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Você sabe o que é Guarda-mancebo?

O nome é esquisito, mas é simples de entender o que significa essa palavra composta, os guarda-mancebo são aquelas estruturas tubulares, geralmente de aço inox, que “guarnecem” as laterais do barco para evitar que os passageiros (principalmente jovens mancebos) caiam no mar. Mancebo também significa uma haste de madeira ou metal com vários braços utilizada para pendurar roupa. Ou seja, existe uma relação que… já deu para entender.

 

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Os guarda-mancebos são um dos itens de segurança mais usados em barcos, por isso raros são os que não contam com eles ao longo das laterais dos decks, no flybridge, escadas, postos de comando e em todo local de circulação de pessoas que demandam maior segurança com o balanço das ondas ou na hora de uma escalada.

 

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A desvantagem é que eles não seguem um padrão, uma vez que cada barco é diferente, demandando um conjunto de guarda-mancebos específico. O que é comum a todos é o material de que são feitos. Mas nem tanto assim. Os melhores são feitos em aço inox 316L, o mais adequado e resistente. E isso deve ser levado em conta, pois ao ficarem expostos ao sol, maresia, água do mar e da chuva, produtos de limpeza e toda sorte de contato com as mãos das pessoas, tendem a sofrer um perigoso desgaste, comprometendo sua função de segurança.

 

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Não é à toa que os tubos são um tanto curvos, pois isto visa não só melhorar o design e a “pegada”, mas, principalmente, facilitar que a umidade escorra. Toda a peça metálica, inclusive as partes soldadas, possui acabamento polido. Quanto menor a rugosidade da peça, maior sua resistência à corrosão. O aço inox 316L tem maior polidez, rigidez e resistência à corrosão.

 

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Por falar na corrosão, em barcos à vela ela ataca bastante as partes instaladas fora d’água pela falta de aterramento. Mastro, guarda-mancebo, gaiuta e válvula da descarga devem estar conectados a uma placa comum conectada a um anodo de segurança para evitar a eletrólise. Esta mesma placa deverá estar interligada ao cabo do para-raios para evitar que alguém com a mão no guarda-mancebo receba um choque elétrico com consequências desastrosas.

 

 – Atenção aos Detalhes:

Guarda-mancebos

Outro cuidado a se observar é com as bases que seguram a estrutura do guarda-mancebo no casco. Não faz muito tempo, a maioria dos barcos usava bases feitas em alumínio fundido. Agora já existem opções em inox 316L com 5 mm de espessura. E em instalações mais cuidadosas é possível colocar até um pequeno dreno na sua parte inferior, que não deixará acumular água em seu interior.

 

Por isso, vale a pena verificar tudo isso no seu barco e, ao se constatar uma deficiência, substituir a peça. Outro ponto interessante é que guarda-mancebos são feitos pelos estaleiros nas especificações de altura de um usuário padrão. Porém proprietários e familiares que usam o barco com frequência com mais de 1,90 m fogem dos padrões. É preciso solicitar uma proteção mais adequada ao seu tamanho na hora da compra ou substituir os já existentes.

 

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Outro cuidado extremamente recomendável é instalar redes de proteção presas no guarda-mancebo quando se tem criança pequena ou animal a bordo.

 

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Por tudo isso, é fácil resumir que os guarda-mancebos precisam ser, antes de tudo, seguros. Não permita que as pessoas abusem subindo neles para atirarem-se ao mar, por exemplo. Cuidado com instalações de churrasqueiras, porta-varas e acessórios nos guarda mancebos. O uso pode levar a um desgaste. E mesmo que você tenha sido cuidadoso, se constatar que estão um tanto soltos, balançando, não adie e faça a manutenção urgente antes que eles causem um acidente simplesmente porque não “guardam o mancebo” com segurança.

 

 

 

 

 

 

 

Guarda-mancebo

Sueste de 20 nós fecha 1ª Etapa da Copa Swift Sport com chave de ouro

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Crédito das fotos: Marcos Méndez / SailStation.com

 

O melhor da etapa de abertura da Copa Swift Sport ficou reservado para o último dos quatro dias dos dois finais de semana de disputas em Ilhabela. O domingo (29) amanheceu chuvoso e o vento não dava nem sinal de vida. A Comissão de Regatas (CR) optou por hastear a bandeira Recon (largada retardada) no Yacht Club de Ilhabela (YCI) e saiu em um bote à procura do vento no Canal de São Sebastião. Depois de uma hora e meia veio orientação para que as 32 tripulações embarcassem rumo ao norte de Ilhabela. Valeu esperar.

 

Largada da classe RGS
Largada da classe RGS

O vento sueste entrou com média de 15 nós (27 km/h) e rajadas que ultrapassaram os 20 nós. A classe HPE correr mais duas regatas, enquanto C30 e RGS disputaram a prova final da etapa. “Depois das mais variadas condições nos dois últimos finais de semana, fechamos a etapa com chave de ouro. É um convite antecipado para que as tripulações retornem na segunda etapa da Copa Swift Sport (23 e 24, 30 e 31/5), o tradicional ‘Warm Up’ para a Ilhabela Sailing Week, em julho”, comemorou o diretor da CR, Cuca Sodré.

 

Sob condições ideias, os tripulantes puderam levar à prática seus talentos. Na C30, vitória do Barracuda, que assumiu a vice-liderança da classe. O líder e campeão da etapa, Porsche, chegou em segundo lugar. Na HPE, o Ginga venceu as quatro regatas do fim de semana e conquistou a etapa, mantendo a liderança. Suzuki Bond Girl e Aventura 55 ocupam segunda e terceira colocações no acumulado. Na RGS Geral, o líder Asbar II chegou na segunda colocação para garantir a liderança. O Fram venceu a regata, mas Inaê Transbrasa e Hélios II seguem o Asbar II. Na regata da RGS Cruiser deu BL3, o líder da classe, seguido por Jambock e Cocoon.

 

BL3, líder da RGS Cruiser
BL3, líder da RGS Cruiser

O HPE Ginga, com tripulação nativa de Ilhabela abriu a liderança mais folgada entre as classes da Copa Swift Sport. São 14 pontos de vantagem sobre o Suzuki Bond Girl. “No primeiro final de semana tivemos muitas dificuldades com o vento. Neste segundo, os ventos ajudaram e corremos muito bem. A classe levou nove barcos à raia e na próxima etapa, em maio, esperamos mais de 20, devido ao Campeonato Brasileiro”, estimou o comandante do Ginga, Breno Chvaicer, lembrando que o Brasileiro também será em Ilhabela, com sede no YCI (28 a 31/5).

 

Para todas as classes é considerado o descarte do pior resultado a partir da quinta regata. A organização e realização da Copa Swift Sport é do Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio máster de Suziki Veículos, patrocínios de Ser Glass e F7 Blindagens e apoios de Revista Mariner, Rádio Antena 1, North Sail, Sail Station, Wind Charter e Prefeitura Municipal de Ilhabela.

 

 

Três primeiros em cada classe após a 1ª Etapa

RGS Geral
1.Asbar II (Sérgio Keplacz): 3+1+2+2 = 8 pontos perdidos
2.Inaê Transbrasa ( Bayard Umbuzeiro): 6+2+1+3 = 12 pp
3.Helios II (Marcos Lobo): 1+5+3+4 = 13 pp

RGS Cruiser
1.BL3 (Clauberto Andrade): 1+2+1+1 = 5 pp
2.Jambock (Marco Aleixo): 3+1+2+3 = 9 pp
3.Cocoon (Luiz Caggiano): 2+3+3+2 = 10 pp

Porsche, líder da categoria C30
Porsche, líder da categoria C30

C30
1.Porsche (Marcos de Oliveira Cesar): 1+3+(4)+1+2 = 11 pp
2.Barracuda (Humberto Diniz): (5)+4+1+2+1 = 13 pp
3.+Realizado (José Luiz Apud): 2+1+(5)+4+3 = 15 pp

 

HPE
1.Ginga (Breno Chvaicer): 2+1+(3)+1+1+1+1 = 7 pp
2.Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley): 4+(10)+1+3+4+4+5 = 21 pp
3.Aventura 55 (José Vita): (6)+2+6+2+2+3+6 = 21 pp

 

 

 

 

Copa Swift Sport

Velejador Lars Grael disputa Brasileiro da classe Star

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Ícone do esporte brasileiro, o velejador Lars Grael disputará mais uma vez o Campeonato Brasileiro de Star 2015. O evento, marcado para o feriado de Páscoa, promete ser um dos mais equilibrados da história.

 

Além do medalhista olímpico, outros campeões da modalidade estarão na raia do Yacht Club Paulista, incluindo Bruno Prada e Reinaldo Conrad. “O Campeonato Brasileiro de Star é um dos mais tradicionais da vela brasileira”, disse Lars Grael, que terá como proeiro Samuel Gonçalves. Os dois têm o objetivo de subir ao pódio novamente, depois da prata do ano passado em Brasília (DF).

 

Lars Grael
Lars Grael

Apenas o irmão dele, Torben Grael – atual campeão com Gustavo Almeida – tem mais conquistas na classe. O bicampeão olímpico foi medalha de ouro no Brasileiro de Star por sete vezes, incluindo uma como proeiro.

 

O velejador Lars Grael destacou a importância do campeonato ser realizado na Represa do Guarapiranga, em São Paulo (SP). “A represa da Guarapiranga é um dos berços da vela brasileira e local de formação de grandes velejadores nacionais como Robert Scheidt, Alex Welter, Reinaldo Conrad e Jorg Bruder”.

 

Lars e Samuel
Lars e Samuel

 

A primeira flotilha de Star na Guarapiranga foi a Flotilha São Paulo (SP), que foi oficializada pela ISCYRA em 1949. Posteriormente em 1960, fundou-se a Flotilha Guarapiranga (GuB).

 

Bruno Prada
Bruno Prada

Serviço
Local: Yacht Club Paulista
Endereço: Estrada do Itupu, 1077- Chácara Vista Alegre – Guarapiranga – São Paulo
Horários: As regatas da série estão programadas para as 14h para o dia da estreia. No sábado (4) serão às 13h e no domingo (5) às 12h.

 

 

 

 

 

 

 

Campeonato Brasileiro de Star 2015

Com 77 metros, superiate SilverFast foi lançado

O estaleiro australiano SilverYachts lançou o superiate de 77 metros SilverFast. A novidade está prestes a se tornar o quarto barco mais eficiente e ecológico da linha do estaleiro.

 

Três barcos de sucesso foram entregues desde 2007: o inaugural de 73,5 metros Rabdan, Dragonfly de 73,5 metros em 2009 e Smeralda de 77 metros em 2012.

 

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SilverFast foi desenhado por Espen Øino e mantém forma elegante e casco de linha única, assim como os modelos anteriores.

 

 

 

 

 

 

 

SilverFast

Faça um tour virtual pela Boston Whaler 320 Vantage

Ficha técnica

Comprimento total: 32′ 1″ (9.78 m)
Comprimento com plataforma: 33′ 6″ (10.21 m)
Boca: 10′ 4″ (3.15 m)
Calado: 22″ (0.56 m)
Peso seco (sem motores): 4,027 kg (estimado)
Capacidade de peso: 1,950 kg (estimado)
Passageiros: 12-14
Torque máximo: 700 hp (522 kW)
Torque mínimo: 500 hp (372 kW)
Tanque de combustível: 1,041 L
Peso máximo do motor: 635 kg
Capacidade de água: 113.5 L

 

 

 

 

 

 

 

Boston Whaler 320 Vantage

Já sabe qual geladeira é ideal para o seu barco?

Consultoria Técnica: Eduardo Duarte, da Elber Geladeiras

Conservar alimentos, bebidas geladas e produtos perecíveis é sempre uma preocupação na hora de programar o passeio de barco, a geladeira, portanto, é o item que deverá estar preparado para funcionar com a embarcação em movimento, suportando condições adversas e continuar em ativa quando o barco estiver parado. Assim como quando retomar a navegação.

 

Abordamos, aqui, os principais tipos de geladeiras disponíveis no mercado hoje. Como única fabricante no Brasil, a Elber fornece modelos para os principais estaleiros do país, que vendem os barcos com elas já instaladas. Mas o que se vê, no entanto, é a falta de informação adequada a fim de orientar a melhor opção para o proprietário.

 

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GELADEIRA 110 OU 220 VOLTS

Uma geladeira comum de 110 V foi encontrada no barco do Sr. Lauri Finardi. Ele sempre procura ancorar em locais que disponham de tomada elétrica de energia para ligar no barco e funcionar a geladeira. Quando navegando, a geladeira funciona com um inversor que transforma energia de 12 V das baterias para 110 V da geladeira.

 

Neste caso, o principal problema enfrentado é quando o barco está parado sem conectar à energia, pois geladeiras com inversor consomem muita bateria e, em poucas horas, não há mais carga. “Quando se trata desta aplicação com inversor, o consumo médio para uma geladeira de 80 L fica em torno de 9 a 15 A. Com isso, em pouco tempo a bateria acaba”, disse Álvaro Shaefer, coordenador técnico da Elber Geladeiras.

 

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GELADEIRA A GÁS

No caso das geladeiras que utilizam Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), ou gás de cozinha, apesar do bom funcionamento, é sempre necessário tomar alguns cuidados, especialmente com o risco de fogo.

 

Uma situação incômoda que acontece em viagens é quando a chama do aquecedor do gás é apagada velo vento, e isso somente é percebido quando todo o conteúdo da geladeira foi descongelado.

 

Segundo a Elber, esse tipo de geladeira não é mais produzida no Brasil e o problema ocorre porque foi desenvolvida para operar em residências rurais e sem corrente de ventilação.

 

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GELADEIRAS A BATERIA DE 12 OU 24 VOLTS

Na hora de especificar a geladeira para a embarcação, é necessário levar em conta uma série de fatores. Primeiro, ela deve funcionar em qualquer condição: com a embarcação parada e também em movimento.

 

Segundo: a temperatura ambiente. Com a embarcação fechada e exposta ao sol, a temperatura no interior pode chegar aos 55°C. Isto requer um bom isolamento térmico e sistema de refrigeração apropriado para esta aplicação. Terceiro e mais importante: deve funcionar com baixo consumo de energia das baterias em 12V ou 24Vcc e permitir receber energia da rede elétrica de 110V ou 220V, quando conectada no píer.

 

As geladeiras que funcionam diretamente ligadas na bateria normalmente são desenvolvidas para serem instaladas em barcos e já levam em consideração todas as situações mencionadas. Atualmente, é a melhor opção de geladeira.

 

Elas possuem o menor consumo, pois são dimensionadas e ajustadas para cada aplicação. O consumo médio de uma geladeira de volume aproximado de 80 L fica em torno de 3 Ah/h. Isto permite o funcionamento por até 24 horas com o motor da embarcação desligado e sem prejudicar a sua partida.As geladeiras equipadas com compressor hermético Elber de 12 ou 24 Vcc possuem uma unidade eletrônica que controla todo o funcionamento, tornando-o silencioso, com menor consumo, e ainda possuem um sistema que protege a bateria do barco contra perda de carga.

 

Este modelo possui, também, isolamento térmico adequado para calor no interior do barco e as grades internas são desenvolvidas para não permitir que os produtos caiam com a embarcação em movimento. Outra grande vantagem é a possibilidade de funcionar com painéis solares, que alimentam as baterias da embarcação.

 

 

KIT NÁUTICO

Geralmente, embarcações de 30 pés ou menos não possuem geladeiras instaladas e os proprietários utilizam caixas térmicas para refrigerar os produtos dentro do barco. Para isso, a Elber disponibiliza um kit que transforma a caixa em uma minigeladeira. O equipamento possui placas “envolventes” que fazem gelo em seu interior e refrigeram o restante da caixa de gelo.

 

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Geladeira  ideal

Barcos se aproximam do Cabo Horn

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As equipes que disputam a quinta etapa da Volvo Ocean Race se aproximam de um dos trechos mais significativos da regata: o Cabo Horn. O ponto mais ao Sul da América é a Meca dos velejadores de oceano e está no meio do caminho da etapa entre a Nova Zelândia e o Brasil. As condições de navegação ao redor do cabo são bastante complicadas, o que dá mais emoção ao feito.

 

“A expectativa é bem grande aqui a bordo do MAPFRE. Estamos próximos ao Cabo Horn em condições de ventos fortes, bastante onda e muito frio. Condições desagradáveis. Os cinco primeiros barcos estão próximos, com diferença pequena entre eles”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca.

 

A previsão é que os barcos contornem o Cabo Horn nesta segunda-feira (30), mas é impossível dizer quem fará primeiro. A última parcial da manhã deste domingo (29) indicava a seguinte ordem: Team Alvimedica, MAPFRE, Dongfeng, Team Brunel e Abu Dhabi. A diferença do primeiro ao quinto era menor do que 15 quilômetros. Apenas o Team SCA, time formado só por mulheres, está mais distante do pelotão da frente.

 

Vila da Regata

A Vila da Regata de Itajaí será aberta na próxima sexta-feira (4) e a expectativa dos organizadores locais é atrair quase 300 mil pessoas até a largada da próxima etapa. Direto do barco, o catarinense André ‘Bochecha’ Fonseca mandou seu recado. “A expectativa de chegar em Itajaí e no Brasil é muito grande. Sei que o pessoal da Vila da Regata está a todo vapor preparando tudo para a nossa chegada. Estamos aqui no MAPFRE dando o máximo para terminar numa boa posição a regata”.

 

Os barcos devem cruzar a linha de chegada no feriado de Páscoa. A quinta etapa da Volvo Ocean Race é a mais longa, fria e perigosa do evento, com mais de 12 mil quilômetros de travessia. A prova começou na semana retrasada em Auckland, na Nova Zelândia.

 

Foto: Yann Riou/Dongfeng Race Team/Volvo Ocean Race

 

 

 

 

 

 

 

Volvo Ocean Race

Boat Teste – Phantom 303

A nova versão do sucesso nacional

Com mais de 1500 unidades vendidas, a Schaefer 303 vem para complementar a série de sucesso criado por Marcio Schaefer. Com um cockipit grande, janelas e entradas de ar com novo design, linhas retas, modernas e novo mobiliário, ela veio para consagrar um edição que caiu no gosto do brasileiro.

 

O que falar sobre um barco que tem mais de 1500 unidades vendidas? Como fazer um teste de performance em um barco consagrado? Simples, um novo modelo com um motor potente recém lançado, o Volvo Penta V8-430, que levou a Schaefer 303 a números nunca alcançados. Com a chegada de um novo modelo, o estaleiro pôde aprimorar alguns detalhes e deixou o barco ainda mais moderno e atrativo.

 

Phantom 303 - Boat Teste

 

As mudanças começaram por uma das partes que mais marcou toda a linha da Schaefer Yachts, a janela lateral. A janela com três vidros verticais, foi substituída e modernizada por uma peça única que acompanha as linhas do casco. A entrada de ar, outra característica marcante nos modelos do estaleiro, também foi modificada por uma peça só e deixou o visual mais atraente. O cockpit se mantém o mesmo, e nem deveria ter mudado, pois a disposição encontrada nessa linha é uma das maiores na faixa dos 30 pés. O sofá em C com o banco rebatido para a popa cria um ambiente confortável para passar o dia a bordo apreciando o mar, se prefirir, de forma simples, o sofá pode ser transformado em solário. A plataforma de popa é grande e no lado de boreste pode ser colocada a churrasqueira a carvão. Seguindo no cockpit, um módulo com pia e geleira complementam o ambiente.

 

Phantom 303 - Boat Teste

 

O posto de comando é grande e todos os instrumentos ficam visíveis para o piloto. No lado oposto tem um solário para um pessoa desfrutar o sol com muita tranquilidade. O acesso ao solário de proa é simples, seguro e feito por degraus ao lado do comando.

 

Phantom 303 - Boat Teste

 

O acesso a cabine é feito por uma escada em inox com degraus em madeira e aqui mais uma mudança foi feita, a trocado do mobiliário, que também contribuiu para deixar o barco mais moderno. A disposição interna manteve-se a mesma e aproveitamento do espaço para uma barco de 30 pés, que acomoda 04 pessoas no pernoite, já é o melhor aproveitamento dado para a cabine e o estaleiro acertou nessa modernização de mobiliário sem alterar o que não precisava ser alterado. A altura na cabine é de 1,83m em seu ponto mais alto, que é logo que desce a escada. Do lado de boreste está o banheiro fechado com toalete elétrico e chuveiro de série, na proa tem um sofá em V, que vira cama de casal, e armários para armazenamento de itens pessoais na lateral. Ainda na cabine, tem um móvel para colocar uma televisão ou micro ondas, são os utensílios mais comuns instalados nesse espaço, logo abaixo um local fechado para guardar documentos e a cama de casal a meia nau logo atrás da escada, que ganhou uma visão privilegiada do mar com a troca da janela lateral.

 

Phantom 303 - Boat Teste

Desempenho na prática

A Schaefer 303 cumpre o que promete?

O barco é muito versátil e tem uma série de benefícios que o colocam na posição que ele tem hoje. Pode ser equipado com um ou dois motores a diesel ou gasolina, e no modelo testado com o motor Volvo Penta V8 – 430 CE, ficou muito parecido com um barco esportivo e atingiu a velocidade máxima de 45 Mph, graças a novidade da Volvo Penta que é 100 kg mais leve, o que gera ótima relação peso x potência. É equipado com o tecnologia VVT (Variable Valve Timing) que otimiza os torques em baixa rotação, maximizando a potencia em altas rotações. O resultado é uma aceleração mais rápida e melhor resposta em rotações médias.

 

Tudo isso foi observado no conjunto testado e realmente a diferença é grande comparado aos outros motores que o estaleiro oferece para seus clientes. Nesse caso todas as velocidades aumentaram e deve ser destacado o cruzeiro econômico que está perto das 25Mph gastando apenas 46L/h.

 

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Impressões ao navegar:

conforto

Desde quando foi lançada, o conforto a bordo é um item que o estaleiro sempre manteve um alto padrão de qualidade em todos os modelos da linha e na Schaefer 303 não foi diferente. Da popa, passando pelo cockpit, que é um dos maiores da categoria, até a cabine, com pernoite confortável para 04 pessoas, tudo foi desenvolvido para maximizar o conforto a bordo e isso é sentido assim que você entra no barco.

inovação

Esse item não temos muito o que falar, pois o modelo é um sucesso no mercado nacional e os ajustes foram apenas estéticos e deixaram o barco mais moderno. Esse modelo está com o melhor aproveitamento possível e nada deve ser mudado, pois a proposta do barco é muito clara e o consumidor entendeu isso.

construção

Esse é um dos pilares que Marcio Schaefer desenvolveu ao longo dos anos. O estaleiro sempre zelou por entregar não apenas um barco e sim uma Schaefer Yachts e vendo esse nome pode ter certeza que os melhores padrões foram adotados na construção, não apenas da 303 e sim de todos os barcos da linha.

pilotagem

Pilotar o barco equipado com a novidade da Volvo Penta, o V8 – 430 CE foi realmente uma boa experiência, primeiro por ter toda a tecnologia já mencionada, segundo, o conjunto ficou muito bom de ser pilotado e a resposta é rápida, quando necessário. Todos os instrumentos estão no campo de visão que não é obstruída pilotando em pé ou sentado.

acabamento

Mais uma vez devemos mencionar a qualidade do estaleiro em entregar um produto com os mais altos índices de satisfação entre os clientes do estaleiro e isso não é o tipo de preocupação que se deve ter quando falamos dos barcos da Schaefer Yachts. Pode ter certeza que irá encontrar um produto em perfeitas condições.

segurança

A Schaefer 303 segue todas as normas da ABNT na construção de seus barcos e agora esse modelo é exportado para o Ásia, inclusive foi eleito o barco do ano durante a feira de Busan, na Coreia do Sul, a segurança atende a todos os padrões exigidos nacional e internacionalmente.

desempenho

Ficou acima da expectativa em todos os aspectos e todas as médias de velocidade foram superadas graças ao motor V8-430 CE. Como visto nos números da navegação, o desempenho no geral é dividido em dois pontos de vista, primeiro de ter um barco potente na mão e ao mesmo tempo ser calmo e econômico. Segundo, pode ter um barco esportivo a hora que você quiser, pois o barco atinge 45Mph na velocidade final.

seu bolso

Construída em Santa Catarina e equipada com o motor V8- 430 CE, da Volvo Penta, o preço final é de R$389.900,00. Mas o estaleiro oferece outras opções de motores.

O melhor uso

A Schaefer 303 é um barco na medida pra você?

A proposta da Schaefer 303 é muito clara, é um barco para uso diurno, até 10 passageiros, com pernoite para 04 pessoas. Mas ela tem uma série de vantagens que devem ser observados na hora da compra. São mais de 1.500 unidades vendidas em todo país e agora, exportada e premiada na Ásia. Tem uma extensa lista de itens de série, não desvaloriza na hora da revenda, é versátil e pode ser equipada com um ou dois motores, diesel ou gasolina, além de utilizar os melhores materiais do mercado, seguindo um rigoroso padrão de qualidade.

 

No mercado de barcos até 30 pés é difícil encontrar um barco com tanta versatilidade como a Schaefer 303 e em virtude de tantos diferenciais encontrados nesse modelo, ele deve ser levado em consideração na decisão final. Se for o primeiro barco dificilmente você terá alguma preocupação com ele e se for um upgrade de tamanho, você irá entender a filosofia adotada por Marcio Schaefer na construção de barcos.

 

Ficha Técnica

Comprimento total: 9,54m
Boca máxima: 2,87m
Calado 0,45m
Peso: 3.200kg
Motorização: 1 x 320 – 430 HP / 2 x 150 – 220 HP
Tanque de combustível: 300L
Tanque de água: 100L
Velocidade de Cruzeiro: 27,4 nós
Velocidade Máxima: 38,23 nós
Passageiros dia/noite: 10/04
www.schaeferyachts.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Boat Teste

Martine Grael e Kahena Kunze estreiam na 46ª edição do Troféu Princesa Sofia

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As atuais campeãs mundiais da classe 49erFX, as brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze, competem nas águas de Palma de Mallorca, na Espanha, a partir deste sábado (28), na 46ª edição do Troféu Princesa Sofia.

 

Em 2014, a competição foi vencida pelas brasileiras, o que ajudou a dupla no caminho para o título mundial. Porém, esse ano, o evento não faz parte da Copa do Mundo de Vela, motivo que, para Martine, deve ser aproveitado para intensificar o treinamento da dupla.

 

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“Tivemos uma semana de muito frio por aqui, mas mesmo assim com muito treino. Como essa competição não faz mais parte de uma etapa da Copa do Mundo, a gente está encarando esse período como uma oportunidade para treinar ao lado das adversárias. Outro ponto é que está bem difícil de prever como vai estar o vento e as condições para as regatas nos próximos dias e isso exige ainda mais de nós”, explica Martine Grael.

 

O Troféu Princesa Sofia acontece de 28 de março a 4 de abril. A organização do evento registrou mais de 1200 velejadores de 63 países para as dez classes em disputa nesta 46ª edição.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Troféu Princesa Sofia

Clássico Riva de Brigitte Bardot será vendido em leilão

A clássica lancha Riva da lenda de Hollywood Brigitte Bardot está à venda, juntamente com outro notável Riva, em um leilão da RM Sotheby, durante o Concorso d’Eleganza Villa d’Este, na Itália.

 

Lançado em 1959, o barco Nounours era um modelo Riva Super Florida de casco número 341. O diretor de cinema e ex-marido de Brigitte Bardot, Roger Vadim, comprou o Riva em Monaco, em 1959. Ele, então, presenteou Brigitte Bardot para ela manter a embarcação em St. Tropez, na França.

 

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Depois de usar o barco muitas vezes durante o início da década de 1960, o Riva foi vendido a um restaurateur de St Tropez, que o manteve na região por muitos anos. Em 1996, a lancha foi vendida novamente e, desde então, foi totalmente restaurada por especialistas. O valor estimado é de € 80.000 a € 120.000.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Riva