O superiate Moonrise de 99,95 metros, da Feadship, iniciou testes no mar depois de ir para a água pela primeira vez em março. O iate foi visto voltando a Den Helder após o primeiro dia de testes no mar.
Apresentado no estaleiro de Makkum em 7 de fevereiro, o Moonrise oo Moonrise conta com o design exterior do Studio De Voogt. Suas principais características incluem “linhas elegantes e sensuais” com um “perfil masculino moderno”, de acordo com o estaleiro.
Crédito: Tom van Oossanen
Outros detalhes exteriores incluem uma superestrutura revestida de vidro, um heliporto na proa e um grande beach club na popa, completo com academia e área de bem-estar. Além disso, o superiate conta com pé direitos altos dentro e fora, e também possui decks impressionantes.
O interior criado por Rémi Tessier Design foi descrito como “instantaneamente acolhedor” pela Feadship, oferecendo acomodação para 16 pessoas em oito cabines. A “acomodação da tripulação de alto nível” é iluminada pela luz natural e oferece um “padrão premium” para todos os 32 funcionários que moram e trabalham no iate.
Crédito: Tom van Oossanen
O Moonrise conta com uma boca de 15,5 metros e está equipado com uma parelha de motores MTU que o impulsionarão a uma velocidade máxima de 19,5 nós e sua velocidade de cruzeiro será de 16 nós.
Outros ponto de destaque do superiate é que ele recebeu um certificado de ecológico por causa do sistema de recuperação de calor que permite aquecer a água da sauna do Moonrise usando menos energia elétrica. Além disse, ele possui hélices projetados para reduzir o nível de ruídos.
O superiate Podium de 72,85 metros da Feadship, anteriormente conhecido como Projeto 705, foi fotografado durante seu transporte de Aalsmeer para Roterdã. O iate de deslocamento total foi projetado pela RWD com a Feadship De Voogt Naval Architects.
O iate apresenta um impressionante casco azul escuro, superestrutura branca e extensas superfícies em vidro que complementam o design exterior. O estaleiro ainda não divulgou muitas informações, mas prometeu revelar mais detalhes em breve.
O gerente de projeto Gerhard Dekker disse anteriormente: “Pode ser um clichê, mas eu realmente acredito que é preciso uma equipe para construir um sonho, e a maneira pela qual todos desempenharam seu papel na criação dessa embarcação excepcional é um exemplo de trabalho em equipe”.
O casco de aço e a superestrutura de alumínio do iate foram construídos anteriormente pelo subempreiteiro da Feadship, em Papendrecht, Scheepswerf Slob.
O pouco que se sabe sobre o superiate Podium é que ele tem uma boca de 12,6 metros, tem três decks de teca e deve ser entregue ainda este ano.
O hélice do barco, por incrível que pareça, desgasta tanto quanto os pneus. Acredite: o hélice do seu barco pode estar “na lona”, para usar uma expressão típica de quando se verifica que um pneu do carro está em péssimo estado. “O hélice sofre um desgaste natural do uso, vai afinando com o tempo. Fora isso, ele apresenta pontos ou até mesmo pequenas crateras formadas pela eletrólise, um processo eletroquímico que ataca o bronze de que é feito, causada pelo bloqueio dos anodos que deveriam protegê-lo ou por falhas no sistema de aterramento”, explica Sidney Nogueira, diretor da Person, empresa com mais de 120 anos de tradição no segmento de fabricação de peças de propulsão.
Segundo o especialista, é recomendável agir tal como se faz com os pneus. A cada seis meses, ou na manutenção anual, é recomendável realizar uma revisão que vai determinar se é preciso fazer apenas um alinhamento e balanceamento ou a recuperação do hélice. “Por mais que o barco não tenha pegado nenhuma pedra ou toco, se ele ficou encalhado, mesmo que por pouco tempo, o banco de areia não deixa marcas. O próprio peso do barco entorta o hélice e tira o seu balanceamento”, explica. Resumindo: o hélice pode ser atacado pela eletrólise ou ficar torto sem que o proprietário perceba. “Funciona como o pneu. Se ele tem alguma imperfeição, começa a vibrar e causa barulho e um belo estrago em todo o sistema de propulsão. E no mar não tem acostamento para trocar. É uma questão de segurança”, garante Sidney.
O especialista recomenda que tanto o alinhamento e balanceamento quanto a reparação dos ataques da eletrólise sejam feitos por uma empresa especializada, pois este simples cuidado evita a troca por um novo hélice. “Compensa muito mais cuidar do que trocar. O hélice recuperado fica tão bom como um novo”, garante Sidney.
Ele revela que, na Person, o hélice passa por um processo cuidadoso para esta recuperação.
1 – Retirada e Classificação
Antes de se começar o serviço, o hélice é cadastrado no sistema de que barco é, de qual marina, fabricante, número de série, diâmetro e passe.
2 – Pixômetro
O hélice passa por uma análise para determinar se as pás estão no diâmetro e ângulos certos e também se está no passe ideal para aquela embarcação e a motorização que ela usa.
3 – Lixadeira
O hélice é polido para tirar as impurezas e a camada de tinta e outros produtos que não pertencem ao bronze do hélice e depois passa por uma inspeção para que se identifiquem os pontos atacados pela eletrólise. As crateras e manchas, na verdade, são pontos de eletrólise. É incrível como eles são imperceptíveis antes de passar por todo esse processo.
4 – Solda
É feita uma solda com o mesmo material do bronze original do hélice para preencher os pontos maiores e mais profundos que interferem no seu desempenho.
5 – Acabamento fino
O hélice é lixado para conquistar um polimento e um brilho final.
6 – Balanceamento
O hélice vai para um balanceador dinâmico, uma máquina que simula a mesma situação e a mesma rotação com que ele funciona no barco. O aparelho identifica as imperfeições.
7 – Lixadeira
O hélice retorna à lixadeira para ir desbastando, corrigindo o peso e o volume das pás até que elas fiquem iguais e o hélice rode de maneira ideal.
O processo todo dura de três a quatro dias. Depois, o hélice retorna até o barco e é feito um pente fino nas instalações do anodo e no aterramento do barco para evitar que este problema se repita.
A Heesen Yachts lançou o superiate da classe de aço de 55 metros, Projeto Castor, dentro do cronograma, graças às “medidas drásticas” adotadas pelo estaleiro durante a pandemia de coronavírus.
O estaleiro revelou que havia alterado seus processos de produção e adotou o distanciamento social em seus escritórios. Também introduziu turnos de trabalho em seu estaleiro, resultando em metade do número normal de funcionários trabalhando juntos a qualquer momento.
“Portanto, pudemos continuar nosso trabalho seguindo as diretrizes governamentais holandesas com o mínimo de interrupções possível”, afirmou o estaleiro. O Projeto Castor está a caminho de ser entregue a seus proprietários em agosto, após passar por testes no mar do Norte.
Falando sobre o lançamento, o representante do cliente Rupert Connor, do Luxury Yacht Group, disse: “Ficamos muito impressionados com a forma como a equipe da Heesen se adaptou à pandemia do COVID-19”.
Ele acrescentou: “Eles ajustaram suas horas de trabalho para aumentar o distanciamento social, mas mantiveram as horas de trabalho ideais em nosso projeto e preservam uma entrega pontual e de alta qualidade, o que não é pouca coisa nesses tempos difíceis”.
O quarto casco da série Steel Class de 55 metros de Heesen, o Projeto Castor conta com o design exterior de Frank Laupman da Omega Architects.
As principais características externas incluem janelas verticais do chão ao teto mais a frente do deck principal, bem como janelas de altura total no salão principal e no skylounge. Outra característica notável é o detalhe do projeto chamado de “dente de tubarão” no posto de comando.
O iate com volume de 760GT também possui um casco de deslocamento rápido, projetado por Van Oossanen Naval Architects.
O Projeto Castor apresenta várias alterações em relação aos três primeiros iates da classe Steel de 55 metros. Isso inclui uma sala de estar com largura total da boa, uma cabine principal com mais de 73 metros quadrados e suítes maiores no deck inferior. O design de interiores foi realizado por Bannenberg & Rowell, a oitava colaboração entre o estúdio de design e o pátio holandês.
Diante da abertura de uma janela meteorológica muito boa para navegação, a Família Schurmann decidiu retornar ao Brasil, após quatro meses nas Ilhas Falklands/Malvinas e Georgia do Sul, onde permaneceram por mais tempo que o planejado em consequência da pandemia. Na região, as temperaturas entre 2º e 6º com sensação térmica de até -10º; os ventos e as tempestades fortes que mantinham a tripulação em alerta constante para manter a ancoragem segura, e a falta de comunicação frequente dificultando o contato de Erika com o pai, médico atuante na Itália, levaram à decisão de retorno. A navegação de volta para Brasil foi de nove dias e meio ininterrupta até Vilfredo e Wilhelm Schurmann e Erika Cembe-Ternex ancorarem o veleiro Kat na Marina Itajaí, em Santa Catarina.
“Em janeiro, a navegação de ida para Falklands foi terrível. Seguramente a mais dura já enfrentada em 36 anos de aventuras. Tempestades com ventos de 130 km/h e ondas enormes com mais de 6 metros causaram avarias no veleiro Kat. Nada comprometedor, contornável. Por isso, para a volta não podíamos deixar passar uma abertura de janela meteorológica como essa”, conta Vilfredo. E acrescenta: “o planejamento original previa voltarmos até, no máximo, março. Fomos pegos de surpresa pela pandemia e tivemos que ficar por lá e nos adaptar rapidamente para essa situação”. As incertezas em torno de eventual – e necessária – ampliação da adoção de lockdown ou de um cenário semelhante ao da Europa que inicia cautelosa saída da quarentena também foram consideradas antes de içarem as velas e regressarem.
Com a pandemia e as orientações da Organização Mundial da Saúde, Vilfredo (que faz parte do grupo de risco), o filho Wilhelm e a nora Erika optaram prontamente em ampliar a estadia em Falklands/Malvinas. “Ficar isolado a bordo fez do mar o local mais seguro naquele momento. Foram raríssimos o contato – mesmo que apenas visual e a distância – com outras pessoas. Lá, nossos companheiros eram pinguins, focas, albatrozes, golfinhos e outros animais”, lembra Vilfredo. Com uma população de aproximadamente 3 mil pessoas, a região registrou apenas 13 casos de Covid-19, todos curados até o retorno da Família Schurmann. “Foram pessoas que tinham chegado da Europa, onde foram infectadas. Permaneceram em isolamento e tratamento, ao mesmo tempo que medidas de segurança foram adotadas. Em Porto Stanley, a maior cidade, se mantém um distanciamento de 2 metros – 2,5 metros entre as pessoas e todas com máscara, por exemplo. No supermercado, limite de 15 pessoas, no máximo. Todos seguiram as regras e não houve falecimento na ilha”, conta Vilfredo.
O Capitão da Família Schurmann reconhece o privilégio de estar em um local tão favorável para esse momento. “Podíamos desembarcar na região das fazendas. Todas distantes uma das outras, com longos pastos e pessoas fechadas em suas casas. No total, caminhamos cerca de 200 quilômetros de campos desertos”. Das águas vinha uma “fonte extra” de alimentos: a região tem muitos mexilhões, trutas e algas comestíveis – além das frutas silvestres em terra. Vale registrar que, no mar e longe da ilha, mais de 100 navios pesqueiros reuniam uma população maior que a de terra. “A pesca sustentável da lula, respeitando a natureza e os ciclos de reprodução, atraem um número muito grande de pescadores, que permaneceram o tempo todo em seus respectivos navios”.
Depois de 6 mil milhas (cerca de 12 mil quilômetros) navegadas neste primeiro quadrimestre do ano, Vilfredo, Wilhelm e Erika estão de volta ao Brasil como se regressassem de um “mundo paralelo”. Com a comunicação muito restrita, sem conexão de internet, os Schurmann sabiam da gravidade da situação, mas só agora estão diante de um turbilhão de informações e um cenário mais claro da real – e triste – situação no país e no mundo. “É muito bom estar de volta, em poder me comunicar por vídeo com meus filhos, netos, parentes e amigos.
Mas o isolamento permanece e é necessário. Agora, estamos todos no Brasil, seguindo as medidas de distanciamento social, com a certeza de que essa tempestade vai passar. Ela é mais dura e cruel com muitos, infelizmente. Mas vai passar. Até lá, que a gente faz a nossa parte, dentro do que é possível e nos compete”, diz Vilfredo ainda focado nos próximos projetos. O Capitão da Família Schurmann segue escrevendo o livro inspirado na Expedição U-513 – Em Busca do Lobo Solitário e no planejamento da expedição Voz dos Oceanos, que tem o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente como parceiro global.
Mesmo em meio a pandemia, um novo boat show foi anunciado para este ano. O Olympic Yacht Show acontecerá entre 1 e 4 de outubro, na Marina Sounio, que fica a 75 km a sudeste do centro da cidade de Atenas. O evento está sendo organizado por uma joint venture entre a ONDECK Events, um braço da editora ONDECK, e a Olympic Marine SA, com sede na marina.
O novo salão náutico usará as instalações reformadas da Olympic Marine e os organizadores prevêem que ele criará um interesse significativo, tanto nacional quanto internacionalmente.
A primeira edição do Olympic Yacht Show segue o cancelamento de dois eventos regulares, geralmente realizados em maio, o Mediterrâneo Yacht Show, realizado em Nafplion, e o East Med Yacht Show, em Atenas. A próxima edição do Mediterranean Yacht Show acontecerá apenas em 2021, de 22 a 25 de abril.
Os organizadores do Olympic Yacht Show dizem: “O objetivo é criar uma plataforma de comunicação produtiva para as categorias de iate de médio e grande porte. O evento abrangerá uma linha completa de iates, incluindo novas embarcações com mais de 14 metros (46 pés)”.
Os organizadores disseram em comunicado: “É o único evento na Grécia com uma orientação clara para iates médios e mega e para as empresas ativas nesta categoria. As empresas líderes do setor farão sua presença ser sentida tanto em terra quanto no mar, em um elegante e bem projetado recinto de exposições. Também foi projetada uma área especial para receber as costelas de luxo e os cruzadores premium, oferecendo aos visitantes a oportunidade de fazer testes no mar”.
Quando se trata de comprar um iate, há várias coisas que devem ser levadas em conta e uma delas é decisão sobre as cores dos iates, já que repintura adicional é um processo caro e demorado.
Assim como alguns clientes escolhem o layout clássico com cores neutras como branco, existem alguns proprietários querem que seus iates se destaquem de longe, não importa se o tom está na moda ou não. Pensando nisso a Boat trouxe uma lista com alguns dos iates mais chamativos que navegam pelo mundo.
Ipanema, o maior iate vermelho do mundo, foi construído pela Mondomarine em 2016. Seu impressionante casco de alumínio vermelho da Hot Lab apresenta uma boca de 9 m e um calado de 2,3 m. Com seu volume interior de 499 toneladas, ele pode acomodar até 12 convidados em 7 cabines.
Construído pelo estaleiro americano, Palmer Johnson, o suntuoso superiate Khalilah definitivamente apresenta uma aparência futurista.
No momento em que foi lançada em 2015, Khalilah era o maior iate do mundo construído inteiramente em fibra de carbono. Além disso, seu design com um casco angular permite uma velocidade máxima de impressionantes 30 nós e cruzeiros a 28 nós, com estabilidade e conforto excepcionais, sem a necessidade de aletas ou estabilizadores giroscópicos.
O estaleiro finlandês Baltic Yachts lançou o Baltic 175, batizado de Pink Gin VI, em 2017 como o maior sloop (veleiro com apenas um mastro) de fibra de carbono do mundo. Uma de suas principais características é o mastro de 67,9 metros de altura.
O Pink Gin VI foi eleito o Veleiro do Ano no prestigiado World Superyacht Awards de 2018. Ele pode acomodar 14 convidados em 7 cabines com um design de interiores da Design Unlimited e um design exterior de Judel-Vrolijk.
Lançado em 2017, este já icônico veleiro detém o título de maior iate a vela do mundo. Inspirado no Maltese Falcon de 88 metros da Perini Navi, o Black Pearl apresenta características semelhantes às da estrutura deste com três mastros rotativos, enquanto o iate é capaz de atravessar o Atlântico consumindo apenas 20 litros de combustível graças a fontes alternativas de energia.
Considerado como um clássico moderno, o Go ostenta um perfil fluido, além do seu interior contemporâneo, ambos desenvolvidos pela H2 Yacht Design. Seu casco pintado de turquesa realça a conexão com o mar que influenciou as cores interiores, acabamentos metálicos e tecidos. Além disso, todos os tenders e brinquedos, incluindo o tender de resgate de 5,5 metros, são pintados com a cor turquesa do iate.
Jubilee
Construtor: Oceanco
Comprimento: 110.1m
Ano: 2017
Maior iate da Oceanco até então, o Jubilee de 110 metros, foi entregue em 2017. Inicialmente construído para o ex-emir do Qatar, o iate foi colocado no mercado pouco antes de sua entrega, pedindo €275.000.000 de preço. Sua venda foi anunciada em novembro de 2018, seguida da notícia de seu refit que será feito na Lürssen. De acordo com várias fontes do setor, o iate agora pertence a um bilionário americano.
Entregue em 2013, o Sea Owl pertence ao cientista da computação americano e co-CEO da Renaissance Technologies, Robert Mercer, que possui um patrimônio de US$ 125.000.000, de acordo com a publicação da Forbes de abril de 2017. O iate é famoso por seu casco verde inspirado no Peter Pan e interiores de madeira ornamentada, projetados por Andrew Winch.
O “maior superiate residencial privado do mundo“, projetado pelo Espen Øino, recebeu luz verde a ser construído pelo grupo DIV Shipbuilding. O projeto será construído no estaleiro Kleven Verft, na Noruega, e no estaleiro Brodosplit, na Croácia.
Ambos os estaleiros colaborarão na construção do iate, com a maior parte da construção do casco de aço ocorrendo no estaleiro de Brodosplit, além de algumas instalações técnicas. O casco será então rebocado para o estaleiro da Kleven Verft para concluir a instalação técnica e o ajuste do interior. A entrega está prevista para 2024.
O presidente e diretor executivo da DIV Shipbuilding, Tomislav Debeljak, disse que o projeto tem o “apoio total” dos governos croata e norueguês. “Minha empresa está realmente honrada por estar envolvida na construção deste magnífico iate privativo, iniciado pelo Ocean Residences Development”, disse ele. “Todos os funcionários da DIV Shipbuilding em nossos estaleiros, Brodosplit e Kleven, têm orgulho de ser parceiros e trabalhar neste projeto de geração”.
Um prédio sobre os mares
Batizado de Njord, deus dos mares e ventos da mitologia nórdica, esse gigantesco iate de 281,8 metros de comprimento terá 118 apartamentos privativos e atualmente está em desenvolvimento na Ocean Residences.
Os renders mostram a marina inflável de 500 metros quadrados na popa do superiate, que possui várias plataformas desdobráveis. Quando implantados, eles podem ser usados para atracar motos aquáticas, submarinos e tenders “limusines” no estilo das embarcações da Riva. Também apresentará uma piscina central de água do mar.
Viagens pelo mundo e estudos a bordo superiate residencial
Apelidado de “próxima geração de superiate privado”, Njord “será o lar de uma comunidade exclusiva de indivíduos com ideias semelhantes que gostam de viajar e compartilham experiências extraordinárias”, disse a Ocean Residences.
Para esse fim, o iate estará equipado para realizar pesquisas científicas e oceanográficas durante sua volta ao mundo. A cada ano, ele viajará para alguns dos lugares mais remotos e “culturalmente únicos” do planeta.
Apoiando uma série de missões filantrópicas, instituições de caridade e causas, a Njord coletará dados ambientais e marinhos de todo o mundo, que serão disponibilizados para laboratórios de pesquisa internacionais.
A equipe da Boat Shopping testou o novo Sea-Doo GTI 90 em uma volta completa na ilha do Guarujá, litoral paulista. Confira como foi no novo Boat Teste!
Especificações técnicas do Sea-Doo GTI 90
Casco Polytec
Este material reduz o peso da embarcação, oferecendo melhor desempenho mesmo com motores menores e permitindo o reboque com a maioria dos veículos. Além disso, o tingimento do material o torna mais resistente a riscos do que a fibra de vidro. O material Polytec está disponível apenas nos modelos equipados com motor Rotax 900 HO ACE.
Motor Rotax 900 HO ACE
O leve e compacto Rotax 900 HO ACE tem baixo consumo, permitindo mais tempo na água e menos na bomba de combustível. Com aceleração imediata e excelente relação peso-potência, foi feito para a diversão.
A NX 360 Sport Coupé é o mais novo modelo do estaleiro pernambucano NX Boats e é uma evolução da 340, lançada no ano passado. Com 10,63 metros de comprimento, a lancha apresenta um design esportivo, que traz em seu interior muito espaço e conforto, e combina as características de uma proa aberta e com a comodidade de uma lancha cabinada.
Ela comporta até dezesseis convidados em passeios diurnos e quatro em pernoite, onde dois são acomodados na cama de casal à meia-nau e os outros dois na cama que pode ser montada na proa, retirando a mesa, feita em teka, e colocando um complemento entre os sofás em “U”. Durante o dia esta área do salão é convertida em um espaço para refeições e fica junto à pequena cozinha completa com pia, fogão cooktop, forno de microondas, geladeira e um espaço de bancada, que serve de apoio para preparar as refeições.
O cockpit da NX 360 chama a atenção por todo seu espaço e disposição otimizada, de forma que fica fácil circular pelo barco. Ele é composto por dois sofás em “L” com uma mesa central rebatível, também feita em teka, e uma cristaleira próxima a escada de acesso a proa. Integrado ao espaço também está o posto de comando, este que é completo e estava equipado com GPS Raymarine. Ele proporciona uma boa visão para pilotagem, tanto em pé quanto sentado e todos os aparelhos estão dentro do campo de visão e ao alcance da mão.
O grande destaque desta lancha é a proa, que acomoda confortavelmente três pessoas em um grande solário, e é acessada por uma porta lateral. Vale ressaltar que com a retirada do passadiço, o barco ganha mais espaço no cockpit.
A popa da 360 possui um grande espaço gourmet completo com churrasqueira, pia, tábua para preparar o churrasco e drinks em teka e dois porta copos em inox. A ampla plataforma de popa também não deixa nada a desejar, como já vimos em outras embarcações da NX Boats.
Desempenho na prática: A NX 360 Sport Coupé cumpre o que promete?
Equipado com dois motores Mercury de 300 HP e rabetas Bravo 3, o barco mostrou toda a força da parelha e atingiu boas médias de velocidade. Como a NX 360 Sport Coupé foi projetada para navegar nos mares de Recife, que são mais agressivos e fortes, o teste nas águas do Rio de Janeiro foi bem mais tranquilo e favorável. O dia também estava propício, com pouca ondulação e o céu tinha poucas nuvens.
A lancha se comportou muito bem em manobras e curvas e não apresentou nenhuma surpresa ou solavanco seco, espalhando bem a água, sem cair nenhum respingo dentro do barco. O casco também proporciona uma navegação estável e segura, sem adernar para bombordo, nem boreste. Obedeceu como devia.
Seu desempenho em velocidade máxima de 34 nós, provou que ele é sim um barco esportivo.
Impressões ao navegar
O acesso a proa pela escada e porta lateral permitiu que o cockpit ganhasse mais espaço e o solário, que acomoda três pessoas, permite que você aproveite a liberdade de uma lancha proa aberta, mesmo ela sendo cabinada.
Os materiais utilizados na NX 360 Sport Coupé são todos da melhor qualidade e incluem couro, teka e madeira lacada. O uso de tecidos aveludados no salão, apesar de não ser tão funcional, traz uma sensação de aconchego para o ambiente.
O posto de comando oferece uma visão ampla e permite que o comandante pilote tanto em pé quanto sentado. Em ambas as posições, todos os relógios, display e botoeira ficam a mão dentro do campo de visão.
O modelo testado estava completo, com motorização Mercury de 300 HP e rabetas Bravo 3, portanto seu valor é de R$751.000. O valor inicial da NX 360 Sport Coupé é de R$536.000, mas ele é alterado de acordo com a escolha dos motores e customizações.
Assim como as outras embarcações da NX, a 360 Sport Coupé já sai de fábrica na cor escolhida pelo cliente, laminado com gel coat. O estaleiro também está exportando suas lanchas para a Europa, América do Sul e Estados Unidos, portanto, eles são construídos dentro das normas internacionais e possuem certificação CE, C e ABYC.
A lancha apresentou um desempenho dentro do esperado e em sua velocidade máxima de 34 nós, ela consumiu 190 L/h, com uma autonomia de 107 milhas náuticas. Tudo isso sem perder a estabilidade na navegação.
Todo o design pensado de forma a otimizar os espaços contribui para que o barco se torne mais aconchegante em todos os ambientes. O isolamento acústico da casa de máquinas permite que você navegue sem o barulho dos motores incomodando.
Todo o sistema de segurança a bordo segue as normas internacionais, e inclui dois extintores, duas abraçadeiras nas mangueiras de acesso direto a água. Além disso, o casco passa por testes de ruptura e é catalogado para navegação em mar aberto.
O melhor uso: A NX 360 Sport Coupé é um barco na medida pra você?
Com muito estilo, a NX 360 Sport Coupé alia esportividade com comodidade, oferecendo uma grande variação de potência de velocidades e, acima de tudo, conforto e segurança durante um passeio com família e amigos, além de trazer soluções inteligentes como a passagem para a proa. Ela é ideal para quem busca diversão e aventura.
Este é mais um modelo que traz em seu DNA algumas das principais características dos barcos da NX, como o espaço gourmet e plataforma de popa amplos e de fácil circulação. Além de não deixar desejar em nenhum dos requisitos que o estaleiro segue nas construções de seus barcos, que são design, navegação, acabamento e inovação.