão, Torben Grael, maior vencedor da classe com sete ouros no Brasileiro.

 

Foto: Aline Bassi/Balaio
Foto: Aline Bassi/Balaio

No pódio, ao lado de Lars e Samuel, nada menos do que outro medalhista olímpico. Bruno Prada e o timoneiro Alexandre Paradeda – campeão panamericano – terminaram na segunda colocação, seguidos por Alexandre “Dino” Pascolato e Henry Raul Boening, em terceiro.

 

Bons ventos para a classe

Mesmo fora do programa olímpico, a classe Star mostrou por que é uma das mais prestigiadas da vela nacional. A competição contou com a presença de campeões mundiais, pan-americanos e medalhistas olímpicos, além de velejadores de outras modalidades iniciando sua experiência na categoria e, claro, da nova geração, que busca aprender e se firmar na modalidade.

 

Para Marcelo Sansone, organizador do evento, o apoio de todos os envolvidos foi essencial para realização de um campeonato de alto nível. “O campeonato teve uma excelente qualidade técnica e uma competição muito acirrada entre os melhores velejadores do Brasil, se não do mundo”.

 

Foto: Edu Grigatis/Balaio
Foto: Edu Grigatis/Balaio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lars Grael

Volvo Ocean Race chega a Itajaí

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Incrível: 12 mil km e nem uma hora de diferença entre quatro barcos na chegada ao Brasil

A história da vela oceânica mundial foi escrita neste domingo (5) de Páscoa. Pela primeira vez, a etapa mais longa da Volvo Ocean Race – quase 13 mil quilômetros entre a Nova Zelândia e o Brasil – foi decidida nos detalhes. Os quatros barcos que chegaram à cidade catarinense terminaram a prova muito próximos, menos de uma hora entre eles. A vitória foi do Abu Dhabi e o público se emocionou com a conquista do brasileiro e catarinense André ‘Bochecha’ Fonseca.

 

A quinta etapa da Volvo Ocean Race será impossível de tirar da memória. A vitória do Abu Dhabi, a diferença mínima entre os barcos, um brasileiro a bordo, recorde de milhas velejadas, Cabo Horn, icebergs, frio e quebras…Ufa…Serão necessários vários parágrafos para contar toda a história da perna entre Auckland e Alicante. Vamos resumir os fatos:

 

Árabes venceram

Volvo Ocean Race Itajaí

 

O Abu Dhabi, barco árabe comandado por medalhista olímpico Ian Walker, cruzou a linha de chegada da quinta etapa da Volvo Ocean Race em primeiro lugar, depois de 18 dias 23 horas e 30 minutos. Pouco tempo depois – exatos 55 minutos – chegaram MAPFRE, Team Alvimedica e Team Brunel. A equipe abriu sete pontos na liderança do campeonato e ainda quebrou o recorde de milhas velejadas em 24 horas – 550,8 milhas náuticas.

 

“Foi uma etapa dura e desgastante! Um final apertado e os barcos ficaram próximos do começo até o fim da regata. Resultado do ótimo desempenho da nossa tripulação no percurso. O segredo dos barcos de design único é velejar bem. Se fizer tudo direito dá tudo certo”, disse Ian Walker, comandante do Abu Dhabi Ocean Racing.

 

Na edição passada, o Abu Dhabi não chegou em Itajaí por problemas na embarcação, mas dessa vez deram a volta por cima, vencendo e convencendo. A melhor notícia é que a equipe árabe lidera a competição com sete pontos de diferença para o segundo colocado.

 

O próximo barco a chegar será o Team SCA, equipe 100% feminina. O Dongfeng também é esperado, mas eles quebraram o mastro e estão voltando a motor.

 

Um novo ídolo nacional

Volvo Ocean Race Itajaí

Recebido como herói, o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca conduziu o barco MAPFRE nos momentos finais. “Bochecha..Bochecha…Bochecha…gritavam os torcedores que lotaram a Vila da Regata na Páscoa. A emoção maior foi quando o velejador mostrou a bandeira do Brasil e de Santa Catarina. “Foi incrível essa recepção. Não sei como retribuir o carinho do público. Fizemos um resultado especial e mostramos nossa evolução na Volvo Ocean Race”, disse o atleta olímpico.

 

Milhares de pessoas lotaram a Vila da Regata e os molhes de Itajaí e Navegantes para ver a chegada do Bochecha. Mas ele tinha a torcida particular da família com camisetas do MAPFRE e o número 12 nas costas. O vice-campeão da etapa desejou um churrasco e um banho quente como presentes de herói. “Estamos esgotados. Mas se alguém perguntar pra todos se faríamos tudo outra vez agora, a resposta seria sim”.

 

O comandante Iker Martínez fez questão de homenagear o brasileiro. “Estamos todos contentes por chegar no Brasil. E homenageamos o Bochecha, que chegou em casa conduzindo o barco”, lembrou o campeão olímpico. O MAPFRE, apesar do segundo lugar, enfrentou dificuldades e problemas a bordo. “O resultado foi ótimo e conseguimos dois pódios nas última regatas. Mas confesso que o jibe chinês foi a coisa mais assustadora que passei. Vou lembrar daquele momento por toda a vida”.

 

Os velejadores ganham um descanso nos próximos dias antes de voltar aos treinos na semana que vem. No sábado (18), está marcada a In-port Race de Itajaí. No dia seguinte, as equipes sobem o Oceano Atlântico para Newport, nos Estados Unidos.

 

O que eles disseram

Volvo Ocean Race Itajaí

“Eu nunca vi uma recepção como essa. Impressionante tanta gente nos esperando. Espero que a minha cidade – Newsport – faça o mesmo”, Charles Enright, comandante do Team Brunel.

 

“Bater o recorde de milhas velejadas em 24 horas foi uma mistura de sorte com pouca mudança de vela. Pegamos um vento constante e um rumo perfeito. Quando percebi essa possibilidade avisei minha equipe para acelerar”, Ian Walker, comandante do Abu Dhabi.

 

“Chegar no Brasil é especial. Participei do Brasil 1 e tenho um carinho especial pelo país”, Chunny Bermudez, tripulante do Abu Dhabi.

 

“Foi uma perna difícil. Estou feliz por chegar ao Brasil, mas não gostei de ter terminado na quarta colocação”, Bouwe Bekking, comandante do Team Brunel.

 

“Melhoramos muito, mas acho que será difícil pegar o Abu Dhabi na liderança”, André ‘Bochecha’ Fonseca, timoneiro do MAPFRE.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Volvo Ocean Race

Exclusivo: primeiras imagens da Intermarine 80 na água

A primeira Intermarine 80 já está no mar, especificamente nas águas do Guarujá, em São Paulo. A nova semi-custom do estaleiro paulista  foi lançada oficialmente no dia 13 de março e já está pronta para o seu proprietário.

 

A Intermarine 80 apresenta seis opções de plantas, com dois tipos de layout para cada deck, e reserva ambientes amplos. Janelas em todo o costado garantem a entrada de luz natural e vista para o mar.

 

Neste modelo, o proprietário optou por três cabines para dar lugar a uma sala no deck inferior. No flybrigde, ele optou pela planta com o espaço decorado com  jacuzzi, sofá e bar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Intermarine 80

Reviravolta! Barco chinês abandona etapa até o Brasil

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O barco Dongfeng Race Team, um dos líderes da Volvo Ocean Race e favorito ao título, quebrou o mastro na manhã da última segunda-feira (30) e foi obrigado a abandonar a quinta etapa da regata, entre a Nova Zelândia e o Brasil. A equipe até cogitou ir para Ushuaia para arrumar o problema e retomar a regata, mas a decisão foi seguir viagem até Itajaí com o motor ligado. Com isso, o time chinês soma 8 pontos, prejudicando e muito sua classificação geral. “Se houvesse alguma outra maneira oportuna e eficaz para se juntar à flotilha e chegar ao Brasil, eu sem dúvida teria tentado”, disse o comandante Charles Caudrelier.

 

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Caso o Dongfeng escolhesse o reparo completo em Ushuaia, o atraso para chegar em Itajaí seria de mais de duas semanas. “A viagem até o Brasil demoraria muito e só teríamos dois dias apenas para preparar o barco para a sexta etapa até Newport”, sentenciou Charles Caudrelier.

 

O incidente ocorreu faltando 240 milhas náuticas para a aproximação ao Cabo Horn, no início da madrugada. Felizmente, ninguém se machucou e não há nenhum risco à tripulação. O mastro quebrou de 4 a 5 metros, o mesmo tamanho de um carro popular.

 

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Chegada em Itajaí

Os outros barcos que seguem na disputa pela quinta etapa aceleram rumo a Itajaí. A liderança nesta quarta-feira (1º) é do Abu Dhabi, seguido por Team Alvimedica, MAPFRE e Team Brunel. A diferença segue pequena entre eles e a batalha será decidida na aproximação a Santa Catarina. A previsão de chegada atualizada é neste domingo (5).

 

*Fotos Yann Riou/Dongfang Race Team/Volvo Ocean Race

 

 

 

 

 

 

 

Dongfeng Race Team

Estúdio polonês projeta Trimarã com linhas futurísticas

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O estúdio de design Czyzewski, localizado na Polônia, assinou um projeto de trimarã ousado, com linhas marcantes e futurísticas. O modelo parece que foi tirado de um dos filmes da sequência de Star Wars. Confira:

 

 

 

 

 

 

 

 

Czyzewski

Grandes Barcos: Cobra Capri 32

FOTOS: JOHN BRONW/ARQUIVO PESSOAL/BOAT SHOPPING

A Cobra Capri 32 é uma lancha que tem tudo o que um bom lobo do mar gosta. A começar pela sua história. O estaleiro Cobra foi um dos mais ativos da década de 80. Fez sucessos como a Marbela 22, a Sagitta 25, a Infinity 30 e criou sua master pice: a Capri 32. Entretanto, quando seu proprietário faleceu, o estaleiro balançou e os herdeiros até se aventuraram produzindo material de mergulho mas não teve jeito. O estaleiro soçobrou.

 

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Ficaram as unidades produzidas que hoje são objetos de desejo de navegadores que gostam de reformar lanchas antigas e melhorá-las com as técnicas, materiais e equipamentos modernos sem jamais descaracterizar a sua essência. Tanto é que a lancha tem mercado, custa em média R$ 220 mil, mas quando aparece uma boa para vender… Por falar nisso, a Cobra Capri 32 foi fabricada em duas versões: open e fly, o que era uma inovação para a época. Era uma briga direta com suas contemporâneas Oceanic 36 e a Carbrasmar 32, que também vinham com um mini-fly (e tem gente que acha que isso é a última novidade da indústria náutica). As três reinaram nas águas por muito tempo e, passados quase 30 anos, algumas ainda estão navegando por aí.

 

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A motorização original eram dois motores MWM VPI de 250 hp, diesel, pé de galinha. Isto possibilitava ao casco forte, reforçado de longarinas de compensado naval, a atingir 30 nós de top e 24 nós de cruzeiro. Há registros de lanchas com diferentes motorizações, com dois motores Mercedes 352 de 250 hp e até com dois Mercedes 366 de 250 hp ou de parelha de Volvo AQAD41 de 200 hp cada.

 

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A verdade é que o projeto é feliz, o conjunto aguenta bem o mar aberto, turbulento, e nos passeios agrada porque é muito estável, não oscila, ideal para levar crianças para passear. E sua vocação familiar ainda é ajudada pela sua configuração interna. A cabine tem pé-direito bem alto (uma pessoa com 1,85 m circula normalmente), com camarote de proa, camarote à meia-nau, sala de estar, amplo cockpit de comando, banheiro e minicozinha. Acomoda bem nove pessoas de dia e seis no pernoite.

 

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O médico paulistano John Bronw tem uma Cobra Capri 32 FLY 1991 que comprou em São Vicente de um carioca há três anos e a reformou inteirinha. Ele manteve os dois motores MWM VPI de 250 hp, mas revelou que o desempenho atual é de 22 nós de top e 18 nós de cruzeiro, a 2.300 RPM sem forçar. O consumo gira em torno de 20l/h. Bronw alojou um moderno gerador Onan, de 8 kva, entre os motores que lhe deu liberdade para instalar um micro-ondas, fogão elétrico, água quente no banheiro, ice maker, duas TVs, DVD etc. Fora isso, ele trocou a cor escura do casco original por um branco com faixas pratas, substituiu os vidros por um Ray-ban esverdeado claro e outras coisinhas a mais. Apenas para “modernizar” o que ele considera um lancha sensacional. “Eu tenho uma Magnum 28, mas essa ninguém da família sequer cogita abrir mão”.

 

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Segundo ele, a Vecchia Signora, batizada de Brisa, que ele e os dois antigos proprietários fizeram questão de manter, está em ótima forma. Tanto que ele a guarda em uma marina no canal de Bertioga e faz passeios constantes de Santos à Ilhabela. E aonde para faz sucesso. “No píer ou nos passeios ela é sempre uma atração. Outros proprietários quando veem querem conhecer a Brisa para fazer as mesmas reformas que fiz. É um xodó da família, inclusive a minha neta de três anos só quer saber de passear nela”, garante.

 

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FICHA TÉCNICA
Comprimento: 32 pés
Boca: 3,3 m
Motor: 2x MWM VPI de 250 hp
Combustível: 470L
Água: 250L
Passageiros/Pernoite: 10/6
Preço médio: R$ 220 mil

 

 

 

 

 

 

 

Cobra Capri 32

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